O mar na Literatura Portuguesa
Pessoa/Álvaro de Campos
Poesia trovadoresca
07
01
02
Camões lírico
Índice
Camões épico
Sophia
08
03
P.e António Vieira
04
09
Torga
Linha cronológica
Almeida Garrett
05
10
06
Camilo Castelo Branco
Penso: talvez o céu seja um mar grande de água doce e talvez a gente não ande debaixo do céu mas em cima dele; talvez a gente veja as coisas ao contrário e a terra seja como um céu e quando a gente morre, talvez a gente caia e se afunde no céu.
Nenhum olhar, José Luís Peixoto
https://www.pinterest.pt/pin/396598310916908994/
Poesia Trovadoresca
"Ondas do mar de Vigo"
Martim Codax
Tema: saudade; Sujeito poético: donzela; Situação: questionamento da ausência; Estado de espírito: apaixonada, ansiosa, saudosa; Refrão: repetição - ansiedade; Recursos expressivos: apóstrofe; perguntas retóricas; frases exclamativas.
Luís de Camões:Lírica
"Como quanto do mar tempestuoso"
Luís de Camões
Tema: AmorSituação: O medo da experiência do amor faz com que tente fugir, mas acaba por voltar à amada. Desenvolvimento do tema: Ver a amada é uma tormenta, então o eu tenta salvar-se. Como o marinheiro regressa ao mar, o sujeito lírico volta ao convívio com a amada. Recursos expressivos: apóstrofe; antítese; comparação, metáfora.
"Como quanto do mar tempestuoso"
Luís de Camões:Épica
Os Lusíadas
Os Lusíadas
Padre António Vieira
"Sermão de Santo António aos peixes"
Tema: Desenvolvido a partir de um versículo da Sagrada Escritura.Estrutura: Exórdio (Introdução), Desenvolvimento (Exposição, Confirmação), Peroração (Conclusão). Objetivos: Ensinar, Influenciar, Agradar Intenção presuasiva: Alegoria (Peixes=Homens).
"Sermão de Santo António aos peixes"
Almeida Garrett
Viagens na minha terra
Deambulação geográfica e sentimento nacional:O narrador efectua uma viagem desde Lisboa (Terreiro do Paço) até Santarém, com regresso a Lisboa. A natureza na obra é apresentada como um espaço salutar e amistoso, onde a reflexão é privilegiada. Beneficia a inocência e a aproximação a Deus. Influência de Rousseau (o ser humano nasce bom, mas a sociedade corrompe-o). Estruturação da obra: divide-se entre a Viagem ao longo do Tejo até à leziria ribatejana e a novela de Carlos e Joaninha.
Viagens na minha terra
Camilo Castelo Branco
Amor de Perdição
Simão Botelho
Teresa Albuquerque
Amor de Perdição
Mariana
Álvaro de Campos(Fernando Pessoa)
"Ode marítima"
A ”Ode marítima" de Álvaro de Campos é considerada um dos maiores exemplos do modernismo português. Esta "Ode" é constituída por versos longos que vão alternando com versos curtos, em que não existe rima, mas apresenta um estilo exultante, exuberante. A exaltação da força, da energia, é apresentada utilizando recursos expressivos diversificados e repetidos. Inicia-se o poema na solidão interior: "sozinho." Daí o poeta olha para o exterior: o cais, o mar, a figura precisa e clássica do paquete no horizonte.
"Ode Marítima"
Sophia de Mello Breyner Andresen
Obra Poética
Sophia
O mar na poesia de Sophia surge através das temáticas que a Poeta apresenta. De referir a sua ligação à cultura grega e ao universo de Homero, e daí surgirem deuses, mitos, lendas e memórias que, para além de refigurarem o passado, surgem no presente através da construção poética. Em Sophia, o mar é um espaço intemporal e é uma fonte de inspiração: "Mar, Metade da minha alma é feita de maresia.".
Obra poética
Miguel Torga
Adolfo Correia da Rocha
Poemas Ibéricos
Poema.
Análise
"Mar" de Miguel Torga
Caracterização do mar
A linha do tempo
Datas de nascimento
1230
1608
Martim Codax
António Vieira
1799
1524
Almeida Garrett
Luís de Camões
A linha do tempo
1907
1825
Camilo Castelo branco
Miguel Torga
1919
1890
Sophia de Mello Breyen Andresen
Álvaro de Campos
O mar na literatura
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O mar na Literatura Portuguesa
Pessoa/Álvaro de Campos
Poesia trovadoresca
07
01
02
Camões lírico
Índice
Camões épico
Sophia
08
03
P.e António Vieira
04
09
Torga
Linha cronológica
Almeida Garrett
05
10
06
Camilo Castelo Branco
Penso: talvez o céu seja um mar grande de água doce e talvez a gente não ande debaixo do céu mas em cima dele; talvez a gente veja as coisas ao contrário e a terra seja como um céu e quando a gente morre, talvez a gente caia e se afunde no céu.
Nenhum olhar, José Luís Peixoto
https://www.pinterest.pt/pin/396598310916908994/
Poesia Trovadoresca
"Ondas do mar de Vigo"
Martim Codax
Tema: saudade; Sujeito poético: donzela; Situação: questionamento da ausência; Estado de espírito: apaixonada, ansiosa, saudosa; Refrão: repetição - ansiedade; Recursos expressivos: apóstrofe; perguntas retóricas; frases exclamativas.
Luís de Camões:Lírica
"Como quanto do mar tempestuoso"
Luís de Camões
Tema: AmorSituação: O medo da experiência do amor faz com que tente fugir, mas acaba por voltar à amada. Desenvolvimento do tema: Ver a amada é uma tormenta, então o eu tenta salvar-se. Como o marinheiro regressa ao mar, o sujeito lírico volta ao convívio com a amada. Recursos expressivos: apóstrofe; antítese; comparação, metáfora.
"Como quanto do mar tempestuoso"
Luís de Camões:Épica
Os Lusíadas
Os Lusíadas
Padre António Vieira
"Sermão de Santo António aos peixes"
Tema: Desenvolvido a partir de um versículo da Sagrada Escritura.Estrutura: Exórdio (Introdução), Desenvolvimento (Exposição, Confirmação), Peroração (Conclusão). Objetivos: Ensinar, Influenciar, Agradar Intenção presuasiva: Alegoria (Peixes=Homens).
"Sermão de Santo António aos peixes"
Almeida Garrett
Viagens na minha terra
Deambulação geográfica e sentimento nacional:O narrador efectua uma viagem desde Lisboa (Terreiro do Paço) até Santarém, com regresso a Lisboa. A natureza na obra é apresentada como um espaço salutar e amistoso, onde a reflexão é privilegiada. Beneficia a inocência e a aproximação a Deus. Influência de Rousseau (o ser humano nasce bom, mas a sociedade corrompe-o). Estruturação da obra: divide-se entre a Viagem ao longo do Tejo até à leziria ribatejana e a novela de Carlos e Joaninha.
Viagens na minha terra
Camilo Castelo Branco
Amor de Perdição
Simão Botelho
Teresa Albuquerque
Amor de Perdição
Mariana
Álvaro de Campos(Fernando Pessoa)
"Ode marítima"
A ”Ode marítima" de Álvaro de Campos é considerada um dos maiores exemplos do modernismo português. Esta "Ode" é constituída por versos longos que vão alternando com versos curtos, em que não existe rima, mas apresenta um estilo exultante, exuberante. A exaltação da força, da energia, é apresentada utilizando recursos expressivos diversificados e repetidos. Inicia-se o poema na solidão interior: "sozinho." Daí o poeta olha para o exterior: o cais, o mar, a figura precisa e clássica do paquete no horizonte.
"Ode Marítima"
Sophia de Mello Breyner Andresen
Obra Poética
Sophia
O mar na poesia de Sophia surge através das temáticas que a Poeta apresenta. De referir a sua ligação à cultura grega e ao universo de Homero, e daí surgirem deuses, mitos, lendas e memórias que, para além de refigurarem o passado, surgem no presente através da construção poética. Em Sophia, o mar é um espaço intemporal e é uma fonte de inspiração: "Mar, Metade da minha alma é feita de maresia.".
Obra poética
Miguel Torga
Adolfo Correia da Rocha
Poemas Ibéricos
Poema.
Análise
"Mar" de Miguel Torga
Caracterização do mar
A linha do tempo
Datas de nascimento
1230
1608
Martim Codax
António Vieira
1799
1524
Almeida Garrett
Luís de Camões
A linha do tempo
1907
1825
Camilo Castelo branco
Miguel Torga
1919
1890
Sophia de Mello Breyen Andresen
Álvaro de Campos