A poesia de Alberto Caeiro
trabalho feito por: Carolina Ferreira
10
índice
02
temáticas a abordar
02
O poeta da Natureza
Primado da sensação
Alberto Caeiro
01
03
A comunhão com a natureza e rejeição das estéticas;
Poeta que deambula e observa;
O verdadeiro mestre de Fernando Pessoa;
04
05
06
Paganismo
Poema de Caeiro
Cariz anti-metafísico
Tudo que é natural é divino;
A recusa do mistério e pensamento;
"Excerto de "Livro Do Desassossego", de Fernando Pessoa
O nascimento de Alberto Caeiro
Alberto Caeiro da Silva foi um heterónimo criado por Fernando Pessoa. Nasceu em Lisboa em 1889 e morre na mesma, em 1915, de tuberculose. Teria apenas a quarta classe, pelo que de versos simples e livres, próximos da prosa. Escrevia mal o português, típico de um pastor, no entanto, de forma paradoxal, apresenta bastantes formas de raciocínio e bastante cultura. O vocabulário e campo lexical seria direcionado para a natureza, demarcado pela simplicidade estilística, pontuação expressiva, irregularidade estrófica e métrica e ausência de rima.
Alberto Caeiro
"poeta bucólico de espécie complicada"
Alberto Caeiro foi verdadeiramente o mestre de Fernando Pessoa, que desejava aproximar se do estilo de vida e filosofia do poeta-centro do drama heterónimico.A sua sabedoria provinha da ciência da sensação e teria como bem supremo a doutrina da felicidade. O mestre Caeiro procurava transmitir aos seus discípulos, o seu "rebanho", a sua verdade e perceção do mundo objetiva.
Poeta da natureza
Primado da sensação
Cariz anti-metafísico
Paganismo
Sensacionalismo
Integração na Natureza
Recusa no pensamento
Um Deus abrangente
O natural que o cerca seria a divindade e a apreensão imediata do real, sem qualquer análise posterior. Tudo seria Deus. Desvaloriza o tempo enquanto categoria conceptual e apresenta-se indiferente perante a morte.
Vê as coisas apenas com os olhos e não com a mente. Não atribuiu qualquer sentimento ou pensamento, pelo que de objetivismo absoluto. Recusa o mistério e misticismo.
Alusão aos elementos naturais e crença no panteísmo naturalista. Aparente simplicidade e defesa pela naturalidade, desprovida de qualquer convicção pessoal e convenção.
Deambula e observa o que o rodeia, filtrando-o pelas sensações, nas quais encotra respostas e plenitude. Tem como única fonte na obtenção da verdade a observação do plano da Natureza.
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Alberto Caeiro
Carolinices na cozinha
Created on December 12, 2022
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A poesia de Alberto Caeiro
trabalho feito por: Carolina Ferreira
10
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temáticas a abordar
02
O poeta da Natureza
Primado da sensação
Alberto Caeiro
01
03
A comunhão com a natureza e rejeição das estéticas;
Poeta que deambula e observa;
O verdadeiro mestre de Fernando Pessoa;
04
05
06
Paganismo
Poema de Caeiro
Cariz anti-metafísico
Tudo que é natural é divino;
A recusa do mistério e pensamento;
"Excerto de "Livro Do Desassossego", de Fernando Pessoa
O nascimento de Alberto Caeiro
Alberto Caeiro da Silva foi um heterónimo criado por Fernando Pessoa. Nasceu em Lisboa em 1889 e morre na mesma, em 1915, de tuberculose. Teria apenas a quarta classe, pelo que de versos simples e livres, próximos da prosa. Escrevia mal o português, típico de um pastor, no entanto, de forma paradoxal, apresenta bastantes formas de raciocínio e bastante cultura. O vocabulário e campo lexical seria direcionado para a natureza, demarcado pela simplicidade estilística, pontuação expressiva, irregularidade estrófica e métrica e ausência de rima.
Alberto Caeiro
"poeta bucólico de espécie complicada"
Alberto Caeiro foi verdadeiramente o mestre de Fernando Pessoa, que desejava aproximar se do estilo de vida e filosofia do poeta-centro do drama heterónimico.A sua sabedoria provinha da ciência da sensação e teria como bem supremo a doutrina da felicidade. O mestre Caeiro procurava transmitir aos seus discípulos, o seu "rebanho", a sua verdade e perceção do mundo objetiva.
Poeta da natureza
Primado da sensação
Cariz anti-metafísico
Paganismo
Sensacionalismo
Integração na Natureza
Recusa no pensamento
Um Deus abrangente
O natural que o cerca seria a divindade e a apreensão imediata do real, sem qualquer análise posterior. Tudo seria Deus. Desvaloriza o tempo enquanto categoria conceptual e apresenta-se indiferente perante a morte.
Vê as coisas apenas com os olhos e não com a mente. Não atribuiu qualquer sentimento ou pensamento, pelo que de objetivismo absoluto. Recusa o mistério e misticismo.
Alusão aos elementos naturais e crença no panteísmo naturalista. Aparente simplicidade e defesa pela naturalidade, desprovida de qualquer convicção pessoal e convenção.
Deambula e observa o que o rodeia, filtrando-o pelas sensações, nas quais encotra respostas e plenitude. Tem como única fonte na obtenção da verdade a observação do plano da Natureza.
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