Espécies estudadas pelo Projeto Aves de Noronha
Pardela-de-asa-larga
Sebito
Cocoruta
Rabo-de-junco-de-bico-vermelho
Rabo-de-junco-de-bico-amarelo
Atobá-de-pé-vermelho
Sebito (Vireo gracilirostris)
Descrito em 1890 pelo francês Louis Pierre Vieillot. Ave de ocorrência exclusiva, no mundo, da ilha de Fernando de Noronha, segundo o site do Instituto Chico Mendes de Conservação e Biodiversidade (ICMBio). O sebito, pássaro principalmente insetívoro, está na listra dos ameaçada de extinção.
Fonte: ICMbio, Wikiaves e E-bird
Cocoruta (Elaenie ridleyana)
Descrita em 1888 pelo inglês Richard Bowdler Sharpe. Mede cerca de 17cm, cinzento amarronzado, vive apenas no arquipélago de Fernando de Noronha, no Brasil. Alimenta-se de insetos voadores, larvas de várias espécies, frutos pequenos - principalmente da figueira (Ficus noronhae). Está na lista das espécies ameaçadas de desaparecer do ICMBio.
Fonte: ICMbio, Wikiaves e E-bird
Pardela-de-asa-larga (Puffinus lherminieri)
Descrita em 1839 por René Primevère Lesson. No Brasil, a ave marinha só se reproduz atualmente em duas ilhas do arquipélago de Fernando de Noronha. Há pelo menos 10 anos não nidifica no Espírito Santo, segundo o site do ICMbio. Em Fernando de Noronha existiriam 30 indivíduos. A espécie está criticamente ameaçada de extinção no Brasil.
Fonte: ICMbio, Wikiaves e E-bird
Rabo-de-junco-de-bico-amarelo (Phaethon lepthurus)
Descrita em 1802 por pelo zoólogo francês François Marie Daudin. Ave marinha que nidifica em Fernando de Noronha e vive também em outras áreas do Atlântico, Pacífico e Índico. É monogâmica. Seu estado de conservação é pouco preocupante.
Fonte: ICMbio, Wikiaves e E-bird
Rabo-de-junco-de-bico-vermelho (Phaethon aetherus)
Descrita em 1758 pelo sueco Carl Linaaeus. Por ser uma ave pelágica, vive a maior parte do tempo sobre o oceano aberto. Só vem à terra para reproduzir, dorme nos rochedos das ilhas de Noronha, do Pacífico Oriental, Mar do Caribe, Atlântico, Mar Vermelho, Golfo Pérsico e no Índico. Seu estado de conservação é pouco preocupante.
Fonte: ICMbio, Wikiaves e E-bird
Atobá-de-pé-vermelho (Sula sula)
Descrita em 1766 pelo sueco Carl Linaaeus. Ocorre nas ilhas do Atlântico como Fernando de Noronha, Pacífico e Índico. É uma predadora, principalmente, em mar aberto, de peixes, com preferência por peixes-voadores. Pode sobreviver vários dias sem comida. Seu estado de conservação é pouco preocupante.
Fonte: ICMbio, Wikiaves e E-bird
Espécies estudadas pelo Projeto Aves de Noronha
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Created on April 9, 2021
Reportagem exclusiva OP+ sobre o projeto Aves de Noronha
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Espécies estudadas pelo Projeto Aves de Noronha
Pardela-de-asa-larga
Sebito
Cocoruta
Rabo-de-junco-de-bico-vermelho
Rabo-de-junco-de-bico-amarelo
Atobá-de-pé-vermelho
Sebito (Vireo gracilirostris)
Descrito em 1890 pelo francês Louis Pierre Vieillot. Ave de ocorrência exclusiva, no mundo, da ilha de Fernando de Noronha, segundo o site do Instituto Chico Mendes de Conservação e Biodiversidade (ICMBio). O sebito, pássaro principalmente insetívoro, está na listra dos ameaçada de extinção.
Fonte: ICMbio, Wikiaves e E-bird
Cocoruta (Elaenie ridleyana)
Descrita em 1888 pelo inglês Richard Bowdler Sharpe. Mede cerca de 17cm, cinzento amarronzado, vive apenas no arquipélago de Fernando de Noronha, no Brasil. Alimenta-se de insetos voadores, larvas de várias espécies, frutos pequenos - principalmente da figueira (Ficus noronhae). Está na lista das espécies ameaçadas de desaparecer do ICMBio.
Fonte: ICMbio, Wikiaves e E-bird
Pardela-de-asa-larga (Puffinus lherminieri)
Descrita em 1839 por René Primevère Lesson. No Brasil, a ave marinha só se reproduz atualmente em duas ilhas do arquipélago de Fernando de Noronha. Há pelo menos 10 anos não nidifica no Espírito Santo, segundo o site do ICMbio. Em Fernando de Noronha existiriam 30 indivíduos. A espécie está criticamente ameaçada de extinção no Brasil.
Fonte: ICMbio, Wikiaves e E-bird
Rabo-de-junco-de-bico-amarelo (Phaethon lepthurus)
Descrita em 1802 por pelo zoólogo francês François Marie Daudin. Ave marinha que nidifica em Fernando de Noronha e vive também em outras áreas do Atlântico, Pacífico e Índico. É monogâmica. Seu estado de conservação é pouco preocupante.
Fonte: ICMbio, Wikiaves e E-bird
Rabo-de-junco-de-bico-vermelho (Phaethon aetherus)
Descrita em 1758 pelo sueco Carl Linaaeus. Por ser uma ave pelágica, vive a maior parte do tempo sobre o oceano aberto. Só vem à terra para reproduzir, dorme nos rochedos das ilhas de Noronha, do Pacífico Oriental, Mar do Caribe, Atlântico, Mar Vermelho, Golfo Pérsico e no Índico. Seu estado de conservação é pouco preocupante.
Fonte: ICMbio, Wikiaves e E-bird
Atobá-de-pé-vermelho (Sula sula)
Descrita em 1766 pelo sueco Carl Linaaeus. Ocorre nas ilhas do Atlântico como Fernando de Noronha, Pacífico e Índico. É uma predadora, principalmente, em mar aberto, de peixes, com preferência por peixes-voadores. Pode sobreviver vários dias sem comida. Seu estado de conservação é pouco preocupante.
Fonte: ICMbio, Wikiaves e E-bird