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PERÍODOS CLÍNICOS DO PARTO

kamesquita

Created on April 8, 2022

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PERÍODOS CLÍNICOS DO PARTO

PROFª KARINA MESQUITA GENER

TRABALHO DE PARTO

Processo de movimentação do feto, placenta e membranas, para fora do útero e através do canal de parto.

SINAIS QUE PRECEDEM O TRABALHO DE PARTO

  • Queda do ventre;
  •  Retorno da polaciúria;
  •  Lombalgia;
  •  Contrações de Braxton Hicks mais forte;
  •  Perda de peso;
  •  Surto de energia;
  •  Perda do Tampão Mucoso;
  •  Amadurecimento cervical;
  •  Possível rotura das membranas amnióticas.

Diagnóstico do Trabalho de Parto

  • Contrações dolorosas, ritmicas (2/10’) com duração de 50 a 60”;
  • Dilatação progressiva do colo uterino;
  • Formação da bolsa das águas;
  • Perda do tampão mucoso.

DURAÇÃO DO TRABAHO DE PARTO

A duração do trabalho de parto ativo pode variar:

  • Nas primíparas dura em média 8 horas à 18 horas;
  • Nas multíparas dura em média 5 horas à 12 horas.

PERÍODOS CLÍNICOS DO PARTO

1º período do trabalho de parto

• Fase de latência – um período não necessariamente contínuo quando:- há contrações uterinas dolorosas - há alguma modificação cervical, incluindo apagamento e dilatação até 4 cm. • Fase ativa ou Trabalho de parto estabelecido – quando: - há contrações uterinas regulares - há dilatação cervical progressiva a partir dos 4 cm.

1º Período Clínico do Parto

  • Começa com aparecimento das contrações uterinas regulares;
  • Finaliza com apagamento e dilatação completa;
  • 70% dor no hipogástrio;
  • 20% na região sacra;
  • 10% em ambos os locais.

1º PERÍODO CLÍNICO DO PARTO

Na fase de latência: NÃO INTERNAR!!

  •  Deambulação;
  •  Repouso e sono;
  •  Eliminações vesical e intestinal;
  •  Alimentar e hidratar;
  •  Dar orientações.

1º PERÍODO CLÍNICO DO PARTO

Na fase ativa:

  • Internar e abrir partograma;
  •  Deambulação;
  •  MNF ’s para alívio da dor;
  •  Posições verticalizadas;
  •  Informar sobre a evolução do TP;
  •  Presença do acompanhante;
  •  Acalmar a mulher.

PARTOGRAMA

monitoração no 1º período do parto

  • Frequência das contrações uterinas de 1 em 1 hora;
  • Pulso de 1 em 1 hora;
  • Temperatura e PA de 4 em 4 horas;
  • Frequência da diurese;
  • Exame vaginal de 4 em 4 horas (dilatação, altura da apresentação e situação);
  • BCF e LA.

ASSISTÊNCA NO 1º PERÍODO DO PARTO

  • Estimular a posição vertical;
  • As mulheres devem se movimentarem e adotarem as posições que lhes sejam mais confortáveis no TP;
  • Dieta líquida;
  • Garantir privacidade;
  • Atenção para higiene íntima.

EVITAR Intervenções e medidas de rotina no 1º período do parto

  • O enema;
  • A tricotomia pubiana e perineal;
  • A amniotomia precoce, associada ou não à ocitocina, não deve ser realizada de rotina em mulheres em TP que estejam progredindo bem;
  • Não estimular a mulher a
fazer puxo voluntário.

2º PERÍODO TRABALHO DEPARTO

  • Começa com a dilatação completa e finaliza com a saída do feto.
  • Fase passiva ou inicial: dilatação total sem sensação de puxo involuntário.
  • Fase ativa: apresentação visível, contrações de expulsão ou esforço materno ativo.

2º PERÍODO DO TRABALHO DE PARTO

duração normal da fase ativa Do 2º período de tp

  • Primíparas: cerca de 0,5–2,5 horas sem peridural e 1–3 horas com peridural.
  • Multíparas: até 1 hora sem peridural e 2 horas com peridural.

ASSISTÊNCIA AO 2º PERÍODO TP

  • Desencorajar posição supina, decúbito dorsal horizontal, ou posição semi-supina;
  • Incentivar a adotar qualquer outra posição que ela achar mais confortável incluindo as posições de cócoras, lateral ou quatro apoios;
  • Apoiar a realização de puxos espontâneos em mulheres sem analgesia, evitando os puxos dirigidos;
  • Caso o puxo espontâneo seja ineficaz ,oferecer outras estratégias, como suporte, mudança de posição, esvaziamento da bexiga e encorajamento;

ROTAÇÃO EXTERNA

ROTAÇÃO INTERNA

2º PERÍODO DO TP

CABEÇA NÃO INSINUADA

LIBERAÇÃO OMBRO ANTERIOR

ROTAÇÃO COMPLETA, INÍCIO EXTENÇÃO

INSINUAÇÃO, DESCIDA, FLEXAÇÃO

EXTENSÃO COMPLETA

LIBERAÇÃO OMBRO POSTERIOR

ASSISTÊNCIA AO 2º PERÍODO TP

  • Observar a presença de mecônio;
  • Monitorar BCF a cada 5’;
  • Proteger o períneo para evitar lacerações, com a técnica de “mãos sobre” e “mãos prontas”;
  • Identificar se há circular de cordão;
  • Contato pele à pele imediato;
  • Permitir o acompanhante no parto;
  • Promover um parto ativo.

PROTEÇÃO PERÍNEO

ASSISTÊNCIA AO 2º PERÍODO TP

M. Kristeller

  • A manobra de Kristeller não deve ser realizada;
  • Não se recomenda a aplicação de spray de lidocaína para reduzir a dor perineal ;
  • Não realizar episiotomia de rotina;
  • Não se recomenda a massagem perineal.

EPISIOTOMIA

3º PERÍODO TP OU DEQUITAÇÃO OU DELIVRAMENTO

  • Inicia-se imediatamente após o nascimento do RN e termina com a liberação da placenta e membranas;
  • Contrações;
  • Tempo médio de 30 minutos;
  • Mecânismo:
Baudelocque - Schultze Baudelocque - Ducan

Manobra de Jacobs

3º PERÍODO TP OU DEQUITAÇÃO OU DELIVRAMENTO

Baudelocque- Schultze - 75%, a placenta é inserida na parte superior do útero, inverti-se e se despreende pela face fetal, em forma de guarda-chuva, o hematoma retroplacentario ulteriormente. Baudelocque- Ducan- 25%, a placenta é inserida na parte lateral do útero, o despreendimento tem incio pela borda inferior da placenta, de modo que o sangue se exterioriza antes da mesma, que se apresenta pela face materna.

ASSISTÊNCIA AO 3º PERÍODO TP OU DEQUITAÇÃO OU DELIVRAMENTO

• A conduta ativa :

  • uso rotineiro de substâncias uterotônicas;
  • clampeamento e secção precoce do cordão umbilical;
  • tração controlada do cordão após sinais de separação placentária.
• A conduta fisiológica :
  • sem uso rotineiro de uterotônicos;
  • clampemento do cordão após parar a pulsação;
  • expulsão da placenta por esforço materno.

ASSISTÊNCIA AO 3º PERÍODO TP OU DEQUITAÇÃO OU DELIVRAMENTO

Manter observação rigorosa da mulher, com as seguintes avaliações:Condição física geral, através :

  • Da coloração de pele e mucosas;
  • Respiração e sensação de bem-estar;
  • Perda sanguínea;

ASSISTÊNCIA AO 3º PERÍODO TP OU OU DEQUITAÇÃO OU DELIVRAMENTO

Realizar as seguintes observações da mulher logo após o parto:

  • Temperatura, pulso e pressão arterial;
  • Lóquios e contrações uterinas;
  • Examinar a placenta e membranas: avaliar suas condições, estrutura, integridade e vasos umbilicais;

ASSISTÊNCIA AO 3º PERÍODO TP

  • Avaliação precoce das condições emocionais da mulher em resposta ao trabalho de parto;
  • Micção bem sucedida;
  • Manter o RN com a mãe na 1ª hora de vida, e somente depois proceder os primeiros cuidados neonatais;
  • Avaliar integridade do períneo, da vagina e colo, identificando a necessidade de sutura.

4º PERÍODO TP OU PERÍODO DE GREENBERG

  • 1 a 2 horas após a saída da placenta: um momento
crucial para a mãe e RN;
  • Durante esse momento os órgãos maternos realizam seus reajustes iniciais para o estado não gravídico e as funções dos sistemas do corpo começam a se estabilizar.
  • Risco de Hemorragia Pós-Parto.

4º PERÍODO TP OU PERÍODO DE GREENBERG

  • Globo de segurança de Pinard: ocorre imediatamente após a saída da placenta, o útero contrai e é palpável.
  • Miotamponamento: retração e laqueadura dos vasos uterinos.
  • Trombotamponamento: formação de trombos nos grandes vasos útero placentários, constituindo hematoma intrauterino que recobre a ferida aberta no sítio placentário.

ASSISTÊNCIA 4º PERÍODO TP OU PERÍODO DE GREENBERG

  • Observar sangramento;
  • Globo de Segurança de Pinard;
  • Sinais Vitais;
  • Incentivar Aleitamento materno;
  • Clampeamento tardio do cordão.

INÍCIO DAS CONTRAÇÕES

EXPULSÃO

SAÍDA DO LÍQUIDO

DEQUITAÇÃO

DILATAÇÃO

BOM DIA !!!

ANIMAÇÃO

https://brasil.babycenter.com/a-gravidez-por-dentro-o-parto-normal

POSIÇÃO VERTICAL

  •  Aumenta a oxigenação
para mãe e feto;
  •  Descomprime a veia cava;
  •  Amplia a dilatação perineal;
  •  Aumenta a passagem do sacro cerca de 2cm;
  •  Conta com a ajuda da
gravidade;
  •  Torna a mulher mais ativa.

HIDROTERAPIA

Oferece alívio sem interferir na progressãodo parto e sem trazer prejuízos ao RN!!

Métodos não farmacológicos

MUDANÇAS DE POSIÇÕES

DEAMBULAÇÃO

BANHO

MUDANÇAS DE POSIÇÕES

MASSAGEM

POSIÇÃO

métodos não farmacológicos para o alívio da dor

POSIÇÃO

POSIÇÃO

AROMOTERAPIA

MUSICOTERAPIA

TÉCNICAS DE RELAXAMENTOE DE RESPIRAÇÃO

ANCUPUNTURA

RESPIRAÇÃO

AMBIENTE