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MODULO 2 EN PORTUGUES

Yesica Fernández Mal

Created on June 17, 2021

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Módulo 2: Participação como uma chave para o desenvolvimento da avaliação de impacto

Módulo 2: Participação como uma chave para o desenvolvimento da avaliação de impacto

Este módulo pretende apresentar os aspectos fundamentais para a participação dos parceiros sociais na avaliação do impacto da formação, em particular a importância de fomentar quadros institucionais que facilitem o diálogo social sobre políticas e estratégias de formação, para promover os interesses das pessoas, das empresas , a economia e a sociedade.

Metas

01

os conceitos de diálogo social e negociação coletiva.

Identificar

as modalidades de participação nos processos de avaliação de impacto.

04

a importância do contributo dos parceiros sociais na formação e a avaliação do seu impacto.

02

Analisar

Avaliar

03

05

o papel do Estado como facilitador da participação.

desafios para a participação.

Identificar

Reconhecer

Módulo 2: Participação como uma chave para o desenvolvimento da avaliação de impacto

Participação dos parceiros sociais na avaliação

¿Como os parceiros sociais participam na avaliação de impacto?

¿Como são concebidos o diálogo social e a negociação coletiva no domínio da formação e do desenvolvimento de competências?

¿Qual é o papel do Estado na promoção do diálogo social para a avaliação do impacto da formação profissional?

¿Quais são os desafios para a participação efetiva dos parceiros sociais?

¿Quem são os parceiros sociais na formação e avaliação de impacto?

Módulo 2: Participação como uma chave para o desenvolvimento da avaliação de impacto

2.1. ¿Como são concebidos o diálogo social e a negociação coletiva no domínio da formação e do desenvolvimento de competências?

2.2. ¿Quem são os parceiros sociais na formação e avaliação de impacto?

2.3. ¿Qual é o papel do Estado na promoção do diálogo social para a avaliação do impacto da formação profissional?

2.4. ¿Como os parceiros sociais participam na avaliação de impacto?

2.5. ¿Quais são os desafios para a participação efetiva dos parceiros sociais?

2.1. ¿Como são concebidos o diálogo social e a negociação coletiva no domínio da formação e do desenvolvimento de competências?

A OIT tem uma definição ampla de diálogo social que reflete a ampla variedade de processos e práticas encontradas em diferentes países.

Segundo esta definição, o diálogo social inclui todo o tipo de negociações e consultas ou, simplesmente, a mera troca de informações entre representantes de governos, empregadores e trabalhadores, sobre questões de interesse comum relacionadas com as políticas económicas e sociais.

2.1. ¿Como são concebidos o diálogo social e a negociação coletiva no domínio da formação e do desenvolvimento de competências?

O diálogo social é justamente uma das instituições mais importantes do mercado de trabalho e está associado a um conceito amplo de participação cidadã que, como tal, consolida e fortalece a democracia.

É essencial formular políticas de emprego sólidas e mobilizar o apoio global da sociedade necessário para sua implementação efetiva.

2.1. ¿Como são concebidos o diálogo social e a negociação coletiva no domínio da formação e do desenvolvimento de competências?

uns com os outros ou com os governos para investir, planejar e realizar treinamentos

compartilhar responsabilidades na formulação de políticas e construir parcerias

Na educação e formação, os parceiros sociais devem fortalecer este diálogo

2.1. ¿Como são concebidos o diálogo social e a negociação coletiva no domínio da formação e do desenvolvimento de competências?

A OIT declarou na Recomendação de Desenvolvimento de Recursos Humanos que:

"Os membros devem, com base no diálogo social, formular, implementar e revisar políticas nacionais de desenvolvimento de recursos humanos, educação, formação e aprendizagem ao longo da vida que sejam compatíveis com as políticas adotadas nos campos econômico, fiscal e social"

2.1. ¿Como são concebidos o diálogo social e a negociação coletiva no domínio da formação e do desenvolvimento de competências?

de recursos humanos

  • empregabilidade

Melhorar e manter

  • a qualidade

são questões essenciais de diálogo social, bem como aspectos de como o treinamento é fornecido no local ou fora do trabalho por um provedor de treinamento.

2.1. ¿Como são concebidos o diálogo social e a negociação coletiva no domínio da formação e do desenvolvimento de competências?

Desempenha um papel importante no investimento na aprendizagem ao longo da vida, identificando as competências necessárias para manter a empregabilidade interna ou externa e criando quadros de qualificações, incluindo reconhecimento e certificação.

Barganha coletiva

2.1. ¿Como são concebidos o diálogo social e a negociação coletiva no domínio da formação e do desenvolvimento de competências?

Particularmente nos níveis setorial e empresarial, a negociação coletiva oferece condições para a organização e entrega de treinamento e pode incluir questões como:

2.1. ¿Como são concebidos o diálogo social e a negociação coletiva no domínio da formação e do desenvolvimento de competências?

de forma sistemática e permanente, aumentando a produtividade e melhorando as condições de trabalho e renda dos trabalhadores.

Os atores sociais

são desafiados a criar uma estrutura adequada para negociação e alcançar compromissos que sejam consistentes com a necessidade de promover,

2.1. ¿Como são concebidos o diálogo social e a negociação coletiva no domínio da formação e do desenvolvimento de competências?

Capacitar grupos desfavorecidos e grupos menos representados na negociação coletiva

Capacitar grupos desfavorecidos e grupos menos representados na negociação coletiva

Um desafio para a efetividade do diálogo social no delineamento de políticas públicas para o enfrentamento dos problemas sociais, além de fortalecer as organizações de trabalhadores e empregadores, é a incorporação ao diálogo daqueles que não estão organizados e que, em alguns casos, eles não têm voz.

Capacitar grupos desfavorecidos e grupos menos representados na negociação coletiva

Os grupos desfavorecidos estão sub-representados na negociação coletiva, incluindo

trabalhadores da economia informal

trabalhadores que receberam pouco treinamento

pessoas com deficiência

os jovens

povos indígenas e migrantes

trabalhadores rurais

mulheres

Capacitar grupos desfavorecidos e grupos menos representados na negociação coletiva

Estas pessoas constituem uma percentagem significativa da população activa e devem ser concebidos sistemas inclusivos de forma a que aumente a sua integração na negociação colectiva e participem mais activamente nos processos de formação.

São especialmente esses grupos que costumam ter oportunidades de acesso à formação por meio de políticas ativas de mercado de trabalho, principalmente adotadas pelo poder público. Esses grupos, aos quais são direcionadas as ações de treinamento, devem possuir os possibilidade de participar da avaliação de impacto, especialmente na discussão de seu desenho.

Trabalhadores

Capacitar grupos desfavorecidos e grupos menos representados na negociação coletiva

Autoridades governamentais

Devem favorecer o diálogo social, nas suas diferentes formas e nas mais adequadas aos grupos aos quais se dirigem as políticas públicas, facilitando a participação ativa dos interlocutores na discussão dos termos da avaliação.

Capacitar grupos desfavorecidos e grupos menos representados na negociação coletiva

O dialogo

Torna-se assim o canal de participação das organizações representativas dos atores sociais, direta ou indiretamente envolvidos, como meio fundamental para verificar o cumprimento dos objetivos propostos pelas políticas públicas em matéria de equidade e integração social e económica.

Capacitar grupos desfavorecidos e grupos menos representados na negociação coletiva

Isso não significa que a avaliação possa ser totalmente desenhada e implementada por meio de um processo tripartite, pois, para ser válida e confiável, implica requisitos técnicos e independentes de conotações políticas.

Capacitar grupos desfavorecidos e grupos menos representados na negociação coletiva

A incorporação dos parceiros sociais e demais interessados ​​deve levar em consideração:

O contexto sócio-econômico e político

01

Acordos sobre os objetivos da avaliação e do processo de avaliação

02

O fornecimento de informações adequadas, relevantes e atualizadas que servem como suporte e consulta

03

2.2. ¿Quem são os parceiros sociais na formação e avaliação de impacto?

São principalmente organizações de trabalhadores e empregadores, mas quando se trata de questões sociais mais amplas, outros grupos de cidadãos interessados ​​também podem ser incluídos, conforme indicado na seção anterior.

Os interlocutores

São aqueles que têm participação e interesses nas questões que são objeto de debate no diálogo social.

2.2. ¿Quem são os parceiros sociais na formação e avaliação de impacto?

No treinamento, as redes de cooperação também incluem

Associações profissionais

Organizações comunitárias

Vários ministérios

Autoridades regionais e locais

Empresas

Organizações não governamentais

Órgãos setoriais e profissionais

Sindicatos

Instituições e provedores de treinamento

Povos indígenas

Organizações de migrantes

2.2. ¿Quem são os parceiros sociais na formação e avaliação de impacto?

O setor privado

As abordagens associativas à formação são cada vez mais frequentes devido à procura de programas atualizados e adaptados às necessidades dos setores produtivos e das pessoas. Frequentemente

Sindicatos

O setor privado

2.2. ¿Quem são os parceiros sociais na formação e avaliação de impacto?

A descentralização e o desenvolvimento de uma ampla gama de atores sociais favorecem o estabelecimento de organizações

bi/tripartido

multipartite

estimular o diálogo sobre a formação de trabalhadores, focalizar melhor os programas para responder às necessidades e facilitar o desenvolvimento de habilidades de grupos populacionais desfavorecidos.

2.2. ¿Quem são os parceiros sociais na formação e avaliação de impacto?

Isso permitirá avançar em níveis mais elevados de desenvolvimento e consolidação.

é um processo dinâmico de análise e revisão que, examinando os resultados e dependendo do contexto

A institucionalização desses espaços não ocorre de forma instantânea

2.2. ¿Quem são os parceiros sociais na formação e avaliação de impacto?

Na maioria das instituições de formação profissional, os parceiros sociais estão envolvidos em diferentes instâncias.

além de empregadores e trabalhadores, representantes das comunidades envolvidas no treinamento, autoridades locais e delegados de outras instituições educacionais ou de promoção social e órgãos públicos associados a programas de treinamento

Embora a forma mais generalizada seja a integração de representantes de empregadores e trabalhadores nos Conselhos de Administração, mecanismos têm sido cada vez mais desenvolvidos para consulta a atores sociais que incluem

2.2. ¿Quem são os parceiros sociais na formação e avaliação de impacto?

Existem várias instituições de formação que implementaram mecanismos de diálogo e consulta para as decisões sobre a formação profissional a nível sectorial. São contados

Os Comitês Técnicos Setoriais organizados pelo SENAI no Brasil

Conselhos de padronização do CONOCER no México

Tabelas setoriais SENA

Os Organismos Setoriais de Concorrência do Chile Valora

2.2. ¿Quem são os parceiros sociais na formação e avaliação de impacto?

Esta representação variada convoca aqueles que, de uma forma ou de outra, são protagonistas ou beneficiam de intervenções formativas, seja para melhorar as suas competências, para aumentar a produtividade das suas empresas ou para facilitar o desenvolvimento de empregos produtivos nas suas comunidades.

2.3. ¿Qual é o papel do Estado na promoção do diálogo social para a avaliação do impacto da formação profissional?

Nacional

como responsável por criar, em consulta com os parceiros sociais, um quadro conducente à satisfação das necessidades presentes e futuras dos indivíduos, empresas e sociedade em geral em termos de competências, relacioná-los com a produtividade, o emprego, o desenvolvimento e o trabalho digno, promovendo a articulação entre a procura - actual e futura - do mercado de trabalho com as exigências de qualificações.

Há um acordo sobre o papel do Estado

Territorial

Local

2.3. ¿Qual é o papel do Estado na promoção do diálogo social para a avaliação do impacto da formação profissional?

Autoridades governamentais

Devem favorecer o diálogo social em suas diferentes formas, buscando garantir que sejam os mais adequados de acordo com os grupos aos quais se dirigem as políticas públicas.

2.3. ¿Qual é o papel do Estado na promoção do diálogo social para a avaliação do impacto da formação profissional?

Os governos

eles devem incorporar a avaliação em discussões tripartidas e outros fóruns políticos.

2.3. ¿Qual é o papel do Estado na promoção do diálogo social para a avaliação do impacto da formação profissional?

Fortalecer

Assistência técnica aos parceiros sociais para que participem ativamente e realizem os seus próprios processos de avaliação das ações que implementam.

Também depende dos governos

Fomentar

Para fazer um brinde

2.4. ¿Como os parceiros sociais participam na avaliação de impacto?

A sua participação, tanto na formação como na avaliação, permite verificar se as necessidades das pessoas são tidas em consideração e também se os grupos vulneráveis ​​são convocados e incluídos.

Uma vez que a avaliação estimula o debate público sobre os resultados da formação e do desenvolvimento de competências, a participação dos parceiros sociais é essencial.

2.4. ¿Como os parceiros sociais participam na avaliação de impacto?

É importante tornar os processos de avaliação transparentes, por isso é útil estabelecer medidas de acesso dos atores sociais às informações estatísticas e qualitativas dos diferentes programas de formação e, fundamentalmente, aos resultados da avaliação.

2.4. ¿Como os parceiros sociais participam na avaliação de impacto?

É também necessário implementar mecanismos de divulgação de informação e promoção da formação dirigida aos atores para elevar a qualidade técnica das propostas e dos debates sobre os resultados da avaliação e o seu impacto nos programas futuros.

2.4. ¿Como os parceiros sociais participam na avaliação de impacto?

Essas fontes de dados costumam ser entradas valiosas para melhores avaliações contextualizadas.

Além disso, são fornecidas informações sobre a estrutura socioeconômica básica e do mercado de trabalho dos países da região.

Desenvolveu um portal de divulgação das principais estatísticas de resultados da formação profissional que se encontra disponível para consulta no seu sítio na Internet.

OIT / Cinterfor em colaboração com instituições de treinamento membros

2.4. ¿Como os parceiros sociais participam na avaliação de impacto?

e que não tendem a justificar cargos políticos ou a satisfazer quem financia a formação

Na avaliação

Também é necessário que os resultados sejam imparciais

A transparência e a ausência de posições ideológicas rígidas ou terminologia pouco acessível ou muito técnica são essenciais.

2.5. ¿Quais são os desafios para a participação efetiva dos parceiros sociais?

A participação ativa dos parceiros sociais nos espaços institucionalizados de diálogo social em torno da avaliação do impacto da formação coloca uma série de desafios, tais como:

2.5. ¿Quais são os desafios para a participação efetiva dos parceiros sociais?

As competências que devem ser fortalecidas para tal participação ativa são, entre outras:

05

06

04

03

01

02

Capacidade de interpretar o contexto econômico e social

Imparcialidade, busca pela objetividade nas avaliações

Tomada de decisão com base na análise

Gestão de informação ética

Trabalho em equipe

Comunicação efetiva

Material de apoio para este módulo www.oitcinterfor.org

Conhecimento associado

1. Trabalho decente nas Américas: uma agenda hemisférica 2006-2015. ILO

Experiências e aplicações

2. Aspectos-chave do Diálogo Social Nacional: Um Documento de Referência sobre Diálogo Social - Programa InFocus sobre Diálogo Social, Legislação Trabalhista e Administração. OIT, 2004.

1. Caso: Conselho Setorial Tripartido para a Certificação de Competências e Formação Contínua da Indústria da Construção. Argentina, 1993-2011.

2. Resumo da avaliação. Modernização trabalhista da indústria açucareira no México. 2010

3. Conclusões sobre a formação e desenvolvimento de recursos humanos. OIT, ILC, 88ª sessão, 2000.

4. Recomendação 195 sobre o desenvolvimento de recursos humanos. OIT, 2004.

Obrigado