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Mercantilismo em Portugal

Cristiana Filipa Araújo Coelho (a3907)

Created on November 30, 2022

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Transcript

Mercantilismo em Portugal
Professora Margarida Silva Barroso
História A

D.Luís Carlos Inácio Xavier de Meneses, 3.º Conde da Ericeira

(Reinado de D.Pedro II, 1683 a 1706)

Fig.1 - Conde da Ericeira Fonte - https://geneall.net/pt/titulo/462/condes-da-ericeira/

Foi confontrado com o elevado défice da balança comercial e com a debilidade das estruturas produtivas.

Tomou medidas mercantilistas de modo a diminuir as importações e aumentar a produção nacional.

Implementou várias medidas para dinamizar e economia nacional.

Política mercantilista do Conde de Ericeira

Apoio ás manufaturas

Apoio ao comércio

Medidas protecionistas

Reorganização das antigas manufaturas com regulamentos de produção; Criação de novas manufaturas (sedas, chapeus, lanifícios, vidro, ferro, couros, papel); Concessão de privilégios a particulares de modo a encoraiar a fundação de manufaturas; Algumas manufaturas ostentaram a marca "Fábrica Real", de modo a estimular a produção e a garantir o controlo da qualidade; Contratação de artífices estrangeiros especializados, para introduzirem no reino melhores técnicas de produção.

Criação de companhias comerciais monopolistas, destinadas a controlar o comércio em determinadas regiões e fazer frente à concorrência internacional:Companhia Geral do Comércio do Brasil (1649-1720), criada no reinado de D. João IV;Companhia de Cacheu, Rios e Comércio da Guiné (1675), no reinado de D. Pedro II;Companhia de Comércio do Maranhão (Companhia do Estanco do Maranhão, 1682-1685), no reinado de D. Pedro ll;Companhia de Cabo Verde e Cacheu (1690-1703), no reinado de D. Pedro Il.--

Promulgação das leis pragmáticas que limitavam e proibiam a importação e o uso de bens de luxo como os panos, as baetas, as louças, os vidros, os chapéus, os adereços e o calçado;Publicação de medidas para contrariar o desequilíbrio da balanca comercial;Proibição da exportação de matérias-primas que serviam as manufaturas nacionais.

Fig.2 - Conde da Ericeira Fonte - https://pt.wikipedia.org/wiki/Conde_da_Ericeira

Sebastião José de Carvalho e Melo, Marqês de Pombal

(Reinado de D.José I, 1750 a 1777)

Portugal tinha sofredido o terramoto de Lisboa , em 1755, que distruiu toda a baixa de Lisboa

O marquês de Pombal promoveu o policiamento e limpeza das ruas, o lançamento dos cadáveres ao rio e o abastecimento da cidade. Definiu um novo plano urbanístico, inspirado nas conceções iluministas e nos modelos das cidades europeias. Abriu ruas retilíneas, largas avenidas num traçado ortogonal. Fez do Rossio e da Praca do Comércio os eixos principais da capital. Colocou ao centro da Praça do Comércio a estátua equestre de D. José I, numa evocação do seu poder e autoridade. Coube a Manuel da Maia, Eugénio dos Santos e Carlos Mardel a conceção da Lisboa pombalina. A importância do terramoto foi tal que Lisboa se transformou, por completo, depois deste acontecimento.

Fig.3 - Marquês de Pombal Fonte - https://www.preparaenem.com/historia-do-brasil/marques-de-pombal.htm

Secretário de estado

aumentar a rentabilidade do comércio colonial.

diminuir as importações

aumentar a produção agrícola

desenvolver a proteção manufatureira

Objetivos da política pombalina

retirar o controlo do comércio aos estrangeiros

reduzir a dependência face à Inglaterra

equilibrar a balança comercial e limitar a concorrência estrangeira

Política económica do Marquês de Pombal

Setor comercial

Criação da Junta do Comércio (1755) • regular e fiscalizar as práticas comerciais e impedir o contrabando. Criação de companhias comerciais monopolistas, apoiadas pelo Estado para:

controlar o comércio em determinadas áreas comerciais; articular o comércio da metrópole com as colónias; enfrentar a concorrência estrangeira.

Setor produtivo interno

Fomento das manufaturasdinamização de unidades manufatureiras do reinado anterior, como foi o caso da Real Fábrica das Sedas;criação de novas unidades, com apoio estatal; concessão de privilégios e de subsídios a privados; contratação de mão de obra estrangeira especializada, em diversos ramos manufatureiros; apoio à importação de matérias-primas e de técnicas.

Publicação de medidas ao nível do mercado interno metropolitano:adoção de medidas facilitadoras da circulação no reino, entre as quais se destacam as leis de 1773 e 1774, que estabeleceram a liberdade de circulação para mercadorias, mantimentos, tecidos ou géneros produzidos no reino, e que se constituíram como os primeiros passos da criação do mercado interno unificado.

Reforma das antigas corporações (de raiz medieval) que impediam a renovação dos setores económicos sujeitos aos regulamentos dos ofícios.

Fig.4 - Terramoto de Lisboa Fonte - https://lisboasecreta.co/terramoto-de-1755-em-lisboa/

Fig.5 - Marquês de Pombal Fonte - https://pt.wikipedia.org/wiki/Sebastião_José_de_Carvalho_e_Melo