O elfo trapalhão
Uma história de Natal
Sebastião, era um elfo Trapalhão!
Embrulhar presentes era uma tarefa complicada. Ora cortava papel a mais, ora cortava papel a menos, ora usava muita fita-cola, ora escolhia os laços de cor errada. Ui... e para fazer as bolachas de gengibre? Punha tanto gengibre que o pobre do Pai Natal ficava com a língua a arder! Mas o pior era que estava sempre a esquecer-se de levar as cartas das crianças ao Pai Natal e, este ano, perdera a carta de uma menina.
Era a carta da Constança. - Acorda! - disse o Pai Natal - Falta uma carta!! A carta da Constança não aparece, onde está?
De repente, Sebastião fica em choque. Tinha-se esquecido onde guardara a carta.
- Ahhhhhhhhhhh... esqueci-me onde tenho a carta!!!!! E agora? - disse em pânico Sebastião.
- Não entres em pânico! É só procurar com calma. Queres ajuda? - perguntou a elfo Glória.Sebastião em alívio responde: - Sim, muito obrigado! - Tenta lembrar-te de todos os passos que deste quando foste buscar a carta. - disse a elfo Glória. - Hum... Primeiro fui a casa da Constança. Entrei, fui até ao pinheirinho e apanhei a carta. Depois fui para o meu trenó, mas antes disso... assustei-me com a cadela da Constança. - disse Sebastião aflito.
- Meu grande palerminha. Tu tens um relógio que apita cada vez que te esqueces de apanhar uma carta! Vamos ver no teu relógio se a deixaste em casa da Constança.- Pi, pi, pi ... Esqueceste uma carta que ficou em casa da Constança! Localidade: Casais; número de porta: 26; país: Portugal - alertou o relógio Alberto. - Temos de regressar a casa da Constança. - disse Sebastião. - Mas ... e a cadela? - perguntou em pânico. - Relaxa! Eu tenho um pó mágico que põe os animais a dormir. - acalmou a Glória. - Obrigado Glória, és uma elfo amiga e inteligente. Vamos lá esta noite de novo para resgatar a carta da Constança.
Já era noite quando chegaram a casa da menina e nem sinal da cadela Julieta. Entraram sorrateiramente e todos estavam a dormir. Sem querer o elfo trapalhão deixou cair uma bola da àrvore de Natal antes de conseguir apanhar a carta que tinha ficado debaixo do tapete. Quando olharam para a porta lá estava a cadela. Ela olhou para eles e disse: - Alto aí seus vagabundos! O que é que vocês estão a fazer em minha casa? - perguntou a Julieta com um ar furioso. A elfo Glória subiu à àrvore de Natal, abriu o frasco do pó mágico, lançou para cima da cadela e a Julieta adormeceu. Os elfos pegaram na carta e fugiram para o trenó a toda a velocidade.
Quando chegaram à Lapónia o elfo Sebastião foi a correr entregar a carta ao Pai Natal. - Sebastião trapalhão, falta um dia para o Natal. Vai separar rápido todos os pedidos da menina. - disse o Pai Natal nervoso. - Não te preocupes, eu vou ajudar-te. - disse a elfo Glória. Desceram até à fábrica dos brinquedos e começaram a trabalhar, mas a Glória é que embrulhou os brinquedos para não ficarem feios.
O elfo Sebastião aprendeu a lição: ter mais atenção, não ser trapalhão e levar sempre o pó mágico em caso de aparecer um cão!
Fim!
Bom Natal!
Trabalho elaborado por: Constança Fonseca
O Elfo Trapalhão
Constança Fonseca
Created on December 3, 2022
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O elfo trapalhão
Uma história de Natal
Sebastião, era um elfo Trapalhão!
Embrulhar presentes era uma tarefa complicada. Ora cortava papel a mais, ora cortava papel a menos, ora usava muita fita-cola, ora escolhia os laços de cor errada. Ui... e para fazer as bolachas de gengibre? Punha tanto gengibre que o pobre do Pai Natal ficava com a língua a arder! Mas o pior era que estava sempre a esquecer-se de levar as cartas das crianças ao Pai Natal e, este ano, perdera a carta de uma menina.
Era a carta da Constança. - Acorda! - disse o Pai Natal - Falta uma carta!! A carta da Constança não aparece, onde está?
De repente, Sebastião fica em choque. Tinha-se esquecido onde guardara a carta.
- Ahhhhhhhhhhh... esqueci-me onde tenho a carta!!!!! E agora? - disse em pânico Sebastião.
- Não entres em pânico! É só procurar com calma. Queres ajuda? - perguntou a elfo Glória.Sebastião em alívio responde: - Sim, muito obrigado! - Tenta lembrar-te de todos os passos que deste quando foste buscar a carta. - disse a elfo Glória. - Hum... Primeiro fui a casa da Constança. Entrei, fui até ao pinheirinho e apanhei a carta. Depois fui para o meu trenó, mas antes disso... assustei-me com a cadela da Constança. - disse Sebastião aflito.
- Meu grande palerminha. Tu tens um relógio que apita cada vez que te esqueces de apanhar uma carta! Vamos ver no teu relógio se a deixaste em casa da Constança.- Pi, pi, pi ... Esqueceste uma carta que ficou em casa da Constança! Localidade: Casais; número de porta: 26; país: Portugal - alertou o relógio Alberto. - Temos de regressar a casa da Constança. - disse Sebastião. - Mas ... e a cadela? - perguntou em pânico. - Relaxa! Eu tenho um pó mágico que põe os animais a dormir. - acalmou a Glória. - Obrigado Glória, és uma elfo amiga e inteligente. Vamos lá esta noite de novo para resgatar a carta da Constança.
Já era noite quando chegaram a casa da menina e nem sinal da cadela Julieta. Entraram sorrateiramente e todos estavam a dormir. Sem querer o elfo trapalhão deixou cair uma bola da àrvore de Natal antes de conseguir apanhar a carta que tinha ficado debaixo do tapete. Quando olharam para a porta lá estava a cadela. Ela olhou para eles e disse: - Alto aí seus vagabundos! O que é que vocês estão a fazer em minha casa? - perguntou a Julieta com um ar furioso. A elfo Glória subiu à àrvore de Natal, abriu o frasco do pó mágico, lançou para cima da cadela e a Julieta adormeceu. Os elfos pegaram na carta e fugiram para o trenó a toda a velocidade.
Quando chegaram à Lapónia o elfo Sebastião foi a correr entregar a carta ao Pai Natal. - Sebastião trapalhão, falta um dia para o Natal. Vai separar rápido todos os pedidos da menina. - disse o Pai Natal nervoso. - Não te preocupes, eu vou ajudar-te. - disse a elfo Glória. Desceram até à fábrica dos brinquedos e começaram a trabalhar, mas a Glória é que embrulhou os brinquedos para não ficarem feios.
O elfo Sebastião aprendeu a lição: ter mais atenção, não ser trapalhão e levar sempre o pó mágico em caso de aparecer um cão!
Fim!
Bom Natal!
Trabalho elaborado por: Constança Fonseca