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«As pequenas memórias» de Saramago

PalmiraPaiva

Created on November 17, 2022

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Transcript

À procura do título e do seu autor

Supera os desafios e descobre quem fala e de quem se fala no excerto que vamos ler e qual o título da obra a que pertence.

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Nasceu em 1922, numa aldeia do Alentejo, chamada Azinhaga.

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Descobre de quem são as memórias que vamos ler

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Nasceu em 1922, numa aldeia do Alentejo, chamada Azinhaga.

Foi operário metalúrgico, funcionário público, jornalista, tradutor e, acima de tudo, escritor.

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Nasceu em 1922, numa aldeia do Alentejo, chamada Azinhaga.

Foi operário metalúrgico, funcionário público, jornalista, tradutor e, acima de tudo, escritor.

Escreveu livros como Memorial do Convento, Ensaio sobre a Cegueira, O conto da ilha desconhecida, etc.

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Pista 05

Nasceu em 1922, numa aldeia do Alentejo, chamada Azinhaga.

Foi operário metalúrgico, funcionário público, jornalista, tradutor e, acima de tudo, escritor.

Escreveu livros como Memorial do Convento, Ensaio sobre a Cegueira, O conto da ilha desconhecida,

Em 2007 foi criada uma fundação com o seu nome que defende a divulgação da literatura e a carta dos Direitos Humanos.

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Descobre de quem são as memórias que vamos ler

Lê as pistas e descobre a resposta.

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Ganhou vários prémios literários e, até agora, foi o único escritor português a vencer o Prémio Nobel da Literatura (em 1998).

Nasceu em 1922, numa aldeia do Alentejo, chamada Azinhaga.

Foi operário metalúrgico, funcionário público, jornalista, tradutor e, acima de tudo, escritor.

Escreveu livros como Memorial do Convento, Ensaio sobre a Cegueira, O conto da ilha desconhecida,

Em 2007 foi criada uma fundação com o seu nome que defende a divulgação da literatura e a carta dos Direitos Humanos.

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Quem é o autor? Escreve o seu nome e apelido

Não esqueças as maiúsculas e acentos.

Descobre o texto

Lê o excerto.

«Um ou outro domingo, pela tarde, as mulheres desciam à Baixa para ver as montras. Geralmente iam por seu pé, alguma vez tomariam o carro elétrico, que era o pior que me podia suceder nessa idade, porque não tardava a enjoar com o cheiro lá de dentro, uma atmosfera requentada, quase fétida1, que me revolvia o estômago e em poucos minutos me punha a vomitar. Neste particular fui uma criança delicada. Com a passagem do tempo esta intolerância olfativa (não sei que outro nome lhe poderei dar) foi diminuindo, mas o certo é que, durante anos, bastava-me entrar num carro elétrico para sentir a cabeça a andar à roda.(...)» 1 - com muito mau cheiro

Arrasta os balões amarelos para cima das palavras com marca de 1.ª pessoa.

soluções

Soluções

Palavras com marca de 1.ª pessoa.

«Um ou outro domingo, pela tarde, as mulheres desciam à Baixa para ver as montras. Geralmente iam por seu pé, alguma vez tomariam o carro elétrico, que era o pior que me podia suceder nessa idade, porque não tardava a enjoar com o cheiro lá de dentro, uma atmosfera requentada, quase fétida1, que me revolvia o estômago e em poucos minutos me punha a vomitar. Neste particular fui uma criança delicada, Com a passagem do tempo esta intolerância olfativa (não sei que outro nome lhe poderei dar) foi diminuindo, mas o certo é que, durante anos, bastava-me entrar num carro elétrico para sentir a cabeça a andar à roda.(...)»

Descobre o texto

Se necessário, relê o excerto.

O narrador deste texto fala de um passado

«Um ou outro domingo, pela tarde, as mulheres desciam à Baixa para ver as montras. Geralmente iam por seu pé, alguma vez tomariam o carro elétrico, que era o pior que me podia suceder nessa idade, porque não tardava a enjoar com o cheiro lá de dentro, uma atmosfera requentada, quase fétida1, que me revolvia o estômago e em poucos minutos me punha a vomitar. Neste particular fui uma criança delicada, Com a passagem do tempo esta intolerância olfativa (não sei que outro nome lhe poderei dar) foi diminuindo, mas o certo é que, durante anos, bastava-me entrar num carro elétrico para sentir a cabeça a andar à roda.(...)»

inventado.
distante.
recente.

Descobre o texto

Se necessário, relê o excerto.

O narrador narra enquanto

«Um ou outro domingo, pela tarde, as mulheres desciam à Baixa para ver as montras. Geralmente iam por seu pé, alguma vez tomariam o carro elétrico, que era o pior que me podia suceder nessa idade, porque não tardava a enjoar com o cheiro lá de dentro, uma atmosfera requentada, quase fétida1, que me revolvia o estômago e em poucos minutos me punha a vomitar. Neste particular fui uma criança delicada, Com a passagem do tempo esta intolerância olfativa (não sei que outro nome lhe poderei dar) foi diminuindo, mas o certo é que, durante anos, bastava-me entrar num carro elétrico para sentir a cabeça a andar à roda.(...)»

adulto.
pai.
criança.

Descobre o texto

Se necessário, relê o excerto.

Neste excerto, o maior destaque do narrador é dado a uma memória relacionada com

«Um ou outro domingo, pela tarde, as mulheres desciam à Baixa para ver as montras. Geralmente iam por seu pé, alguma vez tomariam o carro elétrico, que era o pior que me podia suceder nessa idade, porque não tardava a enjoar com o cheiro lá de dentro, uma atmosfera requentada, quase fétida1, que me revolvia o estômago e em poucos minutos me punha a vomitar. Neste particular fui uma criança delicada, Com a passagem do tempo esta intolerância olfativa (não sei que outro nome lhe poderei dar) foi diminuindo, mas o certo é que, durante anos, bastava-me entrar num carro elétrico para sentir a cabeça a andar à roda.(...)»

pessoas.
lugares.
cheiros.

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Correto!

Continuar

Descobre o texto

Lê, agora, a continuação do texto.

A expressão «os tesouros de Ali Babá» é uma metáfora para referir que as montras exibiam

«(...) Fosse qual fosse o motivo, pena de mim ou vontade de alegrar as pernas, naquele domingo descemos a pé desde a Rua Fernão Lopes minha mãe, a Conceição, creio que também Emília, e eu, pela Avenida Fontes Pereira de Melo, logo a Avenida da Liberdade, e finalmente subimos ao Chiado que era onde se mostravam os tesouros de Ali Babá. Não me lembro das montras, nem é para falar delas que estou aqui, assuntos mais sérios me ocupam neste momento. (...)»

objetos que se vendiam em segunda mão, mas que o narrador desejava.
fantasias com função unicamente decorativa.
objetos valiosos e inacessíveis para elas.

Descobre o texto

Se necessário, relê, o excerto

Ver as montras era algo com impacto no narrador e que lhe ficou claramente gravado na memória.

«(...) Fosse qual fosse o motivo, pena de mim ou vontade de alegrar as pernas, naquele domingo descemos a pé desde a Rua Fernão Lopes minha mãe, a Conceição, creio que também Emília, e eu, pela Avenida Fontes Pereira de Melo, logo a Avenida da Liberdade, e finalmente subimos ao Chiado que era onde se mostravam os tesouros de Ali Babá. Não me lembro das montras, nem é para falar delas que estou aqui, assuntos mais sérios me ocupam neste momento. (...)»

VERDADEIRO
FALSO

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Correto!

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Achas que já consegues descobrir o título do livro onde se integram os excertos que acabaste de ler?

Arrasta a lupa para veres as 5 opções e escolheres o título correto.

O conto da ilha desconhecida

As pequenas memórias

Levantado do chão

A maior flor do mundo

Ensaio sobre a cegueira

Parabéns!

«(...) Não me lembro das montras, nem é para falar delas que estou aqui, assuntos mais sérios me ocupam neste momento. (...)»

Que assunto mais sério será esse que marcou José Saramago nas suas memórias de infância? Clica na imagem para ouvires a continuação do texto e reflete sobre a mensagem que José Saramago nos passa.

Continuação do texto aqui.