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A "Cidade submersa voltou", por Julio Caesar

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Created on October 21, 2021

Reportagem exclusiva OP+ sobre os 20 anos de Jaguaribara

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Transcript

A cidade da velha Jaguaribara, que foi inundada pelas águas do Castanhão, reapareceu com a seca severa no açude. Imagem de 2021 (Foto: Júlio Caesar / O POVO)

Estrada da velha Jaguaribara, no Ceará, que reapareceu depois que a seca deixou a quase zero o leito do açude Castanhão. Imagem de 2021 (Foto: Júlio Caesar / O POVO)

Com o sumiço das águas do açude Castanhão, a velha Jaguaribara reapareceu e, com isso, animais pastando nas "estradas fantasmas". Imagem de 2021 (Foto: Júlio Caesar / O POVO)

Nas ruínas da cidade fantasma da velha Jaguaribara, uma parada de ônibus retornou intacta das funduras dos 6,7 bilhões de metros cúbicos de água. (Foto: Júlio Caesar / O POVO)

O arruamento da velha Jaguaribara ainda está intacto na imagem vista por um drone.Imagem de 2021. (Foto: Júlio Caesar / O POVO)

Com apenas 10,30% do volume total de água (6,7 bilhões de metros cúbicos de água), o Castanhão visto de cima apresenta as marcas da estiagem severa (Foto: Júlio Caesar / O POVO)

O que ainda restam das "gaiolas" de criação de tilápia em cativeiro no Castanhão. A maioria dos grandes produtores deixou o reservatório com as secas em sequência no Ceará. Imagem de 2021 (Foto: Júlio Caesar / O POVO)

Igreja Matriz de Santa Rosa, em "nova" Jaguaribara, no sertão do Ceará. Foi construída idêntica à que existiu na cidade inundada pelo açude Castanhão. (Foto: Júlio Caesar / O POVO)

Vista aérea do Castanhão. Se 2022 não for um ano de chuvas intensas, o açude poderá chegar ao índice crítico de 7,3% de sua capacidade total de armazenamento d'água que é de 6,7 bilhões de metros cúbicos. (Foto: Júlio Caesar / O POVO)

As marcas da água evaporando na parede do maior açude público do Brasil. O Castanhão, localizado no sertão do Ceará. Registro de 2021 (Foto: Júlio Caesar / O POVO)