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E se pegássemos na caneta?

Bibliotecas de Coronado e Castro

Created on October 7, 2021

Desafio de escrita - MIBE

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Transcript

E se pegássemos na caneta?

MIBE 2021

E se pegássemos na caneta

Tinha uma vaga memória de ter estado toda a noite numa luta, mas não sabia já com quem ou com o quê? A escuridão que ainda remanescia na minha memória já não existia. A penumbra da noite tinha cedido o seu lugar ao sol que agora brilhava num céu azul cristalino e me aquecia o corpo dorido. Avistei uma ave que voava lá no alto, tão leve, tão graciosa… senti inveja de toda aquela liberdade, de toda aquela despreocupação. Não pude deixar de pensar na indiferença com que me sobrevoava, ocupada apenas com a sua própria existência. Nesse momento…´” E não é que consegui! Se calhar essa coisa da escrita vai do começar. Um dia disseram-me isso: “Queres escrever, pega na caneta e no papel e simplesmente começa a escrever. No início parece que não sai nada que se aproveite, mas depois ela começa a deslizar pelo papel e a magia acontece.” Afinal é como tudo, a prática faz a mestria 😉 E a tua cabeça, o que é que te conta?

Eu sei lá bem por onde começar… como vou encaixar todas estas palavras num texto que faça sentido? Eu não tenho jeito para esta coisa da escrita. Já tentei uma vez, mas não correu lá muito bem por isso não voltei a tentar…. Ainda por cima até tenho alguma imaginação, mas depois não consigo pôr em palavras o que me vai na minha cabeça…. Esta minha cabeça que não se cala nem por um bocadinho … por exemplo agora está a dizer-me “E se começasses com: “ Acordei estremunhado, na boca e na garganta tinha o sabor amargo da água do mar, parecia que tinha engolido todo o seu sal…. Que sede! Não sabia bem o que ali fazia…. Tentei lembrar-me como tinha ido ali parar. Doía-me o corpo todo, desde a cabeça até à ponta do dedo grande do pé esquerdo… e do direito também!

Boas lembranças…

Lembro-me de um dia acordar com uma nuvem grande e fofa a rodear-me… Dessa nuvem saiu uma bela ave com uma maravilhosa penugem azul que trazia o bico cheio de água com sal e molhou o pé! Num primeiro momento fiquei aborrecido e senti vontade de enxotar para bem longe aquela ave tão bonita, mas depois, perdoei-lhe a falta de jeito e tornamo-nos grandes amigos!!

Aluno : Virgílio - 8ºA

A ave especial e Alfredo

Um certo dia um senhor chamado Alfredo acordou estranho, não acordou como acorda normalmente, naquele dia estava completamente sem energia e muito irritado com uma Ave que passou a noite toda a piar. O coitado do homem não dormiu nada. Depois de se levantar, Alfredo decidiu ver o que se passava lá fora e dá de caras com a ave a voar, naquele lindo céu azul apenas com uma nuvem que não tinha lá muito boa cara, parecia que sairia de lá uma grande tempestade. E... Foi mesmo isso que aconteceu! Daquela pequena nuvem saiu uma tempestade devastadora que levava tudo que lhe aparecesse à frente e não foi diferente com Alfredo e com a ave que foram arrastados para o mar. Acordaram os dois na costa de uma ilha, encharcados da cabeça aos pés com aquela água cheia de sal do mar. Mas Alfredo não estava lá em muito boas condições, prestes a morrer com uma hipotermia por causa do que lhe tinha acontecido no mar. Agora a melhor parte, o que Alfredo não sabia, é que aquela ave era curadora e curou o senhor da hipotermia e também de uma doença terminal que ele tinha. Foi por essa razão que a ave piou a noite toda na casa do senhor. Alfredo acabou por se recuperar e ficou deveras agradecido àquela ave. Mais tarde um navio acabou por os avistar e levou os para casa.

Aluno : Miguel Morgado - 8ºD

A Aventura na ilha

Acordei numa ilha grande que parecia a uma ave que tinha muitos perigos, a água tinha muito sal como um limão, depois de muito tempo de tanto caminhar encontrei um abrigo. Chegou a noite e não tinha o que comer. Fiz outra caminhada e encontrei muita fruta. Comi e fui ao abrigo descansar. Quando acordei e vi uma nuvem triste e cinzenta. Depois de horas e horas o céu ficou azul como a água cristalina. Passada uma semana vi um helicóptero a passar. Fui a correr para um sítio onde não havia árvores nem plantas, nada. Encontrei o sítio perfeito e chamei o helicóptero. Ele baixou e o senhor levou-me para casa. Fiquei contente por ver a família.

Aluno : Sebastian Pérez - 8ºD

O sonho

Acordei no meio do nada e estava cheia de sede e fome, andei por alguém tempo e encontrei uma praia, mas não podia beber água do mar porque tinha sal. Estava muito calor então fui encontrar algum lugar para descansar. Não havia ninguém o que não era normal, passado algum tempo encontrei uma casa eu entrei la dentro e tinha comida e água. Depois saí e vi que o céu estava azul e sem nuvens e dava para ver algumas aves a passar. Vários dias passaram e era como se estivesse noutro lugar sem ser a terra, as vezes sentia-me observada, mas nunca via ninguém, animais era raro de ver, mas tinha. Tropecei numa pedra e vi que era tudo um sonho, ainda penso no que teria acontecido se não tivesse tropeçado na pedra. Está aqui a minha história.

Aluna : Helena Almeida - 8ºD

Mais um dia…

Hoje de manhã acordei e pus-me a pé logo depois de acordar eu fui ver o céu e ele estava todo azul com uma nuvem a frente da minha casa e passou uma ave na frente da minha janela, depois fui fazer o meu almoço só que quando estava a comer eu senti que pus sal a mais.

Aluna : Soraia Portela - 8ºD

Olá! Eu sou o Carlos.

Vocês devem estar a perguntar o que eu ando aqui a fazer! Bom hoje decidi compartilhar a minha "vida" com vocês, não é bem vida, mas são a minhas férias de verão, estou a acha-las maravilhosas, então vamos começar. Esta manhã acordei, olhei para fora e deparei-me com um céu tão bonito e azul com umas grandes nuvens maravilhosas, tal como a vista do meu quarto para a praia! Depois de acordar vesti-me e fui tomar o pequeno-almoço, comi ovos mexidos e café com leite. Sabiam que faz bem comer ovos logo pela manhã? Os ovos têm muitas proteínas, por isso faz bem comer logo pela manhã, mas acho que exagerei no sal, acho que… pus muito sal nos ovos, mas não faz mal come-se na mesma. De seguida fui para a praia e claro tinha que acontecer um desastre. Ao ir para o mar não olhei para a areia e sem querer pisei num caranguejo, ele acabou por me picar no pé! Mas depois ficou tudo bem. À noite, depois de um longo dia fui tomar banho e jantar, estava na minha cama quase a dormir quando ouvi um barulho lá fora e fui ver… coitada era uma pobre ave, e logo esta noite que chove e está muito vento. Fui buscá-la e secá-la numa toalha e, coitada, adormeceu. No dia seguinte levei-a de volta para praia e despedi-me dela porque as minhas férias estavam a acabar. E assim foram os meus últimos dias de férias.

Aluna : Maria Inês Rocha - 8ºD

Junto ao mar

Eu acabo de acordar junto ao mar, olhando pra o céu azul em direção ao sul. Vejo uma nuvem, depois uma ave voando sem preocupação batendo as asas com emoção. No meu pé, sinto as ondas trazendo o sal até mim. Espero que este sonho não tenha fim, para continuar a sentir-me assim.

Aluna : Érica Reis - 9ºC

Outono

O azul do céu deu lugar A uma nuvem tão branca Como o sal do mar A chuva começou a cair, A ave a fugir E eu, que acordar Com o pé a gelar!

Aluno : Henrique Terreiro - 9ºC

Encontrada a Ave do Benfica

Durante as últimas horas, no Hospital Veterinário Atlântico, na Ericeira, tem ocorrido um enorme esforço vindo da parte dos veterinários para tentar salvar a famosa ave do Benfica. Após ter sido dada como desaparecida, no dia 10 de outubro, foi hoje encontrada, ao início da manhã, no mar azul e cristalino da praia de São Lourenço, por um grupo de jovens portistas. Quando foi reconhecida, o grupo esclareceu que tinha o bico encurralado entre rochas, o que aconteceu, provavelmente, durante a tentativa de busca de alimento. Este episódio valeu a um dos jovens, uma fratura, pois ao tentar ajudar a ave, escorregou no verdete das pedras e partiu um pé. De acordo com o depoimento, o grupo ligou para o 112. No hospital, verificaram que a ferida tinha absorvido uma elevada quantidade de sal, o que levantou suspeitas. O grupo está agora a prestar declarações, envolto numa nuvem de desconfiança, pois há indícios de que a tentativa de ajudar o bicho seja apenas uma vingança sobre o clube ao qual a águia pertence. Estamos à espera de atualizações sobre o estado de saúde da águia após intervenção cirúrgica. Só quando acordar do recobro é que novos desenvolvimentos poderão chegar até nós. Fique connosco e acompanhe esta notícia minuto a minuto.

Aluna : IARA MAGALHÃES - 9ºC

A primeira vez...

Um sonho estava prestes a tornar-se realidade, o João iria à praia pela primeira vez. O João é um menino de 8 anos que tem uma vida muito monótona, a sua rotina é casa-escola, escola-casa durante a semana e, nos fins-de-semana, costuma ficar em casa, pois os pais trabalham. Como na escola ouviram dizer que nunca tinha ido à praia, uma funcionária não hesitou e resolveu surpreendê-lo. Nesse dia, ao acordar, o António teve uma sensação como nunca antes tinha tido, iria realizar o seu desejo! Quando chegou à praia, o céu estava límpido, apenas uma nuvem pequena pairava lá no alto e o maravilhoso mar acolhia-o com um tom de azul forte. Quando colocou o pé na areia arrepiou-se todo, um calafrio percorreu-lhe o corpo e borboletas dançavam dentro de si! Naquele momento, "caiu-lhe a ficha”, respirou fundo, absorveu cada som, cada cheiro, cada brisa, cada pedacinho de paisagem! Estava emocionado com tudo à sua volta e, por isso, agradeceu demoradamente à funcionária. Aquele gesto representava um grande momento na vida dele, algo deveras marcante e inesquecível. Foram molhar os pés naquele mar ávido de sal, onde uma ave se deixava embalar pelas suas ondas de calmaria. A tarde voou, o pôr do sol deu um ar da sua graça e o dia foi pincelando a noite com a melhor paisagem de sempre - os últimos raios de sol a espreitar entre o mar e o céu alaranjado e o António com um sorriso enorme nunca antes visto!

Aluno : Afonso Ferreira Raimundo - 9ºC

"Que bem que me sabia..."

Que bem que me sabia viver à beira mar, sentir o sal no pé, sentir a maresia! Que bem que me sabia ter o dom de voar sobre as planícies de um pomar. Queria ser livre como uma ave, deixar-me levar pelo vento de tão suave. Planar sobre o imenso azul do céu e trespassar uma nuvem iluminada por um misterioso véu. Que bem que me sabia, poder acordar...!

Aluno : Eduardo Moutinho - 9ºC

As Andorinhas

Era uma vez duas andorinhas, elas eram irmãs gémeas, amigas e brincavam muito. A andorinha mais velha chamava-se Afrodite e a mais nova que nasceu 10 minutos depois chamava-se Maria. Todos os anos na Primavera elas vinham para Portugal com a sua família e com outras aves migratórias. Este ano, as irmãs escolheram ir para o Algarve. Elas fizeram o seu ninho no telhado de uma casa à beira-mar. O dono da casa ficou muito feliz por elas terem escolhido a sua casa para morarem. Num belo dia de verão, ao acordar estavam bem-dispostas. O céu estava azul e só com uma nuvem aqui e acolá, então resolveram sair. A Afrodite queria ir à praia, mas a Maria não gosta de à praia, gosta mais de ir ao rio e começou a resmungar: - Não gosto de ir a praia, o sal do mar faz mal às minhas penas e ao meu pé que tem uma ferida! - Estás enganada! – Respondeu Afrodite- a água do mar muito bem à saúde. Depois, vamos tomar banho ao rio, para tirar o sal das nossas penas. - Está bem, vou à praia contigo e depois tu vens ao rio comigo, e ficamos as duas felizes.

Aluno : Tiago Martins - 3° Ano de Fonteleite

A ave vê um ovo a eclodir

A ave azul pôs dois ovos às cores, um ovo amarelo abriu e lá dentro tinha uma ave bebé amarela e a mãe ave que era azul ficou muito feliz. Depois de acordar de repente quando abriu os olhos, o seu ninho estava ao pé da água do mar com muito sal. De repente veio uma nuvem de chuva e tinha de proteger o ovo e a cria bebé.

Aluno : Rúben pereira - 3° Ano de Fonteleite

A nova amiga do Rúben

Numa manhã de verão, quando o Rúben, ao acordar, viu os raios de sol que atravessavam a janela, pôs-se a pé, vestiu-se, tomou o pequeno-almoço e lavou os dentes para ir dar um passeio. Estava um lindo dia de sol e o céu estava azul com apenas uma nuvem. Durante o passeio o Rúben brincou com uma ave que o seguia. Ele queria dar alguma coisa para a ave comer, mas so tinha pipocas salgadas e a ave podia não gostar de sal. Depois do passeio o menino foi para casa e falou à mãe da sua nova amiga.

Aluno : Rúben Carido - 3° Ano de Fonteleite

A nuvem azul

Vi uma nuvem azul ao nadar, Ao pé do sal fui acordar Majestosa como com uma ave. Como o vento do mar.

Aluno : Rodrigo Zheng - 3° Ano de Fonteleite

A viagem pelo oceano Atlântico

Debaixo de um de lindo céu azul e uma grande nuvem branca que mais parecia algodão, voava uma linda ave que sonhava atravessar o oceano Atlântico para chegar ao continente Americano. Depois de muito tempo a voar, estava muito cansada e cheia de fome, por isso decidiu aterrar numa ilha chamada Açores. Ficou de pé em cima de um rochedo e adormeceu durante algum tempo. Ao acordar, foi-se alimentar para recuperar energia. Mergulhou no mar cheio de sal e encontrou um grande peixe. Depois de continuar a sua viagem, chegou finalmente ao seu destino e ficou muito feliz.

Aluno : Rodrigo Raimundo - 3° Ano de Fonteleite

O lago no jardim

Eu de manhã ao acordar fui à janela e vi uma ave . A ave era amarela. Fui para o jardim e a ave estava no lago, a água era azul. Mas, a minha mãe , chamou-me para comer o pequeno-almoço, leite e pão com manteiga que tinha sal. Depois, fui a pé olhar para a minha nuvem favorita.

Aluno : Rodrigo Carneio - 3° Ano de Fonteleite

A poção mágica

Era uma vez um menino que sonhava voar como uma ave e saltar de nuvem em nuvem. Um dia, o menino num dos seus sonhos perguntou a um mestre impostor: - Como posso voar no céu azul? - Tens de beber uma poção mágica com sal para voar até ao céu. É uma poção do pé grande – respondeu o mestre impostor. Mais tarde, apareceu o mestre verdadeiro que lutou contra o outro. O mestre impostor morreu e o mestre verdadeiro apanhou a cura para o menino. A ave bebeu a cura e o menino conseguiu acordar.

Aluno : nuno - 3° Ano de Fonteleite

A nuvem em forma de ave

Era uma vez um menino que estava a acordar na sua cama azul. Ele levantou-se e pôs-se a pé. Quando saiu de casa, viu uma nuvem que parecia uma ave. Ao final do dia, chegou a casa cheio de fome e comeu uma sopa com pouco sal.

Aluno : Martim - 3° Ano de Fonteleite

Os amigos no Zoo

Certo dia, quando se via uma linda nuvem no céu, depois de acordar eu e o João fomos ao zoo. Eu e o meu amigo vimos uma ave e o pé dela estava azul, ela tinha sal. Nós achamos estranho e fomos chamar um funcionário. Ele disse que não era sal, era areia porque tinha andado a fazer um buraco.

Aluna : Mariana - 3° Ano de Fonteleite

A minha manhã de domingo

Numa manhã de domingo, ao acordar o meu pé estava frio, o céu não estava azul, uma e outra nuvem estava cinzenta e o dia estava chuvoso. Com um tempo assim nenhuma ave voa. Na hora do almoço, comemos cozido à portuguesa e a comida estava sem sal. Esta foi a minha manhã de domingo.

Aluna : Alice Lima - 3° Ano de Fonteleite

O Sal

Era uma vez uma ave azul, quem seria essa ave? Era diferente, parecia um tucano mas o seu bico era azul e branco. Um pouco maior e alto e com belas penas volumosas. Numa manhã de sol ao acordar, vestiu-se e foi à praça comprar fruta para o seu pequeno-almoço e de seguida subiu à montanha da sua floresta. Quando chegou ao topo o vento soprou com força e ele abriu as asas e foi levado. O vento parou e de pé aterrou em cima de uma nuvem, que lhe perguntou: - Como te chamas? De onde vens? - Sou o Sal, chamam-me assim porque o meu bico é da cor do sal e venho da floresta Amazónia. - Porque vieste até aqui? - Porque quis voar mais alto que todos os tucanos que conheço, sentir as nuvens e ver o mar. - Gostei muito de te conhecer, és muito corajoso, aproveita este vento para te levar de volta e conta que conheceste uma nuvem muito simpática. ADEUS!

Aluna : Ângela Pereira - 3° Ano de Fonteleite

A ave rara

Numa noite, sonhei com uma ave rara que não voava. Saltava de nuvem em nuvem num lindo céu azul e espalhava sal à medida que saltava. Não consegui saber porque espalhava o sal, pois era hora de acordar. Até consegui acordar mais cedo porque tinha que ir a pé para a escola.

Aluno : Gonçalo - 3° Ano de Fonteleite

A Ave Azul

Era uma vez uma menina que se chamava Vera. Ela gostava de ter uma ave azul. Um dia, ao acordar a mãe deu-lhe um presente. Quando a Vera o abriu viu que tinha recebido uma ave azul. Ela foi brincar com a ave às apanhadinhas. A Vera caiu e magoou-se no pé. Aí, a ave percebeu que tinha que ajudá-la a levantar-se e ir para casa. Em casa, a ave ajudou a mãe da Vera a por o sal na comida e aprendeu, com o pai, a fazer uma nuvem que dá luz. A Vera ficou para sempre com a ave.

Aluna : Íris - 3° Ano de Fonteleite

O passeio da Leonor

Um dia, acordei, e estava uma manhã com uma nuvem aqui e outra ali, mas mesmo assim fui passear com a minha mãe. Vesti um lindo vestido azul, e fomos ao parque. Acabamos por almoçar lá, mas na comida faltava um pouco de sal, contudo estava boa na mesma. Depois fomos à minha avó que estava a matar uma ave para eu comer arroz de cabidela. O arroz estava muito delicioso. De repente, olhei para o meu pé e estava a minha cadela Dori a fazer-me festinhas. Adormeci na cama da minha avó. Passadas 2 horas, ao acordar, fui brincar.

Aluna : Leonor Campos - 3° Ano de Fonteleite

As aves

Era uma vez duas aves, a mãe e a filha. A filha era muito tímida e a sua mãe meteu-a numa escola de dança. A filha estava habituada a acordar tarde. No primeiro dia de aulas, quase que chegava atrasada porque tinha acordado às 8:45h. O sol estava a brilhar e o céu estava azul com algumas nuvens. Nesse dia, a roupa dela era: um vestido florido de manga curta e nos pés levava calçado umas sapatilhas. O seu pequeno-almoço tinha uns ovos mexidos deliciosos com muito sal.

Aluna : Mafalda - 3° Ano de Fonteleite

O zoo

Era uma vez uma menina que se chamava Jocas. Ela gostava muito de animais e estava sempre a pedir à mãe para irem ao zoo. Num sábado, a mãe levou-a ao zoo e ela viu uma ave muito bonita. A ave era branca, como a cor da nuvem, e as garras eram de cor azul. Ela dormia de pé, gostava de acordar às 6:00h da manhã e sua comida era sem sal. Quando chegaram a casa a menina perguntou: - Mamã a que horas é o acordar da ave? - Às 6:00 da manhã. A menina gostou tanto da ave que quando chegou à escola contou aos seus amigos.

Aluna : Maria João - 3° Ano de Fonteleite

Uma família no Zoo

Ontem, depois de acordar fui com os meus pais e com os meus tios ao jardim zoológico e não consegui tirar da cabeça uma linda ave. Ela era toda azul com linhas brancas. Ela não podia comer comida com sal porque lhe faz mal à saúde. O pé dela estava preso na sua gaiola. Um senhor disse-me que ao longe se via uma nuvem estava cinzenta, ia chover e eu tinha de a salvar. Consegui, mas o pé dela estava a sangrar. Fui chamar a funcionária e ela disse: - Eu tenho de lhe fazer um curativo, não te preocupes, cuido dela. - Obrigada, espero que ela fique bem – disse eu!

Aluna : Maria Rita - 3° Ano de Fonteleite

E se pegássemos na caneta? E se escrevêssemos um texto?

O ato da escrita implica a sua dosezinha de inspiração. Escrever sem inspiração não leva a uma escrita criativa. Aceitei o desafio porque também gosto de me desafiar. Que tipo de texto irá desabrochar? Vamos descobrir! Ando muito aborrecida porque não tenho tempo para nada. Será possível que 24h diárias não sejam suficientes? Não esquecer que dessas 24h tenho que retirar as horas de sono. Essas são sagradas para me conseguir lembrar de tudo, de organizar tudo, de fazer tudo. Muitas vezes quando estou a dormir, nos meus sonhos estou a trabalhar! Pobre de mim que não consigo descansar! Mas atenção! Por vezes nesses sonhos surgem-me ideias, respostas e até inspiração. Ao acordar, lembro-me sempre dos meus sonhos e alguns davam autênticos filmes de ficção. Nessas manhãs a alma custa a voltar a entrar no corpo, custa-me regressar ao rame rame, à corrida do dia a dia. Se o céu está azul, anunciando um belo dia primaveril, é muito mais fácil encarar o dia com um grande sorriso e um espírito otimista. Se ao longe, da minha janela, avisto uma nuvem cinzenta, fico mais desanimada. No entanto, também precisamos de dias cinzentos. Reparem que os dias cinzentos são os melhores para ficar na cama ou enrolados numa manta no sofá. Os dias cinzentos são misteriosos, porque permitem inúmeras aventuras. As personagens dos livros de fadas são vislumbradas ou descobertas nos dias cinzentos, na obscuridade na neblina. Também nós podemos cruzar-nos com gnomos, elfos, aves encantadas num dia cinzento. Quem sabe se num desses dias vejamos um pé de feijão gigante e se chegarmos lá acima, encontremos o gigante que devora criancinhas e o convencemos de que isso não se faz. Ensinaremos o gigante a cozinhar legumes e a descobrir que uma pitada de sal os torna muito saborosos. Se tivermos muita sorte e engenho, talvez se torne vegetariano.

docente :Elisabete Rodrigues

Mais um dia de férias… ou não…

Eu estava na praia deitada, na areia a ver a beleza daquele céu azul, de repente comecei a ver algumas nuvens e nelas imaginei várias formas, era como se estivesse a ler uma história. - Foi tão divertido! Mas aí... acordei! Pus-me a pé e, nesse momento, vi uma ave a passar junto à minha janela e disse, esfregando os olhos: - Será que ainda estou a sonhar?? Entretanto, olhei para o relógio e já eram horas de pensar no almoço… Como a manhã tinha passado a correr!! -Então, vamos lá pôr as mãos à obra! – exclamei eu toda decidida. Comecei por pegar num tacho e colocar dentro dele cebola cortada e um pouco de azeite, quando começou a alourar, acrescentei água e, por fim, arroz e sal. Depois foi só fritar um bife e... -Estava delicioso! Soube-me tão bem!

Aluna :Luna Moiteiro, 8ºD

Despertar

O despertador toca. De pé, olho pela janela. Ao fundo, na linha do horizonte, o mar azul. No céu, nuvens e a algumas aves fazem o seu “ jogging” matinal. Abro a janela , fecho os olhos e inspiro profundamente. Pelas narinas sinto o cheiro a maresia,sal… e pimenta… hum, o tempero perfeito para um excelente dia! Abro os olhos… Agora sim, acordei. BOM DIA!

Docente :Cristina Amaral

O náufrago

Era uma vez um marinheiro que navegava pelo mar quando, de repente, surgiu uma onda gigante que quase o matava. Para piorar as coisas, o tempo estava horrível, as nuvens encobriam o céu, a chuva forte impedia-os de ver e relampejava intensamente. Para piorar a situação, o barco embateu contra um iceberg. Com o impacto o marinheiro caiu e bateu com a cabeça no chão, ficando inconsciente. O náufrago acabou por acordar numa ilha grande. O céu estava azul e o sol brilhava intensamente. Cheio de sede, começou a beber água com sal porque não tinha mais nada para beber. Decidiu, então, explorar a ilha e avistou uma ave raríssima! Foi, calmamente, na sua direção, sem fazer qualquer barulho, no entanto, mal se mexeu, a ave fugiu para o cimo de uma árvore. Ele começou por fazer a sua casa com pedaços de madeira que estava no chão. Enquanto estava nesta tarefa, apareceram índios que o atacaram e pegaram fogo ao que tinha acabado de construir… Com a agilidade que tinha do seu passado de atleta, ele correu muito rápido, até os índios não saberem mais dele! Conseguindo escapar-lhes! Refugiou-se numa gruta, durante a noite, mas apareceu um urso feroz que o obrigou a fugir novamente, levando-o a torcer um pé... Escondeu-se no meio da vegetação do areal e tentou adormecer… mas sem sucesso. Passou a noite a acordar com cada barulho desconhecido e algumas dores, mas teve sorte, porque, na manhã seguinte, a sua tripulação acabou por encontrá-lo e levaram-no novamente para bordo do seu barco. Depois de descansar, contou-lhes as suas aventuras na ilha.

Aluno :Tiago Lagoa - 8ºD

Aquela manhã

Acordei, abri a janela e deparei-me com uma ave na minha varanda. Ela era branca como as pedras do sal, tinha um bico amarelado e umas garras de cor semelhante. O céu estava azul e com apenas uma nuvem no horizonte. Saí de casa para ir caminhar na praia, quando pus o pé na água lembrei-me daquelas madrugadas de brisa fria que me faziam acordar com o pensamento de um novo dia.

Alunas :Érica Moreira e Filipa Rocha - 9C1

O pescador

O seu andar assemelhava-se ao vaivém leve das ondas do mar, Como se os pés ainda se encontrassem unidos ao convés, Como se mar e Terra fossem um só... Nas suas roupas, pairava ainda o cheiro de sal e maresia Como uma ave paira sobre o mar! E aquela barba , nuvem branca no seu rosto queimado, Sorria num rugoso cumprimento. A pele refletia um Sol ainda pouco acordado, Que escondia as marcas do tempo que teimavam em aparecer. No azul dos seus olhos transpareciam milhares de histórias inacabadas Que ainda tinham esperança de encontrar um ponto final. E aquele homem, ainda que fosse um só, trazia o mar inteiro sobre as suas costas.

Aluna :Paola Tuerlinckx - 10ºA

Quem me dera ser ave

Sonhei que era uma ave e voei junto do azul do céuDescansei numa nuvem de algodão E lá do alto… bem lá do alto Vi montanhas gigantes, fiordes distantes Vi Baleias que atravessavam os oceanos de sal e um iceberg colossal Vi andorinhas que cruzavam os céus em busca do calor Vi golfinhos a fazerem amor Vi abelhinhas a sugarem o pólen de lindas flores Vi gorilas nas florestas, vi crianças em festas Vi rios que serpentavam e tribos que nas suas águas se banhavam Acordei. Coloquei o pé no chão e senti. Escuridão. Tristeza. Poluição. Egoísmo. Desilusão.

docente :Paula moreira

Romance

Naquele dia tudo parecia estar a correr bem, as pessoas deslocavam-se, atarefadas nos seus automóveis, na autoestrada que ligava a aldeia à cidade mais próxima. Os melros saltitavam pelos prados na busca de caracóis, os cães latiam ao longe e o vento fustigava as árvores nos montes. António estava em casa ainda deitado e não lhe apetecia sair. A Rosa tinha combinado com ele que o vinha buscar às 9horas. O António sabia que a Rosa não gostava de atrasos porém, ainda não tinha posto o pé fora da cama e o seu gato Faísca, lambia-lhe a cara para que lhe abrisse a porta! O sino da Igreja dava o sinal das 8h30minutos e seu vizinho Joaquim tocava a campainha da sua bicicleta para saudar as pessoas que por ele passavam. O Joaquim era primo da Rosa e da Alice, a que tinha uma retrosaria ao virar da esquina. A loja da Alice era a mais concorrida, pois toda a aldeia e arredores encontrava ali os artigos que precisava para fazer os vestidos mais belos. A Sofia, a antiga namorada, do António, havia chegado à aldeia naquela manhã de céu azul. António nem ao deitar nem ao acordar tinha consultado o seu correio eletrónico. A muito custo arrastou-se para fora do quentinho da sua cama e foi tomar banho. O seu gato Faísca já impacientado lançou-se pelas cortinas acima e deu um salto para a janela, que o António tinha aberto. O Faísca era um gato muito perspicaz e depressa chegou ao jardim. A Sofia ao ver o Faísca, no jardim, rapidamente o reconheceu e chamou-o.

continua

O António, que já se deslocava para a cozinha para tomar o seu pequeno-almoço, estacou ao ouvir a voz da sua antiga namorada e, não queria acreditar que ela estava de volta. Para se certificar de que era mesmo a Sofia, abeirou-se da janela e vislumbrou uma mulher alta de vestido azul com um gato ao colo. António com os olhos marujados de água não conteve as lágrimas que lhe corriam pela face e levantou o braço e acenou. O coração de Sofia disparou ao ver António à janela e a nuvem de incertezas que tinha dissipou-se. António era o sal da sua Vida e não queria perde-lo mais uma vez. Por isso, abeirou-se da janela e entregou o Faísca ao António, que já havia limpo as lágrimas que lhe molhavam o rosto com a lenço bordado, que a Sofia lhe oferecera no seu aniversário. A Sofia sempre mais decidida perguntou ao António se podiam encontrasse mais tarde, no restaurante do Inácio. Ele anuiu com um belo sorriso e pousou o Faísca no chão. Sofia despediu-se com um aceno e a Rosa buzinou ao longe. António pegou nas chaves e no seu casaco e fechou a porta de casa. Ao entrar no carro, António olhou para a Rosa e saudou-a. Rosa já não vira o António com aquele sorriso largo desde algum tempo, mas também não fez qualquer comentário, apenas limitou-se a relembrá-lo que colocasse o cinto de segurança. António quando chegou ao seu consultório viu a mensagem que a Sofia tinha enviado para si na noite anterior: “Ainda guardo dentro de mim o teu olhar meigo, ternurento, mas estou … confusa… muito confusa… e arrependida de ter deixado para trás os nossos projetos. Será que podemos recomeçar?” António levantou os olhos do monitor e viu através da janela uma ave branca a pousar no parapeito. Num ágil movimento dos seus dedos pressionou o botão Responder e digitou “O céu é o limite! O teu lugar está disponível.” E pressionou no botão Enviar.

Docente :José António da Silva Cruz

Um dia na minha vida

Era fim de semana, mas eu não tinha nada para fazer, então deixei me ficar a dormir... Já passava das nove horas quando a minha mãe decidiu acordar-me. Perguntou se queria ir à praia com ela e eu aceitei, pois estava um dia de céu limpo, com pouquíssimas nuvens. Nesse dia, a praia esteve fantástica, apesar de uma ave quase me ter comido o lanche. Depois da praia, fui com a minha mãe comprar umas chuteiras de futsal novas, porque já estava a precisar. As que eu escolhi eram azuis e muito bonitas! Acho que fiz a escolha acertada! Ficavam perfeitas nos meus pés! No fim do dia, fui com o meu pai, a minha mãe e a minha irmã comer ao McDonald's. Eu pedi um rustic chicken, um ice tea de limão e batatas com pouco sal. Adorei este dia, mas agora tenho de ir fazer a minha mochila porque amanhã tenho que ir para a escola! Boas leituras!

Aluno :Rodrigo Ferreira - 8ºD

Um dia maravilhoso

Hoje, ao acordar levantei-me e fui espreitar à janela, o dia estava muito bonito, um céu azul e sem nuvens. Pensei que podia ir à praia pois era feriado e tinha muito tempo para me divertir… Cheguei à praia e fui molhar os pés, a água estava quentinha e dei um mergulho, sem querer engoli um pouco de água, tinha muito sal! Passei algum tempo na praia e no regresso a casa passou uma ave muito bonita por cima da minha cabeça que me deixou encantada!! Belo feriado!!

Aluna :Beatriz Martins - 8ºD

Uma manhã muito complicada

Ao acordar, olhei pela a janela e vi uma ave a sobrevoar um mar azul. Ao longe via-se uma nuvem muito carregada e negra. Apercebi-me que se anunciava uma possível tempestade. Com isto no pensamento, distraí-me e enquanto me vestia bati com o pé na esquina da cama. Aleijei-me bastante. Estão a ver aqueles desenhos animados em que aparece por cima das personagens umas estrelas estranhas, pois foi mais ou menos assim comigo… depois lembrei-me que a água do mar tem sal e que isso poderia aliviar a minha dor. Não pensei duas vezes…

Alunos :Afonso Eusébio e Bruno Sousa - 9C1

Nesse momento…

…a ave caiu na frente do meu pé e assustei-me e caí também! Como tinha começado, entretanto, a chover, caiam das nuvens pequenas gotinhas de um azul intenso e cheias de sal, a água da chuva era salgada!!! ... Sentia-me encharcada, mas não me conseguia mexer… Foi, então que alguém me acordou... Tudo não tinha passado de um sonho…

Aluno :Henrique Pinto - 8ºD

Quando a cabeça não pensa...

O José, acordou pôs-se a pé, abriu a janela e viu uma ave muito colorida, num céu azulado, porém com nuvens. Foi ao galinheiro apanhar ovos, mas as galinhas não tinham posto ovos, por isso teve de ir ao minimercado da Paula. Chegou lá e estava fechado, então pegou no carro e foi ao pingo doce. Ao chegar lá comprou os ovos e voltou para casa. Mas quando abriu a caixa percebeu que os ovos estavam podres, mas como estava mesmo muito esfomeado decidiu que ia comê-los na mesma. Pegou na frigideira, colocou os ovos a fritar enquanto deitava sal para disfarçar o podre. Passado umas horas desesperado com dores foi ao hospital privado da Trofa e o médico diagnosticou-lhe uma intoxicação alimentar:( Às vezes o melhor mesmo é passar fome!!

Alunos :Francisco Moreira e Duarte Moreira - 9C1

A aventura de uma ave

Num dia de céu azul com algumas nuvens, uma ave acordou esfomeada e foi à procura de comida, na água do mar cheia de sal. Acabou por ter sorte, encontrando um cardume que começou a seguir sem fazer movimentos bruscos, “pé ante pé”. Passado uns instantes, já estava a ficar cansada e ainda com mais fome! Como não tinha onde pousar porque estava longe da costa, continuou atrás dos peixes, quando tentou pegar um deles acabou por mergulhar numa enorme mancha de petróleo… por ali passavam os cargueiros e ela acabou por ficar com as patas e as asas presas! Debateu-se com muito esforço e, finalmente, conseguiu sair daquele inferno! Cansada voltou para o seu ninho onde pode voltar a adormecer…

Aluno :José Costa - 8ºD

A ave

Era uma vez uma ave que voava no céu azul, sempre acima das nuvens com os seus companheiros. Sobrevoavam o mar salgado, quando uma tempestade os apanhou. Perderam a força e acabaram por se separar no meio do mar. Algumas aves não sobreviveram e outras acordaram cobertas de sal, numa praia desconhecida… a nossa ave, com medo dos humanos, fugiu dali “a sete pés”.

Aluna :Inês Araújo - 8ºD

Apenas me lembro de acordar no meio da imensa areia quente. Deviam ser umas 4 da tarde, o sol brilhava intensamente e no enorme céu azul, apenas se via um pequeno conjunto de nuvens que formava a imagem de um gato. Levantei-me. Os meus pés doíam, estavam queimados e eu mal me aguentava em pé. À medida que me mexia, a minha vontade de voltar-me a deitar aumentava. Parecia que todos os meus músculos tinham chegado ao limite. Decidi ignorar todas as minhas dores e dirigi-me ao mar. Quando lá cheguei, tive uma sensação tão boa da sua água cheia de sal a bater nos meus tornozelos. Parecia que me cortava os ossos de tão fria que estava, mas acalmou a dor dos pés escaldados e dos músculos doridos. Fechei os olhos. Nesse momento só passavam pela minha cabeça duas coisas: o som calmante das ondas do mar e o canto de uma ave…

Lembranças

Aluna :Miriam Torres - 8ºD

Um dia com muitos contratempos

Quando eu era pequena tinha uma ave, que ia comigo para todo o lado. Um dia ao acordar senti a falta dela, e reparei que ela havia fugido. Saí de casa rapidamente e fui à procura dela, quando notei que ela estava a voar divertidamente no céu azul tão limpo, que tinha apenas uma nuvem. Comecei a correr atrás dela, mas cai, torcendo o meu pé direito. Tive de regressar a casa, com muitas dores sempre que pousava o pé no chão. Assim que cheguei a casa a minha mãe disse-me para eu não me preocupar, porque ela ia arranjar uma maneira de aquilo passar rapidamente. Sentei-me numa cadeira e ela foi buscar uma panela com água quente e sal. O meu avô sempre disse que curava as entorses. Após o meu tratamento caseiro ao pé fui buscar a minha ave, quando olhei para o lado já ela tinha regressado para a sua gaiola.

Alunas :Beatriz Ferreira e Lara Simões - 9ºC1

Um dia inteiro na praia

Muito sol, muita água, que dia! Na toalha está-se melhor, a água está muito fria e desagradável… na toalha com os pés enterrados na areia a olhar para o céu azul podia-se avistar uma nuvem solitária e o voo de uma ave lá bem no alto... Com este sol até convidava a dormir um bom sono, mas depois vou acordar com um valente escaldão! Talvez seja, então, melhor ir àquela água fria com muito sal…

Alunos :Rafael Rodrigues e Rodrigo Teixeira, 8ºD

A andorinha e o seu amigo

Era uma vez uma ave, mais precisamente, uma andorinha chamada Carol. Ela vivia num carvalho. A pequena andorinha gostava de voar e gostava de visitar um ser humano chamado Tomás porque este rapaz, ao contrário dos outros estava sempre disponível para ajudar as andorinhas. Um dia ela estava triste porque uma enorme tempestade tinha rebentado, ela tinha visto uma enorme nuvem cinzenta e já estava a prever isso… um relâmpago atingiu a andorinha e foi o Tomás que que estava a pôr sal na sopa, viu e foi salva-la. No dia seguinte já estava um céu azul, com um sol radiante e o Tomás acordou a andorinha e levou-a à janela para ela voar de volta para o seu ninho…

Alunos :Diogo e Beatriz - 9ºC1

obrigada!