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Poema-Português
carolina augusto
Created on January 6, 2023
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Transcript
"D.Sebastião, Rei de Portugal"
Mensagem
Professora: Margarida Barreiras
Trabalho realizado por:Carolina Augusto Catarina Almeida Claúdia GafanizFilipa Meirinho
Índice
1.
9.
Introdução
Análise "Os Lusíadas"
10.
2.
Análise Formal
Biografia
3.
11.
Sebastianismo
Intertextualização
4.
12.
Localização na obra
Pessoa
13.
5.
Camões
Poemas
14.
7.
Imagens
Análise "Mensagem"
8.
15.
Análise Formal
Conclusão
Introdução
Biografia de D.Sebastião
- Nascimento: 20 de janeiro de 1554
- Pai: João Manuel, Príncipe de Portugal
- Mãe: Joana da Áustria
- Morada: Avis
- Reinado: 11 de junho de 1557 a 4 de agosto de 1578
- Coroação: 16 de junho de 1557
- Morte: 4 de agosto de 1578, com 24 anos em Marrocos na batalha de Alcácer Quibir
Sebastianismo
Crença ou movimento profético
Desaparecimento do rei D. Sebastião na Batalha de Alcácer-Quibir, em 1578
O que diz a lenda
Localização na obra
III As Quinas
D.Sebastião, Rei de Portugal
Dedicatória
E vós, ó bem nascida segurança Da lusitana antígua liberdade, E não menos certíssima esperança De aumento da pequena Cristandade; Vós, ó novo temor da Maura lança, Maravilha fatal da nossa idade, Dada ao mundo por Deus, que todo o mande, Para do mundo a Deus da parte grande; Mas enquanto este tempo passa lento De regerdes os povos, que o desejam, Dai vós favor ao novo atrevimento, Para que estes meus versos vossos sejam; E vereis ir cortando o salso argento Os vossos Argunautas, por que vejam Que são vistos de vós no mar irado, E costumai-vos já a ser invocado.
Canto I, estâncias 6 e 18
Louco, sim, louco, porque quis grandeza Qual a Sorte a não dá. Não coube em mim minha certeza; Por isso onde o areal está Ficou meu ser que houve, não o que há. Minha loucura, outros que me a tomem Com o que nela ia. Sem a loucura que é o homem Mais que a besta sadia Cadáver adiado que procria?
Mensagem
Lusíadas
6. Análise formal
Análise "Mensagem"
2ªParte
- Elogio à loucura
- Causa da loucura
- Deixem-se levar pelo sonho
- "Cadáver adiado"
1ªParte
- Autocaracteriza-se como "louco"
- Encontra a morte em Alcácer Quibir
- "Ficou no areal"
- Morre mas persiste com a lenda
Análise Formal
- Pleonasmo: "Louco, sim, Louco"
Louco, sim, Louco, porque quis grandeza AQual a Sorte a não dá. B Não coube em mim minha certeza; A Por isso onde o areal está B Ficou meu ser que houve, não o que há. B Minha loucura, outros que me a tomem C Com o que nela ia. D Sem a loucura que é o homem C Mais que a besta sadia, D Cadáver adiado que procria? D
- Anáfora: "Minha loucura" "Sem a loucura"
- Metáfora: "loucura"
- Interrogação rétorica: "Cadáver adiado que procria?
- Marcas linguísticas, 1º pessoa do singular: "quis", "mim", "minha", "meu", "minha", "me".
- rima cruzada
- rima emparelhada
Análise "Os Lusíadas"
Estância 18
- Incentiva o rei a continuar os feitos gloriosos dos portugueses
- Pede ao rei que leia a sua obra
Estância 6
- Camões dedica "Os Lusíadas" ao rei D. Sebastião
- Elogia o que o Rei D.Sebastão representa para a independência de Portugal
- Louva o império de que é rei
Análise Formal
E vós, ó bem nascida segurança ADa lusitana antígua liberdade, B E não menos certíssima esperança A De aumento da pequena Crinstandade; B Vós, ó novo temor da Maura lança, A Maravilha fatal da nossa idade, B Dada ao mundo por Deus, que todo o mande, C Para do mundo a Deus da parte grande; C Mas enquanto este tempo passa lento D De regerdes os povos, que o desejam E Dai vós favor ao novo atrevimento, D Para que estes meus versos vossos sejam; E E vereis ir cortando o salso argento D Os vossos Argonautas, por que vejam E Que são vistos de vós no mar irado, F E costumai-vos já a ser invocado F
- Invocação: “E vós, ó bem nascida segurança”
- Anáfora: “E vós, ó bem nascida segurança
- Sinédoque: “Da Lusitana antígua liberdade,”
- Antítese: “De aumento da pequena Cristandade;”
- Personificação: “Que são vistos de vós no mar irado,”
- Perífrase: “E vereis ir cortando o salso argento”
- rima cruzada
- rima cruzada
- rima emparelhada
Intertextualização
Os Lusíadas
A Mensagem
Como é que Pessoa apresenta D.Sebastião
"Cadáver adiado que procria?" "Por isso onde o areal está Ficou meu ser que houve, não o que há"
- Apresenta D.Sebastião como alguém que se imortalizou;
- Apela aos portugueses para aderirem à mesma atitude;
- É caracterizado como louco e aventureiro.
Como é que Camões apresenta D.Sebastião
- Dedica a sua obra a D.Sebastião e elogia as suas características enquanto rei;
- Apresenta D.Sebastião como uma garantia para que haja indepêndencia e segurança em Portugal;
- Cabe ao rei a missão de expandir a fé cristã;
- É caracterizado como alguém bondoso, poderoso, um jovem rei promissor, desejado e respeitado pelo povo.