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Boiam leves, desatentos - Fernando Pessoa
rakelpereira2005
Created on January 4, 2023
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Transcript
Boiam leves, desatentos
FERNANDO pESSOA
Boiam leves, desatentos
Sono de ser, sem remédio, Vestígio do que não foi, Leve mágoa, breve tédio, Não sei se pára, se flui; Não sei se existe ou se dói.
Boiam leves, desatentos, Meus pensamentos de mágoa, Como, no sono dos ventos, As algas, cabelos lentos Do corpo morto das águas.
Boiam como folhas mortasÀ tona de águas paradas. São coisas vestindo nadas, Pós remoinhando nas portas Das casas abandonadas.
Fernando Pessoaortónimo
Ocupações: correspondente comercial, tradutor, escritor e poeta
Fernando pessoa
Heterónimos: 70
Nome: Fernando António Nogueira Pessoa
Nascimento: 13 de junho de 1888, Lisboa Morte: 30 de novembro de 1935 (47 anos), Lisboa
Boiam leves, desatentos
Sono de ser, sem remédio, Vestígio do que não foi, Leve mágoa, breve tédio, Não sei se pára, se flui; Não sei se existe ou se dói.
2ª parte
Boiam leves, desatentos, Meus pensamentos de mágoa, Como, no sono dos ventos, As algas, cabelos lentos Do corpo morto das águas.
1ª parte
Boiam como folhas mortasÀ tona de águas paradas. São coisas vestindo nadas, Pós remoinhando nas portas Das casas abandonadas.
Fernando Pessoaortónimo
Análise Formal
Sono de ser, sem remédio, Vestígio do que não foi, Leve mágoa, breve tédio, Não sei se pára, se flui; Não sei se existe ou se dói.
E F E F F
Boiam leves, desatentos
cruzada
A B A A B
Boiam leves, desatentos, Meus pensamentos de mágoa, Como, no sono dos ventos, As algas, cabelos lentos Do corpo morto das águas.
interpolada
forma
C D D C D
Boiam como folhas mortasÀ tona de águas paradas. São coisas vestindo nadas, Pós remoinhando nas portas Das casas abandonadas.
Métrica
emparelhada
Rima
Boiam leves, desatentos
Caracterização dos pensamentos
1ª parte
Boiam como folhas mortasÀ tona de águas paradas. São coisas vestindo nadas, Pós remoinhando nas portas Das casas abandonadas.
Boiam leves, desatentos, Meus pensamentos de mágoa, Como, no sono dos ventos, As algas, cabelos lentos Do corpo morto das águas.
Adjetivação expressiva
Angústia existencial
Pensamentos = algo insignificante
Comparação
Metáfora
Não sei se pára, se flui; Não sei se existe ou se dói.
Boiam leves, desatentos
Desconhecimento que o sujeito poético tem de si mesmo. Conclusão que reforça o tédio/angústia existencial.
2ª parte
Sono de ser, sem remédio, Vestígio do que não foi, Leve mágoa, breve tédio, Não sei se pára, se flui; Não sei se existe ou se dói.
versos-chave
Temática: angústia existencial
Perspetiva negativa
Sentimentos resultantes da análise aos seus pensamentos
Boiam leves, desatentos
Sono de ser, sem remédio, Vestígio do que não foi, Leve mágoa, breve tédio, Não sei se pára, se flui; Não sei se existe ou se dói.
Boiam leves, desatentos, Meus pensamentos de mágoa, Como, no sono dos ventos, As algas, cabelos lentos Do corpo morto das águas.
Boiam como folhas mortasÀ tona de águas paradas. São coisas vestindo nadas, Pós remoinhando nas portas Das casas abandonadas.
Relação com a atualidade
Poesia é algo intemporal
Relação com Hamlet
Ofélia morre afogada
Trabalho realizado por: Raquel Pereira nº20 12ºA
Infância do Poeta
Ida para Durban, África do Sul: 1896 Retorno a Portugal: 1905
Fernando Pessoa em criança