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Tecnico auxiliar de fisioterapia: meniscos

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Created on January 4, 2023

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Transcript

Técnica auxiliar de Fisioterapia

Meniscos

Trabalho elaborado por:Bárbara Moura Diana Vieira

Avaliação(testes)

Sinais e sintomas

Introdução Definição

índice

Tratamentoconservador e cirúrgico Reabilitação Pós Cirurgia Conclusão

Etiologia epidemiologia

mecanismos de lesão

👉 Introdução

Menisco ExternoO Lateral

Menisco InternoO Medial

Os dois meniscos contidos na articulação do joelho são almofadas de fibrocartilagem em forma de meia-lua localizadas entre os côndilos femorais e os planaltos tibiais. São dois meniscos, um medial e outro lateral, ambos localizados acima da tíbia. Sua borda periférica, espessa e convexa encontra-se intimamente aderida à cápsula articular, em contraste com sua porção central, mais fina e livre, que proporciona ao menisco um aspecto triangular no corte frontal. As diversas funções dos meniscos incluem:

  • Transmissão de força
  • Absorção de choque
  • Estabilização articular
  • Nutrição da cartilagem
  • Lubrificação articular.

👉 Definição:

Lesões meniscais do joelho são comuns. As rupturas meniscais agudas ocorrem mais frequentemente em lesões por torção. Já as rupturas degenerativas crônicas ocorrem em pacientes mais velhos e podem ocorrer com torção mínima ou estresse. Se não forem tratadas, rupturas grandes e complexas podem prejudicar o movimento suave do joelho, causar derrames nas articulações e causar osteoartrite prematura.

👉Etiologia

As lesões meniscais geralmente estão associadas a movimentos rotacionais bruscos dos joelhos, como as entorses. A causa exata dele é desconhecida. No entanto, pensa-se que seja causada por uma combinação de fatores genéticos e uma variação anatômica do seu desenvolvimento.

👉epidemiologia

As ruturas são mais frequentes em pacientes jovens e relacionadas a episódios traumáticos. No entanto, quando ocorre em pacientes com idade mais avançada, as lesões podem ocorrer em pequenos movimentos torcionais durante a realização de atividades diárias. As rupturas meniscais são raras em crianças com menos de 10 anos.

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👉 Mecanismos de Lesão

As lesões dos meniscos são com frequência o resultado de um movimento de torção, de mudança súbita de direção, de desaceleração ou podem ser consequência de um impacto súbito. Neste tipo de lesões há geralmente contacto direto entre duas pessoas durante a prática de um desporto. A idade é um fator de risco porque ocorrem alterações degenerativas da cartilagem que a enfraquecem e tornam mais fina. Nesse contexto, pode bastar uma ligeira torção durante o movimento de se levantar de uma cadeira para causar uma rotura de um menisco.

👉Avaliação (testes)

Semiologia

Deve ser realizada uma inspeção ao joelho com queixas, sendo de realce a existência de atrofia do quadricípite ou inchaço na região medial ou lateral da interlinha articular. Para além disso, podem ser exploradas as amplitudes articulares do joelho, de forma a observar arcos dolorosos, bloqueios mecânicos ou perdas de amplitude .

A semiologia mais comum associada a lesões meniscais de etiologia aguda/ traumática é constituída por dor e edema no joelho. Poderão estar associados eventos mecânicos estranhos como crepitação ou bloqueio do joelho, ainda que seja hoje sabido que este tipo de fenómenos não tenha necessariamente de estar associados a lesões estruturais do menisco, podendo também ser associados a outros problema no joelho

👉Continuação

Testes clínicos:

  • Teste McMurray
  • Teste Thessaly
  • Teste Apley

Os testes clínicos mais frequentemente utilizados para despiste de lesão meniscal são:

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Em qualquer um dos 3 testes, a probabilidade de encontrar um falso positivo é de cerca de 20 % (com a especificidade a rondar os 80%)

👉 Continuação

Teste McMurray

  1. Com o paciente deitado de barriga para cima.
  2. O examinador segura o joelho e palpa a linha interarticular com o polegar de um lado e os dedos do outro, enquanto que a outra mão segura a planta do pé e actua de modo a suportar o membro e proporcionar o movimento desejado.
  3. O examinador em seguida, aplica uma tensão de valgo ao joelho, enquanto que, com a outra mão, roda externamente a perna e estende o joelho.
  4. Dor e/ou um estalido enquanto executa esta manobra pode indicar uma rutura do menisco medial.
  5. Para examinar o menisco lateral, o examinador repete esse processo mas aplica um uma força para varo no joelho e rotação medial da tíbia antes de estender o joelho mais uma vez.

👉Continuação

  1. O paciente fica em apoio unipodal de frente para o examinador e segura as mãos do examinador.
  2. Em seguida flexiona o joelho a 20 graus e gira seu corpo, primeiro para o lado esquerdo e depois para o lado direito.
  3. Esse movimento é repetido três vezes para cada direção, sendo positivo para lesão de menisco quando o paciente sente dor ou desconforto na linha articular e, possivelmente, uma sensação de bloqueio.

Teste Thessaly

👉 Continuação

Teste Apley

  1. Colocar o paciente em decúbito ventral, com o joelho flexionado a 90º
  2. O examinador roda então a tíbia lateral e medialmente, combinando este movimento primeiro com distração e depois com compressão.
  3. Se a rotação acrescida de distracção é mais dolorosa ou mostra amplitude de rotação aumentada em relação ao normal para aquele joelho (testar joelho contralateral), a lesão é provavelmente ligamentosa.
  4. Se a rotação acrescida de compressão é mais dolorosa ou mostra rotação diminuída em relação ao normal, a lesão é provavelmente no menisco.

👉Sinais e Sintomas

01

Edema e espasmo muscular progridem nas primeiras horas.

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Alguns pacientes ouvem ou sentem um estalido quando ocorre a lesão. Esse resultado sugere rutura do ligamento cruzado anterior, mas não é um indicador confiável.

02

Tempor Labore

Com estiramentos de 2º grau, a dor normalmente é de moderada a forte

03

Minim veniam

Com estiramentos de 3o grau, a dor pode ser leve e, surpreendentemente, alguns pacientes podem caminhar sem ajuda.

👉Continuação de Sinais e Sintomas

• Entorse do ligamento medial ou lateral: dor à palpação do ligamento lesado • Lesão na parte medial do menisco: dor à palpação no plano articular medial (linha da articulação dolorida) • Lesões laterais do menisco: dor à palpação no plano lateral da articulação • Lesões do menisco medial e lateral: dor agravada por flexão ou extensão extremas e restrição do movimento passivo do joelho (bloqueio)

A localização da sensibilidade e da dor depende da lesão:

👉 Tratamento conservador e cirúrgico

• Os procedimentos cirúrgicos podem ser necessários para rupturas meniscais associadas a derrames persistentes ou sintomas incapacitantes e para aquelas que envolvem rupturas grandes e complexas ou rupturas verticais em contato com a cartilagem articular. A curto espaço de tempo as meniscectomias simples seriam o melhor procedimento, porém, a médio e longo prazo, a sutura do menisco preservaria a função deste.

• O tratamento das rupturas meniscais depende do tipo de ruptura, da presença de sintomas mecânicos significativos (por exemplo, travamento do joelho), presença de derrame persistente no joelho, idade, nível de atividade e presença de osteoartrite.

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• Rupturas pequenas intra-substanciais e verticais que causam sintomas raros e não interferem na função geral do joelho podem ser tratadas de forma não cirúrgica. Muitos médicos tentam esgotar as opções de tratamento conservador antes de encaminhar esses pacientes para cirurgia. Lesões meniscais crônicas degenerativas que ocorrem em pacientes mais velhos são tratadas de forma não cirúrgica na maioria dos casos.

VS

  • A cirurgia dependerá do tipo, dimensão e localização da lesão do menisco.
  • O terço externo do menisco é ricamente vascularizado e, por isso, cicatriza mais facilmente.
  • Os dois terços internos são pouco irrigados o que dificulta a cicatrização e torna a cirurgia mais necessária.
  • Para lá da localização da lesão, importa considerar a idade, o nível de atividade e a presença de outras lesões.
  • A cirurgia pode ser realizada por via artroscópica, mediante a realização de pequenas incisões.
  • Após a cirurgia, é essencial a imobilização do joelho seguida de um programa de reabilitação, com exercícios que melhorem a força e a mobilidade do joelho.
  • Os anti-inflamatórios combatem a dor e a inflamação.

👉Tipos de Cirurgia

Minescectomia

  • A meniscectomia parcial, portanto, é um procedimento cirúrgico que consiste na remoção da zona danificada, a fim de eliminar a dor na área e desbloquear a articulação para recuperar a mobilidade. Geralmente, é realizada por artroscopia, uma técnica minimamente invasiva com pequenas incisões na pele do joelho, que permitem uma recuperação mais rápida e eficiente.
  • A cirurgia é realizada sob anestesia local e a duração varia de acordo com a gravidade da ruptura, mas normalmente é realizada em cerca de 30 a 60 minutos.
  • Em geral, a recuperação total se dá em torno de 2 a 4 semanas.

👉Tipos de Cirurgia

TÉCNICA TODA DENTRO (ALL-INSIDE)

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  1. Após já ter realizado as incisões da artroscopia, estes introduz um dispositivo que possui uma agulha na sua ponta e perfuramos o menisco para que sejam feitos dois disparos.
  2. O primeiro disparo vai prender uma parte do menisco que está lesada, e o segundo prende a outra parte. Feito isso, da-se um nó que une as duas partes e está feito 1 ponto de sutura.
  3. Quanto maior a lesão, maior a quantidade de pontos precisos de dar. Há casos que precisam mais de 7 pontos.

👉Tipos de Cirurgia

TÉCNICA DENTRO PRA FORA (INSIDE-OUT)

  • Na técnica de dentro pra fora, introduz uma agulha bem longa pela incisão da artroscopia e esta agulha vai perfurar o menisco e sair na parte de trás do joelho. Para que consigamos pegar a agulha na parte de trás do joelho, fazemos um corte adicional (~3-4cm) na pele.
  • Esta agulha contém um fio, igual quando costuramos uma roupa. Então, quando passamos a agulha, o fio é passado pelo menisco.
  • Repetimos o processo mais uma vez e passamos o fio na segunda parte do menisco para poder fazer o nó e dar 1 ponto.
  • Fazemos a passagem da agulha conforme a quantidade de pontos necessários, assim como descrito para a técnica toda dentro.

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👉Tipos de Cirurgia

TÉCNICA FORA PRA DENTRO (OUTSIDE-IN)

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  • Já na técnica de fora pra dentro, a agulha entra por trás do joelho (pelo lado de fora do corpo), mas, diferente da técnica de dentro pra fora, nós não pegamos a agulha.
  • Coloca-se um fio por dentro da agulha e pega-se somente o fio por dentro do joelho.
  • Esta primeira agulha também perfura uma parte do menisco que está lesada.
  • Depois, introduz uma segunda agulha na parte de trás do joelho para que ela perfure a outra parte do menisco lesado.
  • Passamos, então, aquele fio que pegamos da primeira agulha por dentro da segunda agulha de modo que o fio una as duas partes do menisco. Este fio é puxado novamente para a parte de fora do joelho e damos um nó. Para que este nó seja feito, é necessário fazer uma pequena incisão (~1cm) adicional na parte de trás do joelho.
  • O processo é repetido conforme a quantidade de pontos necessários para reparar o menisco.

👉 Outro Tratamento

  • A Ozonioterapia pode ser realizada através de diversos meios de aplicação contra as mais variadas doenças. No caso deste tipo de dor, especificamente, o tratamento é feito com injeções locais ou através de aplicações externas.
  • A hidro-ozonioterapia é feita em contato direto com a pele, visando estimular a circulação e aliviar as dores superficiais, através de uma mistura feita entre água e o ozônio.

é opção de tratamento!

Ozonioterapia

👉 Protocolo de reabilitação pós cirurgia

- Mobilizações passivas e progressivamente resistidas do joelho;- Exercícios isométricos para o quadricípete e isquiotibiais; - Movimentos activos livres posteriormente com pesos; - Movimentos funcionais; - Propriocepção e estabilidade articular do joelho; - Inserção na modalidade desportiva (se aplicável), até à recuperação total, sem dor.

👉 Conclusão

É possível evitar as lesões meniscais e, quando ocorridas, as oportunidades de melhorar com o tratamento adequado para cada paciente são promissoras. Os sinais de melhora começam a surgir no início do tratamento, especialmente quando a pessoa segue todas as orientações do médico e do fisioterapeuta. Quando o tratamento não é realizado ou não é feito corretamente, é possível que a lesão se agrave, podendo limitar a qualidade de vida da pessoa. Portanto, é de extrema importância a prevenção e a reabilitação adequada para o sucesso da recuperação.