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Hipersexualização da mulher

annaclarac293

Created on May 25, 2021

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Transcript

Hipesexualização da

MUlher

A gente é criada para ser assim, mas temos que mudar. Precisamos ser criadas para a liberdade. O mundo é grande demais para não sermos quem a gente é. Elza Soares

Temas

Hipersexualização das meninas

O que é

Hipersexualização do corpo negro

Transformação do afeto em objeto

Sarah Baartman

O que é hipersexualização?

Acontece quando uma pessoa é vista como um objeto sexual e sua valorização se dá apenas por este apelo ou comportamento.

Transformação do afeto em objeto

A clássica hipersexualização, está presente no dia a dia e de certas maneiras são as mais sutis, para que sejam naturalizados e passem a certos olhos e ouvidos despercebidos. A Hipersexualização dos corpos negros, inibem ou reduzem o exercício da sexualidade ou a possibilidade da pessoa se mostrar sem pré-julgamentos sexuais em sua plenitude ser transformado em objeto, tirando-lhe a capacidade por óbvio de amar seu corpo, sem amarras e sem reflexos e com sequência de julgamentos que sequer deveriam sentir.

Indira Ghandi

Hipersexualização das meninas

Hipersexualização das meninas

Na publicidade, moda, séries e programas de tv a exposição de meninas à erotização é observada cada vez mais cedo. As garotas em formação são expostas à exemplos de “mulheres de sucesso”, muitas vezes são “sex bombs”, ou seja, valorizadas principalmente por seus atributos físicos e não intelectuais. Os pais e responsáveis têm sua parcela de culpa na reprodução deste comportamento. As meninas da nossa sociedade são introduzidas em universo adulto e sexual no âmbito familiar, pela necessidade de agradar padrões machistas. Neste meio, há a redução da educação em uma questão de gênero, desfavorecendo a mulher na maioria dos âmbitos e, por consequência, exaltando sua sexualidade.

Sarah

Hipersexualização do corpo negro

Baartman

Hipersexualização do corpo negro

A Hipersexualização dos corpos negros, inibem ou reduzem o exercício da sexualidade ou a possibilidade da pessoa se mostrar sem pré-julgamentos sexuais em sua plenitude ser transformado em objeto, tirando-lhe a capacidade por óbvio de amar seu corpo, sem amarras e sem reflexos e com sequência de julgamentos que sequer deveriam sentir.

Sojourner

Truth

Gozaqui

Café com leite

Sarah Baartman

  • Nas “reuniões científicas”, Sarah era exposta seminua, medida, observada e analisada como parte da fauna e flora africana, completamente destituída de humanidade. Frequentemente comparada com orangotangos, ela e toda sua etnia foram classificados como uma raça entre os seres humanos e as familias mais nobres de macacos. Seus órgãos genitais bem como suas nádegas eram tomadas como prova de sua natureza primitiva, animalesca e sexual.
  • Obviamente Sarah não foi a unica pessoa a ser estudada pela ciência nessa época, mas foi uma das mais famosas. Sua trajetória mostra como a ciência racialista do século XIX classificou as populações não brancas como sub humanas e contribuiu para a construção do discurso racista e sexista que atingem as mulheres negras até hoje.
  • O corpo sempre foi um espaço de disputa e, ao longo da história, ele foi modelado e remodelado a partir de uma série de discursos normatizantes e disciplinadores.
  • A partir do século XIX a ciência teve um papel importante na construção da percepção do corpo como um marcador de diferenças.
  • Sarah Baartman nasceu em 1789 na Africa do Sul. Era da etnia khoisan – que ficou conhecida pelo termo pejorativo “hotentote”, que significa gago na língua neerlandesa – e aos 10 anos começou a trabalhar como empregada doméstica em uma fazenda holandesa na Cidade do Cabo, quando foi batizada e passou a ser chamada de Saartjie (diminutivo de Sarah).
  • Essa curiosidade do público por pessoas “exóticas” – ou seja, que não eram europeus dentro dos padrões de normalidade determinados pelas teorias científicas da época – era fruto do pensamento hegemônico da época, que buscava reforçar em todas as esferas (inclusive no entretenimento e diversão) a supremacia branca, européia e masculina
  • Basta nos lembrarmos do slogan da cerveja preta da Devassa: “É pelo corpo que se reconhece a verdadeira negra”. Na figura popular da “Mulata tipo exportação” e as diversas formas que essa fala assume tanto na cultura popular quanto na representação midiática, literária, musical, etc.
  • Não é coincidência que a bunda e a sensualidade sejam, até hoje, as principais formas de representação das mulheres negras ao redor do mundo. A violência sexual contra as mulheres, praticada desde a escravidão, reforçada e justificada pela ciência no século XIX e que permanece naturalizada na sociedade brasileira

Shows de Sarah Baartman

Grã-Bretanha e Irlanda

Londres

1814

1810

1815

Paris

Espetáculos de Sarah

Sarah

Baartman

Há dois séculos, Sarah Baartman morreu após passar anos sendo exibida em feiras europeias de "fenômenos bizarros humanos".

“Quando a mulher negra se movimenta, toda a estrutura da sociedade se movimenta com ela.”

FILÓSOFA Socialista

Angela

Davis

Thank you

@sarah_baartiman