1913-1934
MENSAGEM
D.Sebastião, Rei de Portugal
Análise
D. Sebastião
- D. Sebastião nasceu em Lisboa a 20 de janeiro de 1554, vindo a falecer em Alcácer Quibir a 4 de agosto de 1578;
- Aos 14 anos, Dom Sebastião I de Portugal é Coroado, assumindo os destinos e a governação do reino;
- Morreu no Norte de África, na batalha de Alcácer Quibir, sem deixar descendência, abrindo caminho para a entrega da coroa portuguesa aos Filipes de Espanha e ganhando o cognome "O Desejado".
Biografia
Sebastianismo
Sebastianismo
- Movimento que ocorreu no século XVI como consequência da morte do rei;
- Defende que D. Sebastião não morreu nem podia ter morrido;
- Corresponde à esperança do aparecimento de D. Sebastião, para afastar o domínio estrangeiro e recuperar a grandeza de Portugal.
D. Sebastião, Rei de Portugal
Louco, sim, louco, porque quis grandezaQual a Sorte a não dá. Não coube em mim minha certeza; Por isso onde o areal está Ficou meu ser que houve, não o que há. Minha loucura, outros que me a tomem Com o que nela ia. Sem a loucura que é o homem Mais que a besta sadia, Cadáver adiado que procria?
O poema
PESSOA, Fernando, 2008. "Mensagem". In Poesia do Eu. 2ª ed. Lisboa: Assírio & Alvim (p. 360)
Título
D. Sebastião, Rei de Portugal
Ideias principais:
Análise
- Remete-nos para um momento importante da nação, no qual D. Sebastião desempenhou um papel importante na decisão tomada de avançar para a conquista de África.
1ª estrofe
Louco, sim, louco, porque quis grandezaQual a Sorte a não dá. Não coube em mim minha certeza; Por isso onde o areal está Ficou meu ser que houve, não o que há.
Análise
Ideias principais:
- Autocaracteriza-se como "louco"; loucura essa produto do seu desejo de ambição, grandeza;
- Refere que apesar de ter sido morto no campo de batalha, o seu ideal permance.
2ª estrofe
Minha loucura, outros que me a tomem Com o que nela ia. Sem a loucura que é o homem Mais que a besta sadia, Cadáver adiado que procria?
Análise
Ideias principais:
- Faz uma apologia da loucura, esta é a causa da procura de grandeza e, assim, projeção para o futuro;
- D. Sebastião incita aqueles que o ouvem a herdarem a sua loucura;
- A interrogação retórica no final do poema exalta o valor da loucura como traço distintivo do ser humano
Lusíadas vs Mensagem
Camões vs Pessoa
Na "Mensagem":
Nos "Lusíadas":
Mito organizador e articulador da obra
Camões dedica a obra a D. Sebastião
Intertextualidade
Tónica para a "loucura" determinada pelo sonho e pela grandeza
Traça um retrato histórico do soberano, enaltecendo-o
Representa o ressurgimentode Portugal da crise em está mergulhado, impulsionando o futuro
Dirige o apelo, no sentido de fazer ressurgir a Pátria da apatia e decadência do presente
Conclusão
D. Sebastião, rei de Portugal
a3375
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Transcript
1913-1934
MENSAGEM
D.Sebastião, Rei de Portugal
Análise
D. Sebastião
Biografia
Sebastianismo
Sebastianismo
D. Sebastião, Rei de Portugal
Louco, sim, louco, porque quis grandezaQual a Sorte a não dá. Não coube em mim minha certeza; Por isso onde o areal está Ficou meu ser que houve, não o que há. Minha loucura, outros que me a tomem Com o que nela ia. Sem a loucura que é o homem Mais que a besta sadia, Cadáver adiado que procria?
O poema
PESSOA, Fernando, 2008. "Mensagem". In Poesia do Eu. 2ª ed. Lisboa: Assírio & Alvim (p. 360)
Título
D. Sebastião, Rei de Portugal
Ideias principais:
Análise
1ª estrofe
Louco, sim, louco, porque quis grandezaQual a Sorte a não dá. Não coube em mim minha certeza; Por isso onde o areal está Ficou meu ser que houve, não o que há.
Análise
Ideias principais:
2ª estrofe
Minha loucura, outros que me a tomem Com o que nela ia. Sem a loucura que é o homem Mais que a besta sadia, Cadáver adiado que procria?
Análise
Ideias principais:
Lusíadas vs Mensagem
Camões vs Pessoa
Na "Mensagem":
Nos "Lusíadas":
Mito organizador e articulador da obra
Camões dedica a obra a D. Sebastião
Intertextualidade
Tónica para a "loucura" determinada pelo sonho e pela grandeza
Traça um retrato histórico do soberano, enaltecendo-o
Representa o ressurgimentode Portugal da crise em está mergulhado, impulsionando o futuro
Dirige o apelo, no sentido de fazer ressurgir a Pátria da apatia e decadência do presente
Conclusão