Want to create interactive content? It’s easy in Genially!

Get started free

Frei Luís de Sousa - Trabalho de PT

bernardomaria2006

Created on January 12, 2023

Start designing with a free template

Discover more than 1500 professional designs like these:

Smart Presentation

Practical Presentation

Essential Presentation

Akihabara Presentation

Pastel Color Presentation

Winter Presentation

Hanukkah Presentation

Transcript

Frei Luís de Sousa

Começar

Almeida Garrett

Índice

Introdução

Explicação do Ato II

Almeida Garrett

Caracterização do Ato III

Personagens

Explicação do Ato III

Caracterização do Ato I

Estrutura Externa

Explicação do Ato I

Estrutura Interna

Caracterização do Ato II

Conclusão

Introdução

Este trabalho foi nos proposto pelo professor Luís Paula no âmbito da disciplina de Português (2ºano - Curso Profissional de Apoio à Gestão Desportiva). O objetivo do trabalho é realizar uma apresentação sobre o livro "Frei Luís de Sousa" de Almeida Garrett, no trabalho temos de referir a estrutura externa e interna da obra; a caracterização das personagens; a caracterização do espaço e a caracterização do tempo. Este trabalho foi realizado pelo: Alexandre Formiga nº2 Bernardo Baptista nº4 Miguel Alexandre nº24

Biografia de Almeida Garrett

João Baptista da Silva Leitão de Almeida (mais tarde Almeida Garrett), foi um escritor e dramaturgo romântico, orador, Par do Reino, ministro e secretário. Grande impulsionador do teatro em Portugal, uma das maiores figuras do romantismo português, foi ele quem propôs a edificação do Teatro Nacional de D. Maria II e a criação do Conservatório de Arte Dramática. Formado em Leis pela Universidade de Coimbra, apoia, no último ano do curso, a causa da revolução liberal de 1820, exilando-se consequentemente em Inglaterra e França. Neste seu afastamento, publica os dois títulos fundadores do Romantismo português: Camões (1825) e D. Branca (1826). No entanto, é depois do regresso definitivo a Portugal, em 1836, que se mostra mais vantajoso, escrevendo um conjunto de obras, das quais se destacam a peça trágica Frei Luís de Sousa (1843), as inclassificáveis Viagens na Minha Terra (1846), ou os ousados versos de Folhas Caídas (1853).

Porto, 4 de Fevereiro de 1799 Lisboa, 9 de Dezembro de 1854

Caracterização das personagens

Manuel de Sousa coutinho

Madalena de vilhena

Maria de Noronha

D. João de Portugal

Telmo pais

Caracterização do primeiro ato

Tempo

Espaço

O ato I passa-se no dia 28 de julho de 1599, mas na Exposição (parte da estrutura interna) da história conta-se o que aconteceu a D.João que em 1578 teve de combater na batalha de Alcácer-Quibir, depois é falado que D.Madalena foi há procura de sinais de D.João durante 7 anos e a seguir a isso desistiu e casou-se com Manuel de Sousa Coutinho (pessoa que ela já estava apaixonada antes de D. João partir).

O início da história passa-se numa "câmara antiga com todo o luxo e caprichosa elegância do século XVII", no palácio de Manuel de Sousa Coutinho, em Almada. Este espaço pretende corresponder à felicidade que se vivia naquela casa e as características desta câmara antiga mostram que este lugar é habitado por pessoas nobres - espaço familiar. O incêndio que acontecerá, destrói a casa e isso revela o fim daquele bem-estar e felicidade da família.

Primeiro Ato

Parte I

Cena IMadalena ao ler "Os Lusíadas" lê o episódio de Inês de Castro e compara o estado de espírito pessoal ao de Inês de CastroCena IITelmo conversa com Madalena e aflige-a com recordações do passado, ele revela que acredita que D.João por causa de uma carta que garantia que D. João voltaria a casa "vivo ou morto". Madalena pede a Telmo para não falar destes assuntos a Maria e ela ordena que vá saber de D. Manuel com o Frei Jorge que partiu e não voltou ainda.Cena IIIMaria revela indícios de acreditar no Sebastianismo e Madalena evita essa conversa, pois o casal não aceita ouvir falar do regresso de D. SebastiãoCena IVMaria tenta perceber o porquê daquela estranheza, mas Madalena continua a desviar a conversa falando do jardim porque as papoilas de Maria murcharamCena V Frei Jorge revela que os governadores querem hospedar-se na Casa de Manuel e Maria diz que ouviu a voz do pai e percebe que vem "aflito" Cena VI Miranda anuncia a chegada de Manuel de Sousa Coutinho, Madalena e Frei Jorge ficam preocupados com a agudeza do ouvido de Maria

Primeiro Ato

Parte II

Cena VII Numa noite fechada, Manuel de Sousa entra num tom agitado, dando ordens aos seus criados para removerem todas as pessoas que ocupavam o palácio, Maria fica eufórica e Madalena fica assustada e tenta contrariar Manuel Cena VIII Nesta cena Manuel mostra-se um herói clássico, racional e que nada teme e para ele não havia motivos para não voltar para o palácio de D. João de Portugal. Madalena que é a heroína romântica, age pelo coração e fica cheia de pressentimentos e crente que vai morrer infeliz naquela casa. Manuel pede à Madalena que o ajude neste momento decisivo da sua vida. Cena IX e X Telmo revela que os governadores desembarcaram e por esse motivo Manuel apressa ainda mais a saída da casa Cena XI Nesta Cena mostra-se um homem de valores imensos. Para ele, nada perdura, tudo muda, a vida é uma constante e eterna mudança, tudo é aparência... Cena XII Manuel pensou que aquela casa ou fica para ele ou não fica para ninguém, por esse mesmo motivo removeu todas as pessoas do palácio e ateou fogo à casa. Madalena a ver que não podia fazer mais nada pediu desesperadamente que lhe salvassem o retrato do seu atual marido

Caracterização do segundo ato

Tempo

Espaço

O ato II decorre no aniversário da batalha de Alcácer-Quibir, 4 de agosto de 1599 (8 dias depois do início da história).

O ato segundo decorre numa sala fria, pouco luxuosa e de "gosto melancólico e pesado" dentro do palácio de D. João de Portugal. Retratos de D. Sebastião, D. João e Camões invocam o antigo Portugal. As memórias invocadas do passado e a infelicidade deste espaço indicam uma desgraça.

Segundo Ato

Parte I

Cena IMaria pretende conversar com Telmo, para que ele revela a pessoa debaixo do retrato que tanto assustava a mãe, na sala aonde eles falavam havia 3 retratos que a fascinavam, dois ela sabia quem era mas o ultimo ela não tinha a certeza se era D. João de Portugal. Telmo após o ato de Manuel de Sousa começou a admirar mais as qualidades de Manuel (patriotismo e lealdade).Cena IIManuela de Sousa encoberto com uma capa (pois anda escondido dos governadores) foi quem revelou a identidade do retrato e Maria responde que por capacidades intuitivas já sabia que aquele era D. João, era de um saber "cá de dentro".Cena IIINesta cena Maria e Manuel conversam sobre a vida e ele mostra-se meigo, carinhoso e afetivo para a filha.Cena IV Frei Jorge sugere a Manuel de Sousa que o acompanhe a Lisboa para agradecer ao arcebispo pois ele que intercedeu junto dos outros governadores. Manuel concorda com Frei Jorge e Maria queria acompanhá-los e levar também Telmo e Doroteia para conhecer a tia Joana (Manuel precisava de falar com ela) Cena V Madalena que estava a melhorar reage mal à ida de Manuel a Lisboa e não quer que a filha deixe-lhe só. Madalena naquele dia estava cheia de pressentimentos ligados ao passado, cheia de fatais medos pois naquele dia fazia anos que foi a batalha de Alcácer-Quibir mas Frei Jorge resolve a situação e compromete-se ficar com Madalena

Segundo Ato

Parte II

Cena VIManuel confirma que Maria precisa distrair-se e Madalena apenas diz que não quer que Telmo fique.Cena VIIMadalena cheia de pressentimentos maus fica preocupada, assustada e temerosa. Chora e pede a todos que protejam a sua filha, mas não sabe que aqueles pressentimentos maus aconteceriam á frente dos olhos dela.Cena VIIIMadalena volta a evidenciar a sua incapacidade para não sentir medo e horror. A despedida é dramática - voltam a referir a Joana de Castro e paira no ar a fatalidade.Cena IX Frei Jorge também começa a sentir que a desgraça aproxima-se rapidamente. Cena X Madalena com coragem confessa a Jorge que aquele dia é o dia que mais ela tem receado, pois no dia 4 de agosto, faz anos que casou a primeira vez; faz anos que perdeu D.João; faz anos que conheceu Manuel de Sousa; conheceu Manuel de Sousa quando D. João ainda era vivo; amou-o assim que o viu, o pecado estava-lhe no coração e a imagem do amante perseguia-a.

Segundo Ato

Parte III

Cena XIMiranda interrompeu a conversa de Madalena e Frei Jorge para dizer que chegou um Romeiro que chegou de vários lugares e este diz que Romeiro tem um recado para contar exclusivamente a Madalena. Madalena após pensar durante um tempo ordena ao Miranda para o mandar entrar.Cena XIIFrei Jorge não gostou da entrada de estranhos no palácio e sente-se inseguro com o Romeiro.Cena XIIIMiranda apresenta Romeiro e Jorge apresenta-o a Madalena e pergunta se era com ela que ele deseja falar. Romeiro confirma de uma forma que parecia que já conhecia Madalena.Cena XIVRomeiro a cada pergunta que lhe fazem, vai se dando a conhecer gradualmente, Madalena não repara em absolutamente nada. Romeiro para revelar a sua identidade brinca com o "eu" e "ele". Após o recado ser transmitido Madalena apenas compreende que D. João está vivo e isso muda a vida daquela família ao contrario, pois o seu casamento teria de ser cancelado e a filha ficaria ilegitima, mas o que Madalena não reparou (sendo a única que não reparou), que aquele Romeiro era mais familiar do que ela pensava.Cena XV Frei Jorge a começar a entender tudo pergunta ao Romeiro qual era a sua identidade (isto sem a presença de Madalena), Romeiro muito calmamente estende o braço e aponta para o retrato de D. João de Portugal dizendo "Ninguém".

Caracterização do terceiro ato

Tempo

Espaço

O ato III decorre no aniversário da batalha de Alcácer-Quibir, 4 de agosto de 1599 (8 dias depois do início da história). Este afunilamento progressivo do tempo contribui par intensificar a tensão dramática, na medida que todos os acontecimentos sucedem de forma cada vez mais rápida até ao desenlace trágico.

O ato terceiro acontece numa capela que fica na parte de baixo do palácio de D. João de Portugal. Esta capela é muito fechada e subterrânea, sem janelas e com poucas portas, criando um lugar propicio a ter a sensação de claustrofobia, nessa capela não há decoração, há apenas um altar e uma cruz, símbolos de sacrifício e de morte ou como é dito na obre "É um casarão sem vasto sem ornato algum".

Terceiro Ato

Parte I

Cena IManuel de Sousa, que sempre mostrou ser um homem racional e decidido, apresenta-se agora, emotivo e atormentado sobretudo em relação ao destino de Maria chega a afirmar que prefere vê-la morta pela doença que a consome do que por vergonha pela situação de ilegitimidade em que agora se encontra. Sente-se responsável por toda a desgraça. A sua entrada para o convento é a sua morte. Maria, que tinha chegado já doente de Lisboa, ficou ainda pior quando viu o estado em que a sua mãe se encontrava. Frei Jorge diz a Manuel de Sousa ainda que apenas eles e o Arcebispo sabem a verdadeira identidade do Romeiro.Cena II e IIITelmo acerca de Maria, revela que a mesma está melhor, mas muito abatida e muito fraca.Cena IVTelmo estando completamente mudado, criou um grande conflito interior que era ficar do lado do seu filho ou do lado da sua filha, divido entre estes dois aperceber-se que ama mais Maria do que D. João e ofereceu a sua a vida a Deus em vez de MariaCena V Telmo ao falar com o Romeiro reconhece a voz de D. João, mas Romeiro pede-lhe para evitar a desgraça iminente mandando-o dizer que aquele peregrino é um impostor e que tudo passou de um mal-entendido organizado pelos inimigos de Manuel de Sousa.

Terceiro Ato

Parte II

Cena VIÚltima "ilusão" de D. João que ouviu a Madalena chamar pelo seu marido, a pensar que estava a referir-se a siCena VII e VIIITelmo diz a Frei Jorge o recado que o Romeiro lhe tinha dado na cena anterior, mas Frei Jorge não concorda e Madalena tenta evitar o inevitável, tirando as suas dúvidas em relação à veracidade daquilo que o Romeiro disse. Frei Jorge e Manuel não permitem que a mentira seja ignorada e Madalena acaba por seguir a decisão que Manuel tomou pelos dois.Cena IX e XDá-se início à cerimónia da tomada de hábito.Cena XI Maria interrompe a cerimónia e transformada pela febre, em delírio, exprime-se de forma violenta, mostrando uma profunda revolta contra o mundo, contra Deus, contra a sociedade hipócrita que não permite a dissolução do casamento, transformando assim, em filhos ilegítimos aqueles que são apenas vítimas de atos que lhe são alheios.Cena XII A voz do Romeiro, que Maria ouve pedindo a Telmo que os salve, pois ainda está a tempo, dá o golpe fatal. Maria acaba de morrer.

Estrutura Externa

Texto Dramático

Enquanto drama romântico, Frei Luís de Sousa é um texto em prosa, divido por atos:

Texto principal (falas das personagens)

Ato I - Palácio Almada (D. Manuel) - 12 cenas

Texto secundário (didascálias)

Ato II - Palácio de D. João de Portugal - 15 cenas

Ato III - Palácio de D. João de Portugal (capela) - 12 cenas

Estrutura Interna

Divisão tripartida

Exposição ou prologo (1º ato - Cenas I a IV)

Momentos iniciais, apresentação das personagens e as suas relações. Resumo dos acontecimentos que antecedem a história. Pressentimentos do conflito.

Conflito (1º ato - Cenas V até 3º ato - cena IX)

Peripécias que fazem avançar a ação. Desenrolar gradual da ação. Tem início com a decisão dos governadores e culmina com a tomada do hábito (entrada para o convento).

Desenlace (3º ato - Cenas X a cena XII)

Final da ação dramática. Atinge-se a catástrofe, consumação da tragédia. Maria morre e o casal separa-se.

Conclusão

Em suma, esperamos que com este trabalho tenham entendido o livro Frei Luís de Sousa de Almeida Garrett. Nós achamos que fizemos o trabalho mais completo possível para qualquer pessoa entender esta obra dramática magnifica de Almeida Garrett. Este trabalho foi nos importante porque após fazer o trabalho ficamos a compreender muito mais o livro além de termos aperfeiçoado as nossas capacidades de interpretação de textos e também aperfeiçoamos as nossas competências tecnológicas.

Obrigado pela vossa atenção!