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Geografia (Iémen)

Francisca Mendes

Created on December 20, 2022

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Transcript

Geografia turistica

Iémen

UFCD- 9803Formanda:Francisca Mendes Formadora:Célia Soghmahian

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Indice

UNESCO

Geografia do país

Pontos turísticos

Demografia

Símbolos nacionais

Gastronomia

Cultura do país

Comidas tradicionais

Tradicões e costumes

História do café do Iémen

Turismo no Iémen

Fim

Geografia do país

O país da Ásia fica situado no sudoeste da Peninsula Arábica e abrange uma área de 527 970 km2. É banhado pelo mar arábico a sul e pelo mar Vemelho a oeste e faz fronteira com a Arábia Sáudita a norte e com Omã a leste.O país também inclui a ilha de Socotorá, no Oceano Indico. A cidade mais importante é Saná que é a sua capital.

Saná é, desde 1990, a capital e a maior cidade do Iémen e localiza-se no norte do país, a cerca de 2 210 metros de altitude no interior do país. A parte antiga é rodeada de muros e ainda com muros interiores em três bairros.

O seu territorio é montanhoso e tem as terras mais férteis da Peninsula Arábica.O Tiama ("terra quente") forma uma planicie muito árida e plana ao longo de toda a costa do mar Vermelho do Iémen.

Demografia

  • A população do Iémen em 2011 contava com 24 milhões de pessoas.
  • Composição étnica:os iemenitas são árabes.
  • Religião:Islão (oficial), Mulçumanos 53%-sunita, 45%-xiita;
  • Idioma:Árabe (oficial).
  • O país é desértico quente nas áreas interiores e semiárido no litoral. A precipitação é inferior a 250mm anuais, um pouco mais nas regiões altas.

Bandeira

A bandeira nacional do Iémen foi adotada a 22 de maio de 1990, no mesmo dia que o Iémen do norte e o Iémen do sul se unificaram.O padrão de faixas vermelha, branca e preta também estava presente nas bandeiras destes países simbolizando o panarabismo.

  • Vermelho: representa o derramamento de sangue de mártires e unidade;
  • Branco: representa o futuro brilhante;
  • Preto: representa o passado escuro.

Símbolos nacioais

Brasão de armas

O brasão de armas do Iémen retrata uma águia dourada com um pergaminho entre as suas garras. Sobre a faixa, está escrito o nome do país em árabe: Al-Jumhuriyyah Al-Yamaniyah. O peito da águia contém um escudo que retrata plantas de café e os Marib Dam, sendo que abaixo se encontram quatro listras azuis e três listras brancas, em forma de ondulação. Os suportes, à direita e à esquerda da águia, seguram a Bandeira do Iémen.

Cultura do país

As montanhas do Iémen fazem com que haja muitas oportunidades para desportos ao ar livre, como ciclismo, escalada, hill climbing, salto em montanha, e alpinismo. A costa do Iémen e da ilha de Socotorá também oferece oportunidades de desportos aquáticos, como surf, bodyboarding, vela, natação e mergulho. A ilha de Socotorá é um dos melhores destinos do mundo para a prática do surf. O salto sobre camelo é popular na tribo Zaraniq, da costa oeste do Iémen, na planície desértica do mar Vermelho. Os camelos são reunidos e dispostos lado a lado. Os atletas saltam ao largarem em movimento para ganharem altura e distância no ar. O Iémen é um país culturalmente rico com influência de muitas civilizações, como a antiga civilização de Sheba. Constitui um dos mais proeminentes objetos da cultura iemenita, assumindo um significado social que transcende em muito a sua natureza como arma de gume ou adereço de vestuário. O know-how relacionado ao artesanato tradicional faz parte do patrimônio cultural imaterial da humanidade. Mas grande parte das técnicas artesanais regrediram, ou desapareceram, desde o início da colonização, e ainda mais com a globalização, sem terem sido suficientemente identificadas e documentadas.

Tradições e costumes

  • O Iêmen é maioritariamente muçulmano, com uma população cristã menor.
  • O Sana'a Summer Festival é um grande festival de música, dança e arte com duração de um mês, destinado a incentivar o turismo e ajudar a economia.
  • As baixas taxas de alfabetização impediram o crescimento da literatura iemenita, mas recentemente mais população está a aprender a ler. Embora as coberturas faciais não sejam obrigatórias para as mulheres, muitas delas usam o sharsaf, que cobre a cabeça e o rosto.
  • O Iêmen tem uma rica história poética, como visto na prática de Zamil.

Turismo no Iémen

Não é por falta de património histórico, cultural e natural que o Iémen, país localizado no extremo sudoeste da Península Arábica, tem um número reduzido de locais classificados como Património Mundial pela UNESCO. Por enquanto, destaque para o ímpar Arquipélago de Socotra, um dos locais com maior biodiversidade endémica do planeta, e, claro, para a velha Sanaa.

Património Mundial da UNESCO

cidade antiga de sannÁ (1986)

CIDADE HISTÓRICA DE ZABID (1993)

CIDADE ANTIGA de shibam (1982)

A curiosidade mais interessante está na cidade de Shibam, que continua a ser a metrópole mais antiga do mundo a usar a construção vertical, um denso aglomerado de prédios altos, com tijolos de barro e palha, mostrando assim alguns desses prédios pinturas de diferentes cores, mais ou menos extensas nas fachadas. Por isso, é conhecida como a cidade de arranha-céus mais antiga do mundo ou, mesmo, a Manhattan do deserto. Ao longe, parece mesmo uma construção de Lego. Foi projetada, no século XVI, em terrenos de cota alta para evitar inundações e rodeada por uma muralha fortificada, mas próxima de campos agrícolas e da água.

A Cidade Histórica de Zabid localiza-se na Província de Hudaida, no oeste do Iêmen. Em 1993 foi incluída na Lista do Patrimônio Mundial da Unesco, que ressalta: a concepção e execução da planta urbana e arquitetônica com as suas edificações militares e civis que se constituem num conjunto extraordinário arqueológico e histórico. Zabid, entre os séculos XIII e XV, foi a capital do Iêmen e conserva, há séculos, referências aos muçulmanos e à religião islâmica devido à sua universidade islâmica.

À luz do dia, Saná, a capital do Iémen, tem permanecido com as suas características especiais, onde se vive há mais de 2500 anos, sendo uma das mais antigas cidades permanentemente habitadas.

Património Mundial da UNESCO

Socotrá é um pequeno arquipélago formado por quatro ilhas no oceano Índico, em frente à costa do Chifre da África (Corno de África), a 250 km a leste do cabo Guardafui e a uns 380 km a sudeste da costa do Iêmen.

Nos finais da década de 1990, foi implementado um Programa da Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento dedicado à ilha. Assim, em julho de 1999 um novo aeroporto internacional permitiu o acesso a Socotorá durante todo o ano. Nas ilhas falam um idioma semítico próprio, o socotri, que está relacionado com outros idiomas da península Arábica.

Outros pontos turisticos

BANI MATAR WATERFALL

almihdhar mosque

Alsaleh Masjed

É uma cascata linda onde são levados barcos com famílias para um passeio aquático. Dá para andar de lancha, e perto da cascata tem jogos infantis e serviços.Há uma mercearia em toda a área e uma mesquita que costuma ficar cheia nos feriados e festivais. Necessita de mais serviços para os visitantes, como construção de locais para famílias e casas de banho.Apesar da presença de uma placa de advertência para natação, há incidentes relatados quase todos os anos. Só está disponível na época das chuvas, então o momento adequado para ir lá é junho, julho, agosto, setembro de cada ano.

A Mesquita Al-Muhdar é uma das mesquitas históricas da antiga cidade de Tarim, na província iemenita de Hadramaut. É atribuído a Omar Al-Mihdar bin, um líder muçulmano que viveu na cidade durante o século XV.

Situada perto do palácio presidencial, a mesquita fica dentro da Praça Al-Sabeen, que é a maior praça de desfiles do país. A mesquita foi construída em uma grande área de terreno adquirida de Beit Zuhra, uma conhecida família local; diz-se que quando Zuhra se recusou a vender o terreno por um preço baixo, o seu filho mais velho foi sequestrado para resgate e libertado três meses depois, depois de Zuhra concordar em vender o terreno para a mesquita por um preço baixo.Tem um parque de diversões perto chamado FunCity.O terreno inclui jardins amplos, pátios verdes e estacionamento para milhares de veículos.

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Gastronomia

A culinária do Iêmen é muito diferente da cozinha do Oriente Médio e difere de região para região.Nos últimos três séculos, tem havido um pouco da influência otomana em algumas partes do norte e um pouco da influência da culinária indiana mughlai em Aden e áreas vizinhas ao sul e é muito popular entre os Estados Árabes do Golfo . No Iêmen, muitas cozinhas são equipadas com um taboon (também chamado de tannur), um forno redondo de cerâmica.

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Comidas tradicionais

maraq (caldo de cordeiro)

malawah (pão do iémen)

zhoug

Zhoug é um molho e condimento tradicional do Oriente Médio, que se acredita ser originário do Iêmen, mas também é muito popular em Israel.

O Maraq é um cordeiro estufado iemenita que é definido pelo seu sabor rico e caldo grosso. É um prato bastante picante.

O Malawah é um pão delicioso que é servido em muitos restaurantes iemenitas.

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Comidas tradicionais

saltah

hanith

kabsa

Embora a culinária varie conforme a região, o Saltah é considerado o prato nacional. A base consiste em um guisado marrom maraq , mousse de feno-grego ( holba ) e sahawiq ou sahowqa (uma mistura de pimenta, tomate, alho e ervas esmagadas em molho ). Arroz, batatas, ovos mexidos e vegetais costumam acompanhar o prato. As carnes comuns utilizadas na preparação são cordeiro ou frango. Costuma ser comido com pão achatado iemenita, frequentemente usado como colher para a comida.

Haneed, é um prato de cordeiro assado do Iêmen, também é um prato feito em outros países como Omã, Arábia Saudita, Bahrein e partes da Somália e Etiópia.É muito popular em restaurantes iemenitas em todo o mundo. Também é semelhante ao mandi, mas o haneed é cozido em um forno tannour e tem um tempero diferente. Haneed geralmente é servido em um prato de arroz. O Haneed é então cozido no forno por seis horas em temperatura muito baixa. Isso garante que a carne fique suculenta e macia.

Há inúmeras receitas de kabsa e, em muitas delas, a galinha é cozinhada separadamente do arroz ou retirada do guisado para ser dourada no forno. Numa receita antiga, a carne era assada num buraco cavado no chão, onde se acendiam brasas, se colocava a carne e depois se tapava, chamado “mandi”.

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História do café do Iémen

O nome do café tipo “Moca” deriva do Iémen, já que Mocha é uma cidade localizada na costa do Mar Vermelho do Iémen. Entre os séculos XV e XVII, Moca foi o mais importante mercado de café do mundo. Entre o povo iemenita, que conhece o café desde os anos de 1500, há um costume generalizado de prová-lo (como uma infusão dos grãos moídos, chamada qishr) enquanto se mastiga as folhas do qat, uma planta com propriedades estimulantes, que se acredita melhorar o seu efeito. O qishr é o método de preparação mais generalizado entre o povo iemenita, enquanto os beduínos do deserto preferem consumir grãos de café, muitas vezes não torrados (qahwa arbi). O café chegou ao Iêmen há cerca de 500 anos, vindo da Etiópia. Já era a bebida oficial do mundo islâmico, conhecido como qahwa, o “vinho do Profeta”. O grande sucesso inicial levou o povo iemenita a iniciar seu próprio cultivo. Logo, a posição estratégica do país, cruzamento das rotas das caravanas e com um porto tão privilegiado quanto Mocha, deu um forte impulso às exportações e, ainda hoje, quase toda a produção é destinada ao mercado externo.

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FIM

نهاية