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Necessidades básicas do utente nos cuidados de higiene; conforto; alim

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Created on February 15, 2023

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Transcript

UFCD 6574

Necessidades básicas do utente nos cuidados de higiene; conforto; alimentação; hidratação e eliminação.

Indice

Necessidades humanas básicas ao longo do ciclo de vida do Indivíduo o no contínuo saúde/doença

Questões relativas à privacidade, intimidade e sexualidade do utente: Aspetos a ter em conta na interação.

O contributo do/a Técnico/a Auxiliar de Saúde, na equipa multidisciplinar, para a satisfação das necessidades humanas básicas do utente: higiene e conforto; alimentação; hidratação; eliminação.

Os principais fatores ambientais propiciadores de conforto/desconforto para o utente

Os principais fatores pessoais do utente propiciadores de conforto/desconforto

A importância da higiene e do conforto para a saúde do utente

O conforto está interligado com as necessidades básicas do ser humano que se manifestam pela necessidade de proteção diante dos perigos físicos, de ameaças psicológicas e de dor Durante a sua hospitalização, o paciente deverá receber conforto e segurança. A importância da higiene e do banho para os utentes estão associados com a ideia de saúde e de doença.

Necessidades humanas básicas ao longo do ciclo de vida do Indivíduo o no contínuo saúde/doença

Objetivos dos cuidados aos pacientes:

Necessidades humanas básicas ao longo do ciclo de vida do Indivíduo o no contínuo saúde/doença

Os cuidados com a higiene são fundamentais para evitar problemas que podem surgir durante o tratamento. Manter a limpeza do ambiente, da cama e do cuidado nas trocas de roupas pois devem ser mudadas várias vezes para evitar infeções e complicações.

Cuidados de higiene e conforto a utentes que necessitam de ajuda parcial ou total

No que respeita à satisfação das necessidades básicas dos utentes, compete aos técnicos auxiliares de saúde, entre outras funções as seguintes:

As práticas que usualmente têm maior impacto na higiene e no conforto físico dos pacientes são:

Cabe ao profissional estabelecer uma boa comunicação com o paciente, mantendo um bom vínculo de confiança. O mais importante é não se conformar com o cuidado básico; é necessário a reavaliação diária e constante para que o conforto impere. Um paciente nunca é igual ao outro, ainda que a manifestação da doença seja igual para a maioria. Observar a singularidade de cada um é o que nos guia para o conforto do paciente.

Info

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Relativamente ao utente temos que:

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A importância da higiene e do conforto para a saúde do utente

Na vida quotidiana, satisfazemos as nossas próprias necessidades, no entanto durante o envelhecimento e durante a doença, a capacidade de nos auto-cuidarmos diminui e a carência de cuidados de higiene aumenta. A higiene pessoal é decisiva no que respeita a fatores pessoais e ambientais que incidem na saúde física e mental dos clientes. Por este motivo, os cuidados de higiene exigem uma atitude integral e globalizante que valorize as condições físicas, psicológicas, sociais e funcionais de cada cliente.

A importância da higiene e do conforto para a saúde do utente

A falta de higiene não é apenas um problema que pode interferir com a saúde. Contribui também, e de forma decisiva, para uma diminuição da autoestima e dificulta a integração social. Esta realidade faz com que os pacientes, particularmente os mais dependentes, tenham uma grande necessidade de ajuda, seja parcial ou integral, para a manutenção da sua higiene corporal, integridade da pele, asseio pessoal e estética necessária para assegurar a sua dignidade e manutenção de seus papéis sociais frente a si mesmo e à família.

Questões relativas à privacidade, intimidade e sexualidade do utente: Aspetos a ter em conta na interação.

  • Os profissionais devem assegurar o cumprimento de boas práticas na prestação de cuidados de higiene e imagem, nomeadamente, no que respeita à disponibilização de um conjunto de ajudas técnicas.
  • Na prestação dos cuidados de higiene e imagem, cada paciente tem de ser tratado com respeito pelos seus direitos e deveres, pela sua identidade, hábitos e modos de vida e ser-lhe assegurada privacidade, autonomia, dignidade e confidencialidade, sob pena de se estar a violar os direitos dos indivíduos e, consequentemente, não se garantir a qualidade dos serviços.
  • A sexualidade integra os aspetos biológicos, físicos, psicossociais e comportamentais, expressos em necessidades e impulsos de masculinidade ou feminilidade em interação com outros.
  • O respeito pela intimidade e sexualidade do paciente deve ser preservado durante os cuidados de higiene, as consultas, as visitas médicas, o ensino, os tratamentos pré e pós-operatórios, radiografias, o transporte em maca e em todos os momentos do seu internamento.
  • De facto, as precauções-padrão devem ser reforçadas pela equipe multiprofissional junto às equipas de saúde em atenção básica, ambulatórios e aos cuidadores familiares que realizam os cuidados diariamente.
  • O espaço físico onde o paciente está acomodado deve ser um ambiente que favoreça o conforto, acolhimento e proteção de riscos externos à sua condição clínica atual.
  • Numa instituição hospitalar é necessário que haja flexibilidade nos horários de visitas, permanência no quarto e quanto à entrada de crianças; ter um espaço onde as famílias possam relacionar-se umas com as outras também faz parte de uma unidade preparada para o conforto e acolhimento.
  • Um desafio nas instituições hospitalares é adequar as normas para entrada de pertences pessoais e adaptações no quarto.
  • A colocação de plantas no quarto, fotografias, objetos pessoais de decoração são medidas possíveis e com implicações pequenas no controle das infeções hospitalares.

Os principais fatores ambientais propiciadores de conforto/desconforto para o utente

Os principais fatores pessoais do utente propiciadores de conforto/desconforto

  • Os resultados das medidas de conforto são percebidos pelos sentidos do tato, olfato, paladar, audição, visão.
  • O conforto é individual, representando mais que ausência de dor.
  • O conforto pode ter influências com estímulos físicos, psicossociais, ambientais e psicológicas, além da maneira como ocorre o cuidado prestado pelos profissionais de saúde.
  • Desta forma, o profissional deve atentar-se para os sinais de desconforto e também conhecer as intervenções que aliviam ou dificultam o aumento da intensidade por meio de uma abordagem sistemática.
  • Os cuidados devem ser prestados por meio de multiplicidade de ações, com a comunicação verbal e não-verbal, cuidado respeito ao paciente e alívio à dor, assim como ações para manter acalma, condição que reforça a relevância do relacionamento entre o cuidador o ser cuidado.

Ficha Técnica

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