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Os Maias - O Ramalhete
Bárbara Patrícia Costa Oliveira
Created on January 12, 2023
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Transcript
Apresentação Oral
Os Mais - O Ramalhete
Ínicio
Apresentação realizada por: Bárbara Oliveira nº6Beatriz Silva nº7 Turma: 11ºI Professora: Silvina Valente Grupo: I
1. Introdução
ÍNDICE
2. Quem foi Eça de Queirós ?
3. O Ramalhete - Descrição
4. Imagens do Ramalhete
5. O Ramalhete - 1º Fase
6. O Ramalhete - 2º Fase
7. O Ramalhete - 3º Fase
8. Síntese
9. Simbologia
10. Entrevistas
11. Conclusão
12. Webgrafia
Introdução
No âmbito da disciplina de Português, foi-nos proposto fazer a realização de uma apresentação, cujo o tema é "Os Maias - O Ramalhete". Um dos objetivos da apresentação é ficar a conhecer melhor sobre esta obra. A metodologia utilizada foi a pesquisa em plataformas digitais e a visualização de um filme visto em aula.
Quem foi Eça de Queirós ?
José Maria de Eça de Queirós, nascido a 25 de novembro de 1845, na Praça do Almada na Póvoa de Varzim e faleceu a 16 de agosto de 1900, em Neuilly-sur-Seine, na França e foi um escritor e diplomata português. É considerado um dos mais importantes escritores portugueses. Foi autor de romances de reconhecida importância, de "Os Maias" e "O Crime do Padre Amaro".
Eça de Queirós
O Ramalhete - Descrição
O Ramalhete era onde a família Maia habitava. Localizava-se em Lisboa, na Rua de S. Francisco de Paula no bairro das Janelas Verdes. O nome devesse a um ramo de girassóis que fazia um escudo de armas. Esta habitação tinha um fresco nome de uma casa campestre, era um sombrio casarão de paredes severas, com muitas estreitas varandas de ferro no primeiro andar, e por cima uma fila de janelinhas abrigadas à beira do telhado, apresentavam um aspeto triste de uma residência com muitas parecenças com uma igreja que competia com uma edificação do reinado da senhora D. Maria I, com uma sineta e com uma cruz no topo, que se assemelhava a um colégio de Jesuítas.
O Ramalhete
O Ramalhete - 1ª Fase
No Ramalhete decorreram-se três fases. Na primeira fase, antes dos Maias, habitarem aquela grande casa, o Ramalhete é caracterizado como um "sombrio casarão de paredes severas", isto significa que a casa estava em ruínas. Aqui o Ramalhete tem um "aspeto tristonho" deve-se ao luto de Afonso da Maia pela morte do seu filho Pedro, que se suicidou, por ser abandonado pela sua mulher Maria Monforte, que o traiu e fugiu com a sua filha Maria Eduarda.
O Ramalhete - 2ª Fase
Na segunda fase do Ramalhete, este ganha vida outra vez, e é nesta altura que Carlos fica licenciado em medicina. Todas as partes do Ramalhete voltaram a ganhar vida. É nesta fase que surge o nome "Ramalhete", devido a um quadro de azulejos com um grande ramo de girassóis, ou seja, um Ramalhete de girassóis que ganhou vida com a volta da família, como se este acontecimento fosse o sol e a alegria que os fez renascer. Outro acontecimento importante na evolução do Ramalhete foi a morte de Afonso da Maia desiludido pela tragédia e pelo desgosto de ter descoberto o incesto dos netos, Carlos e Maria Eduarda. No geral a segunda fase é marcada pelo facto de este adquirir um novo aspeto, requintado e limpo, representando o seu ponto mais alto e o da família Maia, voltando a existir esperança em ambos.
O Ramalhete - 3ª Fase
A terceira fase é símbolo de destruição, tristeza e morte simbolizando o fim do sonho e da esperança. Afonso da Maia morre no quintal do Ramalhete junto á cascatazinha. A tristeza que o Ramalhete passa nesta 3ª fase não se deve, exclusivamente, à morte de Afonso da Maia, mas também á ruína da família Maia, devido a Afonso da Maia ser considerado o "pilar" da família. No último capítulo, após Carlos e Ega regressarem da sua viagem de 10 anos pelo mundo, o Ramalhete volta novamente a apresentar um aspeto abandonado e tristonho, sendo visível através da sua "fachada severa", como marca da tragédia que lá ocorreu, a morte de Afonso da Maia.
Síntese
Na primeira fase, o Ramalhete encontra-se desabitado, tendo um aspeto abandonado, degradado e arruinado. Na segunda fase é habitado por Afonso da Maia e Carlos da Maia, o Ramalhete renasce, passando a simbolizar esperança, alegria, vida, brilho e luxúria, verificando-se nesta altura o auge da família Maia. Por fim, na terceira fase, a tragédia abateu a família Maia com a descoberta do incesto de Carlos e Maria Eduarda e a morte de Afonso da Maia. Com isto, reflete-se na caracterização do Ramalhete, em que tudo passa a ter um caráter fúnebre, melancólico e triste, remetendo para a morte, ruína, degradação e destruição da família Maia.
Simbologia do Ramalhete
O Ramalhete está simbolicamente ligado á decadência moral de Portugal na regeneração. O ramo de girassóis simboliza a atitude do amante, que faz como os girassóis, vira-se continuadamente para o olhar do seu amado. O girassol associa-se à incapacidade de ultrapassar a paixão e a falta de recetividade do seu amado, isto diz respeito a Pedro da Maia e Carlos da Maia.
Simbologia do Jardim
Cedro
O jardim do Ramalhete é rico em simbologias. O cipestre, é símbolo de morte e o cedro, símbolo de envelhecimento.
Cipestre
Simbologia do Jardim - Estátua de Vénus
Vénus Citereia deusa do amor, ligada á sedução e ao prazer, liga-se igualmente às três fases do Ramalhete: a primeira fase está relacionada com a morte de Pedro da Maia, na segunda fase após a restauração do Ramalhete simboliza novamente a volta da família Maia, para uma vida feliz e harmónica, devido ao aparecimento de Maria Eduarda, por últmo a terceira fase que é símbolo de amor. O facto de a estátua de Vénus Citereia simboliza o universo clássico, numa clara tentativa de relembrar a tragédia clássica, por outro lado o mármore liga-se ao cemitério por ser frio como a morte e por ser o material usado nas campas.
Vénus Citereia
Simbologia do Jardim - Cascatazinha
A cascata é, na tradição judaico-cristã, é símbolo de recuperação e purificação, o facto de esta estar cheia de água referindo-se assim ás lágrimas derramadas pela morte de Afonso da Maia.
Cascatazinha
Entrevistas
Beateiz - Irmão
Beatriz: Quem foi Eça de Queirós ?Irmão: Foi um escritor. Beatriz: Conheces alguma obra que ele fez ? Irmão: Os Maias. Beatriz: Viste algum filme da obra dele ? Se sim qual ? Irmão: Sim, o Crime do Padre Amaro.
Ba´rbara - Madrinha
Bárbara: Quem foi Eça de Queirós ?Madrinha: Foi um escritor e diplomata português. Bárbara: Conheces alguma obra que ele fez ? Madrinha: Os Maias e o Crime do Padre Amaro. Bárbara: Viste algum filme da obra dele ? Se sim qual ? Madrinha: Sim, o Crime do Padre Amaro.
Ba´rbara - Padrinho
Bárbara: Quem foi Eça de Queirós ?Padrinho: Foi um grande escritor e diplomata português. Bárbara: Conheces alguma obra que ele fez ? Padrinho: Os Maias e o Crime do Padre Amaro. Bárbara: Viste algum filme da obra dele ? Se sim qual ? Padrinho: Sim, o Crime do Padre Amaro.
Conclusão
Neste trabalho abordámos o tema "Os Maias - O Ramalhete", e concluímos que a família Maia inicialmente estava habitada na residência o Ramalhete e acabou por ficar arruinada devido á morte de Afonso da Maia que era considerado o "pilar" da família. Cumprimos todos os objetivos que nos tinham proposto e esta apresentação foi muito construtiva para o nosso conhecimento e aprendizagem sobre esta obra "Os Maias".
Webgrafia
https://www.trabalhosfeitos.com/ensaios/Os-Maias-Ramalhete-Simbologia-e/63332011.htmlhttps://pt.slideshare.net/maurodinis/a-evoluo-do-ramalhete-os-maias https://pt.slideshare.net/neizymandinga/apresentao-do-simbolismo-nos-maias https://pt.wikipedia.org/wiki/Os_Maias https://portugues-fcr.blogspot.com/2012/02/o-ramalhete.html http://figaro.fis.uc.pt/queiros/obras/Maias/Maias_20001210.pdf http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/ph000181.pdf
Obrigada pela vossa atenção !
Bárbara Oliveira & Beatriz Silva