CAPÍTULO 2
CONCEITOS BÁSICOS: RELAÇÃO SOCIAL, ESTRUTURA E
PARADIGMAS DE RELACIONAMENTO,
SOCIALIZAÇÃO E FORMAÇÃO
DA CULTURA.
José WilliamCarleane Emilly Larícia Laysa
DISCIPLINA: Sociologia das organizações
Professor: Kleber Ivo
Roteiro;
1. Introdução;
2. Relação Social;
3. Socialização e Formação de Cultura;
4. A cultura das sociedades influência a cultura das organizações;
5. Estrutura e Paradigmas de Relacionamento;
6. Conclusão;
Introdução;
Introdução;
Os campeões da nova gestão pública têm desafiado o paradigma tradicional
da administração pública, que regulou nosso pensamento e deliberações (se
não nossa prática) por mais de um século. O argumento deles é bastante
simples: o método tradicional de organização do poder executivo é muito
lento, burocrático, ineficiente, pouco responsivo, improdutivo. Ele não nos
dá os resultados que esperamos de um governo. E atualmente, cidadãos
esperam que um governo produza resultados. Eles não toleram mais a ineficiência ou a ineficácia. Portanto, precisamos de uma nova forma de trabalhar,
um novo paradigma de gestão governamental. (BEHN, 1998, p. 5)
Relações sociais;
A relação social diz respeito à conduta de múltiplos agentes que se orientam reciprocamente em conformidade com um conteúdo específico do próprio
sentido das suas ações. Na ação social a conduta do agente está orientada
significativamente pela conduta de outro ou outros, ao passo que na relação
social a conduta de cada qual entre múltiplos agentes envolvidos (que tanto
podem ser apenas dois e em presença direta quanto um grande número e
sem contato direto entre si no momento da ação) orienta-se por um conteú-
do de sentido reciprocamente compartilhado. (CONH, 1997, p. 30)
Processos sociais;
Por meio dos processos sociais, a personalidade do indivíduo se desenvolve e interage com a sociedade e com o estabelecimento do inter-relacionamento entre os dois. São identificadas diferentes formas do processo social, de acordo com Marconi e Lakatos (1990): • Contato social – aspecto fundamental do qual dependem as relações
sociais. • Interação social – reciprocidade das ações sociais. • Comunicação – interação fundamental para a cultura. • Cooperação – requisito indispensável para a manutenção e continuidade dos grupos e sociedade. • Competição e conflito – alteram as relações entre os indivíduos e
grupos. • Adaptação, acomodação e assimilação – fatores associativos que
proporcionam a integração sociocultural entre indivíduos e grupos.
No contexto atual da sociedade brasileira é possível observar e analisar
mudanças e conflitos nas relações sociais e nos processos sociais que influenciam a mudança da conduta das pessoas e das organizações, sejam
públicas, privadas ou não governamentais;
Organização Pública - Com o aumento populacional e a neces
sidade da organização dos núcleos urbanos surgem as primeiras
organizações governamentais. No ano de 1800 a.C., no império
de Hamurábi, ocorreu a separação da contabilidade do palácio e
do Estado. Busca o bem comum como valor essencial. Exemplo
de organização pública: Ministério do Desenvolvimento Social e
Combate à Fome.
Organização Não Governamental - Organizações sociais reunidas
no grupo denominado Terceiro Setor. Tem como objetivo realizar
interesses privados, de conteúdo não econômico, ou interesses
comuns a certos setores da população que não encontram respostas
no setor público. Exemplo de organização não governamental:
Organização Não Governamental Transparência Brasil. Fonte: Dias
(2008, p. 18 e 31).
Organização Privada - A empresa surgiu no contexto da Revolução
Industrial, no século XVIII na Inglaterra e XIX no restante da Europa
e Estados Unidos, era reconhecida como empresa exclusivamente
as fábricas. A empresa pertencia a uma pessoa ou pequeno grupo
que possuíam o capital e as máquinas e produziam mercadorias
para a comercialização em um mercado amplo e abstrato. Busca o interesse privado na expressão econômica. Exemplo de organiza-
ção privada: Natura Cosméticos.
Socialização e Formação de Cultura;
A socialização do indivíduo é construída durante a sua vida, influenciada pelo processo de aprendizagem nas interações sociais que os indivíduos participam em todas as esferas da sociedade (família, escola, trabalho, etc.). O aprendizado acumulado pelo indivíduo nesse processo integra a sua personalidade e influenciará o seu modo de analisar e de ver as situações na sociedade em que vive; consequentemente, isso definirá os seus objetivos pessoais e profissionais.
O aprendizado dos modos comuns e aprendidos da vida, transmitidos pelos indivíduos e grupos, em sociedade, é conhecido como cultura na visão dos antropólogos.
Para alguns pesquisadores, a cultura é o comportamento aprendido, para outros é ideias, objetos materiais, imateriais, enfim, na literatura são encontradas mais de 160 definições diferentes para cultura, o que demonstra a complexidade para delimitar tal conceito (LAKATOS, 1990).
Socialização e Formação de Cultura;
É possível diferenciar os conceitos de comportamento e de cultura: Comportamento: quando coisas e acontecimentos dependentes de simbolização são considerados e interpretados face à sua relação com organismos humanos, isto é, em um contexto somático, relativo ao organismo humano Cultura: quando coisas e acontecimentos dependentes da simbolização são considerados e interpretados num contexto extra-somático, isto é, face à relação que têm entre si, ao invés de com os organismos humanos, é independente do organismo humano.
A proposta da diferenciação de White (1959 apud MARCONI; LAKATOS, 1990, p. 129)
[...] determina que o comportamento pertence ao campo da Psicologia; e a cultura, ao campo da Antropologia.
Socialização e Formação de Cultura;
A cultura pode ser analisada simultaneamente sob vários enfoques, dentre os quais:
Ideias – conhecimento e filosofia.
Crenças – religião e superstição.
Valores – ideologia e moral.
Normas – costumes e leis.
Atitudes – preconceitos e respeito ao próximo.
A cultura das sociedades influência a cultura das organizações;
Segundo Bernardes e Marcondes (2001), as organizações estão imersas
na cultura das sociedades e quando o administrador não compreende
essa situação, ele acaba se culpando pelo fracasso de um empreendimento, no caso de uma empresa privada; ou de um programa, projeto
ou política, no caso da administração pública.
Sobre as tipologias para a análise do processo de socialização organizacional, os autores Chao et al. (1994 apud CARVALHO; BORGES; VIKAN) apresentam uma escala que defende a importância de o gestor considerar em suas análises seis domínios de conteúdo da socialização organizacional, que abrangem:
(1) Proficiência de desempenho – avalia a extensão na qual os indivíduos
dominam suas tarefas;
(2) Pessoas – envolve a satisfação nas relações com membros da organização;
(3) Políticas – abrange o sucesso de um indivíduo em obter informações com
respeito às relações de trabalho formais e informais e às estruturas de poder
dentro da organização;
(4) História – diz respeito ao conhecimento das tradições, costumes, mitos
e rituais que compõem a cultura da organização;
(5) Linguagem – aborda o conhecimento do indivíduo sobre a linguagem
técnica profissional, bem como a familiaridade com a linguagem informal da
organização;
(6) Objetivos e valores organizacionais – compreende a interiorização das
regras ou princípios que mantêm a integridade da organização.
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A cultura das sociedades influência a cultura das organizações;
As principais conclusões dos autores Chao et al. (1994 apud CARVALHO
BORGES; VIKAN, 2012) foram as de que geralmente as pessoas bem
socializadas em seus papéis organizacionais têm maiores rendimentos
pessoais, são mais satisfeitas, mais envolvidas com suas carreiras, mais
adaptáveis e têm um melhor senso de identidade pessoal do que as pessoas que são menos socializadas, ou que não integraram um processo de
integração para as atitudes, os valores e os comportamentos da cultura
organizacional.
As principais conclusões dos autores Chao et al. (1994 apud CARVALHO
BORGES; VIKAN, 2012) foram as de que geralmente as pessoas bem
socializadas em seus papéis organizacionais têm maiores rendimentos
pessoais, são mais satisfeitas, mais envolvidas com suas carreiras, mais
adaptáveis e têm um melhor senso de identidade pessoal do que as pessoas que são menos socializadas, ou que não integraram um processo de
integração para as atitudes, os valores e os comportamentos da cultura
organizacional.
Estrutura e Paradigmas de Relacionamento;
De acordo com Maximiano (2002), os paradigmas são modelos ou padrões, que servem como marcos de referência explicando e ajudando as
pessoas a lidar com diferentes situações. Sobre os paradigmas, conforme Maximiano (2002), Robbins (2000) e
Chiavenato (2004), é certo dizer que: • são comuns e dirigem o comportamento das pessoas; • são úteis porque definem o que é importante para as pessoas; • podem se tornar doenças terminais que limitam as pessoas; • podem mudar paradigmas e incorporar novos. Como as pessoas, as organizações também desenvolvem e estabelecem paradigmas organizacionais que definirão sua identidade, guiarão o desenvolvimento de suas estratégias e estabelecerão a sua cultura organizacional.
Conclusão;
Concluímos que os paradigmas dirigem o comportamento das pessoas e das organizações; que para gerenciar as mudanças, as organizações necessitam conhecer e analisar o ambiente interno e externo no qual estão inseridas. Estudamos que o desenvolvimento da estratégia empresarial de
sucesso está diretamente relacionado ao posicionamento ético das organizações, considerando o papel social que elas exercem além da perspectiva econômica.
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CAPÍTULO 2
CONCEITOS BÁSICOS: RELAÇÃO SOCIAL, ESTRUTURA E PARADIGMAS DE RELACIONAMENTO, SOCIALIZAÇÃO E FORMAÇÃO DA CULTURA.
José WilliamCarleane Emilly Larícia Laysa
DISCIPLINA: Sociologia das organizações
Professor: Kleber Ivo
Roteiro;
1. Introdução;
2. Relação Social;
3. Socialização e Formação de Cultura;
4. A cultura das sociedades influência a cultura das organizações;
5. Estrutura e Paradigmas de Relacionamento;
6. Conclusão;
Introdução;
Introdução;
Os campeões da nova gestão pública têm desafiado o paradigma tradicional da administração pública, que regulou nosso pensamento e deliberações (se não nossa prática) por mais de um século. O argumento deles é bastante simples: o método tradicional de organização do poder executivo é muito lento, burocrático, ineficiente, pouco responsivo, improdutivo. Ele não nos dá os resultados que esperamos de um governo. E atualmente, cidadãos esperam que um governo produza resultados. Eles não toleram mais a ineficiência ou a ineficácia. Portanto, precisamos de uma nova forma de trabalhar, um novo paradigma de gestão governamental. (BEHN, 1998, p. 5)
Relações sociais;
A relação social diz respeito à conduta de múltiplos agentes que se orientam reciprocamente em conformidade com um conteúdo específico do próprio sentido das suas ações. Na ação social a conduta do agente está orientada significativamente pela conduta de outro ou outros, ao passo que na relação social a conduta de cada qual entre múltiplos agentes envolvidos (que tanto podem ser apenas dois e em presença direta quanto um grande número e sem contato direto entre si no momento da ação) orienta-se por um conteú- do de sentido reciprocamente compartilhado. (CONH, 1997, p. 30)
Processos sociais;
Por meio dos processos sociais, a personalidade do indivíduo se desenvolve e interage com a sociedade e com o estabelecimento do inter-relacionamento entre os dois. São identificadas diferentes formas do processo social, de acordo com Marconi e Lakatos (1990): • Contato social – aspecto fundamental do qual dependem as relações sociais. • Interação social – reciprocidade das ações sociais. • Comunicação – interação fundamental para a cultura. • Cooperação – requisito indispensável para a manutenção e continuidade dos grupos e sociedade. • Competição e conflito – alteram as relações entre os indivíduos e grupos. • Adaptação, acomodação e assimilação – fatores associativos que proporcionam a integração sociocultural entre indivíduos e grupos.
No contexto atual da sociedade brasileira é possível observar e analisar mudanças e conflitos nas relações sociais e nos processos sociais que influenciam a mudança da conduta das pessoas e das organizações, sejam públicas, privadas ou não governamentais;
Organização Pública - Com o aumento populacional e a neces sidade da organização dos núcleos urbanos surgem as primeiras organizações governamentais. No ano de 1800 a.C., no império de Hamurábi, ocorreu a separação da contabilidade do palácio e do Estado. Busca o bem comum como valor essencial. Exemplo de organização pública: Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome.
Organização Não Governamental - Organizações sociais reunidas no grupo denominado Terceiro Setor. Tem como objetivo realizar interesses privados, de conteúdo não econômico, ou interesses comuns a certos setores da população que não encontram respostas no setor público. Exemplo de organização não governamental: Organização Não Governamental Transparência Brasil. Fonte: Dias (2008, p. 18 e 31).
Organização Privada - A empresa surgiu no contexto da Revolução Industrial, no século XVIII na Inglaterra e XIX no restante da Europa e Estados Unidos, era reconhecida como empresa exclusivamente as fábricas. A empresa pertencia a uma pessoa ou pequeno grupo que possuíam o capital e as máquinas e produziam mercadorias para a comercialização em um mercado amplo e abstrato. Busca o interesse privado na expressão econômica. Exemplo de organiza- ção privada: Natura Cosméticos.
Socialização e Formação de Cultura;
A socialização do indivíduo é construída durante a sua vida, influenciada pelo processo de aprendizagem nas interações sociais que os indivíduos participam em todas as esferas da sociedade (família, escola, trabalho, etc.). O aprendizado acumulado pelo indivíduo nesse processo integra a sua personalidade e influenciará o seu modo de analisar e de ver as situações na sociedade em que vive; consequentemente, isso definirá os seus objetivos pessoais e profissionais. O aprendizado dos modos comuns e aprendidos da vida, transmitidos pelos indivíduos e grupos, em sociedade, é conhecido como cultura na visão dos antropólogos. Para alguns pesquisadores, a cultura é o comportamento aprendido, para outros é ideias, objetos materiais, imateriais, enfim, na literatura são encontradas mais de 160 definições diferentes para cultura, o que demonstra a complexidade para delimitar tal conceito (LAKATOS, 1990).
Socialização e Formação de Cultura;
É possível diferenciar os conceitos de comportamento e de cultura: Comportamento: quando coisas e acontecimentos dependentes de simbolização são considerados e interpretados face à sua relação com organismos humanos, isto é, em um contexto somático, relativo ao organismo humano Cultura: quando coisas e acontecimentos dependentes da simbolização são considerados e interpretados num contexto extra-somático, isto é, face à relação que têm entre si, ao invés de com os organismos humanos, é independente do organismo humano. A proposta da diferenciação de White (1959 apud MARCONI; LAKATOS, 1990, p. 129) [...] determina que o comportamento pertence ao campo da Psicologia; e a cultura, ao campo da Antropologia.
Socialização e Formação de Cultura;
A cultura pode ser analisada simultaneamente sob vários enfoques, dentre os quais: Ideias – conhecimento e filosofia. Crenças – religião e superstição. Valores – ideologia e moral. Normas – costumes e leis. Atitudes – preconceitos e respeito ao próximo.
A cultura das sociedades influência a cultura das organizações;
Segundo Bernardes e Marcondes (2001), as organizações estão imersas na cultura das sociedades e quando o administrador não compreende essa situação, ele acaba se culpando pelo fracasso de um empreendimento, no caso de uma empresa privada; ou de um programa, projeto ou política, no caso da administração pública. Sobre as tipologias para a análise do processo de socialização organizacional, os autores Chao et al. (1994 apud CARVALHO; BORGES; VIKAN) apresentam uma escala que defende a importância de o gestor considerar em suas análises seis domínios de conteúdo da socialização organizacional, que abrangem:
(1) Proficiência de desempenho – avalia a extensão na qual os indivíduos dominam suas tarefas; (2) Pessoas – envolve a satisfação nas relações com membros da organização; (3) Políticas – abrange o sucesso de um indivíduo em obter informações com respeito às relações de trabalho formais e informais e às estruturas de poder dentro da organização; (4) História – diz respeito ao conhecimento das tradições, costumes, mitos e rituais que compõem a cultura da organização; (5) Linguagem – aborda o conhecimento do indivíduo sobre a linguagem técnica profissional, bem como a familiaridade com a linguagem informal da organização; (6) Objetivos e valores organizacionais – compreende a interiorização das regras ou princípios que mantêm a integridade da organização.
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A cultura das sociedades influência a cultura das organizações;
As principais conclusões dos autores Chao et al. (1994 apud CARVALHO BORGES; VIKAN, 2012) foram as de que geralmente as pessoas bem socializadas em seus papéis organizacionais têm maiores rendimentos pessoais, são mais satisfeitas, mais envolvidas com suas carreiras, mais adaptáveis e têm um melhor senso de identidade pessoal do que as pessoas que são menos socializadas, ou que não integraram um processo de integração para as atitudes, os valores e os comportamentos da cultura organizacional.
As principais conclusões dos autores Chao et al. (1994 apud CARVALHO BORGES; VIKAN, 2012) foram as de que geralmente as pessoas bem socializadas em seus papéis organizacionais têm maiores rendimentos pessoais, são mais satisfeitas, mais envolvidas com suas carreiras, mais adaptáveis e têm um melhor senso de identidade pessoal do que as pessoas que são menos socializadas, ou que não integraram um processo de integração para as atitudes, os valores e os comportamentos da cultura organizacional.
Estrutura e Paradigmas de Relacionamento;
De acordo com Maximiano (2002), os paradigmas são modelos ou padrões, que servem como marcos de referência explicando e ajudando as pessoas a lidar com diferentes situações. Sobre os paradigmas, conforme Maximiano (2002), Robbins (2000) e Chiavenato (2004), é certo dizer que: • são comuns e dirigem o comportamento das pessoas; • são úteis porque definem o que é importante para as pessoas; • podem se tornar doenças terminais que limitam as pessoas; • podem mudar paradigmas e incorporar novos. Como as pessoas, as organizações também desenvolvem e estabelecem paradigmas organizacionais que definirão sua identidade, guiarão o desenvolvimento de suas estratégias e estabelecerão a sua cultura organizacional.
Conclusão;
Concluímos que os paradigmas dirigem o comportamento das pessoas e das organizações; que para gerenciar as mudanças, as organizações necessitam conhecer e analisar o ambiente interno e externo no qual estão inseridas. Estudamos que o desenvolvimento da estratégia empresarial de sucesso está diretamente relacionado ao posicionamento ético das organizações, considerando o papel social que elas exercem além da perspectiva econômica.
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