Dia do
Autor Português
22 de maio
Esta data foi criada em 1982 para homenagear todos os autores portugueses e lembrar a sua importância no desenvolvimento cultural dos povos. É também neste dia que se assinala o aniversário da Sociedade Portuguesa dos Autores.
22 de maio
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Alguns autores que hoje vamos homenagear
1956 -
Era um sonho? Eram lobos, grilos, corvos, tartarugas, raposões, bichas de sete cabeças, unicórnios e dragões, dromedários e chacais e outros bichos que tais. Eram fadas, bruxas, príncipes, ogres, fantasmas, meninos, labirintos e palácios, minas, grutas e florestas. Eram ilhas e desertos, cidades do faroeste, gelos eternos e selvas e pirâmides do Egipto. Mas também havia escolas, casas ricas, bairros pobres, esquadras, polícias, ladrões e gente de muitas nações. Viajei em aviões, navios e foguetões, em botas de sete léguas e tapetes voadores. (...) Vi o Pinóquio e a Alice, o Polegarzinho, o Ulisses, o Simbad e o Ali Babá, Cinderela, Peter Pan, Iracema e Iratan, o lindo Palhaço Verde, a gorda Dona Redonda, e a fina Salta-Pocinhas. (...) Quando o sonho terminou e as pálpebras abri, tinha ao meu lado uma estante com todos os livros que li.
João Pedro
Mésseder
1922 - 2010
Somos todos escritores, só que alguns escrevem e outros não.
José
Saramago
1943 - 2012
Regresso devagar ao teu
sorriso como quem volta a casa (...)
Distraído percorro o caminho familiar da saudade,
pequeninas coisas me prendem,
uma tarde num café, um livro.
Manuel António Pina
1958 -
“E percebi que os sorrisos servem para uma data de coisas, como por exemplo para tapar buracos que aparecem quando o mar das palavras se transforma em deserto.”
Maria teresa maia Gonzalez
1894-1930
Há uma primavera em cada vida: é preciso cantá-la assim florida, pois se Deus nos deu voz, foi para cantar! E se um dia hei-de ser pó, cinza e nada que seja a minha noite uma alvorada, que me saiba perder, para me encontrar.
Florbela Espanca
1923- 2005
É urgente inventar a alegria,
multiplicar os beijos, as searas,
é urgente descobrir rosas e rios
e manhãs claras.
Eugénio de Andrade
1888 - 1935
Às vezes ouço passar o vento; e só de ouvir o vento passar, vale a pena ter nascido.
Fernando Pessoa
1975-
Preocupo-me em experimentar,
em improvisar e inclusive em
falhar, contanto que me sinta feliz e
realizado.
Pedro Seromenho
1919-2004
Quando eu morrer voltarei para buscar
Os instantes que não vivi junto do mar.
Sophia de Mello
Breyner Andresen
1937 -
Há dias em que nego e outros onde nasço há dias só de fogo e outros tão rasgados Aqueles onde habito com tantos
dias vagos.
Maria Teresa
Horta
1524 - 1580
Ah o amor... que nasce não sei onde, vem não sei como, e dói não sei porquê.
Luís de camões
1952 -
À noite, uma simples brisa
escancara portas e janelas
e não há chave, fecho ou tranca
que encerre a porta larga dos meus sonhos.
Álvaro Magalhães
Luisa Ducla Soares
E ainda...
EXPLORADORA
GUERREIRA
ALMIRANTE
VISITADORA DE CÁRCERES
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1939 -
António Torrado
1939 -
1951 -
1957 -
José Jorge Letria
António Mota
leer más
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QUÍMICA
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Mia Couto
Valter Hugo Mãe
Mia Couto
1955 -
1971 -
José Luís Peixoto
José Eduardo Agualusa
1974 -
1960 -
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António Lobo Antunes
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Miguel Torga
Agustina Bessa - Luís
Almeida Garrett
1942 -
1907 - 1955
1799 - 1854
1922 - 2019
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Lídia Jorge
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Eça de Queirós
1946 -
Camilo Castelo Branco
Alexandre O'Neill
1845 - 1900
1825 - 1890
1924 - 1986
FELIZ Dia do autor português
dia do autor português
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Dia do
Autor Português
22 de maio
Esta data foi criada em 1982 para homenagear todos os autores portugueses e lembrar a sua importância no desenvolvimento cultural dos povos. É também neste dia que se assinala o aniversário da Sociedade Portuguesa dos Autores.
22 de maio
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Alguns autores que hoje vamos homenagear
1956 -
Era um sonho? Eram lobos, grilos, corvos, tartarugas, raposões, bichas de sete cabeças, unicórnios e dragões, dromedários e chacais e outros bichos que tais. Eram fadas, bruxas, príncipes, ogres, fantasmas, meninos, labirintos e palácios, minas, grutas e florestas. Eram ilhas e desertos, cidades do faroeste, gelos eternos e selvas e pirâmides do Egipto. Mas também havia escolas, casas ricas, bairros pobres, esquadras, polícias, ladrões e gente de muitas nações. Viajei em aviões, navios e foguetões, em botas de sete léguas e tapetes voadores. (...) Vi o Pinóquio e a Alice, o Polegarzinho, o Ulisses, o Simbad e o Ali Babá, Cinderela, Peter Pan, Iracema e Iratan, o lindo Palhaço Verde, a gorda Dona Redonda, e a fina Salta-Pocinhas. (...) Quando o sonho terminou e as pálpebras abri, tinha ao meu lado uma estante com todos os livros que li.
João Pedro
Mésseder
1922 - 2010
Somos todos escritores, só que alguns escrevem e outros não.
José
Saramago
1943 - 2012
Regresso devagar ao teu sorriso como quem volta a casa (...) Distraído percorro o caminho familiar da saudade, pequeninas coisas me prendem, uma tarde num café, um livro.
Manuel António Pina
1958 -
“E percebi que os sorrisos servem para uma data de coisas, como por exemplo para tapar buracos que aparecem quando o mar das palavras se transforma em deserto.”
Maria teresa maia Gonzalez
1894-1930
Há uma primavera em cada vida: é preciso cantá-la assim florida, pois se Deus nos deu voz, foi para cantar! E se um dia hei-de ser pó, cinza e nada que seja a minha noite uma alvorada, que me saiba perder, para me encontrar.
Florbela Espanca
1923- 2005
É urgente inventar a alegria, multiplicar os beijos, as searas, é urgente descobrir rosas e rios e manhãs claras.
Eugénio de Andrade
1888 - 1935
Às vezes ouço passar o vento; e só de ouvir o vento passar, vale a pena ter nascido.
Fernando Pessoa
1975-
Preocupo-me em experimentar, em improvisar e inclusive em falhar, contanto que me sinta feliz e realizado.
Pedro Seromenho
1919-2004
Quando eu morrer voltarei para buscar Os instantes que não vivi junto do mar.
Sophia de Mello
Breyner Andresen
1937 -
Há dias em que nego e outros onde nasço há dias só de fogo e outros tão rasgados Aqueles onde habito com tantos dias vagos.
Maria Teresa
Horta
1524 - 1580
Ah o amor... que nasce não sei onde, vem não sei como, e dói não sei porquê.
Luís de camões
1952 -
À noite, uma simples brisa escancara portas e janelas e não há chave, fecho ou tranca que encerre a porta larga dos meus sonhos.
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Luisa Ducla Soares
E ainda...
EXPLORADORA
GUERREIRA
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1939 -
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Mia Couto
Valter Hugo Mãe
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1799 - 1854
1922 - 2019
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Lídia Jorge
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Eça de Queirós
1946 -
Camilo Castelo Branco
Alexandre O'Neill
1845 - 1900
1825 - 1890
1924 - 1986
FELIZ Dia do autor português