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"Nevoeiro"- PORT 12º

Beatriz Costa

Created on January 23, 2023

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Transcript

Nevoeiro

Português| 12ºProfessora: Clara Peralta

Beatriz Costa nº7 Carolina Pompeu nº9 Diana Peralta nº10 12ºD

01 Introdução

02 Tema e assunto

03 Análise Interna

Índice

04 Análise Externa

05 Traços épico-líricos

06 Curiosidade

07 Conclusão

08 Biblio/Webgrafia

Plano do trabalho

Introdução

Nevoeiro é um poema integrante da terceira parte da obra Mensagem, sendo, por sua vez, o quinto e último poema da última parte d'O Encoberto, intitulada Os Tempos.

Significado da palavra "Nevoeiro"

Simbolizando a indeterminação, a indefinição, a obscuridade e, ainda, a promessa de um novo dia, "Nevoeiro" é a palavra que melhor caracteriza metaforicamente Portugal no presente.

Período Áureo vs. Decadência Atual da Pátria

Decadência Atual

Período Áureo

Após o Desaparecimento de D. Sebastião (Século XVI)

Época dos Descobrimentos (Séculos XV e XVI)

O título do poema e o seu último verso (Ó Portugal, hoje és nevoeiro..."), na sua dimensão metafórica, caracterizam uma situação de crise que se perfila em várias modalidades:

Caracterizado pela expansão territorial e acumulação de riquezas do reino.

Tema e Assunto

Nevoeiro

Nem rei nem lei, nem paz nem guerra, define com perfil e ser este fulgor baço da terra que é Portugal a entristecer – brilho sem luz e sem arder, como o que o fogo-fátuo encerra. Ninguém sabe que coisa quer. Ninguém conhece que alma tem, nem o que é mal nem o que é bem. (Que ânsia distante perto chora?) Tudo é incerto e derradeiro. Tudo é disperso, nada é inteiro. Ó Portugal, hoje és nevoeiro... É a Hora! Valete, Fratres.

Tema: A Morte e o Renascimento da Pátria
Assunto

Imagem desencantada da realidade do Portugal dos seus dias

Situação de Crise = "Nevoeiro" de que falam as profecias e que marcarão o regresso de D. Sebastião

"Nevoeiro" é simbólico e demonstra-se quer social, quer politicamente

"É a Hora!"

Estrutura Interna

Análise das estrofes

Nevoeiro

Nem rei nem lei, nem paz nem guerra, Define com perfil e ser Este fulgor baço da terra Que é Portugal a entristecer – Brilho sem luz e sem arder, Como o que o fogo-fátuo encerra. Ninguém sabe que coisa quer. Ninguém conhece que alma tem, Nem o que é mal nem o que é bem. (Que ânsia distante perto chora?) Tudo é incerto e derradeiro. Tudo é disperso, nada é inteiro. Ó Portugal, hoje és nevoeiro... É a Hora! Valete, Fratres.

Nevoeiro

A nação encontra-se num estado de indefinição total.

Nem rei nem lei, nem paz nem guerra, Define com perfil e ser Este fulgor baço da terra Que é Portugal a entristecer – Brilho sem luz e sem arder, Como o que o fogo-fátuo encerra. Ninguém sabe que coisa quer. Ninguém conhece que alma tem, Nem o que é mal nem o que é bem. (Que ânsia distante perto chora?) Tudo é incerto e derradeiro. Tudo é disperso, nada é inteiro. Ó Portugal, hoje és nevoeiro... É a Hora! Valete, Fratres.

Nevoeiro

Nem rei nem lei, nem paz nem guerra, Define com perfil e ser Este fulgor baço da terra Que é Portugal a entristecer – Brilho sem luz e sem arder, Como o que o fogo-fátuo encerra. Ninguém sabe que coisa quer. Ninguém conhece que alma tem, Nem o que é mal nem o que é bem. (Que ânsia distante perto chora?) Tudo é incerto e derradeiro. Tudo é disperso, nada é inteiro. Ó Portugal, hoje és nevoeiro... É a Hora! Valete, Fratres.

Há uma crise de política, de identidade e de valores

Portugal tem muito potencial, contudo não o aproveita.

Nevoeiro

Nem rei nem lei, nem paz nem guerra, Define com perfil e ser Este fulgor baço da terra Que é Portugal a entristecer – Brilho sem luz e sem arder, Como o que o fogo-fátuo encerra. Ninguém sabe que coisa quer. Ninguém conhece que alma tem, Nem o que é mal nem o que é bem. (Que ânsia distante perto chora?) Tudo é incerto e derradeiro. Tudo é disperso, nada é inteiro. Ó Portugal, hoje és nevoeiro... É a Hora! Valete, Fratres.

É uma reflexão do sujeito poético e um ponto de viragem no poema

Nevoeiro

Nem rei nem lei, nem paz nem guerra, Define com perfil e ser Este fulgor baço da terra Que é Portugal a entristecer – Brilho sem luz e sem arder, Como o que o fogo-fátuo encerra. Ninguém sabe que coisa quer. Ninguém conhece que alma tem, Nem o que é mal nem o que é bem. (Que ânsia distante perto chora?) Tudo é incerto e derradeiro. Tudo é disperso, nada é inteiro. Ó Portugal, hoje és nevoeiro... É a Hora! Valete, Fratres.

Tudo é indeterminado, contudo há esperança.

Apelo à mudança para o alcance do 5º império

Estrutura Interna

Recursos expressivos

Nevoeiro

Nem rei nem lei, nem paz nem guerra, Define com perfil e ser Este fulgor baço da terra Que é Portugal a entristecer – Brilho sem luz e sem arder, Como o que o fogo-fátuo encerra. Ninguém sabe que coisa quer. Ninguém conhece que alma tem, Nem o que é mal nem o que é bem. (Que ânsia distante perto chora?) Tudo é incerto e derradeiro. Tudo é disperso, nada é inteiro. Ó Portugal, hoje és nevoeiro... É a Hora! Valete, Fratres.

Antítese e Enumeração
Antítese e Metáfora
Personificação
Comparação
Anáfora
Antítese
Interrogação Retórica, Antítese
Anáfora
Antítese
Apostrofe e Metáfora
Personificação

Estrutura Externa

Nevoeiro

Nem rei nem lei, nem paz nem guerra, Define com perfil e ser Este fulgor baço da terra Que é Portugal a entristecer – Brilho sem luz e sem arder, Como o que o fogo-fátuo encerra. Ninguém sabe que coisa quer. Ninguém conhece que alma tem, Nem o que é mal nem o que é bem. (Que ânsia distante perto chora?) Tudo é incerto e derradeiro. Tudo é disperso, nada é inteiro. Ó Portugal, hoje és nevoeiro... É a Hora! Valete, Fratres.

A BABBA

Rima pobre

Rima pobre

Rima pobre

Rima rica

Rima rica

Rima pobre

Rima pobre

RIMA Cruzada

ABAB

RIMA CRUZADA

BB

RIMA Emparelhada

RIMA Interpolada

ABBA

BCCDEEE D

RIMA Emparelhada

CC

RIMA Emparelhada

EE

RIMA Emparelhada

EE

Traços Épico-Líricos

Nevoeiro

Nem rei nem lei, nem paz nem guerra, Define com perfil e ser Este fulgor baço da terra Que é Portugal a entristecer – Brilho sem luz e sem arder, Como o que o fogo-fátuo encerra. Ninguém sabe que coisa quer. Ninguém conhece que alma tem, Nem o que é mal nem o que é bem. (Que ânsia distante perto chora?) Tudo é incerto e derradeiro. Tudo é disperso, nada é inteiro. Ó Portugal, hoje és nevoeiro... É a Hora! Valete, Fratres.

Traços Épico-Líricos:

  • Uso da 1ª pessoa;
  • Tom emotivo;
  • Carácter nacionalista;
  • Mito Sebastianista.

Curiosidade

Dulce Pontes-Amor a Portugal

Conclusão

Relação do poema com toda a obra

O poema Nevoeiro, é o poema que finaliza a obra Mensagem. No poema, o sujeito poético:

  • Reflete sobre o atual estado de Portugal;
  • Incentiva os portugueses a serem corajosos.

Testa os teus conhecimentos!

Resolução do Exercício 3 da página 147

vER

Biblio/Webgrafia

Bibliografia

Webgrafia

  • Manual Mensagens 12º.
  • https://pt.slideshare.net/aramalho340/nevoeiro-13419728;
  • https://dicionario.priberam.org/nevoeiro;
  • http://mym-pt.blogspot.com/2012/02/nevoeiro-fernando-pessoa-mensagem.html;
  • https://www.inverso.pt/Mensagem/Encoberto/nevoeiro.htm;
  • https://pt.slideshare.net/EdgarFerro3/nevoeiro-mensagem-fernando-pessoa.

Fim