Want to create interactive content? It’s easy in Genially!
química
Lara Couto Duarte
Created on June 6, 2021
Start designing with a free template
Discover more than 1500 professional designs like these:
View
Modern Presentation
View
Terrazzo Presentation
View
Colorful Presentation
View
Modular Structure Presentation
View
Chromatic Presentation
View
City Presentation
View
News Presentation
Transcript
Acidente com o Césio-137
Cayo, Gabriel, Inês e Lara
Sobre o acidente
- O manuseio indevido de um aparelho de radioterapia abandonado, onde funcionava o Instituto Goiano de Radioterapia, gerou um acidente que envolveu direta e indiretamente centenas de pessoas.
- Goiânia - GO
- Cloreto de césio
Consequências
- Instalação do Centro Regional de Ciências Nucleares do Centro-Oeste
- Fundação Leide das Neves Ferreira
- As vítimas tiveram membros amputados, a pele marcada e a saúde afetada.
- Os corpo das vítimas foram enterrados em caixões de chumbo e covas de concreto
Leide das Neves Ferreira -ingeriu o Césio 137
O lixo radioativo
- Gerou mais de 6 mil toneladas de lixo contaminado com o césio-137, como roupas, móveis e até casas.
- Depósito de Abadia em Goiás, a 20 km da capital.
- Foram usados containers e latões de chumbo
Sobre o Césio-137
- Isótopo radioativo do elemento químico césio (Cs)
- Descoberto por Robert W. E. Bunsen e Gustav R. Kirchhoff;
- Emite partículas ionizantes e radiações eletromagnéticas capazes de atravessar vários materiais, incluindo a pele e os tecidos do corpo humano
- É capaz de substituir o potássio (K) nos tecidos vivos.
- Seu tempo de meia-vida é de aproximadamente 30 anos.
Césio - 137
Chernobyl
VS
Acidente radioativo
Acidente radiológico
Fim de obtenção de energia ou pesquisa
Contaminação radioativa
Irradiação radioativa
Receber o bombardeio nuclear da fonte sem o contato direto
Contato direto com a fonte
(Mackenzie-SP) O acidente com o césio-137 em Goiânia, no dia 13 de setembro de 1987, foi o maior acidente radioativo do Brasil e o maior do mundo ocorrido em área urbana. A cápsula de cloreto de césio (CsCl), que ocasionou o acidente, fazia parte de um equipamento hospitalar usado para radioterapia que utilizava o césio-137 para irradiação de tumores ou de materiais sanguíneos. Nessa cápsula, havia aproximadamente 19 g do cloreto de césio-137 (t1/2 = 30 anos), um pó branco parecido com o sal de cozinha, mas que, no escuro, brilha com uma coloração azul. Admita que a massa total de cloreto de césio, contida na cápsula, tenha sido recuperada durante os trabalhos de descontaminação e armazenada no depósito de rejeitos radioativos do acidente, na cidade de Abadia de Goiás. Dessa forma, o tempo necessário para que restem 6,25% da quantidade de cloreto de césio contida na cápsula e a massa de cloreto de césio-137 presente no lixo radioativo, após sessenta anos do acidente, são, respectivamente,
a) 150 anos e 2,37 g. b) 120 anos e 6,25 g. c) 150 anos e 9,50 g. d) 120 anos e 9,50 g. e) 120 anos e 1,87 g.
Resposta: letra E
No esquema, podemos observar que, de 100% de césio até chegar a 6,25%, passaram-se 120 anos. Com esse dado, podemos descobrir a massa de césio-137 que resta a partir de 19 g. Essa massa decai pela metade a cada 30 anos. O esquema de meia-vida prossegue até um total de 120 anos.
O acidente radioativo em Goiânia foi provocado por 19 gramas de césio-137, que apresenta uma meia-vida de 30 anos. Como a massa de 19 gramas causou todo o acidente, podemos considerá-la como 100%. Para saber a massa correspondente a 6,25%, é necessário antes saber o tempo necessário para essa redução na porcentagem. Para isso, iniciamos o esquema de meia-vida com 100% e prosseguimos até 6,25%, sempre de 30 em 30 anos:
Obrigado!