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10ºB - Trabalho Laboratorial

Mª João Nascimmento

Created on May 31, 2022

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Transcript

Atividade Laboratorial: Relatórios e registos

TURNO A

TURNO A

A fermentação e a produção de pão

GRUPO: SOFIA; LUTGARDA; PEDRO G; PAULO

GRUPO: BEATRIZ; LUCAS; MATILDE; MAFALDA

TURNO B

Grupo Turno

TURNO A

GRUPO: LUANA; RODRIGO; MARGARIDA; PEDRO C

GRUPO: ANA B; CÍNTIA; CLARA; CARLOS

TURNO B

TURNO B

GRUPO: ANA R; INÊS F; INÊS G; JOÃO

GRUPO: ANA S; DANIEL; CAROLINA; JOEL

GRUPO: BEATRIZ; LUCAS; MATILDE; MAFALDA

RELATÓRIO DA ATIVIDADE

Teoria

Conclusões

Discussão de Resultados

Conceitos

Procedimento

Resultados

Bibliografia

GRUPO: BEATRIZ; LUCAS; MATILDE; MAFALDA

Teoria:

Nesta atividade laboratorial procuramos perceber que variáveis condicionam a levedação da massa do pão. Sabemos que a fermentação tem sido utilizada para transformar produtos alimentares. No caso do pão, a sua produção envolve a utilização de leveduras para que ocorra a fermentação alcoólica da massa. Princípio: A fermentação permite que haja produção de ATP devido à oxidação incompleta da glicose em condições anaeróbias. (Glicólise e redução do ácido pirúvico)

Conceitos:

• fermentação • ácido pirúvico • glicólise

GRUPO: BEATRIZ; LUCAS; MATILDE; MAFALDA

Procedimento:

Material: • 1 gobelé de 50 ml • 4 tubos de ensaio (te) • 4 copos de vidro • Suporte de te • Estufa regulada para 30oC • 4 Balões de borracha • Papel absorvente • 1 vareta de vidro • Farinha 20 g • Caneta de acetato • Levedura 5g • Água de cal • Água morna 30 ml • Frigorífico Procedimento: Parte 1: 1. Identifique cada copo de vidro com A, B, C e D, assim como cada tubo de ensaio. 2. Pese a farinha, adicione a levedura e cerca de 30 ml de água para os copos A, B e C. 3. Proceda de igual modo para o copo D, mas sem adicionar a levedura. 4. Mexa a mistura obtida até ficar uma massa homogénea. Cubra os 4 copos de vidro com um balão de borracha vazio

5. Com um marcador de acetato, marque a altura da massa em cada copo. 6. Coloque os copos A e D na estufa a 30oC, o B no frigorífico e o C à temperatura ambiente. 7. Assinale a altura da massa em cada copo e observe a variação do diâmetro de cada um ao fim de 15 e 30 minutos. Parte 2: 8. Coloque 5 ml de água de cal em cada tubo de ensaio. 9. Ao fim de 30 minutos, retire com muito cuidado o balão de cada matraz apertando-os cuidadosamente com os dedos, sem deixar sair o gás que se formou e coloque-os nos tubos de ensaio que contêm água de cal. 10. Detete o(s) produto(s) formado(s) nos copos de vidro pelo cheiro. 11. Ao longo dos procedimentos obtenha fotografias claras e que revelem procedimentos ou factos ou resultados.

GRUPO: BEATRIZ; LUCAS; MATILDE; MAFALDA

Resultados:

Na primeira parte da atividade, devido à elevada quantidade de água que foi adicionada aos gobelés, o volume das misturas dos copos B e C, acabou por ultrapassar o limite de capacidade do copo com o balão, não permitindo, posteriormente, a análise de vários aspetos, tais como o cheiro, a variação do volume em concreto e recolha do gás produzido para realizar a parte 1. O copo D, que não continha fermento, não alterou nem o volume, nem a massa, nem foi libertado nenhum gás. Deste modo, na 2a parte utilizou-se o ar obtido através do copo A. Entre os 15 e os 30 minutos não se observou nenhuma alteração significativa no copos que se encontravam, tanto no frigorifico, como na estufa (tendo em consideração que no do frigorifico, já tinha saído o balão, logo deixado de ser viável e que, na estufa um deles não tinha fermento e outro já se encontrava no limite, sendo que não permitia observar a variação de volume).

Passados os 30 min, colocou-se o gás recolhido no tubo de ensaio B, onde a água de cal ficou turva, como de esperado, provando assim que o gás era dióxido de carbono. Nos outros tubos de ensaio, que não tiveram nenhum gás adicionado, manteve-se translucida.

GRUPO: BEATRIZ; LUCAS; MATILDE; MAFALDA

Discussão de resutados

Era previsto que o material dos copos colocados no frigorífico aumentasse menos de volume em relação ao a temperatura ambiente e em estufa, respetivamente, pois as enzimas a menor temperatura congelam e deixam de funcionar.

O copo D foi utilizado como grupo de controle pois não foi adicionado fermento. Como não apresentou nenhuma alteração significativa, prova que as observadas nos outros grupos se deviam de facto à reação com fermento. A variável dependente desta atividade laboratorial é a quantidade de gás (CO2). A variável independente é a presença de fermento e a temperatura a que se encontra o sistema. A água de cal é um indicador que, quando exposto a CO2 fica turva, sendo que é translúcida inicialmente. Desde modo, era de esperar que nos copos de vidro onde o ar subiu, a água de cal ficasse turva, o que aconteceu. Todos os balões que aumentaram de volume foram os em que se adicionou fermento, provando assim que durante a fermentação é libertado um gás. No de controle, D, que não tinha fermento não se observou aumento do volume do balão.

GRUPO: BEATRIZ; LUCAS; MATILDE; MAFALDA

Conclusões:

Conseguimos concluir que durante a fermentação é libertado um gás, que esse gás é o Dióxido de Carbono e que, durante este processo, a massa/ volume do preparado aumenta razoavelmente. Em relação ao cheiro, não se conseguiu chegar a nenhuma conclusão, mas, como, em termos práticos reais, na produção de pão, não se encontra etanol pois este é eliminado quando à sua cozedura, seria de prever que o único que não cheirava a álcool era o copo A (que estava na estufa e com fermento). Outra conclusão que podemos retirar desta atividade laboratorial é a explicação do porquê da massa ter que ficar em repouso durante algum tempo para que aumente de volume, na produção do pão. Isto provou-se, uma vez que ao longo de 30 min a massa aumentou de volume, mas apenas nas que continham fermento.

GRUPO: BEATRIZ; LUCAS; MATILDE; MAFALDA

Colar aqui as imagens legendadas:

GRUPO: SOFIA; LUTGARDA; PEDRO G; PAULO

Teoria

Conclusões

Discussão de Resultados

Conceitos

Procedimento

Resultados

Bibliografia

GRUPO: SOFIA; LUTGARDA; PEDRO G; PAULO

Teoria:

A fermentação consiste num processo de produção de energia na ausência do oxigénio. Inicia-se com a glicólise, ou seja, com a ativação da glicose que permite o seu desdobramento em 2 trioses, devido a um conjunto de oxidação-redução e a síntese de 4ATP que, no final, verifica-se um ganho de duas moléculas de ATP. Após esta fase vai ocorrer a redução do ácido pirúvico, onde ocorre a oxidação do NADH, previamente formado na glicólise, que transforma o ácido em etanol, no caso da fermentação alcoólica, ou em ácido láctico no caso da fermentação láctica.

Conceitos:

GRUPO: SOFIA; LUTGARDA; PEDRO G; PAULO

Procedimento

Parte 1: 1) Idenfique cada copo com A,B,C e D assim como cada tudo de ensaio 2) Pesar a farinha, adicionar a levedura e cerca de 20ml de água para os copos A,B eC 3) Proceder da mesma forma para o copo D sem adicionar levedura 4) Mexer a mistura até ficar homogénea, cobrir os 4 copos com balões de borracha 5) Com um marcador marcar a altura da massa em cada copo 6) Colocar os copos A e D na estufa a 30graus, o B no frigorífico e o C a temperatura ambiente 7) Assinale a altura da massa em cada copo e verificar a variedade da altura ao fim de 15 e 30 minutos 8) Colocar 5ml de agua de cal em cada tubo de ensaio 9) Ao fim de 30min, retirar com muito cuidado o balão de cada copo cuidadosamente com os dedos sem deixar sair o gás e colocar nos respetivos tubos de ensaio

Material: 1) 3golebes de 50ml 2) 4 copos de vidro 3) Estufa regulada para 30graus 4) Papel absorvente 5) Farinha 30g 6) Levedura 5g 7) Agua morna 20ml 8) Suporte te 9) Vareta de vidro 10) Caneta de acetato 11) Agua de cal 12) Frigorífico

GRUPO: SOFIA; LUTGARDA; PEDRO G; PAULO

Resultados:

Colocamos as misturas nos respetivos copos As variáveis independentes são a quantidade de água, levedura e farinha, temperatura da estufa e quantidade de agua de cal. As variáveis dependentes são a altura da massa e a cor da agua de cal após adicionar o gas O copo D é o controlo experimental

Discussão de Resultados:

Verificamos que a altura da massa apenas variou nos copos A e C. A variação no copo A deve se a altas libertações de CO2 , devido a altas temperaturas dentro da estufa A variação no copo C deve se à libertação de CO2 exposto à temp ambiente. Não houve variação de temperatura no copo B por estar num frigorífico, onde as leveduras não libertavam CO2 No copo D não havia levedura logo não podia haver aumento de massa Podemos também verificar que houve um aumento da massa dos 15 aos 30 minutos evidenciando que o volume aumenta relativamente ao tempo de repouso. Apenas para os copos A e C podemos esperar variação da cor da água de cal, uma vez q apenas os balões associados a estes copos contém CO2, fazendo alterar a coloração da água de cal para um cinzento Podemos também verificar que houve ausência de álcool etílico devido ao facto do ácido pirúvico não sofrer descarboxilaçao, uma vez que o CO2 ficou retido no copo.

GRUPO: SOFIA; LUTGARDA; PEDRO G; PAULO

Conclusão:

concluimos que a levedura e a temperatura influenciam a altura da massa porque condicionam as taxas de CO2 libertado

GRUPO: SOFIA; LUTGARDA; PEDRO G; PAULO

Colar aqui as imagens legendadas:

GRUPO: LUANA; RODRIGO; MARGARIDA; PEDRO C

RELATÓRIO DA ATIVIDADE

Teoria

Conclusões

Discussão de Resultados

Conceitos

Procedimento

Resultados

Bibliografia

GRUPO: LUANA; RODRIGO; MARGARIDA; PEDRO C

Teoria:

Como a temperatura influencia a levedura do pão?

A fermentação do pão é um processo que acontece sem a presença de oxigénio, ou seja, é anaeróbico. A fermentação alcoólica consiste na descarboxilação do ácido pirúvico com libertação de CO2, dando origem a uma molécula que é reduzida a álcool etílico ou etanol. Nesta atividade prática observamos o processo de fermentação alcoólica utilizado na panificação. PRINCÍPIOS: Pretende-se perceber como é que a temperatura influencia a levedura do pão

Conceitos::

Fermentação alcoólica, dióxido de carbono, levedura, temperatura

GRUPO: LUANA; RODRIGO; MARGARIDA; PEDRO C

Procedimento:

MATERIAL: - 1 gobelé de 50mL - 4 copos de vidro - 4 tubos de ensaio - suporte de tubos de ensaio - estufa regulada entre 40 a 45ºC - frigorífico - 4 balões de borracha - papel absorvente - vareta de vidro - 30g de farinha - 5g de levedura - 30mL de água morna - água de cal

PROCEDIMENTO - Identificar cada copo de vidro com A,B,C e D, assim como cada tubo de ensaio - Pese 30g de farinha, 5g de levedura e 30mL de água. Adicione tudo nos copos A,B e C e misture até obter uma mistura homogênea. - Repita o processo anterior no copo D mas não coloque a levedura. - Cubra os 4 copos com um balão de borracha vazio - Marque a altura da massa em cada copo de vidro - Coloque os copos A e D na estufa entre 40 a 45ºC, o B no frigorífico e o C deixe a temperatura ambiente - Assinale a altura da massa nos copos ao fim de 15 minutos e novamente ao fim de 30 minutos - Coloque 5mL de água de cal em cada tubo de ensaio - Ao fim de 30 minutos retire o balão dos copos cuidadosamente com os dedos sem deixar sair o gás formado e coloque os nos tubos de ensaio com a água de cal - Detete os produtos formados nos copos pelo cheiro - Observe as reações da água de cal

GRUPO: LUANA; RODRIGO; MARGARIDA; PEDRO C

Resultados:

RESULTADOS: O copo de vidro A não sofreu alterações visíveis, porém a água de cal no tubo de ensaio A ficou muito turva. O copo de vidro B teve um grande aumento de volume , mais ou menos 2 cm, e a água de cal no tubo B ficou turva. O copo de vidro C teve um aumento de volume de mais ou menos 1 cm e a água de cal no tubo de ensaio C ficou ligeiramente turva. O copo D não teve qualquer alteração e a água de cal no tubo D também não.

Discussão de Resultados:

Nós esperávamos que os copos A e C tivessem uma maior fermentação, devida a sua temperatura e levedura, que o copo B não tivesse fermentação e que o copo D, sendo o controlo, não tivesse qualquer alteração, sendo assim os resultados foram como esperado Nos tubos de ensaio A e C esperávamos que a água ficasse muito turva pois a fermentação foi grande, no B pouco turva e no D que não houvesse alteração, e os resultados foram de encontro com o esperado

GRUPO: LUANA; RODRIGO; MARGARIDA; PEDRO C

Colnclusões:

Durante a fermentação, a altura da massa aumentou ligeiramente, mas esses resultados só foram observados nas massas que continham levedura, mostrando assim o seu papel. Durante esta atividade houve liberação de um gás, o dióxido de carbono e o cheiro que não conseguimos identificar. Este cheiro não foi possível identificar pois, o que lhe daria o cheiro seria o etanol e este evaporou na cozedura.

GRUPO: LUANA; RODRIGO; MARGARIDA; PEDRO C

Colar aqui as imagens legendadas:

Quadro do Turno A

Altura da massa

Grupo 1
Grupo 2
Grupo 3

GRUPO: ANA B; CÍNTIA; CLARA; CARLOS

RELATÓRIO DA ATIVIDADE

Teoria

Conclusões

Discussão de Resultados

Conceitos

Procedimento

Resultados

Bibliografia

GRUPO: ANA B; CÍNTIA; CLARA; CARLOS

Teoria:

Objetivo : descobrir as variáveis que condicionam a levedação da massa do pão e saber como ocorre a fermentação.

A fermentação permite a produção de ATP através da oxidação incompleta da glicose em condições anaeróbias. Este processo acontece no citoplasma e compreende duas etapas sequenciais. A glicolise, que é comum a todos os tipos de fermentação e a redução do ácido pirúvico, que ocorre devido à captação de iões H+ e de electrões cedidos pelo NADH. Esta molécula passa ao seu citado oxidado, NAD+, ficando disponível para intervir em novas reações de oxidação-redução. Deste procedimento, podem resultar diferentes compostos orgânicos finais, de acordo com a especificidade metabólica dos organismos em que ocorre. Existem diferentes tipos de fermentação. A fermentação lactica, pode verificar-se em algumas bactérias, plantas e, em determinadas condições, nas células musculares animais, como o ser humano. Neste tipo de fermentação o ácido pirúvico é reduzido a ácido láctico, uma molécula orgânica com 3 átomos de carbono. Na fermentação alcoólica frequente em alguns fungos com as leveduras em algumas bactérias o ácido pirúvico sofre descarboxilação com libertação de co2 e dá origem a uma molécula que é reduzida a álcool etílico.

GRUPO: ANA B; CÍNTIA; CLARA; CARLOS

Conceitos

Anabolismo: são reações endoenergéticas que a partir de moléculas simples conseguem produzir moléculas mais complexas e mais ricas em energia; Catabolismo: reações exoenergéticas, que degradam moléculas mais complexas para originar moléculas mais simples e menos energéticas. Glicose: conhecida como açúcar, é um monossacarídeo que possui seis carbonos- hexoses), utilizada principalmente como fonte de energia pelos organismos. A glicose é um produto final da fotossíntese, e é a molécula que dá origem a processos de metabolismo celular como a fermentação e a respiração aeróbia. Dá-se o nome de glicólise à fase em que a glicose, com seis carbonos incorporados, é desdobrada em duas moléculas de ácido pirúvico, com três carbonos, por reações de oxirredução. Fermentação Alcoólica: neste processo catabólico as leveduras e algumas bactérias fermentam os açúcares (glicose) para obtenção de energia. Ocorre a quebra da molécula de glicose (com seis carbonos) em ácido pirúvico (com três carbonos), reação de oxirredução, libertando dióxido de carbono- CO2, por reações de descarboxilação, produzindo assim o álcool etílico, por reações de redução. A equação da fermentação alcoólica é a seguinte: C6H12O6 + 2ADP + P ⇒ 2etanol + 2Co2 + 2ATP. Este é um processo de oxidação incompleta, e produz duas moléculas de ATP. É exemplo deste processo, o fabrico de bebidas alcoólicas. Leveduras: elas necessitam de energia para a sua multiplicação, essa energia provém da degradação da glicose (produto final da fotossíntese e moléculas que originam a fermentação e a respiração aeróbia).As leveduras são seres facultativos, pois podem mobilizar energia de compostos orgânicos em condições de anaerobiose (fermentação) e de aerobiose (respiração aeróbia). Mas existem outros seres que mobilizam a energia a partir da degradação de compostos orgânicos e essa situação acontece por fermentação em meios desprovidos de oxigénio, estes seres têm o nome de - seres anaeróbios obrigatórios.

GRUPO: ANA B; CÍNTIA; CLARA; CARLOS

Procedimento

Material Quatro copos de vidro; estufa regulada para 30 graus celsius; Papel absorvente; farinha- 15 g; levedura -2,5 g; água morna 15 mL; 3 gobles ; 4 tubos de ensaio; Suporte dos tubos de ensaio; 4 balões de borracha; uma vareta de vidro; caneta de acetato; água; frigorífico.

Procedimento Identificar cada copo de vidro com a b c e d assim como o tubo de ensaio. Pesar a farinha, adicionar levedura e cerca de 15 mililitros de água para os copos A,B eC. Fazer a mesma coisa para o copo D mas sem adicionar a levedura. Mexer a mistura obtida até ficar com uma massa homogênea. Cobrir os quatro copos com balões de borracha, com o marcador marcar altura da massa em cada copo . Colocar os copos A e D na Estufa de 30 graus celsius o B no frigorífico e o C a temperatura ambiente. Assinalar a altura da massa em cada copo e observar a variação de diâmetro da de cada balão ao fim de 30minutos. Colocar 5 mililitros de água de cal emc cada tubo de ensaio. Ao fim de 30 minutos., retirar com cuidado o balão de cada matraz apertando os cuidadosamente com os dedos, sem deixar sair o gás que se formou e colocá-los nos tubos de ensaio que contem água de cal. Detectar os produtos formados pelo cheiro. Ao longo do procedimento obter fotografias claras e que revelem os procedimentos.

GRUPO: ANA B; CÍNTIA; CLARA; CARLOS

Procedimento 1: Juntamos a farinha , a água e a levedura nos copos A,B e C e misturamos. Exceto no D onde não colocamos levedura.

Procedimento 2: Colacamos os Balões nos copos para ver o que acontecia.

GRUPO: ANA B; CÍNTIA; CLARA; CARLOS

Resultados:

No copo C- Cheiro intenso a álcool No Copo B- cheiro a álcool misturada com cheiro a massa de pão No copo A- cheiro ligeiro a álcool mas cheiro a massa de pão. No Copo D- cheiro a massa de pão ( copo de controle- apenas farinha com água sem levedura ) O copo que esteve em temperatura ambiente contêm cheiro intenso a álcool, o copo que esteve no frigorífico contém cheiro a álcool misturado com cheiro a massa de pão, os dois copos que estiveram na estufa ,contêm pouco ou nenhum cheiro a álcool. Tubos : Como na presença de co2 a água de cal fica turva, os tubos a b e c, após termos colocado o gás formado nos copos em contacto com a água de cal ,esta ficou ligeiramente turva, o mesmo não aconteceu com a água do tubo D ao qual a água ficou transparente pois este balão não continha CO2 . - tabela elaborada em aula

GRUPO: ANA B; CÍNTIA; CLARA; CARLOS

Colar aqui as imagens legendadas:

Os copos que estiveram na estufa tambem libertaram CO2 e aumentaram levemente a sua massa ( exceto o copo D , que era de controle e não tinha levedura)

As amostras colocadas no frigorifico cresceram significativamente em massa e libertaram CO2

O Balão á temperatura ambiente subiu bastante indicando a libertação de CO2

Os tubos A B e C ficaram turvos , o mesmo não se passou com o D.

Massa de pão depois do procedimento concluido.

GRUPO: ANA B; CÍNTIA; CLARA; CARLOS

Discussão dos Resultados

A ausência do álcool etílico no pão : Quando a massa do pão é aquecida no forno, aumenta de volume e liberta o álcool etílico, que é evaporado devido ao aumento da temperatura. Isso explica a ausência de álcool etílico no pão, o mesmo não se verificou nas nossas amostras ,pois não houve tempo sufeciente para que estas aumentassem de volume e consequentemente o alcool fosse evaporado. O porquê de os balões terem volumes diferentes : Os volumes diferentes devem-se ao facto dos copos de vidro serem colocados na Estufa a 30 graus celsius, ficar a temperatura ambiente e o outro no frigorífico. Também traz a influência da quantidade de dióxido de carbono, pois conseguimos observar que a única mostra que não libertou CO2 ao ponto fazer crescer o balão foi amostra D, que não continha levedura. Não correu exatamente como esperavamos pois era previsto que a massa dos copos que foram para a estufa fosse maior que a massa daquele que foi para o frigorifico, o que não se verificou pois a massa do copo que foi ao frigorifico acabou por crescer mais. Isto pode ter a ver com o facto de ser suposto usarmos os balões de Erlenmeyer, que por ter um maior diametro conseguia fazer com que o efeito da temperatura atuasse em toda a amostra. Como não tinhamos Balões suficientes em laboratório , acabamos por usar copos de vidro com um menor diametro e por consequência uma alteração no resultado final. Na restante atividade tudo correu dentro do esperado.

GRUPO: ANA B; CÍNTIA; CLARA; CARLOS

Conclusão:

Após a realização desta atividade experimental e a obtenção de resultados, foi possível tirar as seguintes conclusões . As leveduras e a glicose são essenciais para a ocorrência de processos de fermentação Existem nesta atividade fatores condicionantes, , potenciadores e determinantes, sendo estes a temperatura , glicose e o fermento, respetivamente. As leveduras são um fator determinante na fermentação, sem elas esta não ocorreria Variável dependente-crescimento da massa e crescimento do Balão; Variável independente-temperatura

GRUPO: ANA B; CÍNTIA; CLARA; CARLOS

Colar aqui as imagens legendadas:

GRUPO: ANA S; DANIEL; CAROLINA;

RELATÓRIO DA ATIVIDADE

Teoria

Conclusões

Discussão de Resultados

Conceitos

Procedimento

Resultados

Bibliografia

GRUPO: ANA S; DANIEL; CAROLINA

Teoria

Que variáveis condicionam a levedação da massa do pão? A fermentação permite a produção de ATP através da oxidação incompleta da glicose em condições anaeróbicas. Este processo, que acontece no citoplasma das células, compreende duas etapas sequenciais: - A glicólise comum a todos os tipos de fermentação. - A redução do ácido pirúvico, que ocorre devido à captação de iões H+ e de eletrões cedidos pelo NADH. Esta molécula passa ao seu estado oxidado NAD+, ficando disponível para intervir em novas reações de oxidação redução. Da redução do ácido pirúvico podem resultar diferentes compostos orgânicos finais, de acordo com a especificidade metabólica dos organismos em que ocorre. Podem considerar-se, assim, diferentes tipos de fermentação, destacando-se a fermentação láctica e a fermentação alcoólica. A fermentação láctica pode verificar-se em algumas bactérias, plantas e, em determinadas condições, nas células musculares de animais, como o ser humano. Nesta fermentação, o ácido pirúvico é reduzido a ácido láctico, ou lactato, uma molécula orgânica com 3 átomos de carbono. Este tipo de fermentação é usado no fabrico de produtos a partir do leite, como o queijo e o iogurte. Na fermentação alcoólica, frequente em alguns fungos, como as leveduras, e em algumas bactérias, o ácido pirúvico que sofre descarboxilação, com libertação de CO2, dando origem a uma molécula que é reduzida a álcool etílico, o etanol. Este tipo de fermentação é usada na produção de vinho, cerveja e pão.

GRUPO: ANA S; DANIEL; CAROLINA; JOEL

Procedimento:

Material: - 4 gobelés de 50mL - 4 copos - estufa a 30°C - papel absorvente - 15 mL de farinha - 2,5 mL de levedura - 15 mL de água morna - 4 tubos de ensaio - frigorífico - 4 balões - 5 mL de água de cal - vareta de vidro - suporte de tubos de ensaio

Procedimento: Parte 1 - identifique cada copo com A, B, C e D, assim como cada tubo de ensaio. - pese farinha, adiciona levedura e cerca de 15 ml de água para os copos A, B e C. - proceda de igual modo para o copo D, mas sem adicionar a levedura. - mexa a mistura obtida até ficar uma massa homogénea. Cubra os 4 copos com um balão de borracha vazio. - com um marcador marque altura de massa em cada copo. - coloque os copos A e D na estufa a 30°C, o B no frigorífico e o C, à temperatura ambiente. - assinale a altura da massa em cada copo e observe a variação de diâmetro de cada balão ao fim de 15 e 30 minutos. Parte 2 - coloque 5 ml de água de cal em cada tubo de ensaio. - ao fim de 30 minutos, retire com muito cuidado o balão de cada matraz apertando os cuidadosamente com os dedos, sem deixar sair o gás que se formou e coloque-os nos tubos de ensaio que contém água de cal. - detete os produtos formados nos copos pelo cheiro. - ao longo dos procedimentos obtenha fotografias claras e que revelem procedimentos ou factos ou resultados.

GRUPO: ANA S; DANIEL; CAROLINA; JOEL

Resultados:

Resultados: A massa dos copos A e B ficou a cheirar a álcool, enquanto que a massa dos copos C e D continuaram com o cheiro à massa preparada. A água de cal do tubo de ensaio B, com o gás formado no copo B, foi a que ficou mais turva. A água de cal dos tubos de ensaio A e C ficou menos turva, com os gases dos respetivos copos. No tubo D não houve alterações. Discussão de resultados: Era esperado que a massa dos copos A e C realizassem maior fermentação, pois possuíam leveduras e o copo A estava na estufa, enquanto que o C estava à temperatura ambiente, e que a água de cal ficasse turva e esse foi o ocorrido, deixando a água turva. O esperado era que o tubo B não realizasse fermentação, pois estava no frigorífico, e não deixaria a água de cal turva, mas a massa do copo B foi a que realizou maior fermentação e deixou a água de cal mais turva. No copo D era esperado que não realizasse fermentação, pois não tinha leveduras, e não deixaria a água de cal turva, e esse foi o ocorrido.

Conclusões: A variável que condiciona a levedação da massa do pão é a temperatura a que esta é exposta, pois foi esta variável que condicionou as diferentes levedações na experiência.

GRUPO: ANA S; DANIEL; CAROLINA; JOEL

Colar aqui as imagens legendadas:

Figura 1 Legenda: copo com o balão verde- A copo com balão rosa- D Ambos ficaram na estufa a 30 graus celsius. A massa do copo A realizou fermentação devido à presença de leveduras, aumentando o seu volume e formando álcool etílico. A massa do copo D não realizou fermentação, pois não tem leveduras, não libertando CO2, como se verifica na figura.

GRUPO: ANA S; DANIEL; CAROLINA; JOEL

Colar aqui as imagens legendadas:

GRUPO: ANA S; DANIEL; CAROLINA; JOEL

Colar aqui as imagens legendadas:

GRUPO: ANA S; DANIEL; CAROLINA; JOEL

Colar aqui as imagens legendadas:

GRUPO: ANA R; INÊS F; INÊS G; JOÃO

RELATÓRIO DA ATIVIDADE

Teoria

Conclusões

Discussão de Resultados

Conceitos

Procedimento

Resultados

Bibliografia

GRUPO: ANA R; INÊS F; INÊS G; JOÃO

Teoria:

A fermentação permite a produção de ATP através da oxigenação incompleta de glicose em condições anaeróbias, ou seja, sem oxigénio. Este processo ocorre ao citoplasma das células e compreende duas etapas sequências. A fermentação começa com a glicolise. A glicolise decorre em duas fases. A fase de ativação inicia-se com a fosforilação da glicose, com consumo De ATP., no final desta fase, a hexose resultante é desdobrada em 2 trioses. Na fase de rendimento, as duas trioses sofrem um conjunto de reações de oxidação redução que permitem a transferência de electrões então e de iões H+ para moléculas de NAD+, que passam, assim, ao seu estado reduzido NADPH. Durante a falta de rendimento ocorre também a síntese de 4 moléculas de ATP. No Balanço energético da glicose, regista-se, contudo, um ganho de apenas duas moléculas de ATP, Uma vez que outras 2 são consumidas na fase de ativação da glicose. No fim da fase da glicolise Começa a redução do ao sido pirúvico. Nesta etapa, a qual ocorre devido à captação de iões H+ e de electrões cedidos pelo NADH, o NADH passa ao seu estudo oxidado- NAD+, ficando disponível para intervir em novas reações de oxidação-redução. Da redução do óxido pirúvico podem resultar diferentes compostos orgânicos finais, de acordo com a especificidade metabólica dos organismos em que ocorre. Podem considerar-se, assim, diferentes tipos de fermentação destacando-se a fermentação lática e a fermentação alcoólica. A fermentação láctica pode verifica-se em algumas bactérias, plantas e, em determinadas condições, nas células musculares de animais, como ser humano. Nesta fermentação, o ácido pirúvico é reduzido a ácido láctico, ou lactato, uma molécula orgânica com 3 átomos de carbono. Na fermentação alcoólica, frequentem alguns fungos, com umas leveduras, e em algumas bactérias, o ácido pirúvico sofre descarboxilação, com libertação de CO2, dando origem a uma molécula que é reduzida a álcool etílico, ou etanol. Nesta atividade laboratorial pretende-se estudar a fermentação alcoólica em diferentes condições de temperatura, estabelecendo uma analogia com o processo de fabrico de pão.

GRUPO: ANA R; INÊS F; INÊS G; JOÃO

Procedimentos:

Material: 3 goleiros de 50 ml 4 copos de 250 ml Estufa regulada para 30° Papel absorvente Farinha 15g Levedura 2,5 g água morne 15 ml Quadro dos de ensaio Suporte de tubos de ensaio 4 balões de borracha Uma vareta de vidro Caneta da cetato Água de cal Frigorífico

Procedimento: Parte 1 1. Identificar cada copo com A, B, C, D assim como os tubos de ensaio. 2. Pesar a farinha, adicionar a levedura e cerca de 30 ml de água para os balões A, B e C. 3. Proceder de igual modo para o balão D mas sem adicionar a levedura. 4. Mexer a mistura obtida até ficar uma massa homogénea. Cubra os 4 copos como um balão de borracha vazio. 5. Com o marcador, marcar a altura da massa em cada copo. 6. Colocar os copos A e D nas estufa a 30°, o b no frigorífico e o C à temperatura ambiente. 7. Assinalar a altura da massa em cada copo e observar a variação do diâmetro de cada balão ao fim de 15 e 30 min. Parte 2 8. Colocar 5 ml de água de cal em cada tubo de ensaio 9. Ao fim de 30 minutos retire com muito cuidado o balão do goble apertando os cuidadosamente com os dedos sem deixar sair o gajo que se formou e colóquios nos tubos de ensaio que contêm água de cal. 10. Detectar o produto formado nos copos pelo cheiro. 11. Ao longo dos procedimentos obtêm fotografias claras e que revelem os procedimentos ou factos.

GRUPO: ANA R; INÊS F; INÊS G; JOÃO

Resultados:

Verifica se que o copo D é o copo de controlo. Cheiros A- Cheiro intenso a álcool. B- Cheiro fraco a álcool. C- Cheiro muito fraco a álcool. D- Cheiro a mistura de farinha com água. Água de cal A- A água ficou bastante turva. B- A água ficou bastante turva mas menos do que na A. C- A água ficou bastante turva. D- A água não ficou turva.

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Discussão dos resultados:

Discussão Os resultados foram de encontro ao esperado. No entanto, a massa do copo B colocada no frigorífico, não deveria ter crescido tanto, tendo em conta que a atividade das enzimas, quando colocadas em temperatura baixa diminui. A variável dependente é o crescimento da massa e a quantidade de CO2 libertada. As variáveis independente são a temperatura, a quantidade de farinha, água e a levedura colocada. É previsto a água de calvin ficar turva no copo A, um pouco menos no C e pouco turva no B, assim como não é previsto haver uma mudança de cor no copo D. 3- É previsto que a água de cal fique com uma cor turva intensa no copo A, não tão intensa no copo C, pouco turva no copo B e que não altere cor no copo D. 4- A variação de volume em cada balão tem origem na libertação de CO2 por parte da massa devido ao processo de fermentação alcoólica. Como no copo A, o processo de fermentação é mais intenso, há uma maior libertação de CO2, logo o balão A irá ficar mais cheio que os restantes balões. No caso do copo D, como não foi acrescentado levedura, não houve fermentação, logo o balão não irá encher.

GRUPO: ANA R; INÊS F; INÊS G; JOÃO

Conclusões:

Conclusão: 5- O processo de fermentação é influência da pela temperatura onde o meio ocorre, sendo que quanto mais elevada a temperatura, mais intenso é o processo. No copo A, como este foi colocado numa estufa a uma temperatura elevada, ocorreu mais fermentação. No caso C, como foi colocado num meio com menor temperatura, o processo foi menos intenso. No caso do copo B, tendo em conta que este foi colocado num frigorífico, não ocorre fermentação. No caso do copo D, mesmo colocando no mesmo meio do copo A, não foi observado o mesmo resultado pois não foi colocada levedura. 6- Assim como no fabrico do pão, nesta atividade foi utilizada levedura e, após 15 min, as massas já tinham duplicado o seu volume. Logo, é de esperar que no fabrico do pão seja também necessário aguardar algum tempo para a massa duplicar, tendo em conta que a constituição da massa do pão é muito semelhante à constituição da massa utilizada na experiência. 7- Ao contrário do que acontece no caso da cerveja e do vinho, no fabrico do pão tanto o dióxido de carbono como o álcool etílico ficam presos na massa e ambos são expulsos durante a cosedura devido ao calor. Concluindo a variável que condiciona a levedação da massa do pão é a temperatura.

GRUPO: ANA R; INÊS F; INÊS G; JOÃO

Colar aqui as imagens legendadas:

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Quadro do Turno B

Altura da massa

Grupo 4
Grupo 5
Grupo 6