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Peste negra
Maria Zolotko
Created on February 14, 2023
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Transcript
Peste Negra
Trabalho realizado por:Ana Carolina Belo, n2, 12C Maria Zolotko, n7, 12B Disciplina: Biologia
Índice
Peste Negra
Como é transmitida
Sintomas
Duvida
Diagnóstico
Yersinia Pesti
Tratamento
Mapa
Questões
Peste Negra
A segunda grande pandemia de peste ocorreu na segunda metade da idade média, no século XIV, tendo sido chamada de peste negra. A peste negra originou-se na China e chegou à Europa através dos portos da Itália, França e Espanha nos anos de 1347 e 1348. Em apenas 4 anos, a bactéria já havia se espalhado por toda Europa, da Inglaterra à Rússia, passando por Escandinávia, Grécia e Turquia.
Peste negra ou peste bubónica?
A doença provocada pela bactéria Yersinia pestis chama-se peste. Já o termo peste bubónica deve ser utilizado para descrever uma das três formas de apresentação clínica da peste.
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Yersinia Pesti
Yersinia pestis é um organismo anaérobico facultativo que ocorre principalmente em roedores.
Um organismo anaeróbio facultativo é um organismo que produz ATP por respiração aeróbica se o oxigénio estiver presente, mas é capaz de mudar para a fermentação se o oxigénio estiver ausente.
Como se transmitia?
Na maioria dos casos, a bactéria Yersinia pestis é transmitida ao homem quando este é picado por um pulga que previamente havia se alimentado do sangue de algum roedor infectado.
A peste também pode ser transmitida através da manipulação de sangue, secreções ou tecidos de animais contaminados.
Mapa de Infeções e Mortes
75–200 milhões
Mortes:
As 3 variantes da Peste Negra
peste bubónica
peste septicémica
peste pneumónica
Em 10 a 20% dos casos, a peste septicémica surge de forma primária, ou seja, sem que haja sintomas prévios da peste bubónica. Essa forma de peste é muito agressiva e de difícil diagnóstico.
A peste pneumônica pode ser secundária, quando surge como complicação das formas bubónicas ou septicémicas, ou primária, quando é adquirida através de gotículas de aerossol contaminado.
A peste bubônica é a forma mais comum e famosa, correspondendo a mais de 90% dos casos.
Peste bubónica
A bactéria invade a circulação linfática e dirige-se para a rede de gânglios linfáticos mais próxima, provocando o surgimento de nódulos palpáveis nessa região. Em 48 a 72 horas, surge o sinal típico da peste bubónica, que é o bubão, uma tumoração dolorosa provocada pelo inchaço de um linfonodo.
Peste septicêmica
A bactéria viaja pelo sangue em direção a vários órgãos e tecidos, provocando hemorragia interna e na pele, gangrena das extremidades, choque circulatório e falência de múltiplos órgãos.
O paciente desenvolve quadro súbito de febre alta, prostração, hipotensão arterial, falta de ar, diarreia e vômitos. Em apenas 48 horas, o quadro costuma evoluir para coma e, horas depois, o paciente costuma vir a falecer.
Peste pneumónica
O período de incubação da peste pneumónica primária é mais curto que a da forma bubónica e dura apenas de 2 a 3 dias. A princípio, os sintomas são inespecíficos. Os sintomas de pneumonia vêm a seguir, com falta de ar, dor no peito, respiração acelerada e tosse com expectoração, que pode ser purulenta ou sanguinolenta.
Diagnóstico
O diagnóstico da peste é feito através da identificação da bactéria em material colhido do bubão ou do sangue. Já existem testes rápidos, patrocinados pela OMS, que identificam o DNA da bactéria em apenas 15 minutos.
Tratamento
O tratamento da peste, em todas as suas formas, deve ser feito com antibióticos. A estreptomicina ou a gentamicina são as opções mais utilizadas. A tetraciclina ou a doxiciclina são opções alternativas, caso os outros antibióticos não estejam disponíveis. O tratamento deve ser mantido por 10 dias e a taxa de sucesso, quando iniciado precocemente, é de mais de 90%. Os pacientes contaminados devem ficar em isolamento respiratório durante as primeiras 48 horas.