Falecimento:
Luís Vaz de Camões
Nascimento:
1580, Lisboa
1524, Lisboa
Vida e Obra
Trabalho realizado por:
Beatriz Santos, nº3
Beatriz Matos, nº4
Carolina Casimiro, nº5
1- Introdução
Luís Vaz de Camões foi um escritor português do século XVI, e é considerado o escritor mais importante da língua portuguesa.A sua obra mais famosa são Os Lusíadas.
Luís Vaz de Camões
Vida e Obra
1.1
1.2
Introdução
Introdução
Introdução
A vida atribulada de Luís Vaz Camões.
A Extensa Obra de Luís de Vaz de Camões
2.1
2.2
Desenvolvimento
Desenvolvimento
Desenvolvimento
A vida de Camões
A produção literária de Camões
3.1
3.2
Conclusão
Conclusão
Conclusão
Referência à sua vasta cultura; única narrativa épica portuguesa
Resumo
1.2- A Extensa Obra de Luís Vaz de Camões
Luís de Camões escreveu centenas de poemas, entre sonetos, éclogas, canções, redondilhas, sextinas, elegias, epístolas, oitavas, vilancetes e odes.É autor das peças de teatro El-Rei Seleuco (1645), Anfitriões (1587) e Filodemo (1587), além do seu poema épico Os Lusíadas (1572). No entanto, somente Os Lusíadas foram publicados em vida.
2- Desenvolvimento
2.1- A vida de Camões
Luís Vaz de Camões nasceu no ano de 1524, na cidade de Lisboa, e morreu em 1580. Os seus pais eram Simão Vaz de Camões e Ana de Sá e Macedo. Não se sabe muito acerca da vida de Camões, dado o seu escasso historial, sendo a maioria apenas suposições.
1.1-Vida atribulada de Luís Vaz de Camões
Nasceu em 1524, em Lisboa e faleceu a 10 de Junho de 1580, também em Lisboa. Local do Túmulo: Mosteiros do Jerónimos.
Frequentou a Universidade de Coimbra, foi soldado e em alguma ocasião durante uma batalha perdeu o olho direito. Durante os anos de 1550 a 1570, enquanto foi soldado viveu na Índia, em Macau, em Moçambique e na Arábia.
Vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=lGP96sPxhrY
2.1- A vida de Camões
Durante o ano de 1527 estava a ocorrer uma epidemia em Lisboa, e devido ao grau de parentesco que a sua mãe tinha com membros da nobreza, Camões e a sua família acompanharam o rei na sua transferência para Coimbra.
2.1- A vida de Camões
Acredita-se que estudou Literatura e Filosofia na Universidade de Coimbra, onde o seu tio era chanceler.Teve uma educação elaborada onde aprendeu sobre a sociedade do seu século, dominou o latim, a literatura, a história e a geografia.
2.1- A vida de Camões
Logo a seguir dos estudos Camões alistou-se como soldado, em Ceuta. Diz-se que se exilou em África devido a amores frustrados. Permaneceu dois anos em Ceuta, e durante a Batalha Naval do Estreito de Gibraltar perdeu o olho direito.
2.1- A vida de Camões
Em 1550 viajou para a Índia, onde esteve preso e mais tarde libertado.Embarcou na frota de Fernão Álvares Cabral e atracou em Goa, Índia, em 1554. Diz-se que foi por volta desta altura que Luís Vaz de Camões começou a escrever Os Lusíadas. Trabalhou ainda em Macau, e quando estava de regresso a Goa o navio onde este ia, naufragou. Foi com muito custo que Camões tentou proteger o único exemplar da sua grande obra.
2.1- A vida de Camões
É difícil determinar a sua vida no Oriente, aquilo de que se tem mais certeza é devido à sua condição de militar. Camões teve sempre uma vida muito modesta, podendo até ter partilhado casa com amigos.No fim do ano de 1567 foi até Sofala, Moçambique, onde esperaria pela sua embarcação com destino a Portugal.
2.1- A vida de Camões
Já em Portugal continuou e finalizou Os Lusíadas. Após a sua conclusão, mostrou-a ao rei D. Sebastião que muito a apreciou. Este, em 1572, ordenou a sua publicação e ofereceu a Luís Vaz de Camões uma pensão que não o impediu de viver os seus últimos anos de vida com bastantes dificuldades económicas. Faleceu a 10 de junho de 1580, em Lisboa.
2.2- A produção literária de Camões
Camões viveu na fase final do Renascimento europeu, um período marcado por muitas mudanças na cultura e na sociedade, que assinalam o final da Idade Média e o início da Idade Moderna, a transição do feudalismo para o capitalismo. Escreveu centenas de poemas entre sonetos, éclogas, cantigas, redondilhas, sextinas, elegias, epístolas, oitavas, vilancetes, odes e uma narrativa épica.
2.2- A produção literária de Camões
Lírica tradicional (poemas escritos antes do renascimento)
A lírica tradicional está ligada à poesia tradicional como cantigas, vilancetes, odes, etc. É usada a redondilha menor e maior, respectivamente com cinco ou sete sílabas métricas. É o caso de Descalça vai para a fonte e abordagens de amor ligadas à saudade.
2.2- A produção literária de Camões
Lírica renascentista
O estilo renascentista vincula-se a novas formas de composição, como soneto e narrativa épica. Utiliza-se a medida nova (versos decassilábicos distribuídos em dois quartetos e dois tercetos) e o amor é visto, como fazia o poeta Petrarca na Itália, associado a contradições, sendo as mais célebres entre a vida e a morte e a água e o fogo. A Natureza é tratada como um local agradável, e a mulher é vista muitas vezes numa ótica platónica, idealizada e distante, mas não despida de sensualidade.
2.2- A produção literária de Camões
Lírica renascentista
Predomina nos sonetos um sentimento de insatisfação e incompreensão, conhecido como “desconcerto do mundo”. Expressa-se por jogos verbais e conceituais requintados, trocadilhos, metáforas, hipérboles e personificações. Poetas latinos como Virgílio, Ovídio e Horácio são referências, além do já citado Petrarca.
2.2- A produção literária de Camões
Os Lusíadas
Os Lusíadas é a obra de Camões mais apreciada pela crítica, que considera a mesma, uma das obras literárias mais importantes da língua portuguesa. Tal poema é dividido em 10 cantos, com um total de 8816 versos decassilábicos, distribuídos entre 1102 estrofes, compostas por oitavas (com o esquema rimático ABABABCC). Conta a história do povo português pelas aventuras de Vasco da Gama, representante dos heróis lusitanos.
2.2- A produção literária de Camões
Nas obras de Luís Vaz de Camões, é possível apontar as seguintes caracteristicas:
- Antropocentrismo: valorização do ser humano e da sua racionalidade;
- Rigor formal: versos regulares (metrificação e rimas);
- Medida nova: uso de versos decassilábicos- um traço de poesia clássica;
- Medida velha: uso de redondilhas- uma característica remanescente do período medieval;
- Idealização da mulher: perfeita física e moralmente;
- Idealização do amor: neoplatonismo, amor espiritualizado;
- Valorização de elementos greco-latinos: mitologia, arte e poesia;
2.2- A produção literária de Camões (continuação)
- Figuras de linguagem: antítese e paradoxo;
- Principais temáticas:
- Desconcerto do mundo: desconfiança da realidade devido à falta de lógica nos acontecimentos;
- Mudanças, efemeridade, transitoriedade: a natureza e o ser humano estão sujeitos a mudanças, não permanecem constantes;
- Sofrimento amoroso: conflito entre o amor carnal e o espiritual.
3- Conclusão
3.1- Referência à sua vasta cultura
Camões deixou um legado poético único de amor à pátria com Os Lusíadas. comemorando-se assim, no dia 10 de junho a sua morte que é atualmente conhecido como Dia de Portugal, de Camões, e das comunidades portuguesas, sendo feriado nacional em Portugal. Camões é visto como um poeta além do seu tempo, devido à sua escrita moderna e épica.
3.1- Referência à sua vasta cultura
O monumento erguido em sua homenagem é composto pela estátua do poeta, com uma coroa de louros na cabeça, empunhando uma espada, a usar uma capa e a segurar alguns livros. Este conjunto de esculturas é uma obra de Victor Bastos que foi executada entre 1860 e 1867, ano em que o monumento foi inaugurado pelo rei D. Luís a 9 de outubro na praça pombalina.
3.1- Única narrativa épica portuguesa
Os Lusíadas é uma obra de poesia épica, sendo a primeira epopeia portuguesa publicada em versão impressa. É também um dos géneros do modo narrativo no qual tem como características principais as suas personagens de caráter heróico, a elevação das ações narradas e a sua forma versificada.
3.1- Única narrativa épica portuguesa
Para além disso, a sua escrita tem regras:
- glorifica um herói;
- a ação deve ter grandeza e solenidade;
- deve haver unidade de ação surgindo várias vezes as narrações retrospetivas, para contar acontecimentos futuros;
- o maravilhoso deve estar presente (intervenção dos deuses pagãos);
- é indispensável a presença de um narrador;
- a presença de episódios.
3.2- Resumo
Em resumo: - Luís Vaz de Camões nasceu em 1524, em Lisboa e faleceu a 10 de Junho de 1580, em Lisboa.
- Frequentou a Universidade de Coimbra onde aprendeu muito sobre história, geografia, literatura e latim.
- Entre 1550 e 1570, foi soldado e viveu em Macau, Goa, Moçambique e na Arábia.
- Durante uma batalha perdeu o seu olho direito.
- Depois de todas as sua viagens, regressou a Portugal e finalizou os Lusíadas.
- Mostrou-o ao rei D. Sebastião que o apreciou bastante e mandou publicá- lo.
- Sabe-se que durante a sua vida viveu de uma forma muito modesta e simples e isso não mudou nos seus últimos anos de vida.
3.2- Resumo (continuação)
- Dia 10 de junho comemora-se o Dia de Portugal, de Camões e das comunidades portuguesas, comemora-se também o falecimento de Camões.
- Luís Vaz de Camões viveu na Fase final do Renascimento Europeu, o que fez com que a sua escrita fosse diferente ao longo dos anos.
- Escreveu sonetos, éclogas, cantigas, redondilhas, sextinas, elegias, epistolas, oitavas, vilancetes, odes e uma narrativa épica.
- Os poemas escritos antes do renascimento utilizavam a lírica tradicional. Por exemplo o "Descalça vai para a fonte".
- Os poemas escritos durante o renascimento utilizavam a lírica renascentista onde a mulher era muito perfeita e a Natureza vista como um local agradável.
- Os Lusíadas são a sua obra mais famosa e apreciada, que descreve a história dos Descobrimentos portugueses e que trata o povo português e os marinheiros como heróis.
Esperamos que tenham gostado!
FIM!!!
Luís Vaz de Camões- vida e obra
Beatriz Matos
Created on December 2, 2022
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Transcript
Falecimento:
Luís Vaz de Camões
Nascimento:
1580, Lisboa
1524, Lisboa
Vida e Obra
Trabalho realizado por:
Beatriz Santos, nº3
Beatriz Matos, nº4
Carolina Casimiro, nº5
1- Introdução
Luís Vaz de Camões foi um escritor português do século XVI, e é considerado o escritor mais importante da língua portuguesa.A sua obra mais famosa são Os Lusíadas.
Luís Vaz de Camões
Vida e Obra
1.1
1.2
Introdução
Introdução
Introdução
A vida atribulada de Luís Vaz Camões.
A Extensa Obra de Luís de Vaz de Camões
2.1
2.2
Desenvolvimento
Desenvolvimento
Desenvolvimento
A vida de Camões
A produção literária de Camões
3.1
3.2
Conclusão
Conclusão
Conclusão
Referência à sua vasta cultura; única narrativa épica portuguesa
Resumo
1.2- A Extensa Obra de Luís Vaz de Camões
Luís de Camões escreveu centenas de poemas, entre sonetos, éclogas, canções, redondilhas, sextinas, elegias, epístolas, oitavas, vilancetes e odes.É autor das peças de teatro El-Rei Seleuco (1645), Anfitriões (1587) e Filodemo (1587), além do seu poema épico Os Lusíadas (1572). No entanto, somente Os Lusíadas foram publicados em vida.
2- Desenvolvimento
2.1- A vida de Camões
Luís Vaz de Camões nasceu no ano de 1524, na cidade de Lisboa, e morreu em 1580. Os seus pais eram Simão Vaz de Camões e Ana de Sá e Macedo. Não se sabe muito acerca da vida de Camões, dado o seu escasso historial, sendo a maioria apenas suposições.
1.1-Vida atribulada de Luís Vaz de Camões
Nasceu em 1524, em Lisboa e faleceu a 10 de Junho de 1580, também em Lisboa. Local do Túmulo: Mosteiros do Jerónimos.
Frequentou a Universidade de Coimbra, foi soldado e em alguma ocasião durante uma batalha perdeu o olho direito. Durante os anos de 1550 a 1570, enquanto foi soldado viveu na Índia, em Macau, em Moçambique e na Arábia.
Vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=lGP96sPxhrY
2.1- A vida de Camões
Durante o ano de 1527 estava a ocorrer uma epidemia em Lisboa, e devido ao grau de parentesco que a sua mãe tinha com membros da nobreza, Camões e a sua família acompanharam o rei na sua transferência para Coimbra.
2.1- A vida de Camões
Acredita-se que estudou Literatura e Filosofia na Universidade de Coimbra, onde o seu tio era chanceler.Teve uma educação elaborada onde aprendeu sobre a sociedade do seu século, dominou o latim, a literatura, a história e a geografia.
2.1- A vida de Camões
Logo a seguir dos estudos Camões alistou-se como soldado, em Ceuta. Diz-se que se exilou em África devido a amores frustrados. Permaneceu dois anos em Ceuta, e durante a Batalha Naval do Estreito de Gibraltar perdeu o olho direito.
2.1- A vida de Camões
Em 1550 viajou para a Índia, onde esteve preso e mais tarde libertado.Embarcou na frota de Fernão Álvares Cabral e atracou em Goa, Índia, em 1554. Diz-se que foi por volta desta altura que Luís Vaz de Camões começou a escrever Os Lusíadas. Trabalhou ainda em Macau, e quando estava de regresso a Goa o navio onde este ia, naufragou. Foi com muito custo que Camões tentou proteger o único exemplar da sua grande obra.
2.1- A vida de Camões
É difícil determinar a sua vida no Oriente, aquilo de que se tem mais certeza é devido à sua condição de militar. Camões teve sempre uma vida muito modesta, podendo até ter partilhado casa com amigos.No fim do ano de 1567 foi até Sofala, Moçambique, onde esperaria pela sua embarcação com destino a Portugal.
2.1- A vida de Camões
Já em Portugal continuou e finalizou Os Lusíadas. Após a sua conclusão, mostrou-a ao rei D. Sebastião que muito a apreciou. Este, em 1572, ordenou a sua publicação e ofereceu a Luís Vaz de Camões uma pensão que não o impediu de viver os seus últimos anos de vida com bastantes dificuldades económicas. Faleceu a 10 de junho de 1580, em Lisboa.
2.2- A produção literária de Camões
Camões viveu na fase final do Renascimento europeu, um período marcado por muitas mudanças na cultura e na sociedade, que assinalam o final da Idade Média e o início da Idade Moderna, a transição do feudalismo para o capitalismo. Escreveu centenas de poemas entre sonetos, éclogas, cantigas, redondilhas, sextinas, elegias, epístolas, oitavas, vilancetes, odes e uma narrativa épica.
2.2- A produção literária de Camões
Lírica tradicional (poemas escritos antes do renascimento)
A lírica tradicional está ligada à poesia tradicional como cantigas, vilancetes, odes, etc. É usada a redondilha menor e maior, respectivamente com cinco ou sete sílabas métricas. É o caso de Descalça vai para a fonte e abordagens de amor ligadas à saudade.
2.2- A produção literária de Camões
Lírica renascentista
O estilo renascentista vincula-se a novas formas de composição, como soneto e narrativa épica. Utiliza-se a medida nova (versos decassilábicos distribuídos em dois quartetos e dois tercetos) e o amor é visto, como fazia o poeta Petrarca na Itália, associado a contradições, sendo as mais célebres entre a vida e a morte e a água e o fogo. A Natureza é tratada como um local agradável, e a mulher é vista muitas vezes numa ótica platónica, idealizada e distante, mas não despida de sensualidade.
2.2- A produção literária de Camões
Lírica renascentista
Predomina nos sonetos um sentimento de insatisfação e incompreensão, conhecido como “desconcerto do mundo”. Expressa-se por jogos verbais e conceituais requintados, trocadilhos, metáforas, hipérboles e personificações. Poetas latinos como Virgílio, Ovídio e Horácio são referências, além do já citado Petrarca.
2.2- A produção literária de Camões
Os Lusíadas
Os Lusíadas é a obra de Camões mais apreciada pela crítica, que considera a mesma, uma das obras literárias mais importantes da língua portuguesa. Tal poema é dividido em 10 cantos, com um total de 8816 versos decassilábicos, distribuídos entre 1102 estrofes, compostas por oitavas (com o esquema rimático ABABABCC). Conta a história do povo português pelas aventuras de Vasco da Gama, representante dos heróis lusitanos.
2.2- A produção literária de Camões
Nas obras de Luís Vaz de Camões, é possível apontar as seguintes caracteristicas:
2.2- A produção literária de Camões (continuação)
3- Conclusão
3.1- Referência à sua vasta cultura
Camões deixou um legado poético único de amor à pátria com Os Lusíadas. comemorando-se assim, no dia 10 de junho a sua morte que é atualmente conhecido como Dia de Portugal, de Camões, e das comunidades portuguesas, sendo feriado nacional em Portugal. Camões é visto como um poeta além do seu tempo, devido à sua escrita moderna e épica.
3.1- Referência à sua vasta cultura
O monumento erguido em sua homenagem é composto pela estátua do poeta, com uma coroa de louros na cabeça, empunhando uma espada, a usar uma capa e a segurar alguns livros. Este conjunto de esculturas é uma obra de Victor Bastos que foi executada entre 1860 e 1867, ano em que o monumento foi inaugurado pelo rei D. Luís a 9 de outubro na praça pombalina.
3.1- Única narrativa épica portuguesa
Os Lusíadas é uma obra de poesia épica, sendo a primeira epopeia portuguesa publicada em versão impressa. É também um dos géneros do modo narrativo no qual tem como características principais as suas personagens de caráter heróico, a elevação das ações narradas e a sua forma versificada.
3.1- Única narrativa épica portuguesa
Para além disso, a sua escrita tem regras:
3.2- Resumo
Em resumo:- Luís Vaz de Camões nasceu em 1524, em Lisboa e faleceu a 10 de Junho de 1580, em Lisboa.
- Frequentou a Universidade de Coimbra onde aprendeu muito sobre história, geografia, literatura e latim.
- Entre 1550 e 1570, foi soldado e viveu em Macau, Goa, Moçambique e na Arábia.
- Durante uma batalha perdeu o seu olho direito.
- Depois de todas as sua viagens, regressou a Portugal e finalizou os Lusíadas.
- Mostrou-o ao rei D. Sebastião que o apreciou bastante e mandou publicá- lo.
- Sabe-se que durante a sua vida viveu de uma forma muito modesta e simples e isso não mudou nos seus últimos anos de vida.
3.2- Resumo (continuação)
Esperamos que tenham gostado!
FIM!!!