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Centenário de Eugénio de Andrade

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Created on December 21, 2022

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Transcript

Centenário De Eugénio de Andrade

1923-2023

“Eu nem sequer gosto de escrever, Acontece-me às vezes estar tão desesperado que me refugio no papel como quem se esconde para chorar. E o mais estranho é arrancar da minha angústia palavras de profunda reconciliação com a vida.” Eugénio de Andrade

Eugénio de Andrade (1923-2005) foi um dos maiores poetas portugueses contemporâneos. Tem obras publicadas em várias línguas. Recebeu o Prémio Camões, em 2001. Eugénio de Andrade, pseudónimo de José Fontinhas Neto, nasceu em Póvoa de Atalaia, pequena aldeia da Beira Baixa, Portugal, no dia 19 de janeiro de 1923
Passamos pelas coisas sem as ver Passamos pelas coisas sem as ver, gastos, como animais envelhecidos: se alguém chama por nós não respondemos, se alguém nos pede amor não estremecemos, como frutos de sombra sem sabor, vamos caindo ao chão, apodrecidos.

A sua extensa produção literária granjeou-lhe vários prémios e distinções, entre os quais o Prémio Camões, em 2001, mas também o Prémio da Associação Internacional de Críticos Literários (1986), o Prémio D. Dinis da Fundação Casa de Mateus (1988) e o Grande Prémio de Poesia da Associação Portuguesa de Escritores (1989).

VIDEO

memórias da escrita de Eugénio de Andrade

RTP arquivos

Morreu Eugénio de Andrade

Eugénio de Andrade – O Poeta

Eugénio de Andrade – Rosto Precário

Mário Viegas diz Eugénio de Andrade em Palavras Ditas

Pequena Elegia de Setembro

Poema "À Mãe"
Poema "Não canto porque sonho"

Um rio te espera”, de Eugénio de Andrade

Eunice Munoz recita o poema "Canção"
Poema "Corpo habitado"
Poema "Adeus"

“Os animais na POESIA de Eugénio de Andrade”

  • As Cabras
  • Rente ao chão
  • O pequeno persa
  • O Gato
  • Ao primeiro amor
  • Acerca dos gatos
  • Gatos
  • Todos os gatos são pardos

Só através do corpo nos podemos erguer à divindade (Eugénio de Andrade, Rosto Precário)

jan 2023