Jogo de Fuga
(escape game)
Reflexão do Poeta do final do Canto I de Os Lusíadas, de Luís de Camões: a fragilidade da condição humana
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Os Lusíadas, Canto I, estâncias 105-106:Reflexão sobre a fragilidade da condição humana
Contextualização desta reflexão do poeta: Os navios de Vasco da Gama estão ao largo do porto muçulmano de Mombaça. O rei local, influenciado pelo deus Baco, prepara uma cilada para destruir a armada portuguesa. O facto de Gama desconhecer o perigo que corre suscita uma reflexão do Poeta sobre as ameaças que se estendem ao Homem e sobre a fragilidade da vida humana.
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Jogo de fuga (escape room) sobre a reflexão do Canto I
- Neste jogo, imagina que és Vasco da Gama e que tens de conduzir as naus portuguesas para longe da costa de Mombaça, a fim de chegares a alto mar, onde a armada já não esteja em risco.
- Vais realizar quatro missões, respondendo, em cada uma, a quatro questões sobre a reflexão do Poeta do Canto I.
- Ao completares cada missão, receberás um número. Quando terminares a quarta missão, terás recebido os quatro números que são as coordenadas do lugar seguro e que deves usar quando a senha te for pedida.
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Code
Lê as estâncias 105 e 106 do Canto I de Os Lusíadas.
105 O recado que trazem é de amigos,
Mas debaxo o veneno vem coberto,
Que os pensamentos eram de inimigos,
Segundo foi o engano descoberto.
Ó grandes e gravíssimos perigos,
Ó caminho de vida nunca certo,
Que aonde a gente põe sua esperança
Tenha a vida tão pouca segurança!
106 No mar tanta tormenta e tanto dano, Tantas vezes a morte apercebida!
Na terra tanta guerra, tanto engano,
Tanta necessidade avorrecida!
Onde pode acolher-se um fraco humano,
Onde terá segura a curta vida,
Que não se arme e se indigne o Céu sereno
Contra um bicho da terra tão pequeno?
Luís de Camões, Os Lusíadas, pref. de Costa Pimpão, 4.ª ed., Lisboa, MNE – Instituto Camões, 2000.
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Início da reflexão do final do Canto I de Os Lusíadas: Os quatro versos finais da estância 105
105 O recado que trazem é de amigos,
Mas debaxo o veneno vem coberto,
Que os pensamentos eram de inimigos,
Segundo foi o engano descoberto.
Ó grandes e gravíssimos perigos,
Ó caminho de vida nunca certo,
Que aonde a gente põe sua esperança
Tenha a vida tão pouca segurança!
AVANÇAR!
1. Nos quatro versos finais da estância 105, a vida é representada como
a) um perigo constante e uma incerteza.
105 O recado que trazem é de amigos,
Mas debaxo o veneno vem coberto,
Que os pensamentos eram de inimigos,
Segundo foi o engano descoberto.
Ó grandes e gravíssimos perigos,
Ó caminho de vida nunca certo,
Que aonde a gente põe sua esperança
Tenha a vida tão pouca segurança!
b) uma grande catástrofe.
c) uma esperança de um futuro melhor.
2. Nestes quatro versos, a apóstrofe e a exclamação salientam
a) a confiança firme do poeta.
105 O recado que trazem é de amigos,
Mas debaxo o veneno vem coberto,
Que os pensamentos eram de inimigos,
Segundo foi o engano descoberto.
Ó grandes e gravíssimos perigos,
Ó caminho de vida nunca certo,
Que aonde a gente põe sua esperança
Tenha a vida tão pouca segurança!
b) a determinação em vencer as contrariedades.
c) o lamento e a acusação às condições de vida.
3. Na expressão “caminho de vida” (v. 6) encontramos
a) uma metáfora, que representa a vida como um percurso longo.
105 O recado que trazem é de amigos,
Mas debaxo o veneno vem coberto,
Que os pensamentos eram de inimigos,
Segundo foi o engano descoberto.
Ó grandes e gravíssimos perigos,
Ó caminho de vida nunca certo,
Que aonde a gente põe sua esperança
Tenha a vida tão pouca segurança!
b) uma hipérbole, exagerando o modo como representa a existência humana.
c) uma personificação, atribuindo características humanas ao “caminho”.
4. A antítese presente nos dois versos finais sublinha o contraste entre
a) os perigos da vida e o caminho incerto.
105 O recado que trazem é de amigos,
Mas debaxo o veneno vem coberto,
Que os pensamentos eram de inimigos,
Segundo foi o engano descoberto.
Ó grandes e gravíssimos perigos,
Ó caminho de vida nunca certo,
Que aonde a gente põe sua esperança
Tenha a vida tão pouca segurança!
b) a esperança vã e os perigos sempre presentes.
c) a esperança e a “pouca segurança”.
Quatro versos finais da estância 105 da reflexão do Canto I de Os Lusíadas
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Os quatro versos iniciais da estância 106 da reflexão do Canto I de Os Lusíadas
106 No mar tanta tormenta e tanto dano, Tantas vezes a morte apercebida! Na terra tanta guerra, tanto engano, Tanta necessidade avorrecida! Onde pode acolher-se um fraco humano Onde terá segura a curta vida, Que não se arme e se indigne o Céu sereno Contra um bicho da terra tão pequeno?
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1. Nos quatro versos iniciais da estância 106, o mar e a terra são para o Homem
a) os lugares onde as ameaças e os danos se manifestam.
106 No mar tanta tormenta e tanto dano, Tantas vezes a morte apercebida! Na terra tanta guerra, tanto engano, Tanta necessidade avorrecida! Onde pode acolher-se um fraco humano Onde terá segura a curta vida, Que não se arme e se indigne o Céu sereno Contra um bicho da terra tão pequeno?
b) as entidades que sofrem as ameaças e os danos.
c) as entidades que criam as ameaças e os danos.
2. A repetição do determinante “tanta” e das suas variações sugere que
a) muitos são os homens que sofrem no mar e na terra.
106 No mar tanta tormenta e tanto dano, Tantas vezes a morte apercebida! Na terra tanta guerra, tanto engano, Tanta necessidade avorrecida! Onde pode acolher-se um fraco humano Onde terá segura a curta vida, Que não se arme e se indigne o Céu sereno Contra um bicho da terra tão pequeno?
b) muito é mar e muita a terra em que o homem pode sofrer.
c) muitas são as ameaças ao Homem.
3. Em cada exclamação dos quatro versos iniciais da estância 106 está ausente o verbo
a) existir.
106 No mar tanta tormenta e tanto dano, Tantas vezes a morte apercebida! Na terra tanta guerra, tanto engano, Tanta necessidade avorrecida! Onde pode acolher-se um fraco humano Onde terá segura a curta vida, Que não se arme e se indigne o Céu sereno Contra um bicho da terra tão pequeno?
b) ser.
c) fazer.
4. O tom dos versos 1 a 4 da estância 106 é de
a) lamento e súplica.
106 No mar tanta tormenta e tanto dano, Tantas vezes a morte apercebida! Na terra tanta guerra, tanto engano, Tanta necessidade avorrecida! Onde pode acolher-se um fraco humano Onde terá segura a curta vida, Que não se arme e se indigne o Céu sereno Contra um bicho da terra tão pequeno?
b) lamento e revolta.
c) súplica e revolta.
Os quatro versos iniciais da estância 106 reflexão do Canto I de Os Lusíadas
Errado
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Os quatro versos finais da estância 106 de reflexão do Canto I de Os Lusíadas
106 No mar tanta tormenta e tanto dano, Tantas vezes a morte apercebida! Na terra tanta guerra, tanto engano, Tanta necessidade avorrecida! Onde pode acolher-se um fraco humano Onde terá segura a curta vida, Que não se arme e se indigne o Céu sereno Contra um bicho da terra tão pequeno?
AVANÇAR!
1. Os quatro versos finais da estância 106 constituem
106 No mar tanta tormenta e tanto dano, Tantas vezes a morte apercebida! Na terra tanta guerra, tanto engano, Tanta necessidade avorrecida! Onde pode acolher-se um fraco humano Onde terá segura a curta vida, Que não se arme e se indigne o Céu sereno Contra um bicho da terra tão pequeno?
a) uma interrogação retórica.
b) uma apóstrofe.
c) uma anáfora.
2. A ordem natural das palavras da anástrofe “Que não se arme e se indigne o Céu sereno” é
a) que o Céu sereno não se arme e se indigne.
106 No mar tanta tormenta e tanto dano, Tantas vezes a morte apercebida! Na terra tanta guerra, tanto engano, Tanta necessidade avorrecida! Onde pode acolher-se um fraco humano Onde terá segura a curta vida, Que não se arme e se indigne o Céu sereno Contra um bicho da terra tão pequeno?
b) o Céu sereno que não se arme e se indigne.
c) que se indigne e não se arme o Céu sereno.
3. A expressão "bicho da terra" (v. 8) representa o Homem como
a) um animal ridículo.
106 No mar tanta tormenta e tanto dano, Tantas vezes a morte apercebida! Na terra tanta guerra, tanto engano, Tanta necessidade avorrecida! Onde pode acolher-se um fraco humano Onde terá segura a curta vida, Que não se arme e se indigne o Céu sereno Contra um bicho da terra tão pequeno?
b) um ser frágil e vulnerável.
c) uma criatura imunda.
4. Nesta interrogação, o Poeta questiona-se sobre
a) o modo como o Homem pode proteger-se dos perigos deste mundo.
106 No mar tanta tormenta e tanto dano, Tantas vezes a morte apercebida! Na terra tanta guerra, tanto engano, Tanta necessidade avorrecida! Onde pode acolher-se um fraco humano Onde terá segura a curta vida, Que não se arme e se indigne o Céu sereno Contra um bicho da terra tão pequeno?
b) a estratégia que o Homem deve seguir para vencer os perigos.
c) o lugar onde o Homem pode encontrar refúgio dos perigos.
Os quatro versos finais da estância 106 de reflexão do Canto I de Os Lusíadas
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Segunda parte da estância 106 e visão global da reflexão
106 No mar tanta tormenta e tanto dano, Tantas vezes a morte apercebida!
Na terra tanta guerra, tanto engano,
Tanta necessidade avorrecida!
Onde pode acolher-se um fraco humano,
Onde terá segura a curta vida,
Que não se arme e se indigne o Céu sereno
Contra um bicho da terra tão pequeno?
AVANÇAR!
1. A expressão “Céu sereno” (v. 7) é uma referência
a) às forças transcendentes que atuam na Terra.
106 No mar tanta tormenta e tanto dano, Tantas vezes a morte apercebida!
Na terra tanta guerra, tanto engano,
Tanta necessidade avorrecida!
Onde pode acolher-se um fraco humano,
Onde terá segura a curta vida,
Que não se arme e se indigne o Céu sereno
Contra um bicho da terra tão pequeno?
b) à ideia cristã de Céu, morada de Deus.
c) ao espaço visível acima do horizonte (a abóbada celeste).
2. Se o “Céu sereno” (v. 7) se empenha contra o Homem (“bicho da terra”) é porque o ser humano é
106 No mar tanta tormenta e tanto dano, Tantas vezes a morte apercebida!
Na terra tanta guerra, tanto engano,
Tanta necessidade avorrecida!
Onde pode acolher-se um fraco humano,
Onde terá segura a curta vida,
Que não se arme e se indigne o Céu sereno
Contra um bicho da terra tão pequeno?
a) uma criatura fraca.
b) um animal cruel.
c) uma entidade com grande valor.
3. Esta reflexão do poeta associa-se à situação de Vasco da Gama e dos seus marinheiros porque também eles
a) estão expostos a riscos e a perigos.
106 No mar tanta tormenta e tanto dano, Tantas vezes a morte apercebida!
Na terra tanta guerra, tanto engano,
Tanta necessidade avorrecida!
Onde pode acolher-se um fraco humano,
Onde terá segura a curta vida,
Que não se arme e se indigne o Céu sereno
Contra um bicho da terra tão pequeno?
b) causam engano e perigo por onde passam.
c) são heróis que facilmente vencem os perigos.
4. A maioria dos recursos expressivos desta reflexão contribui para enfatizar
106 No mar tanta tormenta e tanto dano, Tantas vezes a morte apercebida!
Na terra tanta guerra, tanto engano,
Tanta necessidade avorrecida!
Onde pode acolher-se um fraco humano,
Onde terá segura a curta vida,
Que não se arme e se indigne o Céu sereno
Contra um bicho da terra tão pequeno?
a) a admiração do Poeta pela poesia épica..
b) a angústia e a indignação do Poeta.
c) a beleza do mar e da terra.
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Segunda parte da estância 106 e visão global da reflexão
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Os Lusíadas, Canto I, est. 105-106
#EstudoEmCasa@Portug
Created on February 19, 2022
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Jogo de Fuga
(escape game)
Reflexão do Poeta do final do Canto I de Os Lusíadas, de Luís de Camões: a fragilidade da condição humana
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Os Lusíadas, Canto I, estâncias 105-106:Reflexão sobre a fragilidade da condição humana
Contextualização desta reflexão do poeta: Os navios de Vasco da Gama estão ao largo do porto muçulmano de Mombaça. O rei local, influenciado pelo deus Baco, prepara uma cilada para destruir a armada portuguesa. O facto de Gama desconhecer o perigo que corre suscita uma reflexão do Poeta sobre as ameaças que se estendem ao Homem e sobre a fragilidade da vida humana.
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Jogo de fuga (escape room) sobre a reflexão do Canto I
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Lê as estâncias 105 e 106 do Canto I de Os Lusíadas.
105 O recado que trazem é de amigos, Mas debaxo o veneno vem coberto, Que os pensamentos eram de inimigos, Segundo foi o engano descoberto. Ó grandes e gravíssimos perigos, Ó caminho de vida nunca certo, Que aonde a gente põe sua esperança Tenha a vida tão pouca segurança!
106 No mar tanta tormenta e tanto dano, Tantas vezes a morte apercebida! Na terra tanta guerra, tanto engano, Tanta necessidade avorrecida! Onde pode acolher-se um fraco humano, Onde terá segura a curta vida, Que não se arme e se indigne o Céu sereno Contra um bicho da terra tão pequeno?
Luís de Camões, Os Lusíadas, pref. de Costa Pimpão, 4.ª ed., Lisboa, MNE – Instituto Camões, 2000.
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Início da reflexão do final do Canto I de Os Lusíadas: Os quatro versos finais da estância 105
105 O recado que trazem é de amigos, Mas debaxo o veneno vem coberto, Que os pensamentos eram de inimigos, Segundo foi o engano descoberto. Ó grandes e gravíssimos perigos, Ó caminho de vida nunca certo, Que aonde a gente põe sua esperança Tenha a vida tão pouca segurança!
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1. Nos quatro versos finais da estância 105, a vida é representada como
a) um perigo constante e uma incerteza.
105 O recado que trazem é de amigos, Mas debaxo o veneno vem coberto, Que os pensamentos eram de inimigos, Segundo foi o engano descoberto. Ó grandes e gravíssimos perigos, Ó caminho de vida nunca certo, Que aonde a gente põe sua esperança Tenha a vida tão pouca segurança!
b) uma grande catástrofe.
c) uma esperança de um futuro melhor.
2. Nestes quatro versos, a apóstrofe e a exclamação salientam
a) a confiança firme do poeta.
105 O recado que trazem é de amigos, Mas debaxo o veneno vem coberto, Que os pensamentos eram de inimigos, Segundo foi o engano descoberto. Ó grandes e gravíssimos perigos, Ó caminho de vida nunca certo, Que aonde a gente põe sua esperança Tenha a vida tão pouca segurança!
b) a determinação em vencer as contrariedades.
c) o lamento e a acusação às condições de vida.
3. Na expressão “caminho de vida” (v. 6) encontramos
a) uma metáfora, que representa a vida como um percurso longo.
105 O recado que trazem é de amigos, Mas debaxo o veneno vem coberto, Que os pensamentos eram de inimigos, Segundo foi o engano descoberto. Ó grandes e gravíssimos perigos, Ó caminho de vida nunca certo, Que aonde a gente põe sua esperança Tenha a vida tão pouca segurança!
b) uma hipérbole, exagerando o modo como representa a existência humana.
c) uma personificação, atribuindo características humanas ao “caminho”.
4. A antítese presente nos dois versos finais sublinha o contraste entre
a) os perigos da vida e o caminho incerto.
105 O recado que trazem é de amigos, Mas debaxo o veneno vem coberto, Que os pensamentos eram de inimigos, Segundo foi o engano descoberto. Ó grandes e gravíssimos perigos, Ó caminho de vida nunca certo, Que aonde a gente põe sua esperança Tenha a vida tão pouca segurança!
b) a esperança vã e os perigos sempre presentes.
c) a esperança e a “pouca segurança”.
Quatro versos finais da estância 105 da reflexão do Canto I de Os Lusíadas
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Os quatro versos iniciais da estância 106 da reflexão do Canto I de Os Lusíadas
106 No mar tanta tormenta e tanto dano, Tantas vezes a morte apercebida! Na terra tanta guerra, tanto engano, Tanta necessidade avorrecida! Onde pode acolher-se um fraco humano Onde terá segura a curta vida, Que não se arme e se indigne o Céu sereno Contra um bicho da terra tão pequeno?
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1. Nos quatro versos iniciais da estância 106, o mar e a terra são para o Homem
a) os lugares onde as ameaças e os danos se manifestam.
106 No mar tanta tormenta e tanto dano, Tantas vezes a morte apercebida! Na terra tanta guerra, tanto engano, Tanta necessidade avorrecida! Onde pode acolher-se um fraco humano Onde terá segura a curta vida, Que não se arme e se indigne o Céu sereno Contra um bicho da terra tão pequeno?
b) as entidades que sofrem as ameaças e os danos.
c) as entidades que criam as ameaças e os danos.
2. A repetição do determinante “tanta” e das suas variações sugere que
a) muitos são os homens que sofrem no mar e na terra.
106 No mar tanta tormenta e tanto dano, Tantas vezes a morte apercebida! Na terra tanta guerra, tanto engano, Tanta necessidade avorrecida! Onde pode acolher-se um fraco humano Onde terá segura a curta vida, Que não se arme e se indigne o Céu sereno Contra um bicho da terra tão pequeno?
b) muito é mar e muita a terra em que o homem pode sofrer.
c) muitas são as ameaças ao Homem.
3. Em cada exclamação dos quatro versos iniciais da estância 106 está ausente o verbo
a) existir.
106 No mar tanta tormenta e tanto dano, Tantas vezes a morte apercebida! Na terra tanta guerra, tanto engano, Tanta necessidade avorrecida! Onde pode acolher-se um fraco humano Onde terá segura a curta vida, Que não se arme e se indigne o Céu sereno Contra um bicho da terra tão pequeno?
b) ser.
c) fazer.
4. O tom dos versos 1 a 4 da estância 106 é de
a) lamento e súplica.
106 No mar tanta tormenta e tanto dano, Tantas vezes a morte apercebida! Na terra tanta guerra, tanto engano, Tanta necessidade avorrecida! Onde pode acolher-se um fraco humano Onde terá segura a curta vida, Que não se arme e se indigne o Céu sereno Contra um bicho da terra tão pequeno?
b) lamento e revolta.
c) súplica e revolta.
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106 No mar tanta tormenta e tanto dano, Tantas vezes a morte apercebida! Na terra tanta guerra, tanto engano, Tanta necessidade avorrecida! Onde pode acolher-se um fraco humano Onde terá segura a curta vida, Que não se arme e se indigne o Céu sereno Contra um bicho da terra tão pequeno?
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1. Os quatro versos finais da estância 106 constituem
106 No mar tanta tormenta e tanto dano, Tantas vezes a morte apercebida! Na terra tanta guerra, tanto engano, Tanta necessidade avorrecida! Onde pode acolher-se um fraco humano Onde terá segura a curta vida, Que não se arme e se indigne o Céu sereno Contra um bicho da terra tão pequeno?
a) uma interrogação retórica.
b) uma apóstrofe.
c) uma anáfora.
2. A ordem natural das palavras da anástrofe “Que não se arme e se indigne o Céu sereno” é
a) que o Céu sereno não se arme e se indigne.
106 No mar tanta tormenta e tanto dano, Tantas vezes a morte apercebida! Na terra tanta guerra, tanto engano, Tanta necessidade avorrecida! Onde pode acolher-se um fraco humano Onde terá segura a curta vida, Que não se arme e se indigne o Céu sereno Contra um bicho da terra tão pequeno?
b) o Céu sereno que não se arme e se indigne.
c) que se indigne e não se arme o Céu sereno.
3. A expressão "bicho da terra" (v. 8) representa o Homem como
a) um animal ridículo.
106 No mar tanta tormenta e tanto dano, Tantas vezes a morte apercebida! Na terra tanta guerra, tanto engano, Tanta necessidade avorrecida! Onde pode acolher-se um fraco humano Onde terá segura a curta vida, Que não se arme e se indigne o Céu sereno Contra um bicho da terra tão pequeno?
b) um ser frágil e vulnerável.
c) uma criatura imunda.
4. Nesta interrogação, o Poeta questiona-se sobre
a) o modo como o Homem pode proteger-se dos perigos deste mundo.
106 No mar tanta tormenta e tanto dano, Tantas vezes a morte apercebida! Na terra tanta guerra, tanto engano, Tanta necessidade avorrecida! Onde pode acolher-se um fraco humano Onde terá segura a curta vida, Que não se arme e se indigne o Céu sereno Contra um bicho da terra tão pequeno?
b) a estratégia que o Homem deve seguir para vencer os perigos.
c) o lugar onde o Homem pode encontrar refúgio dos perigos.
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1. A expressão “Céu sereno” (v. 7) é uma referência
a) às forças transcendentes que atuam na Terra.
106 No mar tanta tormenta e tanto dano, Tantas vezes a morte apercebida! Na terra tanta guerra, tanto engano, Tanta necessidade avorrecida! Onde pode acolher-se um fraco humano, Onde terá segura a curta vida, Que não se arme e se indigne o Céu sereno Contra um bicho da terra tão pequeno?
b) à ideia cristã de Céu, morada de Deus.
c) ao espaço visível acima do horizonte (a abóbada celeste).
2. Se o “Céu sereno” (v. 7) se empenha contra o Homem (“bicho da terra”) é porque o ser humano é
106 No mar tanta tormenta e tanto dano, Tantas vezes a morte apercebida! Na terra tanta guerra, tanto engano, Tanta necessidade avorrecida! Onde pode acolher-se um fraco humano, Onde terá segura a curta vida, Que não se arme e se indigne o Céu sereno Contra um bicho da terra tão pequeno?
a) uma criatura fraca.
b) um animal cruel.
c) uma entidade com grande valor.
3. Esta reflexão do poeta associa-se à situação de Vasco da Gama e dos seus marinheiros porque também eles
a) estão expostos a riscos e a perigos.
106 No mar tanta tormenta e tanto dano, Tantas vezes a morte apercebida! Na terra tanta guerra, tanto engano, Tanta necessidade avorrecida! Onde pode acolher-se um fraco humano, Onde terá segura a curta vida, Que não se arme e se indigne o Céu sereno Contra um bicho da terra tão pequeno?
b) causam engano e perigo por onde passam.
c) são heróis que facilmente vencem os perigos.
4. A maioria dos recursos expressivos desta reflexão contribui para enfatizar
106 No mar tanta tormenta e tanto dano, Tantas vezes a morte apercebida! Na terra tanta guerra, tanto engano, Tanta necessidade avorrecida! Onde pode acolher-se um fraco humano, Onde terá segura a curta vida, Que não se arme e se indigne o Céu sereno Contra um bicho da terra tão pequeno?
a) a admiração do Poeta pela poesia épica..
b) a angústia e a indignação do Poeta.
c) a beleza do mar e da terra.
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Segunda parte da estância 106 e visão global da reflexão
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