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Subjetivismo Moral
Lara Martins
Created on January 24, 2023
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Transcript
Subjetivismo Moral
Realizado por: Lara Martins Lara Silva Lavínia Cerqueira Tiago Borges
Escola Secundária de Carlos Amarente
Problema da Natureza dos Juízos Morais
Será que os juízos morais têm valor de verdade? Se sim, esse juìzos são objetivos ou dependem dos sujeitos/das culturas?
Juízos de Valor
Juízos de Facto
Um juízo de valor, por outro lado, não pretende descrever um aspecto da realidade, mas avaliar esse aspecto como bom ou mau.
Um juízo de fato é uma afirmação que se propõe retratar ou descrever algum aspecto da realidade.
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Será que o valor de um juizo moral, não é subjetivo?
Por exemplo na frase “o roubo é imoral”, está-se a atribuír um valor a um fato. A imoralidade é um valor e, de acordo com o subjetivismo, essa não é uma característica que existe de fato nas ações, mas é a manifestação de nossos desejos. Quando digo que algo é imoral, quero dizer que isso me desagrada, contraria meu desejo.
O subjetivismo moral é a teoria segundo a qual, embora existam factos morais, estes não são objetivos. As afirmações acerca do bem e do mal, do que é certo e errado, embora exprimam proposições genuínas, são subjetivas: são verdadeiras ou falsas, mas são dependentemente dos sujeitos que as fazem.
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1.Não existe certo e errado universal. 2.Juízos morais apenas expressam sentimentos de aprovação ou desaprovação.
O que leva alguém a pensar que não existe certo e errado e que os juízos morais não passam de manifestações de desejos pessoais?
Argumentos subjetivistas
Usando a frase de um grande escritor russo, que “se Deus não existe, tudo é permitido” isso cria a liberdade para o indivíduo definir o que é certo ou errado a partir de seu próprio pensamento e desejo.
A frase “se Deus não existe, tudo é permitido” pressupõe a ideia de que, se ele existisse, nem tudo seria permitido.
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Então, a principal razão que leva ao subjetivismo moral é a ausência de um padrão que defina o que é certo ou errado.
Ao contrário do que ocorre quando estamos diante de afirmações como “2 + 2 = 4” , cuja verdade é possível constatar, quando se trata de afirmações morais como “o aborto é errado” ou “é certo praticar a eutanásia”, não há qualquer forma conclusiva de dizer que um é certo e outro errado.
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Objecções ao subjetivismo moral
O subjectivismo compromete-nos com uma educação moral que consiste em ensinar que devemos agir de acordo com os nossos sentimentos. Teremos que ensinar as crianças que qualquer tipo de comportamento é aceitável desde que esteja de acordo com os seus sentimentos.
O subiectivismo permite que qualquer juizo moral seja verdadeiro. O subjectivismo moral faz da ética um dominio completamente arbitrario Segundo esta teoria, nenhum ponto de vista, por muito monstruoso que seja, não pode ser considerado moralmente errado.
O subjectivismo tira todo o sentido de debate racional sobre questões morais.Se as noções de certo ou errado, bem ou mal, são resultado das preferências, desejos ou sentimentos dos indivíduos, assim o subjectivista terá que concordar que qualquer tentativa de debate acerca da moral é totalmente inútil.
O subjectivismo não consegue explicar a existência de desacordos morais. Segundo o subjectivismo o juízo moral expressa o sentimento do indivíduo e não a objectividade moral, logo não explica a existência de desacordos morais.
- Os juízos morais têm valor de verdade, mas o seu valor de verdade depende da perspetiva do sujeito que faz o juízo.
- Há factos morais, mas estes são subjetivos, pois só dizem respeito aos sentimentos de aprovação ou reprovação das pessoas.
- «X é bom» ou «X é moralmente correto» significa «Eu aprovo X»; «X é mau» ou «X é moralmente errado» significa «Eu reprovo X».
Resumindo
FIM
Alguma pergunta?