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Iluminismo e o despotismo iluminado em Portugal

Ana Dias

Created on December 12, 2022

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Iluminismo e o despotismo iluminado em Portugal

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índice

1. Portugal e as ideias iluministas

5. O caso dos Távoras

2. O papel dos estrangeirados

6. - O reordenamento urbano – A reconstrução da cidade.

3. O despotismo esclarecido – conceito

7. A reforma do ensino

4. A submissão das forças sociais

Portugal e as ideias iluministas

No século XVII, as "Luzes" chegaram a Portugal, onde se difundiram de forma moderada, matizando-se com forte tradição católica do país.

O Iluminismo foi iniciado em Portugal a partir do ano de 1688. As ideias Iluministas sobreviveram até 1820. Portugal tinha necessidade de manter ligações com o restante da Europa. Essas alianças garantiam prestígios à Corte e movimentavam os espaços culturais.

O papel dos estrangeirados

A modernidade iluminista entrou em Portugal, em grande parte, por via dos estrangeirados, termo pelo qual ficaram conhecidos os portugueses que, vivendo no estrangeiro, contactaram de perto com os núcleos mais dinâmicos da cultura europeia.E foi através de livros, opúsculos e ensaios que acabaram por influenciar as decisões políticas.

O conceito do despotismo esclarecido

Em Portugal o iluminismo adquiriu, sobretudo, uma feição de Estado, apresentando-se sob a forma do despotismo iluminado. Embora rejeitassem a origem divina do poder real, boa parte dos iluministas acreditava nas virtualidades do regime monárquico. Frederico II da Prússia era um dos mais célebres déspostas das Luzes.

O projeto Pombalino – O reinado de D. José I e a ação de Marquês de Pombal

A submissão das forças sociais

Com o objetivo de reduzir a influência do Clero, Marquês de Pombal procurou controlar o Tribunal de Santo Ofício. Instituiu, ainda, um organismo de censura estatal, denominado Real Mesa Censória, que tomou para si, as funções de avaliação das obras publicadas. O alvo particular de grande aversão por parte de Marquês de Pombal foi a Companhia de Jesus, que continha um papel de relevo na missionação dos índios brasileiros dos inquisidores. Controlo do Tribunal da Inquisição, criação da Real Mesa Censória, expulsão da Companhia de Jesus...

O caso dos Távoras

O atentado contra D. José I, de 3 de Setembro de 1758 e o processo (um dos grandes processos de todos os tempos) em que foram condenados diversas pessoas, entre elas o marquês de Aveiro e os Távoras. Vítimas dos objectivos políticos do Marquês, que se sobrepôs aos juízes e conduziu pessoalmente grande parte do processo e até os interrogatórios sob tortura, chegando a escrever também as respostas dos réus, com total desprezo pelas normas jurídicas e processuais da época.

O terramoto de Lisboa de 1755

A reconstrução da cidade

Depois de ponderadas várias soluções para resolucionar os estragos do terramoto que arrasou Lisboa a 1 de novembro de 1755, decidiu-se arrasar o que ainda restava da zona atingida e proceder à sua reconstrução segundo um traçado completamente novo. No lugar do emaranhado de ruas, ruelas e becos, que anteriormente constituiam o centro da cidade, o projeto aprovado previa artérias excecionalmente largas e retilínias, inscritas numa geometria rigorosa, cuja harmonia se completava com a homogeneidade das fachadas de quatro andares, dos prédios a construir.

A reforma do ensino

Por toda a Europa foram tomadas medidas no sentido de alargar a rede de instrução pública e de renovar, à luz das novas pedagogias, as antigas instituições. Desta forma, procurava-se uma melhor preparação dos futuros servidores do Estado, que se pretendiam cultos e competentes.

Obrigada!

Trabalho realizado pela aluna: Ana Filipa Féteira Dias