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"O dia em que eu nasci moura e pereça"- Português

Beatriz Castro

Created on February 6, 2023

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Transcript

"O dia em que eu nasci moura e pereça"

Luís Vaz de Camões

Margarida Faria, Luísa Aires e Beatriz Castro10º S4

Luís Vaz de Camões

Nascimento: desconhecido Falecimento: 10 de junho de 1580, em Lisboa. Esta data continua a assinalar um feriado nacional: dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas Ocupações: poeta e soldado Obra mais conhecida: " Os Lusíadas"

Contextualização historico-literária

  • O poema foi escrito por Luís Vaz de Camões no século XVI.
  • A linguagem utilizada é característica da poesia renascentista.
  • Contém elementos mitológicos e históricos que refletem a sociedade portuguesa da época.

Estrutura interna

O dia em que nasci moura e pereça, Não o queira jamais o tempo dar; Não torne mais ao Mundo, e, se tornar, Eclipse nesse passo o Sol padeça. A luz lhe falte, O Sol se [lhe] escureça, Mostre o Mundo sinais de se acabar, Nasçam-lhe monstros, sangue chova o ar, A mãe ao próprio filho não conheça. As pessoas pasmadas, de ignorantes, As lágrimas no rosto, a cor perdida, Cuidem que o mundo já se destruiu. Ó gente temerosa, não te espantes, Que este dia deitou ao Mundo a vida Mais desgraçada que jamais se viu! Luís de Camões

1ª parte

2ª parte

3ª parte

Estrutura externa

O dia em que nasci moura e pereça

O dia em que nasci moura e pereça, Não o queira jamais o tempo dar; Não torne mais ao Mundo, e, se tornar, Eclipse nesse passo o Sol padeça. A luz lhe falte, O Sol se [lhe] escureça, Mostre o Mundo sinais de se acabar, Nasçam-lhe monstros, sangue chova o ar, A mãe ao próprio filho não conheça. As pessoas pasmadas, de ignorantes, As lágrimas no rosto, a cor perdida, Cuidem que o mundo já se destruiu. Ó gente temerosa, não te espantes, Que este dia deitou ao Mundo a vida Mais desgraçada que jamais se viu! Luís de Camões

Esquema rimático: ABBA/ABBA/CDE/CDE

Recursos estilísticos

O dia em que nasci moura e pereça

Pleonasmo

O dia em que nasci moura e pereça, Não o queira jamais o tempo dar; Não torne mais ao Mundo, e, se tornar, Eclipse nesse passo o Sol padeça. A luz lhe falte, O Sol se [lhe] escureça, Mostre o Mundo sinais de se acabar, Nasçam-lhe monstros, sangue chova o ar, A mãe ao próprio filho não conheça. As pessoas pasmadas, de ignorantes, As lágrimas no rosto, a cor perdida, Cuidem que o mundo já se destruiu. Ó gente temerosa, não te espantes, Que este dia deitou ao Mundo a vida Mais desgraçada que jamais se viu! Luís de Camões

Anáfora

Inversão

Metáfora

Hipérbole

Adjetivação

Apóstrofe

Música da atualidade

Queen – Bohemian Rhapsody

Cor representativa do poema

A cor preta representa:

  • Morte
  • Fim
  • Lutas
  • Escuridão
  • Dor

Esperamos que tenham gostado