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Fatores Naturais/Físicos Condicionantes da Agricultura
Mariana Trindade
Created on February 20, 2023
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Agrupamento de Escolas da Póvoa de Santa Iria Escola Básica e Secundária DMVCB
FATORES NATURAIS/FÍSICOS CONDICIONANTES DA AGRICULTURA
E formas de os superar
11.ºF Aline Varela N.º 1 Mariana Trindade N.º21 Núria Calmeiro N.º24 Rita Fernandes N.º26
Prof. Teresa Soares Disciplina de Geografia Março de 2023
Índice
Introdução
Fatores Físicos/Naturais
Regiões Agrárias
Entre Douro e Minho, Trás-os-Montes
Pop Quiz!
Beira Litoral,Beira Interior
Ribatejo e Oeste
Alentejo, Algarve
Pop Quiz!
Açores
Madeira
Estudo de Caso
Bibliografia
Conclusão
Introduzindo ao tema...
PRINCIPAIS FATORES FÍSICOS
Qualidade dos Solos
Clima
Relevo
Disponi-bilidade de Água
AS REGIÕES AGRÁRIAS
Entre Douro e Minho
01
Composto pelos atuais distritos de Viana do Castelo, Braga, Porto e parte dos distritos de Aveiro, Viseu e Vila Real
Trás-os-Montese Alto Douro
02
Composto pelos atuais distritos de Vila Real e Bragança e parte dos distritos de Viseu e da Guarda.
CLIMA
Na região do Entre Douro e Minho predomina o Clima Marítimo, com temperaturas amenas e amplitudes térmicas anuais menos acentuadas no litoral do que no interior, que apresenta já algumas características de clima continental.
Na região de Trás-os-Montes e Alto Douro predomina o Clima Continental, com grandes amplitudes térmicas anuais (temperaturas muito frias no inverno e muito quente no verão.
Figura 1 - Temperatura média do ar
CLIMA
É a região do país em que se registam os valores mais elevados de precipitação. Por ser uma área de elevada precipitação, a humidade relativa do ar é elevada.
Em contraste com o Entre Douro e Minho, Trás-os-Montes é uma das regiões (para além do Alentejo) em que se regista os menores valores de precipitação.
Figura 2 - Precipitação média do ar
RELEVO
O relevo é muito acidentado, sendo intercalado por áreas de montanha e vales encaixados e estreitos, originando declives acentuados. Nas serras interiores registam-se altitudes superiores a 1000m e nos vales inferiores a 50m.
O relevo é acidentado, registrando grandes altitudes, e vales pouco profundos. Paralelo ao vale do Douro internacional destaca-se o planalto Mirandês, vasta zona de altitudes médias da ordem dos 600m.
Figura 3 - Hipsometria
QUALIDADE DOS SOLOS
Esta é uma área de maior precipitação, logo, é também uma área de maior erosão pela precipitação. A menor altitude favorece a deposição de grande quantidade de sedimentos minerais e orgânicos nos vales, tornando os solos muito férteis.
Esta é uma área de menor precipitação, logo, é também uma área de menor erosão pela precipitação. A maior altitude favorece os processos de erosão, tornando os solos pobres.
Figura 5 - Erosividade da Precipitação
DISPONIBILIDADE
DE ÁGUA
Rede hidrográfica extensa e densa, favorecida pela intensa e regular queda pluviométrica. Os rios, com orientação perpendicular à linha de costa, apresentam leitos apertados e bacias estreitas, correndo em vales encaixados a montante, e alargando junto ao litoral, devido à deposição de sedimentos.
O Douro constitui a principal bacia hidrográfica, sendo a rede relativamente densa, e o seu desenvolvimento condicionado pela litologia da área.
Figura 6 - Bacias Hidrográficas
CULTURAS Entre Douro e Minho
As principais culturas desta região são a uva (vinha), o kiwi e o milho. São culturas que precisam de temperaturas amenas e uma média quantidades de água. São portanto, uma cultura de regadio e estabelecem-se, normalmente, nos vales dos rios e solos de aluvião.
CULTURAS Trás-os-Montes e Alto Douro
As principais culturas desta região são a uva (vinha), o olival e a castanha . São culturas que vivem com humidade e temperaturas amenas. A vinha é uma cultura de regadio e estabelece-se, normalmente, nos vales dos rios e solos de aluvião. O Olival e a castanha são culturas de sequeiro.
OS PROBLEMAS AGRÍCOLAS e formas de os superar
Falta de água
Tem-se verificado ao longo dos anos, não só em Portugal, como em todo o mundo, alterações climáticas - o aquecimento global e consequentes secas são o que mais afeta a agricultura.
Excesso de água
03
Beira Litoral
Composta pelos atuais distritos de Aveiro, Coimbra, Viseu e parte do distrito de Leiria
04
Beira Interior
Composta pelos atuais distritos de Castelo Branco e Guarda
CLIMA
Na Beira Litoral, predomina o clima atlântico, e a amplitude térmica anual é baixa com invernos amenos e chuvosos e verões suavizados pelos efeitos da proximidade ao Atlântico
Nesta região o clima é agreste, tem invernos rigorosos com temperaturas negativas e muita chuva e verões bastante quentes e secos,
Figura 1 - Temperatura média do ar
CLIMA
Regista elevados valores de precipitação no inverno, especialmente a grandes altitudes. O valor da precipitação média anual é baixo em função dos verões quentes e secos.
A precipitação é moderada e ventos fortes devido a esta mesma proximidade e a algumas montanhas de altitude baixa.
Figura 2 - Precipitação média do ar
RELEVO
O relevo é aplanado e pouco acidentado. Regista valores entre os 50m e os 500m.
O relevo desta região é acidentado, no qual se destacam as Serras da Estrela e da Gardunha, seguidas por um planalto.
Figura 3 - Hipsometria
QUALIDADE DOS SOLOS
As áreas de menor altitude, são região com pouca erosão pela precipitação e, tal como no Entre Douro e Minho, predominam os solos de aluvião (com elevada fertilidade) devido também à forma de relevo (plano).
As áreas de maior erosão pela precipitação são as de maior altitude.
Figura 5 - Erosividade da Precipitação
DISPONIBILIDADE
DE ÁGUA
Nesta região, a rede hidrográfica é extensa, devido ao significativo número de nascentes nas montanhas.
Rede hidrográfica extensa e favorecida pela moderada precipitação.
Figura 6 - Bacias Hidrográficas
CULTURAS Beira Litoral
Nas culturas temporárias destacam-se o arroz, a batata e o feijão. Estas precisam de temperaturas amenas e abundância de água para se desenvolverem. A vinha, o olival e os pomares de macieiras sobressaem nas culturas permanentes. Estas são, também, culturas de regadio.
CULTURAS Beira Interior
As principais culturas são a vinha, a cereja, a maçã e o azeite. A produção da Cereja Cova da Beira, uma das mais famosas no nosso país, desenvolve-se entre as Serras da Gardunha, da Estrela e da Malcata, na Cova da Beira, uma região com excelentes condições climáticas para a fruticultura (as temperaturas amenas), e solos férteis, as condições ideais para o desenvolvimento da cerejeira.
OS PROBLEMAS AGRÍCOLAS e formas de os superar
O excesso de fóforo que não é absorvido pelos solos acaba por ser escoado para as águas superficiais. Não é prejudicial à saúde da população nem dos animais, porém, causa o aumento do fitoplâncton e a eutrofização dos rios e albufeiras. Estes problemas seriam resolvidos ao impor regras na utilização do fósforo.
Excesso de fósforo
POP QUIZ!
05
Ribatejo e Oeste
Composto pelo atual distrito de Lisboa e parte dos distritos de Leiria, Setúbal e Santarém
CLIMA
O clima é mediterrâneo: ameno e húmido, com temperaturas médias suaves no inverno e no verão e, por isso, a amplitude térmica anual é moderada
Figura 1 - Temperatura média do ar
CLIMA
A precipitação é, também ela, moderada: frequente nos meses de inverno e primavera e reduzida nos mese de verão e outono.
Figura 2 - Precipitação média do ar
RELEVO
Relevo muito pouco acidentado, predominando as formas baixas e planas, com altitudes inferiores a 200 metros
Figura 3 - Hipsometria
QUALIDADE DOS SOLOS
Os solos desta região são, maioritariamente, de aluvião, por isso, com grande fertilidade, que permite a sua exploração intensiva, a monocultura e a cultura de regadio.
Figura 5 - Erosividade da Precipitação
DISPONIBILIDE DE ÀGUA
O principal curso de água desta região é o rio Tejo, os seus afluentes e, o seu estuário.
Figura 6 - Bacias Hidrográficas
CULTURAS Ribatejo e Oeste
As principais culturas são o milho, o arroz, a batata, o pêssego e a colza, sendo esta a cultura industrial mais importante.
OS PROBLEMAS AGRÍCOLAS e formas de os superar
Falta de água
A solução para este problema é a criação do projeto “Projeto Tejo”, que pretende levar água a 300 000 hectares, nestas mesmas regiões. Este projeto tem como objetivo contrariar a desertificação agrícola e rural, desenvolver a economia regional, fixar populações e criar um número significativo de postos de trabalho.
06
Alentejo
Composta pelos atuais distritos de Portalegre, Évora, Beja e parte do distrito de Setúbal.
07
Algarve
Composta pelos atual distrito de Faro.
CLIMA
O clima é mediterrânico, com uma elevada amplitude térmica anual . Os verões são quentes e secos e os invernos frios e secos.
O clima é mediterrânico: ameno e húmido. As temperaturas são suaves no Inverno e elevadas no Verão e a amplitude térmica anual é baixa.
Figura 1 - Temperatura média do ar
CLIMA
É a região do país onde se registam os valores mais baixos de precipitação e, por isso, é também a região onde há maior risco de seca, especialmente durante o verão. As geadas são frequentes porque nesta região devido às baixas temperaturas durante a noite.
Os valores de precipitação são baixos, registando-se de quatro a seis meses secos.
Figura 2 - Precipitação média do ar
RELEVO
O relevo nesta região é plano, por consequência da erosão das águas correntes, que desgastaram as elevações e as foram aplanando e uniformizando, denominadas de peneplanícies. As rochas mais duras resistiram à erosão e constituíram elevações residuais no sul das peneplanícies do Alentejo e do Algarve e nos vales das serras de pouca altitude.
O relevo é pouco acidentado: é maioritariamente constituído por planícies e serras de baixa altitude, sendo as de maior importância do Espinhaço de Cão, do Caldeirão e do Monchique.
Figura 3 - Hipsometria
QUALIDADE DOS SOLOS
A erosão dos solos pela precipitação é baixa, devido aos baixos valores de precipitação. Os solos são pobres e pouco férteis: apresentam fraca reserva de nutrientes, problemas de drenagem e baixo armazenamento de água útil.
Os solos são mais pobres nas serras, devido à maior erosão e menos pobres nas planícies
Figura 5 - Erosividade da recipitação
DISPONIBILIDADE
DE ÁGUA
Engloba 3 bacias hidrográficas, nomeadamente do Sado, do Tejo e do Guadiana. No entanto, a maioria dos cursos de água existentes, tem pouco valor agrícola porque não são suficientes.
A reduzida rede hidrográfica, a fraca precipitação e as alterações climáticas contribuem para a pouca disponibilidade de água no Algarve
Figura 6 - Bacias Hidrográficas
CULTURAS Alentejo
Nas culturas temporárias destacam-se o arroz, a batata e o feijão. Estas precisam de temperaturas amenas e abundância de água para se desenvolverem. A vinha, o olival e os pomares de macieiras sobressaem nas culturas permanentes. Estas são, também, culturas de regadio.
CULTURAS Algarve
As principais culturas são a vinha, a cereja, a maçã e o azeite. A produção da Cereja Cova da Beira, uma das mais famosas no nosso país, desenvolve-se entre as Serras da Gardunha, da Estrela e da Malcata, na Cova da Beira, uma região com excelentes condições climáticas para a fruticultura (as temperaturas amenas), e solos férteis, as condições ideais para o desenvolvimento da cerejeira.
OS PROBLEMAS AGRÍCOLAS e formas de os superar
Falta de água
O Alqueva possibilitou integrar culturas de primavera e de verão numa zona seca. É um complexo que comporta uma agricultura tecnológica, eficiente, ecológica e de qualidade, possui um grande reservatório que lhe permite aproveitar a água das cheias para fazer face às secas.
Drenagem
POP QUIZ!
Região Autónoma dos Açores
08
Composta pelo ilhas de São Miguel, Santa Maria, Corvo Flores, Faial, Graciosa, Pico, São Jorge e Terceira
CLIMA
Nos Açores o clima é húmido marítimo, caracterizado por elevados índices de humidade do ar; pequena amplitude térmica anual; chuvas regulares e abundantes e ventos vigorosos. A circulação atmosférica é dominada pelo anticiclone dos Açores cuja posição e intensidade condicionam as condições meteorológicas sentidas no arquipélago.
Figura 7 - Temperatura na ilha Terceira
Figura 8 - Precipitação na ilha Terceira
RELEVO
As ilhas são todas de origem vulcânica. O seu relevo é extremamente acidentado: regista maiores altitudes no interior das ilhas como, por exemplo, a montanha do pico (o ponto mais alto de Portugal), e ao mesmo tempo, lagoas, vales estreitos e profundos.
Figura 9 - Relevo na ilha de São Miguel
QUALIDADE DOS SOLOS
A qualidade dos solos depende, principalmente, do relevo: nas áreas de menor altitude como os vales entre vertentes, os cursos de água formam solos profundos e espessos, de materiais finos e ricos em nutrientes, portanto, mais férteis. No entanto, nas áreas de grandes altitudes, os processos erosivos são mais propícios, tornando os solos mais pobres.
Figura 8 - Relevo na ilha de São Miguel
DISPONIBILIDADE DE ÁGUA
A ilha tem alguma dificuldade de acesso às nascentes, o que conduz à carência de água em determinadas ilhas. Os pequenos cursos de água (ribeiras) correm, normalmente, em vales estreitos e profundos, o que dificulta o seu alcance.
Figura 10 - Cursos de água na ilha de São Miguel
CULTURAS Açores
A plantação de chá, na ilha de São Miguel, é típica da ilha e do arquipélago por ser o único local na Europa com esta produção. A monocultura do ananás, na ilha de São Miguel, é feita em estufas e é uma das mais importantes culturas da ilha. As hortênsias estão presentes em todas as ilhas dos Açores e influenciam positivamente a imagem turística da região.
OS PROBLEMAS AGRÍCOLAS e formas de os superar
As estufas em certas fases da plantação do ananás são uma solução para combater os impactes que o clima pode ter nessa produção, criando um clima artificial que pode ser regulado de acordo com as necessidades, tornando assim a temperatura e rega idêntica ao habitat da cultura.
Plantação de ananás
Região Autónoma da Madeira
09
Composta pelo ilhas da Madeira, Porto Santo e Selvagens
CLIMA
A ilha da Madeira, por se localizar geograficamente na região subtropical, apresenta um clima ameno, tanto no inverno como no verão e, por isso, a amplitude térmica anual é baixa, também por influência do moderador térmico. A vertente Norte está mais exposta aos ventos predominantes e é uma área mais chuvosa, por influência do círculo polar ártico, em contraste com o sul, onde as temperaturas são mais elevadas por influência do Trópico de Câncer.
Figura 11 - Temperatura na ilha da Madeira
Figura 12 - Precipitação na ilha da Madeira
RELEVO
Devido à sua origem vulcânica, à constante ação de agentes erosivos (o vento, a chuva e o mar) a ilha da Madeira tem um relevo muito acidentado e irregular. Na vertente Norte, a agricultura encontra mais obstáculos condicionantes para o seu desenvolvimento devido às encostas íngremes e grandes extensões da vegetação primitiva.
Figura 13 - Relevo na ilha da Madeira
QUALIDADE DOS SOLOS
A madeira é uma ilha de origem vulcânica, portanto, as rochas existentes no seu solo são, elas também, de origem vulcânica. É constituída, essencialmente, por um grande maciço montanhoso na sua parte central. A ilha da Madeira tem os solos mais férteis de Portugal no entanto tem uma grande percentagem de solos degradados devido a fogos, erosão, deslizamentos de terra, etc…
Figura 14 - Erosão hidríca na ilha da Madeira
DISPONIBILIDADE DE ÁGUA
Na ilha da Madeira, os recursos hídricos subterrâneos constituem a principal fonte de abastecimento, satisfazendo em grande parte as necessidades da população. As águas que provêm de nascentes são recolhidas e transportadas por meio das levadas.
Figura 15 - Cursos de água na ilha da Madeira
CULTURAS Madeira
As principais culturas desta ilha são a cana-de-açúcar, o abacate, e a banana. São todas culturas tropicais, que se desenvolvem no clima quente e húmido.
OS PROBLEMAS AGRÍCOLAS e formas de os superar
Prevê-se uma diminuição da disponibilidade de água. Para poder evitar que isto aconteça é necessário: aumentar a eficiência dos sistemas de captação, transporte, armazenamento e distribuição da água; rever a capacidade e eficiência da rega; e controlar o assoreamento dos sistemas de armazenamento de água;
Levadas
ESTUDO DE CASO
Nesta reportagem, José Carlos, produtor agrícola, evidencia como as condições naturais são, ou não, favoráveis ao cultivo e ao desenvolvimento de certos vegetais naquela região. A alface, tem uma grande produção no Entre Douro e Minho, principalmente na Póvoa do Varzim. É, normalmente, feita ao ar livre com mão de obra familiar, porém, também existe uma grande produção em estufas, utilizando os métodos da agricultura de precisão. A produção de alface está localizada no litoral, devido à amenidade das temperaturas e pela proximidade dos mercados.
Se no litoral tem-se as condições naturais necessárias para o cultivo da alface a céu aberto, porque é que as estufas ainda são utilizadas no cultivo e produção desta hortícola?
Figura 16 - Produção de alface em Portugal, em 2011
SOLUÇÃO
+ info
Concluindo...
Bibliografia:
https://snirh.apambiente.pt/index.php?idMain=4&idItem=2 http://www.monumentos.gov.pt/site/app_pagesuser/sipa.aspx?id=30534 Agricultura – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org) A agricultura e as alterações climáticas — Agência Europeia do Ambiente (europa.eu) Fatores humanos (ocimf.org) Slide 1 (wordpress.com) Agricultura: fatores condicionantes (slideshare.net) http://www.monumentos.gov.pt/site/app_pagesuser/SIPA.aspx?id=30533 https://drapnsiapd.utad.pt/sia/Portals/0/DPAE/ECPC/DRAPN_ECPC_202301.pdf https://www.ucanorte.pt/destaques/artigos-tecnicos/milho-grao-uma-cultura-de-futuro-com-escoamento-garantido/ https://www.agroportal.pt/kiwi-revela-se-como-uma-aposta-com-futuro/ https://www.agroportal.pt/olival-tradicional-de-tras-os-montes-e-alto-douro-um-futuro-a-preservar-francisco-pavao/ http://www.wp.cncfs.pt/category/producao/ https://sicnoticias.pt/pais/2022-01-19-seca-em-portugal-as-preocupacoes-dos-agricultores-de-norte-a-sul-do-pais https://conselhonacionaldaagua.weebly.com/problemas-e-soluccedilotildees.html https://www.eea.europa.eu/pt/articles/a-agua-na-agricultura https://madeira.best/guia/factos-madeira/localizacao-e-clima-da-ilha-da-madeira https://observatorioclima.madeira.gov.pt/wp-content/uploads/pdfs/estr_clima_web_yeyxxt.pdf https://observatorioclima.madeira.gov.pt/agricultura/ https://digituma.uma.pt/bitstream/10400.13/3136/1/ZONEAMENTO%20AGROCLIM%C3%81TICO%20DA%20CULTURA%20DA%20VIDEIRA%20PARA%20A%20ILHA%20DA%20MADEIRA%20%E2%80%93%20PORTUGAL.pdf https://www.repository.utl.pt/bitstream/10400.5/17184/1/ANAIS-V.XLI.p.131.PDF https://observatorioclima.madeira.gov.pt/clima/
Agricultura na Ilha da Madeira (helloguidemadeira.com) https://www.monte-ace.pt/site/Caracterizacao_ZI.pdf http://www.drapal.min-agricultura.pt/drapal/images/divulgacao/Caracterizacao_Agricola_do_Alentejo_Central.pdfcA aemuseubiodiv.wordpress.com/2021/07/08/a-sustentabilidade-dos-sistemas-de-agricultura-no-alentejo-os-desafios-economicos-e-ambientais/ https://prezi.com/ofwvzdiyemgl/regiao-agraria-beira-litoral/ https://www.trabalhosfeitos.com/ensaios/Beira-Litoral/43765726.html https://www.drapc.gov.pt/base/documentos/sector_agricola_beira_litoral.php https://pt.scribd.com/document/391275520/Regioes-Agrarias-Ribatejo-e-Oeste https://prezi.com/j3k28z0v4vcj/regiao-agraria-do-ribatejo-e-oeste/ https://www.ptpt.pt/pt/regioes/algarve https://www.agroportal.pt/o-estudo-do-solo-a-pedologia-e-as-cartas-de-solo-em-portugal/ https://barlavento.sapo.pt/destaque/disponibilidades-hidricas-do-algarve-insuficientes-para-as-necessidades https://www.clubevinhosportugueses.pt/vinhos/cereja-da-cova-da-beira-igp/ https://byacores.com/hortensias/ https://correiodoestado.com.br/economia/correio-rural/excesso-de-chuva-e-calor-atrapalha-producao-de-hortalicas/317282/ https://casa.umcomo.com.br/artigo/como-plantar-alface-19234.html https://www.agriterra.pt/Artigos/311598-Projeto-Tejo-a-resposta-a-falta-de-agua-o-Ribatejo-Oeste-e-Setubal.html https://www.projectomateria.pt/pt/regioes/entre-douro-e-minho_6