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D. Sebastião, rei de Portugal

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Created on January 5, 2023

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Transcript

1913-1934

MENSAGEM

D.Sebastião, Rei de Portugal

Análise

D. Sebastião

  • D. Sebastião nasceu em Lisboa a 20 de janeiro de 1554, vindo a falecer em Alcácer Quibir a 4 de agosto de 1578;
  • Aos 14 anos, Dom Sebastião I de Portugal é Coroado, assumindo os destinos e a governação do reino;
  • Morreu no Norte de África, na batalha de Alcácer Quibir, sem deixar descendência, abrindo caminho para a entrega da coroa portuguesa aos Filipes de Espanha e ganhando o cognome "O Desejado".

Biografia

Sebastianismo

Sebastianismo

  • Movimento que ocorreu no século XVI como consequência da morte do rei;
  • Defende que D. Sebastião não morreu nem podia ter morrido;
  • Corresponde à esperança do aparecimento de D. Sebastião, para afastar o domínio estrangeiro e recuperar a grandeza de Portugal.

D. Sebastião, Rei de Portugal

Louco, sim, louco, porque quis grandezaQual a Sorte a não dá. Não coube em mim minha certeza; Por isso onde o areal está Ficou meu ser que houve, não o que há. Minha loucura, outros que me a tomem Com o que nela ia. Sem a loucura que é o homem Mais que a besta sadia, Cadáver adiado que procria?

O poema

PESSOA, Fernando, 2008. "Mensagem". In Poesia do Eu. 2ª ed. Lisboa: Assírio & Alvim (p. 360)

Título

D. Sebastião, Rei de Portugal

Ideias principais:

Análise

  • Remete-nos para um momento importante da nação, no qual D. Sebastião desempenhou um papel importante na decisão tomada de avançar para a conquista de África.

1ª estrofe

Louco, sim, louco, porque quis grandezaQual a Sorte a não dá. Não coube em mim minha certeza; Por isso onde o areal está Ficou meu ser que houve, não o que há.

Análise

Ideias principais:

  • Autocaracteriza-se como "louco"; loucura essa produto do seu desejo de ambição, grandeza;
  • Refere que apesar de ter sido morto no campo de batalha, o seu ideal permance.

2ª estrofe

Minha loucura, outros que me a tomem Com o que nela ia. Sem a loucura que é o homem Mais que a besta sadia, Cadáver adiado que procria?

Análise

Ideias principais:

  • Faz uma apologia da loucura, esta é a causa da procura de grandeza e, assim, projeção para o futuro;
  • D. Sebastião incita aqueles que o ouvem a herdarem a sua loucura;
  • A interrogação retórica no final do poema exalta o valor da loucura como traço distintivo do ser humano

Lusíadas vs Mensagem

Camões vs Pessoa

Na "Mensagem":

Nos "Lusíadas":

Mito organizador e articulador da obra

Camões dedica a obra a D. Sebastião

Intertextualidade

Tónica para a "loucura" determinada pelo sonho e pela grandeza

Traça um retrato histórico do soberano, enaltecendo-o

Representa o ressurgimentode Portugal da crise em está mergulhado, impulsionando o futuro

Dirige o apelo, no sentido de fazer ressurgir a Pátria da apatia e decadência do presente

Conclusão