ESR@D
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Escola Secundária de Camões
Nos últimos dias o nosso velho continente tem atravessado acontecimentos que, há alguns meses, seriam difíceis de imaginar. No dia 14 de março, uma "nuvem de poeiras" do Sara, empurrada pela Tempestade Célia, invadiu o céu de (quase) todas as cidades portuguesas e de muitas e muitas cidades europeias. As fotos tiradas das janelas de vários alunos e professores do ESR@D evidenciam como, mesmo espalhados por vários continentes, "todos partilhamos o mesmo ar" e a janela da nossa sala de aula tem vista para o mundo inteiro...
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ESR@D | Da minha janela...
Da esquerda para a direita (a partir do topo) A.Vicêncio | ES de Camões; Lisboa, Portugal D.Silva ; Luxemburgo, Luxemburgo T.Gomes; Paris, França N.Padeiro | ES de Camões; Lisboa, Portugal D.Silva; Luxemburgo, Luxemburgo V.Silva; Lisboa, Portugal J.Gouveia | Funchal; Madeira, Portugal A. Maldonado; Ossela, Portugal M.Sousa; Lisboa, Portugal M.Carreira; Porto, Portugal D.Silva; Luxemburgo, Luxemburgo I.Azevedo; Luanda, Portugal N.Silva; Munique, Alemanha R.Bito; Leiria, Portugal A.Carvalho; Vila Real, Portugal J.Lourenço; Vidigueira, Portugal L.Candeias; Almada, Portugal D.Silva; Luxemburgo, Luxemburgo V.Silva; Lisboa, Portugal
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Ser alun@ no ESR@D é uma experiência para a vida. Não há palavras suficientes que consigam expressar a minha gratidão por este projeto e as pessoas que o fazem ser maravilhoso. Quase não notámos a pandemia, porque nada mudou aqui no ESR@D. No final do dia, podíamos sempre contar com as nossas aulas e essa rotina ajudava-nos a ter esperança de que ia ficar tudo bem porque estávamos juntos e a partilhar vivências nossas, durante este período complicado que estávamos todos a enfrentar. Penso que muito alunos estavam desejosos para as aulas começarem, porque era um escape da vida real e sentíamo-nos realizados por sermos capazes de aprender com professores espetaculares que nos ajudavam com problemas pessoais, mas também escolares. Nunca me senti excluída ou um fracasso, descobri aptidões minhas e floresceram, conhecimentos que desconhecia ter devido a experiências traumatizantes em escolas presenciais que não me permitiam ser eu própria. Espero no futuro vir a agradecer pessoalmente a todos os meus professores do ESR@D que me ajudaram neste processo de auto conhecimento e também a reconhecer as minhas capacidades como aluna e pessoa. Desejo que todos os que venham a ser alunos do ESR@D se sintam compreendidos e entusiasmados, porque vão entrar numa montanha-russa de aventuras positivas com pessoas diferentes e de sítios diferentes! Obrigada a todos! Constança Bonzinho
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Diálogos com José Saramago
TECHNOLOGY
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PRESENTATION
«É então um deus zangado, um pouco condescendente: não empurra, raramente afoga, não levanta o pilão das grandes torrentes. Todo o seu génio se manifesta em passes insidiosos, em rodeios de mansidão — e se uma vez por outra levanta a voz, foi só porque lhe puseram adiante um dique, uma barreira.» in «Nasce na serra de Albarracim, em Espanha»
«Sigo pelo caminho velho da antiga ponte e imagino como seria tocar com os dedos dos pés na água fria. Não quero morrer, penso que nunca quis e em toda a minha solidão e tristeza sempre procurei ajuda, motivo pelo qual a psicóloga não me diagnosticou com depressão… A mãe aprendeu muito sobre saúde mental, no começo ela não entendia… não a culpo porque a dor não se vê, mas é um monstro que apesar de dormente do nada acorda e simplesmente mata.»
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Diálogos com José Saramago
«Ninguém sente a nossa dor, é esse o maior pecado do mundo, o centro de discórdia, ninguém se entende,porém fingimos que sim, porque ninguém se quer sentir sozinho. Como sentias a dor?, eu tentei escrever-te, contudo as pessoas leem torto por linhas direitas.Escrevi-te uma carta a dizer que fazias falta e que te veria em breve. A minha professora não entendeu que a ficção é o sonho, do que se deseja e não do que se vai ter… a mãe assustou-se e eu parei. Para quê escrever romances quando as nossas palavras são retorcidas literalmente?» Daniela Jaime, 12.ºCT
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Diálogos com José Saramago
Ser ESR@D
é ser mais forte,é ser melhor do que os Homens. Aprender como quem quer
enriquecer os seus serões,
evocando o grande Camões! Marina Carreira
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«Tornei a olhá-lo. O rosto de pedra
parecia agora carregado de malevolência e ódio. E também de uma solidão
sem desespero, inumana.» in «Jardim no Inverno»
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Diálogos com José Saramago
«As altas portas de madeira queixam-se num gemido doloroso quando o Viajante as empurra com cautela. Dentro, a capela de pedra não aparenta estar abandonada, mas o silêncio vazio, os bancos poeirentos e a única vela acesa no altar sugerem-na esquecida. Fecha as portas com violência contra o vento cortante, tornando o ar gélido mais suportável. O Viajante repousa a mão no punho da sua espada e caminha em direção à luz. Cada passo é um trovão, um ato quase desrespeitoso perante o silêncio tumular. A dança suave da chama parece querer atrair outro ser dotado de calor, de movimento, de vida.»
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Diálogos com José Saramago
«- O que procuras, meu irmão? Ouro e riquezas certamente não encontrarás nesta pobre capela. Surpreso, com a agilidade de um gato, o Viajante desembainha a espada e corta o ar instintivamente, parando antes de atingir o pescoço da figura misteriosa. - Quem és? - O humilde cuidador desta capela. E tu? – falou sem medo ou hostilidade, esboçando um leve sorriso. » Irene Félix, 12.º CT
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Diálogos com José Saramago
Ser alun@ no ESR@D é ser resiliente, ter alegria e simpatia. Vontade de ir mais além e desejo de estar sempre presente, fazer amizades em vários cantos do mundo, ser prosa e poesia, viajar através das palavras, descobrir em nós capacidades ocultas, navegar pela ciência e despertar para sonhos inimagináveis. Estudar no ESR@D é surpreendermo-nos positivamente com professores e colegas, ter vontade de terminar o secundário, mas com uma saudade permanente do que vivemos nestes 3 anos. Obrigada a todos os que passaram por esta minha etapa, pena que termine este ano. Desejo que este ensino cresça de forma a dar oportunidades a todos os que desejam prosseguir os seus sonhos, e que um dia possa ir para além do ensino secundário. Ficam todos no meu coração, obrigada mais uma vez. Luísa Candeias
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«Se vamos a dizer e a escrever Esperança, adeus minhas encomendas. Caímos no embalo entorpecedor, no banho morno, na emoliência das ladainhas. » in «Esta palavra esperança»
Diálogos com José Saramago
«A vida é uma chatice em Portugal, na Alemanha, no Japão, onde quer que vás, tudo tem as suas adversidades e vais sofrer o julgamento com ou sem diploma, com ou sem carro, com ou sem casa, com ou sem filhos. E a lista continua… Vais lidar com a frustração de todas as maneiras possíveis e vais ser testado continuamente e a mesma pergunta vai perseguir-te para o resto da vida “será que fiz a escolha certa?” Para te dar um conforto nada confortável, nada disso importa, faças o que fizeres vais ter várias “marés” à tua porta, apesar de isto parecer uma onda extremamente pessimista.»
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Diálogos com José Saramago
«Tenho uma opinião muito particular sobre o sentido ou propósito da vida: não importa se ficas ou partes, se alugas ou compras. Importa a nossa luta individual e agarrares-te aos pirilampos repletos de luz. Permite-te agarrar todos os pontos de luz da tua vida e deixa que essa “emoliência” te torne vulnerável, precisamos de humanos à deriva. Para concluir esta reflexão e meia, gostaria de fazer um apelo a todos os possíveis leitores: vamos ouvir as vozes do futuro! Prometo que temos muito para acrescentar e não nos ficamos pela metade, muito menos pela esperança.» Beatriz Rapazote, 12.ºLH
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Diálogos com José Saramago
Ser aluno no ESR@D é fazer parte de uma comunidade motivada, criativa, flexível, e sempre pronta para superar os desafios impostos pelas distâncias físicas e pelo aspeto sintético do mundo digital. Fernando Rei.
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«Não gosto muito da retórica, mas há que dizê-lo de alguma forma: as temporadas na aldeia eu chamo de minha formação espiritual. Nesse sentido, lembro-me que, quando criança, até os catorze ou quinze anos, o que eu gostava era dos passeios pelo campo, sozinho, pelo rio, nas colinas dali, sozinho. »Juan Arias, José Saramago: El amor posible, Barcelona, Planeta, 1998.
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Diálogos com José Saramago
«Pelo facto de ter crescido na cidade, sempre vi a parte rural de Portugal como aqueles animais exóticos no Zoológico, é tão fantástico que parece irreal. Eu, com dez anos, admirava as pessoas que dedicavam a sua vida à agricultura e à agropecuária porque para mim parecia que essas pessoas estavam a rebelar-se contra as normas da sociedade e queriam viver a sua vida como bem entendessem, longe das tecnologias e dramas da cidade. Infelizmente, ao crescer perdi o gosto de visitar a zonas rurais e quase criei uma aversão, porque não havia internet, não havia muita coisa para fazer e havia uma limitação de sítios para visitar a pé, porque tudo ficava longe.»
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Diálogos com José Saramago
«Não sei como ou quando voltei a gostar das pequenas aldeias no interior de Portugal, mas estou feliz por ter conseguido trazer ao de cima esta paixão que tinha quando era mais nova, porque sei que a Constança de dez anos me agradece por dar-lhe estes momentos nostálgicos e de aventura. Tal como José Saramago, eu vejo a zona rural de Portugal como a minha formação espiritual como se fosse o meu porto seguro de todos os males que sentia enquanto vivia em Lisboa.» Constança Bonzinho, 12.º LH
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Diálogos com José Saramago
Sentires que podes ser a tua melhor versão sem sofrer julgamento exterior, viveres e experienciares todos os dias com a maior intensidade e o maior aproveitamento possível, veres o teu progresso e conseguires reconhecer o teu esforço sem anular o esforço dos outros. Teres espaço para brilhar juntamente com imensas pessoas maravilhosas e completamente distintas de ti, com vivências excepcionais e em diferentes fases da vida que te fazem perspetivar sobre as várias gerações existentes. Ser aluna do Esrad é poderes acreditar no teu potencial, quando mais ninguém o permite reconhecer. Tenho imenso orgulho neste ensino que mudou radicalmente a minha visão sobre tudo e todos, e me permitiu ser mais feliz comigo mesma e com os outros
Ser aluna do Esrad é seres uma pessoa melhor todos os dias e dares o teu melhor com vontade de o ser, é uma lufada de ar fresco, é a luz ao fundo do túnel, foi a minha salvação e pode ser a tua. Beatriz Rapazote
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«É uma trança líquida, cintilante, que escorrega como seda entre os braços estendidos das margens, teorias intermináveis de árvores a que puseram, milagrosamente, os nomes perfeitos: freixo, salgueiro, choupo, faia, amieiro.» in «Nasce na serra de Albarracim, em Espanha»
«Já são dez horas, saltei por cima de todo o tipo de obstáculos, curvei-me despretensiosamente perante o que não seria razoável transpor, contornei tudo o que havia para contornar, e à segunda passagem da ribeira, cujo caudal não assusta, chego a uma sombria clareira, na qual sobressai um enorme salgueiro. É uma árvore intrigante, pela forma como se dobra sobre o leito da ribeira e pela bossa gigante que apresenta na zona da dobra, no final do tronco e onde começam a surgir as primeiras ramagens. À primeira vista, para quem olha de longe sem grande preparação, parece uma pessoa corcunda que se dobra sobre a ribeira para beber água.»
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Diálogos com José Saramago
«Ao aproximar-me do curioso salgueiro, já sem qualquer tipo de pressa, começo a ouvir um som fino e estridente, cuja cadência, que aumenta com a minha aproximação, é sugestiva de aflição. Olho para todo e lado, com relativa atenção, e rapidamente encontro um pequeno ser que se debate contra a dureza do dia. É pequeno, pelado, e pela forma do bico parece ser uma cria de coruja. Pego-lhe rapidamente, com todo o cuidado, e é nesse preciso momento que surge novamente a coruja-das-torres, que pousa suavemente na bossa do salgueiro. » Fernando Rei, 12.ºLH
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Diálogos com José Saramago
Ser capaz de olhar para dentro e dizer «eu sou capaz de alcançar tudo o que eu quero». Se consegui me adaptar e melhorar os meus métodos de estudo no ensino online, sou capaz de alcançar todos os meus sonhos e objetivos na vida. Daniel Fernandes
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«Pois o Sorriso está por trás dessa porta, como um tesouro de que só conhecemos breves e agudas cintilações, qualquer coisa como uma história vertiginosa, uma promessa de universos, um esplendor definitivo.» in «O sorriso»
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Diálogos com José Saramago
«Mais que forçar sorrir é forçar não sorrir. Como é possível? Para mim foi difícil. Digo isto porque, quando estive a viver na Índia, não podia sorrir assim à toa. Sorrir para o vendedor de fruta ou até mesmo para o dono da mercearia, poderia ser mal interpretado. Então tinha de filtrar muito o meu sorriso o que não era fácil para mim. Eu que gosto muito de brincar com as situações, socializar com as pessoas, quando vejo que posso ter uma certa confiança, isto tudo teve de ser passado a pente fino. O não ter de sorrir foi uma das coisas mais difíceis, para mim, nessa altura.»
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Diálogos com José Saramago
«O sorriso pode e deve ser sempre um tesouro que se pode partilhar em todos os momentos, sabendo ver quais são os mais adequados. É tão mais agradável ver uma cara sorridente do que uma triste. Quando alguém está verdadeiramente feliz, isso reflete muito no seu sorriso. Um grande exemplo que temos é num sorriso de um bebé ou até mesmo de uma criança. Eles não têm filtro e transmitem sempre o que pensam. O bebé sorri ao ver os progenitores ou até mesmo quem cuida dele, refletindo o conforto e a satisfação de os ver. Numa criança é igual, o sorriso reflete a felicidade de pequenas coisas e momentos.» Joana Gouveia, 12.ºCT
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Diálogos com José Saramago
Ser alun@ do ESR@D é muito importante para mim, porque a minha esperança de um dia vir a ter o secundário feito e de ter um futuro melhor aumentou, pois nunca consegui manter-me num curso, devido ao meu pânico social e ao fazer o ensino a distância tem sido mais fácil para mim, socialmente. Tenho muito que agradecer pelo facto de me terem aceitado nesta escola. Gostaria também de acrescentar que só não me inscrevi mais cedo por desconhecer a existência deste método de ensino, por isso gostaria de sugerir que o divulgassem um pouco mais, porque é algo bastante positivo na vida das pessoas e que pode vir a fazer a diferença nos seus futuros. Porque ter mais habilitações é muito importante! Joana Silva
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Há tanto para dizer sobre o verdadeiro SorrisoO verdadeiro Sorriso que vem de dentro Que tem a capacidade de penetrar no mais profundo
Do ser humano Um Sorriso contagiante e único Que tem a capacidade de marcar a vida de alguém
Podemos não ter muito Mas temos o Sorriso Que é capaz de mudar o dia de alguém O Sorriso é o desenho mais bonito que podemos oferecer É gratuito, é livre! Vamos desafiar-nos a sorrir na alegria e na tristeza
Vamos sorrir do nascer ao pôr do sol Vamos sorrir de coração É livre! Nelma Lourenço, 12.ºLH
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Diálogos com José Saramago
Ser alun@ ESR@D é Liberdade. Ter a hipótese de aprender do conforto da minha casa enquanto trabalho noutros aspetos da minha vida, sem perder tempo em viagens desnecessárias. Lucas Ferreira.
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«Não conhecemos o amor antes do amor» in «A cidade»
Diálogos com José Saramago
«Ah amor.... o que é o amor? É difícil de responder porque as pessoas normalmente rejeitam uma resposta tão simples. Não sei porquê, mas num mar de frases na obra de Saramago, esta pareceu-me ser a mais interessante, porque é das poucas em que não parece haver um consenso, algo definitivo, embora a afirmação de Saramago fosse expressa como um facto e não uma opinião. Muitas pessoas são enganadas por filmes, canções, livros, levadas a pensar que o amor é um grande gesto onde se soletra o nome de alguém em velas e depois cumpriram o compromisso para o resto da vida com o seu respetivo parceiro/a. Isso não me parece funcionar no mundo real.»
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Diálogos com José Saramago
«A palavra amor que representa a ideia parece ser muito vaga. Eu adoro os meus amigos, eu amo a minha família. Não admira que o conceito suscite confusão nas nossas cabeças primitivas. Na verdade, parece-me que estamos a fazer a pergunta da maneira errada. Não é: "O que é o amor?" como se fosse algo que se pode descobrir na natureza, ou num mau romance dos anos 30. A pergunta é: "O que é amar?" Qual é a diferença?» João Ferreira, 12.ºLH
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Diálogos com José Saramago
Ser alun@ ESR@D é ter a oportunidade de estudar, aprender e construir um futuro, quando não temos a possibilidade de nos deslocarmos a uma escola. É, também, ter a oportunidade de conhecer pessoas de várias idades e situações, de aprender a trabalhar em equipa e de crescermos como indivíduos. Para mim, foi a melhor escolha que podia ter feito para conseguir fazer o secundário, mesmo com as minhas limitações relacionadas com a minha saúde física. Irene Félix
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Com quase 2 milhões de espécies descritas na Terra, as estimativas sugerem que há pelo menos 6 milhões ainda por descrever. Compreenda como os cientistas organizam a vida na Terra sob a forma de árvores e descubra o que tem em comum com os ingredientes no seu prato....
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A (Bio)Diversidade e a Evolução no meu prato | BG 11.ºano
A biodiversidade presente em três refeições...
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Maria Margarita Fernandes, 11.ºCT
A (Bio)Diversidade e a Evolução no meu prato | BG 11.ºano
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Margarita Roura Fernandes, 11.ºCT
http://www.timetree.org/
A (Bio)Diversidade e a Evolução no meu prato | BG 11.ºano
«Aceitemos então que estamos sozinhos, e, a partir daí,
façamos a nova descoberta de que estamos acompanhados — uns pelos
outros.» in «Cada vez mais sós»
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Diálogos com José Saramago
«Ainda não perceberam que tentar viver sempre fora da vossa cidade interior, jamais permitirá admirar as cores e a beleza da vossa própria cidade, o sol que se espelha e aquece, que impulsiona a vida na mais recôndita caverna escondida. Abram as janelas e portas dessa cidade, deixem entrar a vida, a cor, a música, aprendam a observar em vós o que têm de bom, o quanto podem crescer interiormente, como humanos e como seres sociais. Aprendam a observar a vossa própria cidade, observem o mundo a encher-se de luz, aprendam a cultivar a humildade, desliguem-se do que é material, valorizando os sentimentos, as emoções os afetos, vejam que podem fazer a diferença nesta fugacidade que vos assiste, deixando uma marca, prolongando a vossa finitude ao nível espiritual.»
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Diálogos com José Saramago
«Alcançado este patamar, deixando de procurar vida onde pode ou não existir, talvez comecem a valorizar a vida que temos aqui neste nosso planeta, olhando em redor, e vendo que não precisam de seres de outros planetas, não podem ser insatisfeitos ao ponto de pensarem que estão sozinhos. Estão bem acompanhados, têm-se uns aos outros, parem então de procurar o que não interessa, aprendam a observar este nosso mundo, como aprenderam a observar a nossa cidade.» Luísa Candeias, 12.º CT
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Ser alun@ ESR@D é ser capaz de olhar para dentro e dizer: eu sou capaz de alcançar tudo o que quero. Se me consegui adaptar e melhorar os meus métodos de estudo no ensino online, sou capaz de alcançar todos os meus sonhos e objetivos na vida. Daniel Fernandes
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«Ninguém sabe nada de si antes da ação em que tiver de empenhar-se todo.» in «A cidade»
Diálogos com José Saramago
«Quantas vezes já não ouviram a expressão “se nunca tentares, nunca saberás do que és capaz”… Eu, como atleta de alta competição, ouço muitas vezes que os limites estão lá para serem ultrapassados. Não passam de metas imaginárias que nós criamos de forma a termos um objetivo real e atingível, mas que, de alguma forma, este não é o culminar do nosso desenvolvimento, mas sim um capítulo. Os limites existem para serem ultrapassados e repensados e novamente alcançáveis. (...)»
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«O medo que sentimos em fazer alguma coisa não pode sobrepor-se à vontade de o fazer. A pior sensação com que podemos ficar é a de não tentarmos. Não fazermos alguma coisa por receio do desfecho. Ultrapassar limites não significa que os tenhamos conquistado. Abre-nos portas. Desafiá-los mostra ambição, que queremos mais para nós do que conformarmo-nos com o que já alcançámos. Vai haver sempre barreiras, haverá desafios, nem tudo será claro como o papel. A derrota, o insucesso, tudo isso faz parte do processo. » Matilde Jorge, 12.º SE
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Estou a gostar imenso desta experiência no Ensino Recorrente @Distância.
Vivo no estrangeiro e quando descobri que podia terminar os meus estudos, frequentando este ensino fiquei imensamente feliz.
Encontrei um grupo de professores muito atentos e profissionais e graças a eles estou a realizar o meu sonho de conseguir tirar o diploma no liceu Camões em Humanidades. Um grande obrigado a todos vocês do ESR@D. Cristina Ferreira Gomes
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«O macaco aconchega-se, sem me largar as mãos. E eu, que preciso urgentemente de fazer qualquer coisa, começo a falar. De quê?» in «Um encontro na praia»
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Diálogos com José Saramago
«E num embalo ele interrompe-me. Estarei a sonhar? O macaco sentado ao meu lado fala? Estarei mesmo a ouvir a sua voz ou será o eco das conversas alheias? — Olá. — Podemos conversar? Perguntou-me o macaco com uma tão grande naturalidade que me fez pensar que esta não seria a sua primeira vez. Com o meu coração a mil à hora, inspirei profundo por um minuto e ao expirar concordei. — Fala-me do teu mundo. Disse-me o macaco em poucas palavras. Comecei, sem entender porquê, a contar a história da minha vida, aonde nasci, a minha infância, a adolescência perturbada, a dor da perda, o crescer sozinha, o aprender a vencer na vida, a família, os amigos, as desilusões, o amor, as alegrias e as tristezas. (...)»
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Diálogos com José Saramago
«— Eu também um dia acreditei no equilíbrio, em que o bom necessitava do mau para equilibrar o nosso planeta, pelo menos assim me contavam os meus criadores. Até que vi com os meus olhos florestas devastadas, os lares onde os meus antecessores viveram inexistentes, as prisões para onde fomos arrastados para estudos em prol da ciência e da investigação, para um mundo melhor. A utilização da minha espécie para divertimento do ser humano em zoos e circos como se fôssemos puros objetos de entretenimento. Mas, no final de tudo, também fazemos parte desse mundo que descreve com alegrias e tristezas, perdas e vitórias, nós também tentamos fazer parte deste planeta, de cuidar uns dos outros e ao nosso redor.» Carla lampreia, 12.º LH
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Diálogos com José Saramago
Sermos alun@s ESR@D é podermos aprender, estando presentes, quando estamos, fisicamente, ausentes. Nádia Silva
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«Salta, cobarde!» Não mataram com as mãos. Disseram apenas: «Salta,
cobarde!» Depois vão jantar, dormem em boa paz, defendidos pela lei e
defensores dela. E beijam os filhos.» in «Salta Cobarde»
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Diálogos com José Saramago
«Meu caro José, toma o exemplo dessas crianças de que falas e vê o mundo pelos seus olhos, vais ver que verás um mundo muito mais colorido e mais feliz, E para quê Jurgen, para depois ter que me desiludir com a dura realidade do mundo ou para me sujeitar a uma qualquer doença, morte ou o que quer que seja o meu castigo por me recusar a ver as coisas como elas são, Não José, para teres fé na humanidade, para acreditares que algumas pessoas têm bons corações, fazem coisas boas, não são todas como os cegos maus que puseste a exigir barbaridades a troco de um pouco de comida ou como o governo que declara estado de sítio só porque o povo votou em branco nas eleições.»
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«O homem continuou sentado no degrau do depósito de água a olhar lá para baixo pensativo, Queres que me atire, é isso, perguntou ao jovem, Claro que não, só te trouxe aqui para te mostrar que há visões diferentes do mundo em que vives, as coisas não são todas pretas ou brancas, há outras cores José, Eu sei e tento vê-las e tento escrever sobre elas, mas sabe sempre a pouco e a falso, talvez seja culpa minha, talvez não queira ver as cores e ande cego como os outros. E o homem saltou…» Marina Carreira, 10.ºLH
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Ser alun@ no ESR@D é uma experiência muito interessante e enriquecedora. Tive a oportunidade de conhecer pessoas diferentes de várias partes do mundo, trocar ideias e opiniões com mentes brilhantes e adquirir competências que irão ser úteis para o resto da minha vida. Ser alun@ no ESR@D é fazer parte de um grupo de pessoas que se esforçam constantemente para serem sempre melhores alunos e melhores pessoas. Este ensino fez-me crescer imenso não só como aluno, mas como pessoa. Irei estar sempre grato por ter feito parte deste ensino e pelas pessoas que conheci ao longo desta jornada. João Ferreira
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«- De que forma a infância é importante na sua obra? - Como digo na minha crónica «O amola tesouras», “Mas às vezes a memória, por caminhos que nem sabemos explicar, traz para o dia que se está vivendo imagens, cores, palavras e figuras.”, os sentimentos de medo da infância inspiram a minha escrita, algumas memórias ajudam-me a escrever.»
Diálogos com José Saramago
«- Pode descrever em poucas palavras o que a sua crónica “Às três da madrugada” significa? - Na crónica «Às três horas da madrugada». existe uma descrição da noite, de uma noite onde tudo é ilusão onde a realidade brinca com a alucinação. Três horas da madrugada representam metade da noite passada. É o pico do silêncio e da escuridão na cidade. A escuridão é tal que torna tudo surreal. Além do pormenor destacado que, às três da manhã, todos os habitantes dormem e sonham, encontramse no mundo surreal dos sonhos (...) E na manhã seguinte o sol nasce sobre o rio, como todos os dias e a vida volta à normalidade como se nada se tivesse passado. As três horas da madrugada representam o contraste da vida infernal e barulhenta do dia com o silêncio arrepiante da noite (...).» Dévora Cortinhal, 10.ºLH
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Ser alun@ ESR@D é ser um aluno que procura exceder as suas capacidades de dia para dia. R. G.
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«Anda por aí, em inesperada revivescência, contrariando e minando os nossos esforços para a objetividade e a frieza, sem as quais nada de útil se pode construir, uma antiga doença que fez muito mal ao mundo em tempos passados.» in «Discurso contra o lirismo»
«Hoje o meu iPad piscou e apitou particularmente alto, mostrando uns sinais estranhos que logo me foram explicados quando toquei: estava a entrar para um momento histórico de uma unidade de medida de importância excecional, o que significa, que não deve ser perdida. Pensei que fosse uma nova maneira de mostrar o meu humor, porque, quanto mais humores internacionais eu tiver, melhor será o meu nível de comportamento interpessoal, que funciona como um pedido de desculpa permanente que fica impresso na tela digital de quem me vê, mas não me conhece. “Fator de frieza do coração”. É este o nome do mais recente aplicativo, apresentado em cores brilhantes, a pedir para ser instalado no meu dispositivo, algo que não deve ser ignorado.»
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«Estava disponível gratuitamente por 3 horas, ao lado estava a imagem agradável de um relógio não regulável que já havia começado a contagem decrescente. Todos os dias há algo novo via App-@qualquercoisa.com, basta inscrevermo-nos uma vez. As únicas coisas que sabia antecipadamente era que um pequeno questionário iria ditar se sou uma pessoa de coração frio ou quente, numa clara associação ao meu caráter e personalidade, e que se eu aceitasse a instalação desta da aplicação o coração digital e a respetiva temperatura apareceriam em todas as minhas aplicações e interações e seria sempre visto por toda a comunidade digital. » Nádia Silva, 10.º LH
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Ser aluno no ESR@D é, para mim, uma concretização de muitos anos de esperança de conseguir o meu diploma e de poder aprimorar-me para a preparação de uma nova aventura profissional. Agradeço o extraordinário nível educativo. Vivendo fora de Portugal, poder assitir ao ensino na minha lingua materna é uma recompensa excepcional pela qual agradeço a todos os envolvidos. Carla Lampreia
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«Agora, apareceu no circuito das ideias a palavra esperança. E logo veio a
tentação de lhe soprar a letra inicial e transformar o e em E. É uma
operação que participa da magia, como se diz que da magia participavam os
esgrafitos pré-históricos das cavernas.» in «Esta palavra esperança»
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«Bonito, feio, amor, ódio, guerra, paz são palavras, umas profundas, outras mais superficiais, mas existe uma palavra que não mencionei anteriormente, e essa palavra é "Esperança". Se calhar estarão a questionar-se sobre o porquê desta palavra em especifico, mas irei responder com muito gosto. Esta palavra é muita profunda e ao mesmo tempo muito cobarde, esquisito não é?As pessoas, mesmo não sendo crentes (e não interessa a religião em que acreditam), têm o hábito de dizer em qualquer situação: "tenho a esperança de que…". Se está doente, lá vem palavra esperança, se vai mudar de trabalho, lá vem ela outra vez, ou seja, em todas as situações de mudança a que estejamos sujeitos, o raio da palavra acaba por surgir.»
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«Agora irei explicar o porquê de, para mim, ser uma palavra cobarde. As pessoas procuram o melhor para elas, claro está que as compreendo, o que não compreendo é o porquê de utilizarem esta palavra, que, a meu ver, é cobarde. Se quero algo, como se diz na gíria, ou vou atrás ou não consigo. Infelizmente, a maioria das pessoas fica sempre pela "esperança", não vai à procura do que quer. Há quem diga que é por estarem à espera que alguma coisa fora do normal aconteça, lá está a tal esperança. Mas, se tiverem a coragem de enfrentar os seus medos, correm o risco de realizarem os seus sonhos.» Carlos Matos, 10.ºLH
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Ser alun@ no ESR@D é uma nova forma de progredir nos estudos, sem qualquer obstáculo no tempo para quem o tem ocupado diariamente.
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«O Planeta dos Horrores. Se eu tivesse ambições de escritor de ficção
científica, ia ali à Propriedade Intelectual e Artística e registava este
excelente título. Ou este, mais para livro policial, que não é pior: A Morte
Paga a Pronto. Como se vê, imaginação não me falta. Como não falta
também àqueles que querem que a morte pague a pronto — e por atacado.
Ah, leitor, leitor, como nós andamos distraídos!» in «O planeta dos horrores»
«Imaginemos a terra deserta. Não se vê nada, mesmo se olharmos em todas as direções, não se vê ninguém em nenhum lado. Lojas vazias, carros trancados com roupa, comida, água, loiça. Mas não se vê nenhum ser humano. Nenhum animal. Nem moscas dá para ver. É como se os seres humanos e a vida animal de toda a terra tivessem sido eliminados com um botão. Vê-se tudo o que nos contruímos vazio, abandonado. Parece uma coisa de um filme assombrado, mas pior, porque nesses filmes dá para ver pelo menos uma pessoa no meio de tudo. Mas, aqui, é só uma alma a flutuar por estas ruas. Pode ir por onde bem quiser, mas só anda por estas ruas vazias.»
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Diálogos com José Saramago
«Os sacos estão cheios de coisas de que toda a gente precisa para sobreviver: garrafas de água, sumos, coisas para tomar banho, talheres, pratos, roupa para vestir, e continuam a flutuar, como se a pessoa ainda estivesse asegurá-los. Mas, enfim, a nossa alma continua a percorrer as ruas abandonadas, a ver se encontra alguma coisa com vida, já nem se diz humanos ou animais, só alguma coisa para ver se consegue perceber o que estará a acontecer ao nosso planeta. Quem será que levou os seres vivos deste planeta? Onde é que eles podem estar agora? Na lua? Em Marte? No meio do oceano Pacífico?» Tiago Gomes, 10.º LH
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Diálogos com José Saramago
Ser alun@ ESR@D é ser flexível, mas responsável. Para mim, foi a melhor opção que encontrei para poder concluir o ensino secundário. A vantagem de ter a escola dentro do conforto do nosso lar sem necessidade de nos deslocarmos a horas tardias, é do melhor. Para mim o Esr@d trouxe-me muito conhecimento, oportunidades e amizades. Os professores são muito compreensivos, trabalhadores e esforçam-se imenso para nos preparar as aulas de maneira que estejam acessíveis a todos os alunos. Para não falar da paciência que têm neste método de ensino. Sendo este o meu último ano, levo na mochila conhecimento, excelentes experiências e boas amizades, tanto com os professores como com os alunos. Fiz uma amizade muito especial e tive a excelente oportunidade de a conhecer pessoalmente. Nessa mesma altura, também visitei a escola e conheci duas professoras do Esr@d. Desde 2019 tem sido uma excelente viajem no mundo escolar que estou a adorar. Gostei imenso e estou a aguardar o jantar de finalistas para acabarmos em grande. Para concluir, recomendo vivamente, a quem estiver interessado em concluir o secundário, a experimentar este método de ensino, pois tenho a certeza deque não se irá arrepender. Joana Gouveia
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ESR@D Lab
Trabalho Experimental no ESR@D
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ESR@D Lab
Montagens experimentais A - Daniel Fernandes, 10.ºCT B - Jorge Lourenço, 10.ºCT C - Isabel Azevedo, 10.ºCT
Trabalho Experimental no ESR@D
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ESR@D Lab
M. experimentais | Resultados A - Daniel Fernandes, 10.ºCT B - Jorge Lourenço, 10.ºCT C - Isabel Azevedo, 10.ºCT
Trabalho Experimental no ESR@D
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Diálogos com «George» de Maria Judite de Carvalho
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«As três idades da mulher», Gustav Klimt
«No conto George, de Maria Judite de Carvalho, a abordagem às diferentes fases da vida de uma mulher acaba por ter alguma semelhança com esta pintura. Nas breves palavras da Maria Judite, é possível verificar uma clara valorização das qualidades físicas da juventude e a constatação da inevitabilidade da perda gradual das mesmas, rumo a uma decadência isoladora e geradora de invisibilidade social, mesmo com todo o tipo de esforços para a contrariar. No fundo, o conto é também ele uma alusão ao ciclo da vida e a todas as vicissitudes associadas, com especial destaque para a rudez social relativamente aos mais velhos.» Fernando Rei, 12.º LH
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Diálogos com «George» de Maria Judite de Carvalho
«Gostei bastante de fazer esta análise e apreciação crítica, porque é um tema muito atual. Enquanto mulher no século XXI, não passei por tantas dificuldades como as do século XX e agradeço bastante às mulheres que lutaram pelos nossos direitos e normalizaram o feminismo. Espero que a nossa sociedade dê mais valor às mulheres, não pela sua idade ou experiência, mas porque são alvo de discriminação de género por várias razões, e muitas delas não conseguem libertar-se da visão masculina e machista que têm sobre si e sobre as mulheres que as rodeiam.» Constança Bonzinho, 12.ºLH
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Diálogos com «George» de Maria Judite de Carvalho
«A pintura também retrata a figura de uma criança que se demonstra tranquila, que é uma associação a esta inocência. Na segunda fase, a idade da juventude, relata todas as voltas que a vida de George deu. Porém, o ponto mais importante que serve de comparação a esta pintura era a sua obsessão por fotos de si mesma quando criança. Assim, podemos afirmar que a figura na pintura a agarrar a criança com afeto pode ser uma direta conexão a essa obsessão que George tinha. E, por fim, a terceira idade de George, não chega mesmo a ocorrer, mas está perto o suficiente para fazer a personagem ansiar pelo seu futuro como uma idosa solitária e triste.» Ricardo Graça, 12.ºCT
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Diálogos com «George» de Maria Judite de Carvalho
Ser alun@ ESR@D é poder estar em qualquer parte do mundo a tirar o secundário. Ana Inês
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«Toda a paisagem é desoladora, sem vida, a natureza envolvente está morta, tornando a pintura verdadeiramente perturbadora (...)Alguns pormenores são interessantes e misteriosos, a morte segura uma clepsidra, demonstrando a contagem do tempo, ou o término deste, a brevidade da vida e a velocidade com que passa, a presença de uma pequena coruja, que, metaforicamente, representa a sapiência, o seu ar observador parece que nos questiona sobre as nossas escolhas, e o único sinal de esperança reside no sol tímido e na imagem de Jesus na cruz. Apesar de a pintura ser bastante antiga (1547), mantem-se atual, pois representa as várias etapas do ciclo da vida, a efemeridade da vida, demonstrando a passagem de tudo o que existe, tanto na natureza como na Humanidade. A ligação à morte, mesmo em tenra idade, faz-nos pensar que não existe nada mais certo desde que nascemos.» Luísa Candeias, 12.º CT
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«As Três idades do Homem e a Morte», Hans Baldung
«Relativamente ao conto «George», todos os elementos presentes nesta pintura podem ser relacionados com elementos do mesmo, embora em graus variados. A exploração do ciclo da vida é feita em ambos, focando três fases distintas: a infância inocente, a libertação adulta e a decadência imperdoável da velhice. Divergem na mensagem, no entanto, no que toca à libertação feminina, pois em «George» está presente uma crítica à sociedade por subjugar as mulheres, enquanto neste quadro a crítica dirige-se à mulher precisamente por não seguir essas expetativas opressivas ditadas pela igreja católica. A meu ver, a expressividade do quadro, a paisagem desoladora e os tons cinza e siena transmitem uma sensação inquietante ao lembrar-nos que a nossa juventude não dura para sempre e que a morte é o destino de todos nós, sendo ainda mais marcante para quem crê na existência da vida após a morte e na ameaça do castigo eterno.» Irene Félix, 12.º CT
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Diálogos com «George» de Maria Judite de Carvalho
Ser alun@ ESR@D é viver e Mudar-se os tempos, mudar-se as vontades,
Mudar-se o nosso ser, mudar-se a nossa confiança; «Todo o mundo é composto de mudança,
Tomando sempre novas qualidades.
Continuamente vemos novidades,
Diferentes em tudo da esperança;» Tenho a certeza de que, no final, vai deixar saudades.
Ser Esrad é ter uma segunda oportunidade de conseguirmos cumprir os nossos objetivos e sonhos. Muito Obrigado a toda a equipa do ESR@D ❤️ . Irina Vicente
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«Pohl’ady», Alexandra Hudecóva
«A minha interpretação é que a pintura se encaixa na descoberta pessoal de Hudecóva, na libertação dos papéis sociais e sexuais (de género) que nos são atribuídos à nascença. Por exemplo: a criança no canto inferior direito que parece chorar está a usar uma pala de pirata que pode simbolizar a vontade de brincar com algo que não é considerado feminino o suficiente, algo que lhe é proibido talvez de forma violenta. Temos também a mulher que se inclina na nossa direção e não está traçada de forma detalhada, mas apenas com pinceladas bruscas, aparenta estar nua, porém não se apresenta de forma insinuante, mas sim irreverente e audaciosa. E, por último, o homem contorcido que parece também não conseguir seguir o padrão típico de um homem que é esperado pela sociedade.»
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Diálogos com «George» de Maria Judite de Carvalho
«Esse facto remete-me ao conto "George" pela sua escolha de um nome masculino para uma personagem feminina e a escapatória da personagem dos mesmos comportamentos socialmente esperados. Outro aspeto que me parece relacionar ambas as obras criativas é a forma como as faces pintadas me relembram as três personagens - ou versões da personagem - em "George", sendo a mais jovem caricatura Gi, a quem a inocência parece ser roubada pela imposição social e da família. George seria a face mais central perto do pincel, que representa o caminho artístico escolhido pela mesma; esta face parece também estar a desvanecer pela forma inacabada como Alexandra a pintou ou deixou por pintar. E então temos Georgina, que comparo à face da qual só se vê um quarto, dando a parecer que a personagem continua a desaparecer. » Daniela Jaime, 12.º CT
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Diálogos com «George» de Maria Judite de Carvalho
Ser alun@ ESR@D é ter a oportunidade de retomar os estudos, independentemente da nossa localização, é uma segunda chance para corrigir erros do passado.
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Umberto Boccioni
«A meu ver, os elementos mais significativos são as vestes brancas pela calma que pretendem exprimir, o facto de estarem todas a olhar na mesma direção como se estivessem a observar algo num plano maior, e, por fim, os olhares de todas aparentam ser semelhantes, mas são diferentes de sentimento: o olhar da mulher à esquerda parece estar mais cansado e vivido, a do meio aparenta ser a mais nova pelo brilho no olhar e está mais impaciente e a senhora da direita está mais neutra. Podem existir diversas interpretações deste quadro, no entanto, a que aparenta ser mais relacionado com o conto estudado é de que estas mulheres representam as diferentes fases da personagem principal, sendo a da esquerda Georgina, já na sua fase idosa, a do meio a Gi, nos tempos em que era jovem adulta, e a da direita George, em plena idade adulta. Estão todas juntas a contemplar o grande cenário.»
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Beatriz Rapazote, 12.º LH
«A meu ver, os elementos mais significativos são as vestes brancas pela calma que pretendem exprimir, o facto de estarem todas a olhar na mesma direção como se estivessem a observar algo num plano maior, e, por fim, os olhares de todas aparentam ser semelhantes, mas são diferentes de sentimento: o olhar da mulher à esquerda parece estar mais cansado e vivido, a do meio aparenta ser a mais nova pelo brilho no olhar e está mais impaciente e a senhora da direita está mais neutra. Podem existir diversas interpretações deste quadro, no entanto, a que aparenta ser mais relacionado com o conto estudado é de que estas mulheres representam as diferentes fases da personagem principal, sendo a da esquerda Georgina, já na sua fase idosa, a do meio a Gi, nos tempos em que era jovem adulta, e a da direita George, em plena idade adulta. Estão todas juntas a contemplar o grande cenário.»
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Beatriz Rapazote, 12.º LH
«Pessoalmente, eu acredito que todas estas dificuldades internas e externas retratam a aparência da personagem, como um espelho a refletir a imagem de uma pessoa. George é um ser diferente. Poderosa, bem-sucedida, reconhecida, viajada, ela já não é a rapariga revoltada com a vida que levava na sua juventude, embora tenha outros problemas que perturbem a sua existência. Na minha opinião, entra aqui em jogo o seu sorriso plástico, daí George ser mais parecida com a figura da direita. Ao comparar a figura de Boccioni com a personagem de Maria Judite de Carvalho, podemos ver que ambas emanam uma classe artística e superior ao que é esperado de uma mulher da época. A postura elegante, mas com uma aura de independência intelectual, o olhar, à primeira vista inocente e forte, mas incompleto e vazio, são tudo provas das afinidades entre a personagem de Boccioni e George.»
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João Ferreira, 12.º LH
Para mim ser alun@ do ESR@D é cumprir um objetivo que foi adiado pelas circunstâncias da vida, é a oportunidade que me foi dada pela ES Camões para seguir um sonho. E como estou a morar no estrangeiro, é maravilhosa a chance de poder estar em contato com o meu país. Dévora Cortinhal
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Amedeo Modigliani
«Este pintor transporta-me para o conto «George» de Maria Judite de Carvalho.
Leva-me a pensar na personagem Gi. Fazendo uma análise mais objetiva nesta imagem, ressalta a juventude, os olhos cheios de
luminosidade, os cabelos vermelhos, a pele de porcelana.
Através deste jogo, consegue-se criar uma harmonia espetacular e única.
Esta imagem é sinónimo de energia pura, única com perfume de
juventude. Cria em mim uma reação de
emotividade muito forte, de calor, de dinamismo e de alegria assim como a personagem Gi. (...) As cores quentes envolvidas com as cores frias fazem cair a temperatura, acalmando e refrescando
a alma, o corpo e a mente» Cristina Gomes, 12.º LH
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Diálogos com «George» de Maria Judite de Carvalho
«A fase de Gi está presente através dos traços físicos, tais como o rosto pálido, os dois olhos largos e semicerrados, a boca fina, o pescoço alto, os cabelos lisos e o olhar esquecido, vazio.A fase de George está presente de uma maneira indireta, seja pelo facto de a imagem estar desprovida de quaisquer objetos («sempre pronta para partir sem que os objetos a envolvessem, a segurassem, a obrigassem a demorar-se mais um dia que fosse»), seja através da técnica usada, que nos transporta para as características da sua arte, a pintura a óleo. A fase de Georgina está presente através dos cabelos pintados de acaju.» Paulo Jorge, 12.º LH
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Diálogos com «George» de Maria Judite de Carvalho
Ser alun@ ESR@D é ser livre, tendo tempo para conciliar escola e trabalho.
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Alexandra Hudecóva
«A sensação que a mulher à esquerda nos transmite de experiência de vida e oferta de claridade à mulher do meio lembra-nos de Georgina e do seu diálogo com George no comboio e os conselhos que lhe tentou dar. George é a personagem principal do conto, e essa é a sua primeira semelhança com a personagem a meio da obra de Alexandra Hudecóva, mas também a sua aparência mais ousada que a destaca das outras personagens, tanto no conto como na pintura. Nesta, a personagem encontra-se virada de costas para a da direita e vira a cara à da esquerda. »
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Diálogos com «George» de Maria Judite de Carvalho
«Isto lembra-nos como George vira as costas ao seu passado e a sua vontade e esforços em manter-se o mais longe possível do mesmo, mas também da sua ansiedade em relação ao seu futuro. Resta-nos a rapariga à direita na obra de Alexandra Hudecóva e Gi do conto de Maria Judite de Carvalho. Ambas são representadas como ingénuas, inocentes e ignorantes, em relação ao mundo ao seu redor, também são as personagens que estão mais afastadas das outras duas, não só fisicamente como também emocionalmente. São as personagens que, do ponto de vista do leitor ou observador, menos cativam a nossa atenção, no entanto, são vitais nas duas obras para que as possamos compreender na sua totalidade.» Madalena Firmino, 12.º LH
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Diálogos com «George» de Maria Judite de Carvalho
Ser alun@ do ESR@D é ter uma nova oportunidade. Acabei Sócio-económicas, estou neste momento em Humanidades e posso afirmar que se estou também na universidade é porque encontrei no ESR@D a oportunidade de recuperar o que a vida não me deixou ter. Só tenho que agradecer à comunidade docente que sempre esteve e sei que estará sempre ao lado dos alunos. Bem hajam! Carlos Matos
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Isabel Azevedo, 10.ºCT
Observação ao M.O.C. no ESR@D
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Daniela Jaime, 12.ºCT
Observação ao M.O.C. no ESR@D
TuRMA 11 LH
Era uma vez um conto...
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Resmungões
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Ana Rita Monteiro
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Texto redigido a partir dos contos ...
"Um champanhe na cave", Julio Ramón Ribeyro
"Sr. Diretor", Lygia Fagundes Telles
Aníbal aguardava na passadeira em frente ao Ministério da Educação observando o edifício, não estava boquiaberto apenas porque tinha consciência de que as pessoas que aguardavam que o sinal mudasse de cor poderiam ver a sua figura. Finalmente ficou verde, mas Aníbal não se moveu do quão perdido nos seus pensamentos estava, um carro apitou, talvez tenha sido por bondade. “Bondade”, digamos, Aníbal ia tendo um ataque com o susto, mas despertou daquele momento de encanto e andou em frente, atravessando a estrada em direção ao seu local de trabalho. continua...
Ser alun@ do ESR@D é algo que não se consegue descrever bem, pois é uma ótima oportunidada que existe em Portugal! Este ensino, pelo menos pela minha experiência, tem sido bom. Agradeço imenso.
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Ser alun@ ESR@D é...
Notícia de jornal
Aqui se escreverão noovas históriass
Tânia Rocha
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Texto redigido a partir dos contos...
"Liliana a chorar", Julio Cortázar
"O Búfalo", Clarisse Lispector
Já faz algum tempo que não falamos ou trocamos sequer um olhar. Deixaste de me enviar cartas, dar notícias tuas, descrever as tuas semanas, o que me dava alento. As tuas palavras sossegavam a minha mente porque percebias o que a escrita significa para mim. Ao fim de tanto tempo recebo finalmente notícias tuas e, qual não é o meu espanto, isso aconteceu pelo jornal. Pesa a consciência ao Fernando. Ainda te lembras dele? Todos os dias me traz jornais porque pensa que isso pode compensar o facto de ter ficado com a minha mulher. continua...
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Uma carta por enviar
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Nádia Marçal
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Texto redigido a partir dos contos...
"O Búfalo", Clarisse Lispector
"Sr. Diretor", Lygia Fagundes Telles
Querida Maria Emília, Sei que ainda pouco ou nada sabes da vida. Será que ficarias espantada se eu te dissesse que chegarias aos 64 anos, ainda sem nada saber? O que significa afinal saber muito da vida? "Ah viveu uma vida cheia", cheia de quê? Comecei a minha semana a escrever uma carta a um diretor de uma revista, ou pelo menos eu acho que foi assim que tudo começou…. Estava tão certa de onde ia naquele dia, tão certa a quem deveria dirigir a minha indignação. Acabei o dia cheia de incertezas, profundamente só, a chorar numa sala de cinema. continua...
Aqui se escreverão noovas históriass
As novas vacinas de RNAm só foram possíveis graças às técnicas de Engenharia Genética desenvolvidas desde os anos 70 do século passado...
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Daniela Jaime, 12.ºCT Ricardo Graça, 12.ºCT
https://view.genial.ly/61fbf1b68750550018f27062/interactive-content-dna-footprinting
Do cancro ao Covid… …RNAm – a molécula do momento
Joana Gouveia, 12.ºCT Luísa Candeias , 12.ºCT
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Álex Maldonado, 12.ºCT Lucas Souza, 12.ºCT
Do cancro ao Covid… …RNAm – a molécula do momento
Ser alun@ no ESR@D é uma nova forma de progredir nos estudos, sem qualquer obstáculo no tempo para quem o tem ocupado diariamente.
A qualidade de ensino é estupenda.
A diferença está no ensino presencial e ensino a distância, no entanto, as aulas são bastante iguais em termos de ensino, ou seja: as matérias dadas são bastante compreensiveis, assim como os professores, utilizando a internet. Gostei muito e é meu desejo a continuidade deste projeto. Paulo Silva
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Ser alun@ ESR@D é...
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Áudio de fundo: Dreaming Big by Ahjay Stelino
ESR@D | Escola Secundária de Camões | 2021/2022
ESR@D ES de Camões 2021/2022
Ana Vicêncio
Created on April 28, 2022
Dia Aberto, 5 de maio de 2022
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ESR@D
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Escola Secundária de Camões
Nos últimos dias o nosso velho continente tem atravessado acontecimentos que, há alguns meses, seriam difíceis de imaginar. No dia 14 de março, uma "nuvem de poeiras" do Sara, empurrada pela Tempestade Célia, invadiu o céu de (quase) todas as cidades portuguesas e de muitas e muitas cidades europeias. As fotos tiradas das janelas de vários alunos e professores do ESR@D evidenciam como, mesmo espalhados por vários continentes, "todos partilhamos o mesmo ar" e a janela da nossa sala de aula tem vista para o mundo inteiro...
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ESR@D | Da minha janela...
Da esquerda para a direita (a partir do topo) A.Vicêncio | ES de Camões; Lisboa, Portugal D.Silva ; Luxemburgo, Luxemburgo T.Gomes; Paris, França N.Padeiro | ES de Camões; Lisboa, Portugal D.Silva; Luxemburgo, Luxemburgo V.Silva; Lisboa, Portugal J.Gouveia | Funchal; Madeira, Portugal A. Maldonado; Ossela, Portugal M.Sousa; Lisboa, Portugal M.Carreira; Porto, Portugal D.Silva; Luxemburgo, Luxemburgo I.Azevedo; Luanda, Portugal N.Silva; Munique, Alemanha R.Bito; Leiria, Portugal A.Carvalho; Vila Real, Portugal J.Lourenço; Vidigueira, Portugal L.Candeias; Almada, Portugal D.Silva; Luxemburgo, Luxemburgo V.Silva; Lisboa, Portugal
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ESR@D | Da minha janela...
Ser alun@ no ESR@D é uma experiência para a vida. Não há palavras suficientes que consigam expressar a minha gratidão por este projeto e as pessoas que o fazem ser maravilhoso. Quase não notámos a pandemia, porque nada mudou aqui no ESR@D. No final do dia, podíamos sempre contar com as nossas aulas e essa rotina ajudava-nos a ter esperança de que ia ficar tudo bem porque estávamos juntos e a partilhar vivências nossas, durante este período complicado que estávamos todos a enfrentar. Penso que muito alunos estavam desejosos para as aulas começarem, porque era um escape da vida real e sentíamo-nos realizados por sermos capazes de aprender com professores espetaculares que nos ajudavam com problemas pessoais, mas também escolares. Nunca me senti excluída ou um fracasso, descobri aptidões minhas e floresceram, conhecimentos que desconhecia ter devido a experiências traumatizantes em escolas presenciais que não me permitiam ser eu própria. Espero no futuro vir a agradecer pessoalmente a todos os meus professores do ESR@D que me ajudaram neste processo de auto conhecimento e também a reconhecer as minhas capacidades como aluna e pessoa. Desejo que todos os que venham a ser alunos do ESR@D se sintam compreendidos e entusiasmados, porque vão entrar numa montanha-russa de aventuras positivas com pessoas diferentes e de sítios diferentes! Obrigada a todos! Constança Bonzinho
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Diálogos com José Saramago
TECHNOLOGY
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PRESENTATION
«É então um deus zangado, um pouco condescendente: não empurra, raramente afoga, não levanta o pilão das grandes torrentes. Todo o seu génio se manifesta em passes insidiosos, em rodeios de mansidão — e se uma vez por outra levanta a voz, foi só porque lhe puseram adiante um dique, uma barreira.» in «Nasce na serra de Albarracim, em Espanha»
«Sigo pelo caminho velho da antiga ponte e imagino como seria tocar com os dedos dos pés na água fria. Não quero morrer, penso que nunca quis e em toda a minha solidão e tristeza sempre procurei ajuda, motivo pelo qual a psicóloga não me diagnosticou com depressão… A mãe aprendeu muito sobre saúde mental, no começo ela não entendia… não a culpo porque a dor não se vê, mas é um monstro que apesar de dormente do nada acorda e simplesmente mata.»
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Diálogos com José Saramago
«Ninguém sente a nossa dor, é esse o maior pecado do mundo, o centro de discórdia, ninguém se entende,porém fingimos que sim, porque ninguém se quer sentir sozinho. Como sentias a dor?, eu tentei escrever-te, contudo as pessoas leem torto por linhas direitas.Escrevi-te uma carta a dizer que fazias falta e que te veria em breve. A minha professora não entendeu que a ficção é o sonho, do que se deseja e não do que se vai ter… a mãe assustou-se e eu parei. Para quê escrever romances quando as nossas palavras são retorcidas literalmente?» Daniela Jaime, 12.ºCT
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Diálogos com José Saramago
Ser ESR@D é ser mais forte,é ser melhor do que os Homens. Aprender como quem quer enriquecer os seus serões, evocando o grande Camões! Marina Carreira
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«Tornei a olhá-lo. O rosto de pedra parecia agora carregado de malevolência e ódio. E também de uma solidão sem desespero, inumana.» in «Jardim no Inverno»
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Diálogos com José Saramago
«As altas portas de madeira queixam-se num gemido doloroso quando o Viajante as empurra com cautela. Dentro, a capela de pedra não aparenta estar abandonada, mas o silêncio vazio, os bancos poeirentos e a única vela acesa no altar sugerem-na esquecida. Fecha as portas com violência contra o vento cortante, tornando o ar gélido mais suportável. O Viajante repousa a mão no punho da sua espada e caminha em direção à luz. Cada passo é um trovão, um ato quase desrespeitoso perante o silêncio tumular. A dança suave da chama parece querer atrair outro ser dotado de calor, de movimento, de vida.»
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Diálogos com José Saramago
«- O que procuras, meu irmão? Ouro e riquezas certamente não encontrarás nesta pobre capela. Surpreso, com a agilidade de um gato, o Viajante desembainha a espada e corta o ar instintivamente, parando antes de atingir o pescoço da figura misteriosa. - Quem és? - O humilde cuidador desta capela. E tu? – falou sem medo ou hostilidade, esboçando um leve sorriso. » Irene Félix, 12.º CT
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Diálogos com José Saramago
Ser alun@ no ESR@D é ser resiliente, ter alegria e simpatia. Vontade de ir mais além e desejo de estar sempre presente, fazer amizades em vários cantos do mundo, ser prosa e poesia, viajar através das palavras, descobrir em nós capacidades ocultas, navegar pela ciência e despertar para sonhos inimagináveis. Estudar no ESR@D é surpreendermo-nos positivamente com professores e colegas, ter vontade de terminar o secundário, mas com uma saudade permanente do que vivemos nestes 3 anos. Obrigada a todos os que passaram por esta minha etapa, pena que termine este ano. Desejo que este ensino cresça de forma a dar oportunidades a todos os que desejam prosseguir os seus sonhos, e que um dia possa ir para além do ensino secundário. Ficam todos no meu coração, obrigada mais uma vez. Luísa Candeias
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Ser alun@ ESR@D é...
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«Se vamos a dizer e a escrever Esperança, adeus minhas encomendas. Caímos no embalo entorpecedor, no banho morno, na emoliência das ladainhas. » in «Esta palavra esperança»
Diálogos com José Saramago
«A vida é uma chatice em Portugal, na Alemanha, no Japão, onde quer que vás, tudo tem as suas adversidades e vais sofrer o julgamento com ou sem diploma, com ou sem carro, com ou sem casa, com ou sem filhos. E a lista continua… Vais lidar com a frustração de todas as maneiras possíveis e vais ser testado continuamente e a mesma pergunta vai perseguir-te para o resto da vida “será que fiz a escolha certa?” Para te dar um conforto nada confortável, nada disso importa, faças o que fizeres vais ter várias “marés” à tua porta, apesar de isto parecer uma onda extremamente pessimista.»
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Diálogos com José Saramago
«Tenho uma opinião muito particular sobre o sentido ou propósito da vida: não importa se ficas ou partes, se alugas ou compras. Importa a nossa luta individual e agarrares-te aos pirilampos repletos de luz. Permite-te agarrar todos os pontos de luz da tua vida e deixa que essa “emoliência” te torne vulnerável, precisamos de humanos à deriva. Para concluir esta reflexão e meia, gostaria de fazer um apelo a todos os possíveis leitores: vamos ouvir as vozes do futuro! Prometo que temos muito para acrescentar e não nos ficamos pela metade, muito menos pela esperança.» Beatriz Rapazote, 12.ºLH
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Diálogos com José Saramago
Ser aluno no ESR@D é fazer parte de uma comunidade motivada, criativa, flexível, e sempre pronta para superar os desafios impostos pelas distâncias físicas e pelo aspeto sintético do mundo digital. Fernando Rei.
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«Não gosto muito da retórica, mas há que dizê-lo de alguma forma: as temporadas na aldeia eu chamo de minha formação espiritual. Nesse sentido, lembro-me que, quando criança, até os catorze ou quinze anos, o que eu gostava era dos passeios pelo campo, sozinho, pelo rio, nas colinas dali, sozinho. »Juan Arias, José Saramago: El amor posible, Barcelona, Planeta, 1998.
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Diálogos com José Saramago
«Pelo facto de ter crescido na cidade, sempre vi a parte rural de Portugal como aqueles animais exóticos no Zoológico, é tão fantástico que parece irreal. Eu, com dez anos, admirava as pessoas que dedicavam a sua vida à agricultura e à agropecuária porque para mim parecia que essas pessoas estavam a rebelar-se contra as normas da sociedade e queriam viver a sua vida como bem entendessem, longe das tecnologias e dramas da cidade. Infelizmente, ao crescer perdi o gosto de visitar a zonas rurais e quase criei uma aversão, porque não havia internet, não havia muita coisa para fazer e havia uma limitação de sítios para visitar a pé, porque tudo ficava longe.»
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«Não sei como ou quando voltei a gostar das pequenas aldeias no interior de Portugal, mas estou feliz por ter conseguido trazer ao de cima esta paixão que tinha quando era mais nova, porque sei que a Constança de dez anos me agradece por dar-lhe estes momentos nostálgicos e de aventura. Tal como José Saramago, eu vejo a zona rural de Portugal como a minha formação espiritual como se fosse o meu porto seguro de todos os males que sentia enquanto vivia em Lisboa.» Constança Bonzinho, 12.º LH
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Diálogos com José Saramago
Sentires que podes ser a tua melhor versão sem sofrer julgamento exterior, viveres e experienciares todos os dias com a maior intensidade e o maior aproveitamento possível, veres o teu progresso e conseguires reconhecer o teu esforço sem anular o esforço dos outros. Teres espaço para brilhar juntamente com imensas pessoas maravilhosas e completamente distintas de ti, com vivências excepcionais e em diferentes fases da vida que te fazem perspetivar sobre as várias gerações existentes. Ser aluna do Esrad é poderes acreditar no teu potencial, quando mais ninguém o permite reconhecer. Tenho imenso orgulho neste ensino que mudou radicalmente a minha visão sobre tudo e todos, e me permitiu ser mais feliz comigo mesma e com os outros Ser aluna do Esrad é seres uma pessoa melhor todos os dias e dares o teu melhor com vontade de o ser, é uma lufada de ar fresco, é a luz ao fundo do túnel, foi a minha salvação e pode ser a tua. Beatriz Rapazote
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«É uma trança líquida, cintilante, que escorrega como seda entre os braços estendidos das margens, teorias intermináveis de árvores a que puseram, milagrosamente, os nomes perfeitos: freixo, salgueiro, choupo, faia, amieiro.» in «Nasce na serra de Albarracim, em Espanha»
«Já são dez horas, saltei por cima de todo o tipo de obstáculos, curvei-me despretensiosamente perante o que não seria razoável transpor, contornei tudo o que havia para contornar, e à segunda passagem da ribeira, cujo caudal não assusta, chego a uma sombria clareira, na qual sobressai um enorme salgueiro. É uma árvore intrigante, pela forma como se dobra sobre o leito da ribeira e pela bossa gigante que apresenta na zona da dobra, no final do tronco e onde começam a surgir as primeiras ramagens. À primeira vista, para quem olha de longe sem grande preparação, parece uma pessoa corcunda que se dobra sobre a ribeira para beber água.»
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Diálogos com José Saramago
«Ao aproximar-me do curioso salgueiro, já sem qualquer tipo de pressa, começo a ouvir um som fino e estridente, cuja cadência, que aumenta com a minha aproximação, é sugestiva de aflição. Olho para todo e lado, com relativa atenção, e rapidamente encontro um pequeno ser que se debate contra a dureza do dia. É pequeno, pelado, e pela forma do bico parece ser uma cria de coruja. Pego-lhe rapidamente, com todo o cuidado, e é nesse preciso momento que surge novamente a coruja-das-torres, que pousa suavemente na bossa do salgueiro. » Fernando Rei, 12.ºLH
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Diálogos com José Saramago
Ser capaz de olhar para dentro e dizer «eu sou capaz de alcançar tudo o que eu quero». Se consegui me adaptar e melhorar os meus métodos de estudo no ensino online, sou capaz de alcançar todos os meus sonhos e objetivos na vida. Daniel Fernandes
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«Pois o Sorriso está por trás dessa porta, como um tesouro de que só conhecemos breves e agudas cintilações, qualquer coisa como uma história vertiginosa, uma promessa de universos, um esplendor definitivo.» in «O sorriso»
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Diálogos com José Saramago
«Mais que forçar sorrir é forçar não sorrir. Como é possível? Para mim foi difícil. Digo isto porque, quando estive a viver na Índia, não podia sorrir assim à toa. Sorrir para o vendedor de fruta ou até mesmo para o dono da mercearia, poderia ser mal interpretado. Então tinha de filtrar muito o meu sorriso o que não era fácil para mim. Eu que gosto muito de brincar com as situações, socializar com as pessoas, quando vejo que posso ter uma certa confiança, isto tudo teve de ser passado a pente fino. O não ter de sorrir foi uma das coisas mais difíceis, para mim, nessa altura.»
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Diálogos com José Saramago
«O sorriso pode e deve ser sempre um tesouro que se pode partilhar em todos os momentos, sabendo ver quais são os mais adequados. É tão mais agradável ver uma cara sorridente do que uma triste. Quando alguém está verdadeiramente feliz, isso reflete muito no seu sorriso. Um grande exemplo que temos é num sorriso de um bebé ou até mesmo de uma criança. Eles não têm filtro e transmitem sempre o que pensam. O bebé sorri ao ver os progenitores ou até mesmo quem cuida dele, refletindo o conforto e a satisfação de os ver. Numa criança é igual, o sorriso reflete a felicidade de pequenas coisas e momentos.» Joana Gouveia, 12.ºCT
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Diálogos com José Saramago
Ser alun@ do ESR@D é muito importante para mim, porque a minha esperança de um dia vir a ter o secundário feito e de ter um futuro melhor aumentou, pois nunca consegui manter-me num curso, devido ao meu pânico social e ao fazer o ensino a distância tem sido mais fácil para mim, socialmente. Tenho muito que agradecer pelo facto de me terem aceitado nesta escola. Gostaria também de acrescentar que só não me inscrevi mais cedo por desconhecer a existência deste método de ensino, por isso gostaria de sugerir que o divulgassem um pouco mais, porque é algo bastante positivo na vida das pessoas e que pode vir a fazer a diferença nos seus futuros. Porque ter mais habilitações é muito importante! Joana Silva
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Há tanto para dizer sobre o verdadeiro SorrisoO verdadeiro Sorriso que vem de dentro Que tem a capacidade de penetrar no mais profundo Do ser humano Um Sorriso contagiante e único Que tem a capacidade de marcar a vida de alguém Podemos não ter muito Mas temos o Sorriso Que é capaz de mudar o dia de alguém O Sorriso é o desenho mais bonito que podemos oferecer É gratuito, é livre! Vamos desafiar-nos a sorrir na alegria e na tristeza Vamos sorrir do nascer ao pôr do sol Vamos sorrir de coração É livre! Nelma Lourenço, 12.ºLH
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Ser alun@ ESR@D é Liberdade. Ter a hipótese de aprender do conforto da minha casa enquanto trabalho noutros aspetos da minha vida, sem perder tempo em viagens desnecessárias. Lucas Ferreira.
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«Não conhecemos o amor antes do amor» in «A cidade»
Diálogos com José Saramago
«Ah amor.... o que é o amor? É difícil de responder porque as pessoas normalmente rejeitam uma resposta tão simples. Não sei porquê, mas num mar de frases na obra de Saramago, esta pareceu-me ser a mais interessante, porque é das poucas em que não parece haver um consenso, algo definitivo, embora a afirmação de Saramago fosse expressa como um facto e não uma opinião. Muitas pessoas são enganadas por filmes, canções, livros, levadas a pensar que o amor é um grande gesto onde se soletra o nome de alguém em velas e depois cumpriram o compromisso para o resto da vida com o seu respetivo parceiro/a. Isso não me parece funcionar no mundo real.»
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Diálogos com José Saramago
«A palavra amor que representa a ideia parece ser muito vaga. Eu adoro os meus amigos, eu amo a minha família. Não admira que o conceito suscite confusão nas nossas cabeças primitivas. Na verdade, parece-me que estamos a fazer a pergunta da maneira errada. Não é: "O que é o amor?" como se fosse algo que se pode descobrir na natureza, ou num mau romance dos anos 30. A pergunta é: "O que é amar?" Qual é a diferença?» João Ferreira, 12.ºLH
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Diálogos com José Saramago
Ser alun@ ESR@D é ter a oportunidade de estudar, aprender e construir um futuro, quando não temos a possibilidade de nos deslocarmos a uma escola. É, também, ter a oportunidade de conhecer pessoas de várias idades e situações, de aprender a trabalhar em equipa e de crescermos como indivíduos. Para mim, foi a melhor escolha que podia ter feito para conseguir fazer o secundário, mesmo com as minhas limitações relacionadas com a minha saúde física. Irene Félix
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Com quase 2 milhões de espécies descritas na Terra, as estimativas sugerem que há pelo menos 6 milhões ainda por descrever. Compreenda como os cientistas organizam a vida na Terra sob a forma de árvores e descubra o que tem em comum com os ingredientes no seu prato....
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A (Bio)Diversidade e a Evolução no meu prato | BG 11.ºano
A biodiversidade presente em três refeições...
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Maria Margarita Fernandes, 11.ºCT
A (Bio)Diversidade e a Evolução no meu prato | BG 11.ºano
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Margarita Roura Fernandes, 11.ºCT
http://www.timetree.org/
A (Bio)Diversidade e a Evolução no meu prato | BG 11.ºano
«Aceitemos então que estamos sozinhos, e, a partir daí, façamos a nova descoberta de que estamos acompanhados — uns pelos outros.» in «Cada vez mais sós»
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Diálogos com José Saramago
«Ainda não perceberam que tentar viver sempre fora da vossa cidade interior, jamais permitirá admirar as cores e a beleza da vossa própria cidade, o sol que se espelha e aquece, que impulsiona a vida na mais recôndita caverna escondida. Abram as janelas e portas dessa cidade, deixem entrar a vida, a cor, a música, aprendam a observar em vós o que têm de bom, o quanto podem crescer interiormente, como humanos e como seres sociais. Aprendam a observar a vossa própria cidade, observem o mundo a encher-se de luz, aprendam a cultivar a humildade, desliguem-se do que é material, valorizando os sentimentos, as emoções os afetos, vejam que podem fazer a diferença nesta fugacidade que vos assiste, deixando uma marca, prolongando a vossa finitude ao nível espiritual.»
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Diálogos com José Saramago
«Alcançado este patamar, deixando de procurar vida onde pode ou não existir, talvez comecem a valorizar a vida que temos aqui neste nosso planeta, olhando em redor, e vendo que não precisam de seres de outros planetas, não podem ser insatisfeitos ao ponto de pensarem que estão sozinhos. Estão bem acompanhados, têm-se uns aos outros, parem então de procurar o que não interessa, aprendam a observar este nosso mundo, como aprenderam a observar a nossa cidade.» Luísa Candeias, 12.º CT
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Ser alun@ ESR@D é ser capaz de olhar para dentro e dizer: eu sou capaz de alcançar tudo o que quero. Se me consegui adaptar e melhorar os meus métodos de estudo no ensino online, sou capaz de alcançar todos os meus sonhos e objetivos na vida. Daniel Fernandes
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«Ninguém sabe nada de si antes da ação em que tiver de empenhar-se todo.» in «A cidade»
Diálogos com José Saramago
«Quantas vezes já não ouviram a expressão “se nunca tentares, nunca saberás do que és capaz”… Eu, como atleta de alta competição, ouço muitas vezes que os limites estão lá para serem ultrapassados. Não passam de metas imaginárias que nós criamos de forma a termos um objetivo real e atingível, mas que, de alguma forma, este não é o culminar do nosso desenvolvimento, mas sim um capítulo. Os limites existem para serem ultrapassados e repensados e novamente alcançáveis. (...)»
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Diálogos com José Saramago
«O medo que sentimos em fazer alguma coisa não pode sobrepor-se à vontade de o fazer. A pior sensação com que podemos ficar é a de não tentarmos. Não fazermos alguma coisa por receio do desfecho. Ultrapassar limites não significa que os tenhamos conquistado. Abre-nos portas. Desafiá-los mostra ambição, que queremos mais para nós do que conformarmo-nos com o que já alcançámos. Vai haver sempre barreiras, haverá desafios, nem tudo será claro como o papel. A derrota, o insucesso, tudo isso faz parte do processo. » Matilde Jorge, 12.º SE
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Estou a gostar imenso desta experiência no Ensino Recorrente @Distância. Vivo no estrangeiro e quando descobri que podia terminar os meus estudos, frequentando este ensino fiquei imensamente feliz. Encontrei um grupo de professores muito atentos e profissionais e graças a eles estou a realizar o meu sonho de conseguir tirar o diploma no liceu Camões em Humanidades. Um grande obrigado a todos vocês do ESR@D. Cristina Ferreira Gomes
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«O macaco aconchega-se, sem me largar as mãos. E eu, que preciso urgentemente de fazer qualquer coisa, começo a falar. De quê?» in «Um encontro na praia»
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«E num embalo ele interrompe-me. Estarei a sonhar? O macaco sentado ao meu lado fala? Estarei mesmo a ouvir a sua voz ou será o eco das conversas alheias? — Olá. — Podemos conversar? Perguntou-me o macaco com uma tão grande naturalidade que me fez pensar que esta não seria a sua primeira vez. Com o meu coração a mil à hora, inspirei profundo por um minuto e ao expirar concordei. — Fala-me do teu mundo. Disse-me o macaco em poucas palavras. Comecei, sem entender porquê, a contar a história da minha vida, aonde nasci, a minha infância, a adolescência perturbada, a dor da perda, o crescer sozinha, o aprender a vencer na vida, a família, os amigos, as desilusões, o amor, as alegrias e as tristezas. (...)»
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«— Eu também um dia acreditei no equilíbrio, em que o bom necessitava do mau para equilibrar o nosso planeta, pelo menos assim me contavam os meus criadores. Até que vi com os meus olhos florestas devastadas, os lares onde os meus antecessores viveram inexistentes, as prisões para onde fomos arrastados para estudos em prol da ciência e da investigação, para um mundo melhor. A utilização da minha espécie para divertimento do ser humano em zoos e circos como se fôssemos puros objetos de entretenimento. Mas, no final de tudo, também fazemos parte desse mundo que descreve com alegrias e tristezas, perdas e vitórias, nós também tentamos fazer parte deste planeta, de cuidar uns dos outros e ao nosso redor.» Carla lampreia, 12.º LH
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Sermos alun@s ESR@D é podermos aprender, estando presentes, quando estamos, fisicamente, ausentes. Nádia Silva
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«Salta, cobarde!» Não mataram com as mãos. Disseram apenas: «Salta, cobarde!» Depois vão jantar, dormem em boa paz, defendidos pela lei e defensores dela. E beijam os filhos.» in «Salta Cobarde»
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«Meu caro José, toma o exemplo dessas crianças de que falas e vê o mundo pelos seus olhos, vais ver que verás um mundo muito mais colorido e mais feliz, E para quê Jurgen, para depois ter que me desiludir com a dura realidade do mundo ou para me sujeitar a uma qualquer doença, morte ou o que quer que seja o meu castigo por me recusar a ver as coisas como elas são, Não José, para teres fé na humanidade, para acreditares que algumas pessoas têm bons corações, fazem coisas boas, não são todas como os cegos maus que puseste a exigir barbaridades a troco de um pouco de comida ou como o governo que declara estado de sítio só porque o povo votou em branco nas eleições.»
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«O homem continuou sentado no degrau do depósito de água a olhar lá para baixo pensativo, Queres que me atire, é isso, perguntou ao jovem, Claro que não, só te trouxe aqui para te mostrar que há visões diferentes do mundo em que vives, as coisas não são todas pretas ou brancas, há outras cores José, Eu sei e tento vê-las e tento escrever sobre elas, mas sabe sempre a pouco e a falso, talvez seja culpa minha, talvez não queira ver as cores e ande cego como os outros. E o homem saltou…» Marina Carreira, 10.ºLH
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Ser alun@ no ESR@D é uma experiência muito interessante e enriquecedora. Tive a oportunidade de conhecer pessoas diferentes de várias partes do mundo, trocar ideias e opiniões com mentes brilhantes e adquirir competências que irão ser úteis para o resto da minha vida. Ser alun@ no ESR@D é fazer parte de um grupo de pessoas que se esforçam constantemente para serem sempre melhores alunos e melhores pessoas. Este ensino fez-me crescer imenso não só como aluno, mas como pessoa. Irei estar sempre grato por ter feito parte deste ensino e pelas pessoas que conheci ao longo desta jornada. João Ferreira
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«- De que forma a infância é importante na sua obra? - Como digo na minha crónica «O amola tesouras», “Mas às vezes a memória, por caminhos que nem sabemos explicar, traz para o dia que se está vivendo imagens, cores, palavras e figuras.”, os sentimentos de medo da infância inspiram a minha escrita, algumas memórias ajudam-me a escrever.»
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«- Pode descrever em poucas palavras o que a sua crónica “Às três da madrugada” significa? - Na crónica «Às três horas da madrugada». existe uma descrição da noite, de uma noite onde tudo é ilusão onde a realidade brinca com a alucinação. Três horas da madrugada representam metade da noite passada. É o pico do silêncio e da escuridão na cidade. A escuridão é tal que torna tudo surreal. Além do pormenor destacado que, às três da manhã, todos os habitantes dormem e sonham, encontramse no mundo surreal dos sonhos (...) E na manhã seguinte o sol nasce sobre o rio, como todos os dias e a vida volta à normalidade como se nada se tivesse passado. As três horas da madrugada representam o contraste da vida infernal e barulhenta do dia com o silêncio arrepiante da noite (...).» Dévora Cortinhal, 10.ºLH
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Ser alun@ ESR@D é ser um aluno que procura exceder as suas capacidades de dia para dia. R. G.
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«Anda por aí, em inesperada revivescência, contrariando e minando os nossos esforços para a objetividade e a frieza, sem as quais nada de útil se pode construir, uma antiga doença que fez muito mal ao mundo em tempos passados.» in «Discurso contra o lirismo»
«Hoje o meu iPad piscou e apitou particularmente alto, mostrando uns sinais estranhos que logo me foram explicados quando toquei: estava a entrar para um momento histórico de uma unidade de medida de importância excecional, o que significa, que não deve ser perdida. Pensei que fosse uma nova maneira de mostrar o meu humor, porque, quanto mais humores internacionais eu tiver, melhor será o meu nível de comportamento interpessoal, que funciona como um pedido de desculpa permanente que fica impresso na tela digital de quem me vê, mas não me conhece. “Fator de frieza do coração”. É este o nome do mais recente aplicativo, apresentado em cores brilhantes, a pedir para ser instalado no meu dispositivo, algo que não deve ser ignorado.»
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«Estava disponível gratuitamente por 3 horas, ao lado estava a imagem agradável de um relógio não regulável que já havia começado a contagem decrescente. Todos os dias há algo novo via App-@qualquercoisa.com, basta inscrevermo-nos uma vez. As únicas coisas que sabia antecipadamente era que um pequeno questionário iria ditar se sou uma pessoa de coração frio ou quente, numa clara associação ao meu caráter e personalidade, e que se eu aceitasse a instalação desta da aplicação o coração digital e a respetiva temperatura apareceriam em todas as minhas aplicações e interações e seria sempre visto por toda a comunidade digital. » Nádia Silva, 10.º LH
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Ser aluno no ESR@D é, para mim, uma concretização de muitos anos de esperança de conseguir o meu diploma e de poder aprimorar-me para a preparação de uma nova aventura profissional. Agradeço o extraordinário nível educativo. Vivendo fora de Portugal, poder assitir ao ensino na minha lingua materna é uma recompensa excepcional pela qual agradeço a todos os envolvidos. Carla Lampreia
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«Agora, apareceu no circuito das ideias a palavra esperança. E logo veio a tentação de lhe soprar a letra inicial e transformar o e em E. É uma operação que participa da magia, como se diz que da magia participavam os esgrafitos pré-históricos das cavernas.» in «Esta palavra esperança»
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«Bonito, feio, amor, ódio, guerra, paz são palavras, umas profundas, outras mais superficiais, mas existe uma palavra que não mencionei anteriormente, e essa palavra é "Esperança". Se calhar estarão a questionar-se sobre o porquê desta palavra em especifico, mas irei responder com muito gosto. Esta palavra é muita profunda e ao mesmo tempo muito cobarde, esquisito não é?As pessoas, mesmo não sendo crentes (e não interessa a religião em que acreditam), têm o hábito de dizer em qualquer situação: "tenho a esperança de que…". Se está doente, lá vem palavra esperança, se vai mudar de trabalho, lá vem ela outra vez, ou seja, em todas as situações de mudança a que estejamos sujeitos, o raio da palavra acaba por surgir.»
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«Agora irei explicar o porquê de, para mim, ser uma palavra cobarde. As pessoas procuram o melhor para elas, claro está que as compreendo, o que não compreendo é o porquê de utilizarem esta palavra, que, a meu ver, é cobarde. Se quero algo, como se diz na gíria, ou vou atrás ou não consigo. Infelizmente, a maioria das pessoas fica sempre pela "esperança", não vai à procura do que quer. Há quem diga que é por estarem à espera que alguma coisa fora do normal aconteça, lá está a tal esperança. Mas, se tiverem a coragem de enfrentar os seus medos, correm o risco de realizarem os seus sonhos.» Carlos Matos, 10.ºLH
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Ser alun@ no ESR@D é uma nova forma de progredir nos estudos, sem qualquer obstáculo no tempo para quem o tem ocupado diariamente.
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«O Planeta dos Horrores. Se eu tivesse ambições de escritor de ficção científica, ia ali à Propriedade Intelectual e Artística e registava este excelente título. Ou este, mais para livro policial, que não é pior: A Morte Paga a Pronto. Como se vê, imaginação não me falta. Como não falta também àqueles que querem que a morte pague a pronto — e por atacado. Ah, leitor, leitor, como nós andamos distraídos!» in «O planeta dos horrores»
«Imaginemos a terra deserta. Não se vê nada, mesmo se olharmos em todas as direções, não se vê ninguém em nenhum lado. Lojas vazias, carros trancados com roupa, comida, água, loiça. Mas não se vê nenhum ser humano. Nenhum animal. Nem moscas dá para ver. É como se os seres humanos e a vida animal de toda a terra tivessem sido eliminados com um botão. Vê-se tudo o que nos contruímos vazio, abandonado. Parece uma coisa de um filme assombrado, mas pior, porque nesses filmes dá para ver pelo menos uma pessoa no meio de tudo. Mas, aqui, é só uma alma a flutuar por estas ruas. Pode ir por onde bem quiser, mas só anda por estas ruas vazias.»
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«Os sacos estão cheios de coisas de que toda a gente precisa para sobreviver: garrafas de água, sumos, coisas para tomar banho, talheres, pratos, roupa para vestir, e continuam a flutuar, como se a pessoa ainda estivesse asegurá-los. Mas, enfim, a nossa alma continua a percorrer as ruas abandonadas, a ver se encontra alguma coisa com vida, já nem se diz humanos ou animais, só alguma coisa para ver se consegue perceber o que estará a acontecer ao nosso planeta. Quem será que levou os seres vivos deste planeta? Onde é que eles podem estar agora? Na lua? Em Marte? No meio do oceano Pacífico?» Tiago Gomes, 10.º LH
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Diálogos com José Saramago
Ser alun@ ESR@D é ser flexível, mas responsável. Para mim, foi a melhor opção que encontrei para poder concluir o ensino secundário. A vantagem de ter a escola dentro do conforto do nosso lar sem necessidade de nos deslocarmos a horas tardias, é do melhor. Para mim o Esr@d trouxe-me muito conhecimento, oportunidades e amizades. Os professores são muito compreensivos, trabalhadores e esforçam-se imenso para nos preparar as aulas de maneira que estejam acessíveis a todos os alunos. Para não falar da paciência que têm neste método de ensino. Sendo este o meu último ano, levo na mochila conhecimento, excelentes experiências e boas amizades, tanto com os professores como com os alunos. Fiz uma amizade muito especial e tive a excelente oportunidade de a conhecer pessoalmente. Nessa mesma altura, também visitei a escola e conheci duas professoras do Esr@d. Desde 2019 tem sido uma excelente viajem no mundo escolar que estou a adorar. Gostei imenso e estou a aguardar o jantar de finalistas para acabarmos em grande. Para concluir, recomendo vivamente, a quem estiver interessado em concluir o secundário, a experimentar este método de ensino, pois tenho a certeza deque não se irá arrepender. Joana Gouveia
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ESR@D Lab
Trabalho Experimental no ESR@D
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ESR@D Lab
Montagens experimentais A - Daniel Fernandes, 10.ºCT B - Jorge Lourenço, 10.ºCT C - Isabel Azevedo, 10.ºCT
Trabalho Experimental no ESR@D
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ESR@D Lab
M. experimentais | Resultados A - Daniel Fernandes, 10.ºCT B - Jorge Lourenço, 10.ºCT C - Isabel Azevedo, 10.ºCT
Trabalho Experimental no ESR@D
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Diálogos com «George» de Maria Judite de Carvalho
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«As três idades da mulher», Gustav Klimt
«No conto George, de Maria Judite de Carvalho, a abordagem às diferentes fases da vida de uma mulher acaba por ter alguma semelhança com esta pintura. Nas breves palavras da Maria Judite, é possível verificar uma clara valorização das qualidades físicas da juventude e a constatação da inevitabilidade da perda gradual das mesmas, rumo a uma decadência isoladora e geradora de invisibilidade social, mesmo com todo o tipo de esforços para a contrariar. No fundo, o conto é também ele uma alusão ao ciclo da vida e a todas as vicissitudes associadas, com especial destaque para a rudez social relativamente aos mais velhos.» Fernando Rei, 12.º LH
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Diálogos com «George» de Maria Judite de Carvalho
«Gostei bastante de fazer esta análise e apreciação crítica, porque é um tema muito atual. Enquanto mulher no século XXI, não passei por tantas dificuldades como as do século XX e agradeço bastante às mulheres que lutaram pelos nossos direitos e normalizaram o feminismo. Espero que a nossa sociedade dê mais valor às mulheres, não pela sua idade ou experiência, mas porque são alvo de discriminação de género por várias razões, e muitas delas não conseguem libertar-se da visão masculina e machista que têm sobre si e sobre as mulheres que as rodeiam.» Constança Bonzinho, 12.ºLH
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Diálogos com «George» de Maria Judite de Carvalho
«A pintura também retrata a figura de uma criança que se demonstra tranquila, que é uma associação a esta inocência. Na segunda fase, a idade da juventude, relata todas as voltas que a vida de George deu. Porém, o ponto mais importante que serve de comparação a esta pintura era a sua obsessão por fotos de si mesma quando criança. Assim, podemos afirmar que a figura na pintura a agarrar a criança com afeto pode ser uma direta conexão a essa obsessão que George tinha. E, por fim, a terceira idade de George, não chega mesmo a ocorrer, mas está perto o suficiente para fazer a personagem ansiar pelo seu futuro como uma idosa solitária e triste.» Ricardo Graça, 12.ºCT
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Diálogos com «George» de Maria Judite de Carvalho
Ser alun@ ESR@D é poder estar em qualquer parte do mundo a tirar o secundário. Ana Inês
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«Toda a paisagem é desoladora, sem vida, a natureza envolvente está morta, tornando a pintura verdadeiramente perturbadora (...)Alguns pormenores são interessantes e misteriosos, a morte segura uma clepsidra, demonstrando a contagem do tempo, ou o término deste, a brevidade da vida e a velocidade com que passa, a presença de uma pequena coruja, que, metaforicamente, representa a sapiência, o seu ar observador parece que nos questiona sobre as nossas escolhas, e o único sinal de esperança reside no sol tímido e na imagem de Jesus na cruz. Apesar de a pintura ser bastante antiga (1547), mantem-se atual, pois representa as várias etapas do ciclo da vida, a efemeridade da vida, demonstrando a passagem de tudo o que existe, tanto na natureza como na Humanidade. A ligação à morte, mesmo em tenra idade, faz-nos pensar que não existe nada mais certo desde que nascemos.» Luísa Candeias, 12.º CT
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«As Três idades do Homem e a Morte», Hans Baldung
«Relativamente ao conto «George», todos os elementos presentes nesta pintura podem ser relacionados com elementos do mesmo, embora em graus variados. A exploração do ciclo da vida é feita em ambos, focando três fases distintas: a infância inocente, a libertação adulta e a decadência imperdoável da velhice. Divergem na mensagem, no entanto, no que toca à libertação feminina, pois em «George» está presente uma crítica à sociedade por subjugar as mulheres, enquanto neste quadro a crítica dirige-se à mulher precisamente por não seguir essas expetativas opressivas ditadas pela igreja católica. A meu ver, a expressividade do quadro, a paisagem desoladora e os tons cinza e siena transmitem uma sensação inquietante ao lembrar-nos que a nossa juventude não dura para sempre e que a morte é o destino de todos nós, sendo ainda mais marcante para quem crê na existência da vida após a morte e na ameaça do castigo eterno.» Irene Félix, 12.º CT
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Diálogos com «George» de Maria Judite de Carvalho
Ser alun@ ESR@D é viver e Mudar-se os tempos, mudar-se as vontades, Mudar-se o nosso ser, mudar-se a nossa confiança; «Todo o mundo é composto de mudança, Tomando sempre novas qualidades. Continuamente vemos novidades, Diferentes em tudo da esperança;» Tenho a certeza de que, no final, vai deixar saudades. Ser Esrad é ter uma segunda oportunidade de conseguirmos cumprir os nossos objetivos e sonhos. Muito Obrigado a toda a equipa do ESR@D ❤️ . Irina Vicente
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«Pohl’ady», Alexandra Hudecóva
«A minha interpretação é que a pintura se encaixa na descoberta pessoal de Hudecóva, na libertação dos papéis sociais e sexuais (de género) que nos são atribuídos à nascença. Por exemplo: a criança no canto inferior direito que parece chorar está a usar uma pala de pirata que pode simbolizar a vontade de brincar com algo que não é considerado feminino o suficiente, algo que lhe é proibido talvez de forma violenta. Temos também a mulher que se inclina na nossa direção e não está traçada de forma detalhada, mas apenas com pinceladas bruscas, aparenta estar nua, porém não se apresenta de forma insinuante, mas sim irreverente e audaciosa. E, por último, o homem contorcido que parece também não conseguir seguir o padrão típico de um homem que é esperado pela sociedade.»
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Diálogos com «George» de Maria Judite de Carvalho
«Esse facto remete-me ao conto "George" pela sua escolha de um nome masculino para uma personagem feminina e a escapatória da personagem dos mesmos comportamentos socialmente esperados. Outro aspeto que me parece relacionar ambas as obras criativas é a forma como as faces pintadas me relembram as três personagens - ou versões da personagem - em "George", sendo a mais jovem caricatura Gi, a quem a inocência parece ser roubada pela imposição social e da família. George seria a face mais central perto do pincel, que representa o caminho artístico escolhido pela mesma; esta face parece também estar a desvanecer pela forma inacabada como Alexandra a pintou ou deixou por pintar. E então temos Georgina, que comparo à face da qual só se vê um quarto, dando a parecer que a personagem continua a desaparecer. » Daniela Jaime, 12.º CT
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Diálogos com «George» de Maria Judite de Carvalho
Ser alun@ ESR@D é ter a oportunidade de retomar os estudos, independentemente da nossa localização, é uma segunda chance para corrigir erros do passado.
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Umberto Boccioni
«A meu ver, os elementos mais significativos são as vestes brancas pela calma que pretendem exprimir, o facto de estarem todas a olhar na mesma direção como se estivessem a observar algo num plano maior, e, por fim, os olhares de todas aparentam ser semelhantes, mas são diferentes de sentimento: o olhar da mulher à esquerda parece estar mais cansado e vivido, a do meio aparenta ser a mais nova pelo brilho no olhar e está mais impaciente e a senhora da direita está mais neutra. Podem existir diversas interpretações deste quadro, no entanto, a que aparenta ser mais relacionado com o conto estudado é de que estas mulheres representam as diferentes fases da personagem principal, sendo a da esquerda Georgina, já na sua fase idosa, a do meio a Gi, nos tempos em que era jovem adulta, e a da direita George, em plena idade adulta. Estão todas juntas a contemplar o grande cenário.»
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Beatriz Rapazote, 12.º LH
«A meu ver, os elementos mais significativos são as vestes brancas pela calma que pretendem exprimir, o facto de estarem todas a olhar na mesma direção como se estivessem a observar algo num plano maior, e, por fim, os olhares de todas aparentam ser semelhantes, mas são diferentes de sentimento: o olhar da mulher à esquerda parece estar mais cansado e vivido, a do meio aparenta ser a mais nova pelo brilho no olhar e está mais impaciente e a senhora da direita está mais neutra. Podem existir diversas interpretações deste quadro, no entanto, a que aparenta ser mais relacionado com o conto estudado é de que estas mulheres representam as diferentes fases da personagem principal, sendo a da esquerda Georgina, já na sua fase idosa, a do meio a Gi, nos tempos em que era jovem adulta, e a da direita George, em plena idade adulta. Estão todas juntas a contemplar o grande cenário.»
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Beatriz Rapazote, 12.º LH
«Pessoalmente, eu acredito que todas estas dificuldades internas e externas retratam a aparência da personagem, como um espelho a refletir a imagem de uma pessoa. George é um ser diferente. Poderosa, bem-sucedida, reconhecida, viajada, ela já não é a rapariga revoltada com a vida que levava na sua juventude, embora tenha outros problemas que perturbem a sua existência. Na minha opinião, entra aqui em jogo o seu sorriso plástico, daí George ser mais parecida com a figura da direita. Ao comparar a figura de Boccioni com a personagem de Maria Judite de Carvalho, podemos ver que ambas emanam uma classe artística e superior ao que é esperado de uma mulher da época. A postura elegante, mas com uma aura de independência intelectual, o olhar, à primeira vista inocente e forte, mas incompleto e vazio, são tudo provas das afinidades entre a personagem de Boccioni e George.»
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João Ferreira, 12.º LH
Para mim ser alun@ do ESR@D é cumprir um objetivo que foi adiado pelas circunstâncias da vida, é a oportunidade que me foi dada pela ES Camões para seguir um sonho. E como estou a morar no estrangeiro, é maravilhosa a chance de poder estar em contato com o meu país. Dévora Cortinhal
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Ser alun@ ESR@D é...
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Amedeo Modigliani
«Este pintor transporta-me para o conto «George» de Maria Judite de Carvalho. Leva-me a pensar na personagem Gi. Fazendo uma análise mais objetiva nesta imagem, ressalta a juventude, os olhos cheios de luminosidade, os cabelos vermelhos, a pele de porcelana. Através deste jogo, consegue-se criar uma harmonia espetacular e única. Esta imagem é sinónimo de energia pura, única com perfume de juventude. Cria em mim uma reação de emotividade muito forte, de calor, de dinamismo e de alegria assim como a personagem Gi. (...) As cores quentes envolvidas com as cores frias fazem cair a temperatura, acalmando e refrescando a alma, o corpo e a mente» Cristina Gomes, 12.º LH
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Diálogos com «George» de Maria Judite de Carvalho
«A fase de Gi está presente através dos traços físicos, tais como o rosto pálido, os dois olhos largos e semicerrados, a boca fina, o pescoço alto, os cabelos lisos e o olhar esquecido, vazio.A fase de George está presente de uma maneira indireta, seja pelo facto de a imagem estar desprovida de quaisquer objetos («sempre pronta para partir sem que os objetos a envolvessem, a segurassem, a obrigassem a demorar-se mais um dia que fosse»), seja através da técnica usada, que nos transporta para as características da sua arte, a pintura a óleo. A fase de Georgina está presente através dos cabelos pintados de acaju.» Paulo Jorge, 12.º LH
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Diálogos com «George» de Maria Judite de Carvalho
Ser alun@ ESR@D é ser livre, tendo tempo para conciliar escola e trabalho.
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Alexandra Hudecóva
«A sensação que a mulher à esquerda nos transmite de experiência de vida e oferta de claridade à mulher do meio lembra-nos de Georgina e do seu diálogo com George no comboio e os conselhos que lhe tentou dar. George é a personagem principal do conto, e essa é a sua primeira semelhança com a personagem a meio da obra de Alexandra Hudecóva, mas também a sua aparência mais ousada que a destaca das outras personagens, tanto no conto como na pintura. Nesta, a personagem encontra-se virada de costas para a da direita e vira a cara à da esquerda. »
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Diálogos com «George» de Maria Judite de Carvalho
«Isto lembra-nos como George vira as costas ao seu passado e a sua vontade e esforços em manter-se o mais longe possível do mesmo, mas também da sua ansiedade em relação ao seu futuro. Resta-nos a rapariga à direita na obra de Alexandra Hudecóva e Gi do conto de Maria Judite de Carvalho. Ambas são representadas como ingénuas, inocentes e ignorantes, em relação ao mundo ao seu redor, também são as personagens que estão mais afastadas das outras duas, não só fisicamente como também emocionalmente. São as personagens que, do ponto de vista do leitor ou observador, menos cativam a nossa atenção, no entanto, são vitais nas duas obras para que as possamos compreender na sua totalidade.» Madalena Firmino, 12.º LH
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Diálogos com «George» de Maria Judite de Carvalho
Ser alun@ do ESR@D é ter uma nova oportunidade. Acabei Sócio-económicas, estou neste momento em Humanidades e posso afirmar que se estou também na universidade é porque encontrei no ESR@D a oportunidade de recuperar o que a vida não me deixou ter. Só tenho que agradecer à comunidade docente que sempre esteve e sei que estará sempre ao lado dos alunos. Bem hajam! Carlos Matos
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Isabel Azevedo, 10.ºCT
Observação ao M.O.C. no ESR@D
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Daniela Jaime, 12.ºCT
Observação ao M.O.C. no ESR@D
TuRMA 11 LH
Era uma vez um conto...
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Resmungões
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Ana Rita Monteiro
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Texto redigido a partir dos contos ...
"Um champanhe na cave", Julio Ramón Ribeyro
"Sr. Diretor", Lygia Fagundes Telles
Aníbal aguardava na passadeira em frente ao Ministério da Educação observando o edifício, não estava boquiaberto apenas porque tinha consciência de que as pessoas que aguardavam que o sinal mudasse de cor poderiam ver a sua figura. Finalmente ficou verde, mas Aníbal não se moveu do quão perdido nos seus pensamentos estava, um carro apitou, talvez tenha sido por bondade. “Bondade”, digamos, Aníbal ia tendo um ataque com o susto, mas despertou daquele momento de encanto e andou em frente, atravessando a estrada em direção ao seu local de trabalho. continua...
Ser alun@ do ESR@D é algo que não se consegue descrever bem, pois é uma ótima oportunidada que existe em Portugal! Este ensino, pelo menos pela minha experiência, tem sido bom. Agradeço imenso.
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Notícia de jornal
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Tânia Rocha
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Texto redigido a partir dos contos...
"Liliana a chorar", Julio Cortázar
"O Búfalo", Clarisse Lispector
Já faz algum tempo que não falamos ou trocamos sequer um olhar. Deixaste de me enviar cartas, dar notícias tuas, descrever as tuas semanas, o que me dava alento. As tuas palavras sossegavam a minha mente porque percebias o que a escrita significa para mim. Ao fim de tanto tempo recebo finalmente notícias tuas e, qual não é o meu espanto, isso aconteceu pelo jornal. Pesa a consciência ao Fernando. Ainda te lembras dele? Todos os dias me traz jornais porque pensa que isso pode compensar o facto de ter ficado com a minha mulher. continua...
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Uma carta por enviar
Aqui se escreverão noovas históriass
Nádia Marçal
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Texto redigido a partir dos contos...
"O Búfalo", Clarisse Lispector
"Sr. Diretor", Lygia Fagundes Telles
Querida Maria Emília, Sei que ainda pouco ou nada sabes da vida. Será que ficarias espantada se eu te dissesse que chegarias aos 64 anos, ainda sem nada saber? O que significa afinal saber muito da vida? "Ah viveu uma vida cheia", cheia de quê? Comecei a minha semana a escrever uma carta a um diretor de uma revista, ou pelo menos eu acho que foi assim que tudo começou…. Estava tão certa de onde ia naquele dia, tão certa a quem deveria dirigir a minha indignação. Acabei o dia cheia de incertezas, profundamente só, a chorar numa sala de cinema. continua...
Aqui se escreverão noovas históriass
As novas vacinas de RNAm só foram possíveis graças às técnicas de Engenharia Genética desenvolvidas desde os anos 70 do século passado...
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Daniela Jaime, 12.ºCT Ricardo Graça, 12.ºCT
https://view.genial.ly/61fbf1b68750550018f27062/interactive-content-dna-footprinting
Do cancro ao Covid… …RNAm – a molécula do momento
Joana Gouveia, 12.ºCT Luísa Candeias , 12.ºCT
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Álex Maldonado, 12.ºCT Lucas Souza, 12.ºCT
Do cancro ao Covid… …RNAm – a molécula do momento
Ser alun@ no ESR@D é uma nova forma de progredir nos estudos, sem qualquer obstáculo no tempo para quem o tem ocupado diariamente. A qualidade de ensino é estupenda. A diferença está no ensino presencial e ensino a distância, no entanto, as aulas são bastante iguais em termos de ensino, ou seja: as matérias dadas são bastante compreensiveis, assim como os professores, utilizando a internet. Gostei muito e é meu desejo a continuidade deste projeto. Paulo Silva
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Ser alun@ ESR@D é...
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Áudio de fundo: Dreaming Big by Ahjay Stelino
ESR@D | Escola Secundária de Camões | 2021/2022