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Mapa mental hanseníase

Rebeca Veleda

Created on September 8, 2021

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Transcript

* Manchas pigmentares ou discrômicas com alterações de sensibilidade ao tato, térmica ou a dor. * Formigamentos, choques e câimbras nos membros * Madarose: redução de pelos da sobrancelha * Pele ruborizada, com redução na sudorese * Sensação de choque nos nervos periféricos (dor ou espessamento dos nervos também podem ocorrer) * Edema de extremidades com presença de cianose periférica * Febre * Artralgia relacionado ao aparecimento de nódulos dolorosos súbitos * Conjuntivite * Linfadenomegalias indolores no pescoço, axilas e virilhas * Hepatomegalia e esplenomegalia * Obstrução, ressecamento ou sangramento da mucosa nasal

Hanseníase

* Doença crônica decorrente do Mycobacterium leprae, ocupando, atualmente, um contexto de erradicação do cenário mundial * No cenário brasileiro, ocupa a segunda posição mundial entre os países que notificam novos casos * A maioria dos novos casos se concentram no público masculino * Em relação à idade, é mais incidente em adultos jovens (30 a 59 anos)

Quadro clínico

Epidemiologia

* Hanseníase é predominantemente uma doença da pele, mucosas e nervos periféricos * A infecção ativa pelo Mycobacterium leprae é idealizada por uma vasta diversificação no curso clínico da infecção, podendo variar de uma enfermidade paucibacilar (poucos bacilos presentes), a uma doença multibacilar (grande carga bacilar) * O dano neural é atribuído a proliferação bacteriana ou a resposta imune do hospedeiro a poucos bacilos em nervos periféricos e áreas da derme adjacentes * Adentrando o organismo, o bacilo ocupa 2 sítios principais: a pele e as células de Scwann, com tropismo pela segunda opção * Essa célula não possui capacidade fagocítica natural,promovendo multiplicação contínua e proteção dos mecanismos de defesa do indivíduo

* Diagnóstico é eminentemente clínico * Necessário avaliar acometimentos neurológicos (palpação dos nervos à procura de espessamento e alterações das sensibilidades), e as lesões cutâneas * Baciloscopia de raspado intradérmico * Exame histopatológico (biópsia de pele) * Prova da histamina * Avaliação da sudorese

Diagnóstico

Fisiopatologia

* Realizado através da associação de medicamentos (poliquimioterapia – PQT) conhecidos como Rifampicina, Dapsona e Clofazimina. * Deve-se iniciar o tratamento já na primeira consulta, após a definição do diagnóstico, se não houver contraindicações formais (alergia à sulfa ou à rifampicina) * Para o tratamento de crianças com hanseníase, deve-se considerar o peso corporal como fator mais importante do que a idade * A Dapsona é a droga do esquema que requer maior atenção dos profissionais de saúde

Tratamento

* Paucibacilar (PB) – Hanseníase Tuberculóide ou Indeterminada (doença localizada em uma região anatômica e/ou um tronco nervoso comprometido). * Multibacilar (MB) – Hanseníase Dimorfa ou Virchowiana (doença disseminada em várias regiões anatômicas e/ou mais de um tronco nervoso comprometido).

Classificação