“O violino de Auschwitz”
Maria Angels Anglada
Beatriz Barbosa 12ºC
Índice
A luta pela sobrevivência e a chegada de Freund
6.
1.
"O Violino de Auschwitz"
7.
2.
O desfecho
Ídice
Maria Angels Angalda
3.
8.
Frase inquietante
A forma como os judeus eram encarados
9.
4.
Introdução
5.
10.
A vida de Daniel
Conclusão
A autora de “O violino de Auschwitz”
Maria Angels Anglada nasceu em Vic (Espanha), em 1930, e estudou filologia
clássica na Universidade de Barcelona. Trabalhou em tradução e crítica e colaborou
em diversas revistas literárias. Foi membro da Associação de Escritores de Língua
catalã, e recebeu inúmeros prémios. A sua obra abrange a ficção, ensaios, poesia e
crítica, bem como jovens e contos infantis.
Faleceu em 1999.
Maria Angels Anglada
“O violino de Auschwitz”
Muitos anos após o holocausto de Auschwitz, em dezembro de 1991, num
concerto em homenagem a Mozart na Cracóvia, um músico famoso assiste a um
concerto e reconhece o som inconfundível de um violino que em outros tempos
tinha estado nas suas mãos.
No dia seguinte, uma conversa com a violinista que agora possui o instrumento
desencadeia uma viagem ao passado. Uma notável história se revela: Um artesão judeu polaco, mais concretamente um construtor de instrumentos musicais (luthier).
A da vida de Daniel
A vida de Daniel
Daniel sofreu preso num campo de concentração, cercado de violência e ódio. Sobreviveu, assim, com grandes dificuldades em Auschwitz, onde se fez passar por um carpinteiro até que o comandante do campo descobriu a sua verdadeira profissão. O comandante, “uma besta sádica” que aprecia música, ordena a Daniel que este crie o violino mais perfeito alguma vez criado e que tenha todas as semelhanças de um Stradivarius. Durante este processo de criação, Daniel encontra forças para sobreviver, dedica- se de corpo extenuado e alma exaurida, pois durante esse processamento estaria seguro.
A construção do instrumento ocasiona o meio pelo qual se reencontra a si mesmo.
A chegada de Freund
A chegada de Freund, um elo com a sua antiga vida, acrescentam-lhe esperança com as informações da noiva e sobrinha, renovando as forças que começavam a faltar para continuar a lutar pela sua sobrevivência.
Parceiros de vida e de morte, Daniel construiu um violino perfeito para que Freund o tocasse com maestria, salvando assim a vida de ambos.
A luta pela sobrevivência
Entretanto conhece um músico habitualmente presente na casa do comandante, e um mecânico com o qual partilha o barracão.
O comandante e o tenente fazem uma aposta que consistia na troca de Daniel por um bom vinho francês caso este acabasse o violino perfeito dentro do prazo.
O desfecho
Daniel acaba o violino e o seu amigo músico faz uma demonstração para o comandante. Daniel não chega a ser trocado pois a guerra acaba, e o comandante é enforcado, o amigo mecânico de Daniel compra o violino num leilão, e oferece este a Daniel (que lutou pela vida num hospital durante meses e meses).
Mais tarde Daniel oferece o violino á sua filha, que é a violinista com quem o famoso músico tem a conversa no início do livro.
Frase inquietante
“A Primavera – disse para consigo – florirá mais do que nunca. Florirá sobre os corpos de milhares de mortos."
Os capítulos iniciam-se com passagens reais de relatórios ou documentos administrativos dos campos de concentração, deixando claro a forma como os judeus eram encarados: números.
“O violino de Auschwitz” é um retrato do dia a dia nos campos de concentração, de sobrevivência em condições extremas, de sofrência e violência, mas também é uma história de esperança e de como no horror vivido nasceu um violino com um dos mais belos sons ouvidos e uma história de amizade e lealdade que sobreviveu ao tempo e a guerra.
"O Violino de Auschwitz"
beatrizmbarbosa
Created on January 22, 2023
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“O violino de Auschwitz”
Maria Angels Anglada
Beatriz Barbosa 12ºC
Índice
A luta pela sobrevivência e a chegada de Freund
6.
1.
"O Violino de Auschwitz"
7.
2.
O desfecho
Ídice
Maria Angels Angalda
3.
8.
Frase inquietante
A forma como os judeus eram encarados
9.
4.
Introdução
5.
10.
A vida de Daniel
Conclusão
A autora de “O violino de Auschwitz”
Maria Angels Anglada nasceu em Vic (Espanha), em 1930, e estudou filologia clássica na Universidade de Barcelona. Trabalhou em tradução e crítica e colaborou em diversas revistas literárias. Foi membro da Associação de Escritores de Língua catalã, e recebeu inúmeros prémios. A sua obra abrange a ficção, ensaios, poesia e crítica, bem como jovens e contos infantis. Faleceu em 1999.
Maria Angels Anglada
“O violino de Auschwitz”
Muitos anos após o holocausto de Auschwitz, em dezembro de 1991, num concerto em homenagem a Mozart na Cracóvia, um músico famoso assiste a um concerto e reconhece o som inconfundível de um violino que em outros tempos tinha estado nas suas mãos. No dia seguinte, uma conversa com a violinista que agora possui o instrumento desencadeia uma viagem ao passado. Uma notável história se revela: Um artesão judeu polaco, mais concretamente um construtor de instrumentos musicais (luthier).
A da vida de Daniel
A vida de Daniel
Daniel sofreu preso num campo de concentração, cercado de violência e ódio. Sobreviveu, assim, com grandes dificuldades em Auschwitz, onde se fez passar por um carpinteiro até que o comandante do campo descobriu a sua verdadeira profissão. O comandante, “uma besta sádica” que aprecia música, ordena a Daniel que este crie o violino mais perfeito alguma vez criado e que tenha todas as semelhanças de um Stradivarius. Durante este processo de criação, Daniel encontra forças para sobreviver, dedica- se de corpo extenuado e alma exaurida, pois durante esse processamento estaria seguro.
A construção do instrumento ocasiona o meio pelo qual se reencontra a si mesmo.
A chegada de Freund
A chegada de Freund, um elo com a sua antiga vida, acrescentam-lhe esperança com as informações da noiva e sobrinha, renovando as forças que começavam a faltar para continuar a lutar pela sua sobrevivência. Parceiros de vida e de morte, Daniel construiu um violino perfeito para que Freund o tocasse com maestria, salvando assim a vida de ambos.
A luta pela sobrevivência
Entretanto conhece um músico habitualmente presente na casa do comandante, e um mecânico com o qual partilha o barracão. O comandante e o tenente fazem uma aposta que consistia na troca de Daniel por um bom vinho francês caso este acabasse o violino perfeito dentro do prazo.
O desfecho
Daniel acaba o violino e o seu amigo músico faz uma demonstração para o comandante. Daniel não chega a ser trocado pois a guerra acaba, e o comandante é enforcado, o amigo mecânico de Daniel compra o violino num leilão, e oferece este a Daniel (que lutou pela vida num hospital durante meses e meses). Mais tarde Daniel oferece o violino á sua filha, que é a violinista com quem o famoso músico tem a conversa no início do livro.
Frase inquietante
“A Primavera – disse para consigo – florirá mais do que nunca. Florirá sobre os corpos de milhares de mortos."
Os capítulos iniciam-se com passagens reais de relatórios ou documentos administrativos dos campos de concentração, deixando claro a forma como os judeus eram encarados: números.
“O violino de Auschwitz” é um retrato do dia a dia nos campos de concentração, de sobrevivência em condições extremas, de sofrência e violência, mas também é uma história de esperança e de como no horror vivido nasceu um violino com um dos mais belos sons ouvidos e uma história de amizade e lealdade que sobreviveu ao tempo e a guerra.