4 de dezembro, 1975
Diário do Minho
#0723
Trabalho de História 9ºE
Isto não é verdadeiramente o Diario do Minho
Escrito por:Ana Dias Nº3 e Inês Oliveira Nº10
Portugal dá entrada para a ONU mas a regra de se separar das suas colónias não o agrada. Levando ao início da Guerra Colonial, que contará com o apoio dos EUA, da URSS e da China para com as Colónias portuguesas. Uma Guerra intensa de longa duração que terá como final a independência das colónias.
O Descontentamento da população portuguesa, a estagnação do país e a guerra colonial
25 de Abril não é o fim
Aumento da emigração
Mesmo após o 25 de Abril algumas colonias continuaram em guerra até conseguirem, finalmente, a sua independência.
Durante esta guerra portugal perdeu muittas pessoas, não apenas por mortes mas também pelo aumento da emigração
O Descontentamento da população portuguesa, a estagnação do país e a guerra colonial
01
02
03
Economia Portuguesa
ONU
Negação de Salazar
Durante e Após a 2ªGrande Guerra
Entrada de Portugal na ONU
Recusa da Descolonização e a pressão da ONU
04
05
06
Guerra Colonial
Chantagem dos EUA
EUA, URSS e China
Início do conflito entre Portugal e suas Colónias
Apoio dos EUA, URSS e China às Colónias portuguesas
Proposta dos EUA para com Portugal
07
08
09
Efeitos da Guerra
Descontentamento
Final da Guerra Colonial
Isolamento português
Descontentamento da população e crise económica
25 de Abril de 1974 e independência das colónias
Economia portuguesa
Durante e após a 2ªGuerra Mundial
Durante a 2º Guerra Mundial, Portugal conseguiu alguma
prosperidade económica devido à sua neutralidade pois
permitia-lhe exportar produtos para todos os países envolvidos
no conflito. Contudo, após terminar a guerra, mesmo tendo
algum crescimento,
não conseguiu acompanhar odesenvolvimento económico de outros países da Europa Ocidental. Esta situação de atraso económico afetou sobretudo o
mundo rural e a agricultura, que fazia parte da vida de muitos
cidadãos.
ONU
Entrada de Portugal na ONU
A ONU (Organização das Nações Unidas) foi criada após a
2ºGuerra Mundial e defendia o direito dos povos à
autodeterminação e à independência.
Em 1955 Portugal tornou-
se membro da ONU e foi aconselhado a conceder a
independência às suas colónias em África, seguindo o exemplo
de outros países.
Consectetuer adipiscing elit I
Negação de Salazar
Recusa da Descolonização e a pressão da ONU
O regime de Salazar, que foi continuado por Marcello Caetano, recusou-se a conceder a liberdade às colónias e afirmava que não possuía colónias mas sim “províncias ultramarinas”. Portugal assumia-se assim como um país multirracial e multicontinental. A posição do Governo português não foi aceite internacionalmente. A ONU aprovou sucessivas resoluções, pressionando Portugal a aceitar a descolonização das suas “províncias ultramarinas”. Esta pressão e o crescente isolamento internacional português gerou mais tarde a política do “Orgulhosamente sós” de Antónia de Oliveira Salazar.
Guerra Colonial
Início do conflito entre Portugal e suas Colónias
A perda do “Estado Português da Índia”, a influência dos países participantes na Conferência de Bandung e a recusa de Salazar em negociar a descolonização levaram à formação de movimentos de libertação em todas as colónias portuguesas. Em inícios da década de 1960 esses movimentos iniciaram lutas armadas. Portugal respondeu enviando tropas, iniciando-se assim as guerras coloniais. As guerras desenvolveram-se principalmente em três frentes:- em Angola, iniciou-se em 1961 com três movimentos de libertação: MPLA (Movimento Popular de Libertação de Angola), UNITA (União Nacional para a Independência Total de Angola) e FNLA (Frente Nacional de Libertação de Angola). - na Guiné-Bissau em 1963 com o PAIGC (Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde) - em Moçambique em 1964 com a FRELIMO (Frente de Libertação de Moçambique)
António de Oliveira Slazar recebe em Lisboa Charles Burke Elprick, embaixador do EUA.
Ajuda médica dada ao exército angolano.
Chantagem dos EUA
EUA,URSS e China
Proposta dos EUA para com Portugal
Apoio dos EUA, URSS e China com as Colónias portuguesas
Os EUA queriam o fim da guerra colonial para manter a sua influência nos estados africanos, então propõem apoio económico a Portugal para deixarem as colónias. Mas Portugal nega os mil milhões de dólares (782 milhões de euros) oferecidos pelos EUA, declarando assim que “Portugal não está á venda”.
Tal como aconteceu em outros conflitos também aqui a
influência dos dois blocos da guerra fria se fez sentir. Os EUA, URSS e a China ajudaram os movimentos de libertação com apoio financeiro, armamento e preparação dos seus militares.
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Efeitos da Guerra
Descontentamento
Descontentamento da população e crise económica
Isolamento português
outros países da Europa onde os salários eram mais altos.A emigração, em conjunto com a Guerra Colonial, agravou a crise económica ao levar para fora de Portugal a mão de obra, sobretudo no mundo rural.
Também a nível político aumentou o descontentamento da população e a dureza da vida no campo, o medo de ir para aguerra e o desejo de uma vida melhor levaram milhares de
portugueses a emigrar para
Salazar - Discurso "Orgulhosamente Sós"
ser maioritariamente para gastos militares. A nível humano houve muitas perdas humanas, tanto do lado português como do lado das colónias. A nível político beneficiou para o aumentou do isolamento internacional português.
Esta guerra teve várias consequências. A nível económico, Portugal aumentou o investimento nas colónias na espectativa de apaziguar os movimentos independentistas. No entanto Portugal ia degradando economicamente devido ao orçamento do estado
25 de Abril de 1974
A Revolução dos Cravos
O arrastamento da guerra colonial contribuiu para a Revolução
dos Cravos em Portugal, que começou como um golpe
organizado pelo Movimento das Forças Armadas, composto por
militares que se opunham ao regime, mas logo se juntou a uma inesperada campanha popular de resistência civil que colocou fim à ditadura do Estado Novo a 25 de abril de 1974. A mudança do rumo político do país permitiu que se pusesse fim a uma guerra que durava há treze anos e dar início ao processo
de descolonização.
Independência de cada colónia
Após o 25 de Abril
Mesmo depois do 25 de abril, muitas colónias portuguesas ainda tentavam conseguir a sua liberdade.Entre 1974 e 11 de novembro de 1975 o Estado português
negoceia com os movimentos de libertação a transição para a
independência dos territórios africanos sob o domínio colonial
português.
-A 10 de setembro de 1974 a Guiné-Bissau consegue a sua
independência.
-A 25 de junho de 1975 Moçambique
-A 11 de novembro de 1975 Angola
-Acabando assim com a posse das colónias portuguesa.
FIM
Bibliografía e Webgrafía
- Missão: História 9ºano
- Brasil Escolas- https://brasilescola.uol.com.br/guerras/guerras-coloniais-1.htm
- Media RTP- https://media.rtp.pt/descolonizacaoportuguesa/pecas/a-guerra-instala-se-em-tres-frentes/
- RTP Ensina- https://ensina.rtp.pt/artigo/a-industria-portuguesa-durante-a-ii-guerra-mundial/
- YouTube- https://youtu.be/WjcNjph-rWE
- Bigslam.pt- https://bigslam.pt/blogs/pierre-vilbro/proposta-americana-a-portugal-sobre-as-colonias-portuguesas-da-planicie-e-da-savana-de-pierre-vilbro/
- Slideshare.net- https://www.slideshare.net/DavideDTSantos/a-guerra-colonial-portuguesa-11551438
- Mundo Fixe.pt- https://www.muitofixe.pt/visao-de-um-frances-sobre-os-portugueses-todos-deviamos-ver-refletir/
- Escola Virtual-https://app.escolavirtual.pt/lms/playerstudent/resource/772925/E?se=&seType=&coId=5809780&bkid=16153804
25 de Abril de 1974
O Descontentamento da população portuguesa, a estagnação do país...
Ines Monteiro Oliveira
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4 de dezembro, 1975
Diário do Minho
#0723
Trabalho de História 9ºE
Isto não é verdadeiramente o Diario do Minho
Escrito por:Ana Dias Nº3 e Inês Oliveira Nº10
Portugal dá entrada para a ONU mas a regra de se separar das suas colónias não o agrada. Levando ao início da Guerra Colonial, que contará com o apoio dos EUA, da URSS e da China para com as Colónias portuguesas. Uma Guerra intensa de longa duração que terá como final a independência das colónias.
O Descontentamento da população portuguesa, a estagnação do país e a guerra colonial
25 de Abril não é o fim
Aumento da emigração
Mesmo após o 25 de Abril algumas colonias continuaram em guerra até conseguirem, finalmente, a sua independência.
Durante esta guerra portugal perdeu muittas pessoas, não apenas por mortes mas também pelo aumento da emigração
O Descontentamento da população portuguesa, a estagnação do país e a guerra colonial
01
02
03
Economia Portuguesa
ONU
Negação de Salazar
Durante e Após a 2ªGrande Guerra
Entrada de Portugal na ONU
Recusa da Descolonização e a pressão da ONU
04
05
06
Guerra Colonial
Chantagem dos EUA
EUA, URSS e China
Início do conflito entre Portugal e suas Colónias
Apoio dos EUA, URSS e China às Colónias portuguesas
Proposta dos EUA para com Portugal
07
08
09
Efeitos da Guerra
Descontentamento
Final da Guerra Colonial
Isolamento português
Descontentamento da população e crise económica
25 de Abril de 1974 e independência das colónias
Economia portuguesa
Durante e após a 2ªGuerra Mundial
Durante a 2º Guerra Mundial, Portugal conseguiu alguma prosperidade económica devido à sua neutralidade pois permitia-lhe exportar produtos para todos os países envolvidos no conflito. Contudo, após terminar a guerra, mesmo tendo algum crescimento,
não conseguiu acompanhar odesenvolvimento económico de outros países da Europa Ocidental. Esta situação de atraso económico afetou sobretudo o mundo rural e a agricultura, que fazia parte da vida de muitos cidadãos.
ONU
Entrada de Portugal na ONU
A ONU (Organização das Nações Unidas) foi criada após a 2ºGuerra Mundial e defendia o direito dos povos à autodeterminação e à independência.
Em 1955 Portugal tornou- se membro da ONU e foi aconselhado a conceder a independência às suas colónias em África, seguindo o exemplo de outros países.
Consectetuer adipiscing elit I
Negação de Salazar
Recusa da Descolonização e a pressão da ONU
O regime de Salazar, que foi continuado por Marcello Caetano, recusou-se a conceder a liberdade às colónias e afirmava que não possuía colónias mas sim “províncias ultramarinas”. Portugal assumia-se assim como um país multirracial e multicontinental. A posição do Governo português não foi aceite internacionalmente. A ONU aprovou sucessivas resoluções, pressionando Portugal a aceitar a descolonização das suas “províncias ultramarinas”. Esta pressão e o crescente isolamento internacional português gerou mais tarde a política do “Orgulhosamente sós” de Antónia de Oliveira Salazar.
Guerra Colonial
Início do conflito entre Portugal e suas Colónias
A perda do “Estado Português da Índia”, a influência dos países participantes na Conferência de Bandung e a recusa de Salazar em negociar a descolonização levaram à formação de movimentos de libertação em todas as colónias portuguesas. Em inícios da década de 1960 esses movimentos iniciaram lutas armadas. Portugal respondeu enviando tropas, iniciando-se assim as guerras coloniais. As guerras desenvolveram-se principalmente em três frentes:- em Angola, iniciou-se em 1961 com três movimentos de libertação: MPLA (Movimento Popular de Libertação de Angola), UNITA (União Nacional para a Independência Total de Angola) e FNLA (Frente Nacional de Libertação de Angola). - na Guiné-Bissau em 1963 com o PAIGC (Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde) - em Moçambique em 1964 com a FRELIMO (Frente de Libertação de Moçambique)
António de Oliveira Slazar recebe em Lisboa Charles Burke Elprick, embaixador do EUA.
Ajuda médica dada ao exército angolano.
Chantagem dos EUA
EUA,URSS e China
Proposta dos EUA para com Portugal
Apoio dos EUA, URSS e China com as Colónias portuguesas
Os EUA queriam o fim da guerra colonial para manter a sua influência nos estados africanos, então propõem apoio económico a Portugal para deixarem as colónias. Mas Portugal nega os mil milhões de dólares (782 milhões de euros) oferecidos pelos EUA, declarando assim que “Portugal não está á venda”.
Tal como aconteceu em outros conflitos também aqui a influência dos dois blocos da guerra fria se fez sentir. Os EUA, URSS e a China ajudaram os movimentos de libertação com apoio financeiro, armamento e preparação dos seus militares.
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Efeitos da Guerra
Descontentamento
Descontentamento da população e crise económica
Isolamento português
outros países da Europa onde os salários eram mais altos.A emigração, em conjunto com a Guerra Colonial, agravou a crise económica ao levar para fora de Portugal a mão de obra, sobretudo no mundo rural.
Também a nível político aumentou o descontentamento da população e a dureza da vida no campo, o medo de ir para aguerra e o desejo de uma vida melhor levaram milhares de portugueses a emigrar para
Salazar - Discurso "Orgulhosamente Sós"
ser maioritariamente para gastos militares. A nível humano houve muitas perdas humanas, tanto do lado português como do lado das colónias. A nível político beneficiou para o aumentou do isolamento internacional português.
Esta guerra teve várias consequências. A nível económico, Portugal aumentou o investimento nas colónias na espectativa de apaziguar os movimentos independentistas. No entanto Portugal ia degradando economicamente devido ao orçamento do estado
25 de Abril de 1974
A Revolução dos Cravos
O arrastamento da guerra colonial contribuiu para a Revolução dos Cravos em Portugal, que começou como um golpe organizado pelo Movimento das Forças Armadas, composto por militares que se opunham ao regime, mas logo se juntou a uma inesperada campanha popular de resistência civil que colocou fim à ditadura do Estado Novo a 25 de abril de 1974. A mudança do rumo político do país permitiu que se pusesse fim a uma guerra que durava há treze anos e dar início ao processo de descolonização.
Independência de cada colónia
Após o 25 de Abril
Mesmo depois do 25 de abril, muitas colónias portuguesas ainda tentavam conseguir a sua liberdade.Entre 1974 e 11 de novembro de 1975 o Estado português negoceia com os movimentos de libertação a transição para a independência dos territórios africanos sob o domínio colonial português.
-A 10 de setembro de 1974 a Guiné-Bissau consegue a sua independência. -A 25 de junho de 1975 Moçambique -A 11 de novembro de 1975 Angola -Acabando assim com a posse das colónias portuguesa.
FIM
Bibliografía e Webgrafía
25 de Abril de 1974