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Sermão de Santo António aos Peixes

Inês Pinto

Created on October 26, 2022

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Transcript

Sermão de Santo António aos peixes

Indíce

1. Contextualização histórico literária

8. Quatro-olhos

2. Padre António Vieira

9. Recursos expressivos

3. Capítulo III

10. Refugiado

4. Peixes

11. ACNUR

5. Peixe de Tobias

12. Padre António Vieira e os refugiados

6. Rémora

13. Webgrafia

7. Torpedo

14. Fim

Contextualização histórico literária

O Barroco

Este tempo foi marcado por um sentimento de decadência motivado pela perda da grandeza política e económica alcançada em anos anteriores. O desastre de Alcácer Quibir e a consequente perda da independência nacional ajudam a explicar o clima de desânimo que invade a cultura portuguesa da época. Com o movimento da Restauração, a antiga esperança carismática é projetada na figura de D. João IV. Acabam por surgir textos que concretizam de forma exemplar o modelo do louvor barroco - hiperbólico, engenhoso, excessivo, lúdico e a sobrevalorização do ornato estilístico.

As escolas dirigidas pela Companhia de Jesus fazem parte das instituições culturais que mais profundamente determinaram a identidade do ambiente cultural desta época. O sistema de ensino aplicado nestas escolas treinava os educandos em técnicas de argumentação e de domínio da palavra - a retórica. Forma Literatura de dimensão pragmática, com o objetivo de denunciar e corrigir, e como instrumento de divulgação de ideais religiosos.

A Oratória

O Sermão

  • Objetivos: docere, delectare e movere (ensinar, deleitar e convencer);
  • Arte de falar em público;
  • Com a intenção de instruir, mas também encantar e sensibilizar, persuadindo o público/auditório a adotar determinados comportamentos.

O Sermão era uma forma literária que tinha uma força enorme. Os oradores concentravam em si todas as atenções. A eles cabia a tarefa de educar e seduzir as almas. Um destes "príncipes da palavra” era o Padre António Vieira.

Vieira é muito popular e os seus Sermões são referência para o público e para outros oradores;

Defende os cristãos-novos perseguidos pela Inquisição;

Padre António Vieira, o homem e a sua palavra

A defesa dos cristãos-novos é feita numa atitude humanitária, patriótica e solidária pela Companhia de Jesus. Contudo, associada também estava uma finalidade económica, na medida em que os recursos dos cristãos-novos apoiavam Portugal nesta fase de crise a nível económico, político e social.

Utiliza a palavra falada ou escrita como instrumento de ação;

A sua obra emerge de realidades fortemente vividas;

Padre António Vieira, o observador crítico

  • Através de Vieira é possível desenhar os factos políticos, diplomáticos e governativos;
  • Vieira lança o seu olhar crítico e emite pareceres, propõe medidas, dá conselhos e relata a sua própria ação no plano político;
  • Padre António Vieira denuncia as atrocidades cometidas contra os índios, incluindo aqueles que tinham sido mortos no processo de colonização;
  • Para além de defender os indígenas, pretendia a abolição das leis que os tornavam cativos.

Padre António Vieira- Biografia

Publicação do 1° volume de Sermões, em 1679;

Fez os seus estudos na Baía;

Continuação da biografia

Regressou a Portugal, em 1641;

Pertence à Companhia de Jesus;

É julgado, encarcerado e castigado, pelo Tribunal da Inquisição, entre 1665 e 1669;

Morte, no Brasil, em 1697.

Sermão de Padre António Vieira

  • Discurso religioso, com caráter persuadível, que representa uma alegoria moral e política;
  • Vieira utiliza o esquema alegórico como meio de satirizar e caricaturar o poder dos brancos maranhenses: constrói como auditório fictício os peixes, para dirigir, indiretamente, uma forte crítica social aos colonos, condenando o seu comportamento, com o objetivo de o alterar. Vieira pretendia seduzir e persuadir o auditório, servindo-se de um discurso alegórico, mas claro e objetivo, de modo a que fosse entendido e motivasse a emenda dos homens. A sua preocupação é os comportamentos errados dos homens e por isso atribui qualidades aos peixes que não encontra no ser humano.

Capítulo III

Peixes presentes no capítulo III

Peixe de Tobias

  • Tobias caminhava acompanhado pelo Anjo São Rafael (“Ia Tobias caminhando com o Anjo S. Rafael”) até ser atacado por um peixe (“um grande peixe com a boca aberta em ação de que o queria tragar”);
  • Após o ataque do peixe a Tobias, o Anjo São Rafael acalma-o e aconselha-o, acabando por retirar as entranhas do peixe, que revelaram possuir poderes divinos e curativos (“Fê-lo assim Tobias, e perguntando que virtude tinham as entranhas daquele peixe que lhe mandara guardar, respondeu o anjo que o fel era bom para sarar a cegueira, e o coração para lançar fora os demónios.”);
  • As entranhas deste peixe, representam a solução para os demónios e a cegueira, isto é, os pecados e a ignorância dos homens. Assim sendo, o ataque deste peixe revelou ser sagrado, pois o peixe era de bom coração, “um retrato marítimo de Santo António”. O fel do peixe curava a cegueira e o seu coração expulsava os demónios (“o fel era bom para sarar a cegueira, e o coração para lançar fora os demónios”).

Analogia com Santo António

  • O peixe representa o poder purificador da palavra e efeito de consciencialização nos ouvintes. Tal como o fel do peixe cura a cegueira do homem, a palavra de Santo António acorda o homem da sua vaidade;
  • O coração do peixe tem a capacidade de afugentar os demónios bem como a palavra de Santo António livra os ouvintes dos seus defeitos e da sua maldade. (“Pois a quem vos quer tirar as cegueiras, a quem vos quer livrar dos demónios, perseguis vós?! Só uma diferença havia entre Santo António e aquele peixe: que o peixe abriu a boca contra quem se lavava, e Santo António abria a sua contra os que não queriam lavar.”).

Os homens não querem “ver” a mensagem de Cristo (cegueira) e não “expulsam” de si o pecado (“Abria Santo António a boca contra os hereges, e enviava-se a eles, levado do fervor e zelo da fé e glória divina. E eles que faziam? Gritavam como Tobias e assombravam-se com aquele homem e cuidavam que os queria comer.”).

Crítica aos homens

Rémora

  • No segundo parágrafo, foi apresentado um novo peixe, a Rémora;
  • A Rémora é pequena no corpo mas grande na força e no poder, permitindo guiar um bom caminho (“daquele peixezinho tão pequeno no corpo e tão grande na força e no poder”);
  • De facto, estamos na presença de um peixe de pequenas dimensões que possui uma barbatana dorsal transformada em ventosa. Segundo as obras da antiguidade, este animal teria a propriedade de fazer parar uma nau se pegasse no seu leme (“se se pega ao leme de uma nau da Índia, apesar das velas e dos ventos, e de seu próprio peso e grandeza, a prende e amarra mais que as mesmas âncoras sem se poder mover”);
  • A Terra precisa de uma Rémora, pois assim não haveria tantos naufrágios, isto é, se todos os homens tivessem um coração puro haveria menos corrupção, infortúnios e injustiça (“Oh se houvera uma rémora na terra, que tivesse tanta força como a do mar, que menos perigos haveria na vida, e que menos naufrágios no mundo!”).

Analogia com Santo António

A língua de Santo António era uma Rémora na Terra porque tinha força para dominar as paixões humanas: a soberba, a vingança, a cobiça e a sensualidade (“Se alguma rémora houve na terra, foi a língua de Santo António”; “Nau Soberba, Nau Vingança, Nau Cobiça, Nau Sensualidade”).

Crítica aos Homens

Os homens perdem- se num “mar” de tentação e pecado e deixam-se levar pelas paixões humanas, pela soberba e pela cobiça, porque não seguem o caminho da virtude (“Nau Soberba, Nau Vingança, Nau Cobiça, Nau Sensualidade”).

Torpedo

  • No terceiro parágrafo, é apresentado um novo peixe, o Torpedo. Este é um peixe pequeno, que usa uma descarga elétrica como mecanismo de defesa contra os pescadores (“Está o pescador com a cana na mão, o anzol no fundo e a bóia sobre a água, e em lhe picando na isca o torpedo, começa a lhe tremer o braço.”);
  • O Padre António Vieira considerava que se os homens possuíssem as virtudes do peixe Torpedo, seriam menos manipulados pelos “pescadores do nosso elemento” : os tribunais, os nobres, os reis, os comerciantes, etc.

Analogia com Santo António

Crítica aos Homens

Tal como o Torpedo faz tremer os pescadores, Santo António também faz tremer os corruptos/malfeitores, com a sua palavra (“Vinte e dois pescadores destes se acharam acaso um sermão de Santo António, e as palavras do Santo os fizeram tremer a todos”).

Os pescadores representam aqueles que se aproveitam do poder para satisfazer a sua ganância. Os homens deviam recear o pecado (“tremer”) para o evitar e para encontrar o caminho para a Salvação.

Quatro-Olhos

  • Por último, é apresentado um novo peixe, o Quatro-Olhos;
  • Este peixe possui dois pares de olhos (“os Portugueses lhe chamavam quatro-olhos, quis averiguar ocularmente a razão deste nome, e achei que verdadeiramente têm quatro olhos”), estando sempre alerta para o que está acima e abaixo dele (“os da parte superior olham direitamente para cima, e os da parte inferior direitamente para baixo.”), não reparando no que está à sua frente (não repara na vaidade dos homens). David, líder dos judeus, desejava poder ser como esta criatura para poder ignorar as vaidades dos homens e poder olhar diretamente para o Céu e para o Inferno (“Ele queria voltados os seus olhos, de modo que não vissem a vaidade”; “havia-lhos de voltar Deus de modo que só vissem e olhassem para o outro mundo em ambos os seus hemisférios; ou para cima, olhando direitamente para o Céu, ou para baixo, olhando direitamente para o Inferno.”).

Analogia com Santo António

Crítica aos Homens

O Padre António Vieira afirma que o peixe deve ter aprendido a pregar com Santo António, na medida em que ensina aos homens que devem pensar apenas no Céu e no Inferno (“Quero acabar este discurso dos louvores e virtudes dos peixes com um, que não sei se foi ouvinte de Santo António e aprendeu dele a pregar.”; “e esta a doutrina que me pregou aquele peixezinho tão pequeno”).

Os homens vivem em cegueira e não "olham" para baixo, para o que fazem na Terra, nem para cima, para o Céu e para a Salvação.

Recursos expressivos

Recurso a uma identidade superior

Gradação crescente

Gradação decrescente

"Está o pescador com a cana na mão, o anzol no fundo (…) picando na isca a Torpedo”. Neste recurso, verifica-se uma gradação decrescente do pescador para o peixe.

“passa a virtude do peixezinho, da boca ao anzol, do anzol à linha, da linha à cana e da cana ao braço do pescador.” O objetivo deste recurso é intensificação para mais.

“O Apóstolo Santiago”; “as palavras do Santo”; “David”. Este recurso tem como objetivo dar credibilidade ao discurso do Padre António Vieira.

Interrogação retórica: “quem haverá que não louve e admire muito a virtude tão celebrada da rémora?”; “Um peixe de tão bom coração e de tão proveitoso fel, quem o não louvará muito?”; “Pode haver maior, mais breve e mais admirável efeito?”. Este recurso não tem como objetivo obter uma resposta, mas sim estimular a reflexão dos indivíduos sobre um respetivo assunto. Apóstrofe: Na frase “Abri, abri estas entranhas; vede, vede este coração” é feita um apóstrofe aos “moradores do Maranhão”, ou seja, um apelo a que vejam as entranhas dele mesmo, Padre Vieira, e o seu coração virtuoso, porque curam a cegueira do pecado. “...olhai, peixes, …"; “Esta língua, peixes, do vosso pregador”. A apóstrofe “peixes” refere diretamente os destinatários da mensagem do pregador, aproximando os dois polos da comunicação: emissor e recetor. Antítese: “mar/terra”, “Céu/Inferno; “para cima/para baixo”. O significado contraditório das expressões, destaca a mensagem que o Padre António Vieira tenta passar, a constante atenção ao céu e ao inferno (a agir pelo bem, e a pensar na existência do mal).

Interjeição: A interjeição “Oh” presente na frase “Oh se houvera uma rémora na terra, que tivesse tanta força como a do mar, que menos perigos haveria na vida, e que menos naufrágios no mundo!”, introduz um desejo de orador de que houvesse uma Rémora na Terra, com tanta força como a do mar, que diminuiria o número de calamidades (“perigos na vida” e “naufrágios no mundo”), que se abatem sobre os homens. “Oh quão altas e incompreensíveis são as razões de Deus, e quão profundo o abismo de seus juízos!”. Deus é inexplicável, estamos sempre aquém dos seus desejos, mas que existe um sentido na sua vontade, isso sim é uma verdade absoluta em que o Padre António Vieira acredita piamente, evidenciando isso nesta frase, mostrando o seu espanto na interjeição “Oh”. “Ah moradores do Maranhão”. A interjeição “Ah” pretende captar a atenção dos ouvintes, os moradores do Maranhão.

Comparação: “...unidos como os dois vidros de um relógio de areia”. O peixe, com dois pares de olhos, unidos como os dois vidros de um relógio de areia, tem uma boa e diferenciada visão. “... parecia um retrato marítimo de Santo António”. O peixe de Tobias é comparado com Santo António, porque o seu fel e o seu coração eram como a palavra de Deus. “Neste leme, porém, tão desobediente e rebelde, mostrou a língua de António quanta força tinha, como rémora …". Neste recurso expressivo é comparada a língua de Santo António com a Rémora, pois a língua de Santo António, com o seu poder persuasivo, é capaz de travar as paixões humanas, orientando, segundo a razão, as ações dos homens.

Metáfora: “Pois a quem vos quer tirar as cegueiras, a quem vos quer livrar dos Demónios, perseguis vós?!”. Esta metáfora acentua a ideia de que os homens vivem cegos, isto é, em pecado, e atacam quem quer curar a sua cegueira, ou seja, recolocá-los no caminho do bem, e exprime a indignação do orador com os seus ouvintes por causa da hostilidade que demonstram relativamente a quem só quer o seu bem. “águias que são os linces do ar”. Esta metáfora salienta a visão excecional das águias e a sua rapidez. “Nau Soberba, Nau Vingança, Nau Cobiça, Nau Sensualidade”. Esta metáfora serve para criticar os pecados capitais.

Anáfora: “Quantos, correndo... Quantos, embarcados...”; “...as palavras do Santo os fizeram tremer a todos de sorte que todos, tremendo, se lançaram a seus pés, todos, tremendo, confessaram seus furtos, todos, tremendo, restituíram o que podiam... todos enfim mudaram de vida e de ofício, e se emendaram"; "Abri, abri estas entranhas; vede, vede este coração.”. As anáforas pretendem realçar a mensagem do Padre para levar os ouvintes a ouvir com atenção, construindo uma enumeração com a repetição dos pronomes indefinidos (“quantos”; “todos”) e dos verbos (“abri”; “vede”).

REFUGIADO

Refugiado é toda a pessoa que, em razão de perseguições devido à sua raça, religião, nacionalidade, associação a determinado grupo social, opinião política, sexualidade ou identidade de género, encontra-se fora do seu país de origem e que, por causa destes mesmos fatores, não pode ou não quer regressar ao mesmo, devido à grave e generalizada violação de direitos humanos, sendo obrigado a deixar o seu país de nacionalidade para encontrar refúgio em outros países.

ACNUR

A agência da ONU que apoia os refugiados é a Agência das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), consolidada depois da Segunda Guerra Mundial com o objetivo de ajudar os europeus deslocados.

Info

Padre António Vieira e os refugiados

O Padre Vieira defendeu incansavelmente os direitos dos povos indígenas combatendo a sua exploração e escravização e fazendo a sua evangelização. Era por eles chamado "Paiaçu" (Grande Padre/Pai, em tupi). António Vieira defendeu os judeus, a abolição da distinção entre cristãos-novos (judeus convertidos, perseguidos à época pela Inquisição) e cristãos-velhos (aqueles cujas famílias eram católicas há gerações), e a abolição da escravatura. Criticou ainda severamente os sacerdotes da sua época e a própria Inquisição.

Devido às suas crenças, o Padre foi expulso do Brasil. Retornou a Portugal, onde foi perseguido e processado pela Inquisição; após o perdão, foi para Roma, onde pregou durante alguns anos. Em 1861, Padre António Vieira retornou ao Brasil, pois não podia regressar a Portugal, devido à Inquisição, assemelhando-se à situação dos refugiados, porque tal como eles, o Padre foi expulso do seu país de origem, por causa das suas crenças, tal como muitos refugiados são obrigados a sair das sua terras, devido á sua religião.

Quiz

Começar

Questão 01

O Padre António Vieira defendia os índios do Brasil escravizados pelos colonos.

Verdadeiro

Falso

Questão 02

Onde é que o Padre Vieira fez os seus estudos?

Lisboa

Baía

Porto

Questão 03

Que efeitos tinham as entranhas do peixe de Tobias?

Poderes divinos e curativos

Poderes demoníacos e maléficos

Questão 04

Qual é a crítica feita aos homens através do peixe de Tobias?

Os homens perdem-se num “mar” de tentação e pecado e deixam-se levar pelas paixões humanas

Os homens deviam recear o pecado (“tremer”) para o evitar e para encontrar o caminho para a Salvação

Os homens não querem “ver” a mensagem de Cristo (cegueira) e não “expulsam” de si o pecado

Questão 05

Qual é o processo retórico presente no excerto “Oh se houvera uma rémora na terra, que tivesse tanta força como a do mar"?

Metáfora

Interjeição

Antítese

Questão 06

Qual é a particularidade do peixe Torpedo?

É pequeno no corpo, mas grande na força e no poder

Usa uma descarga elétrica como mecanismo de defesa contra os pescadores

Possui dois pares de olhos

Questão 07

Qual é o último peixe a ser apresentado?

Quatro-olhos

Torpedo

Rémora

Questão 08

Em quais das opções está presente uma gradação crescente?

"Está o pescador com a cana na mão, o anzol no fundo (…) picando na isca a Torpedo”

“Abri, abri estas entranhas; vede, vede este coração”

“passa a virtude do peixezinho, da boca ao anzol, do anzol à linha, da linha à cana e da cana ao braço do pescador.”

Questão 09

Qual é o objetivo do recurso a uma identidade superior?

Dar credibilidade ao discurso

Aproximar os dois polos da comunicação: emissor e recetor

Intensificar para mais

Bom trabalho!

Webgrafia

  • https://pt.slideshare.net/AlexandraMadail/cap-iiipav-sermao
  • https://portugues-fcr.blogspot.com/2019/10/analise-do-capitulo-iii-de-sermao-de.html
  • https://www.studocu.com/pt/document/ensino-secundario-portugal/portugues/5-cap-resumo-do-capitulo-iii-do-sermao-de-santo-antonio-aos-peixes/9691594
  • https://ciberjornal.files.wordpress.com/2015/05/resumo-do-sermao-de-santo-antonio-aos-peixes.pdf
  • https://pt.scribd.com/presentation/459998556/Contextualizacao-historico-literaria-Sermao-de-Santo-Antonio-aos-Peixes-1-ppt
  • https://unric.org/pt/refugiados/

Obrigado pela vossa atenção!!

Ano letivo 2022/2023 Escola Secundária Camilo Castelo Branco Professora Laurinda Fernandes Turma 11ºE, Grupo 2