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"Frei Luís de Sousa"_Grupo 1
Leonor Pexirra
Created on March 20, 2021
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Transcript
sebastianismo
página 82 manual
Consequências
Batalha de Alcácer Quibir
Simbolismo
Almeida Garrett
Sebastianismo
Sebastianismo
“Garrett escreveu uma obra política”
Sebastianismo
“Garrett escreveu uma obra política”
ATO II
Cenas I-V
ESPAÇO
Palácio de D. João de Portugal, em Almada
ESPAÇO
Palácio de D. João de Portugal, em Almada
ESPAÇO
Palácio de D. João de Portugal, em Almada
Capela de Srª da Piedade
ATO II
Cenas I-V
CENA I
Diálogo entre Maria e Telmo.
CENA I
Diálogo entre Maria e Telmo.
“Há oito dias que aqui estamos nesta casa, e é a primeira noite que dorme com sossego.” (l.9 e 10)
CENA I
Diálogo entre Maria e Telmo.
“Há oito dias que aqui estamos nesta casa, e é a primeira noite que dorme com sossego.” (l.9 e 10)
“um português às direitas” (l.27)
CENA I
Diálogo entre Maria e Telmo.
“Há oito dias que aqui estamos nesta casa, e é a primeira noite que dorme com sossego.” (l.9 e 10)
“um português às direitas” (l.27)
“Meu nobre pai! (…) Passar dias retirado nessa quinta tão triste de além do Alfeite, e não poder vir aqui senão de noite, por instantes, e Deus sabe com que perigo!” (l.45-47)
CENA I
Diálogo entre Maria e Telmo.
“... um da família (...) da casa de Vimioso (...)” (l.56 e 57)
CENA I
Diálogo entre Maria e Telmo.
“... um da família (...) da casa de Vimioso (...)” (l.56 e 57)
“(...) «O outro, o outro...» (...)” (l.75)
CENA I
Diálogo entre Maria e Telmo.
“... um da família (...) da casa de Vimioso (...)” (l.56 e 57)
“(...) «O outro, o outro...» (...)” (l.75)
“Mas o outro, o outro… quem é este Telmo? (…) e aquela mão que descansa na espada, como quem não tem outro arrimo, nem outro amor nesta vida…” (l.117-120)
CENA II
Entrada de Manuel de Sousa Coutinho.
CENA II
Entrada de Manuel de Sousa Coutinho.
CENA II
Entrada de Manuel de Sousa Coutinho.
Revelação de identidade do “honrado fidalgo e um valente cavaleiro” (l.1) retratado nequele quadro misterioso...
CENA II
Entrada de Manuel de Sousa Coutinho.
Revelação de identidade do “honrado fidalgo e um valente cavaleiro” (l.1) retratado nequele quadro misterioso...
D. João de Portugal
CENA II
Entrada de Manuel de Sousa Coutinho.
(Maria) “Bem mo dizia o coração!” (l.2)
CENA II
Entrada de Manuel de Sousa Coutinho.
(Maria) “Bem mo dizia o coração!” (l.2)
“podeis estar à vontade e sem receio. (…) sei pelo Frei Jorge que está, (…), tudo concluído.” (l.10 e 11)
CENA II
Entrada de Manuel de Sousa Coutinho.
(Maria) “Bem mo dizia o coração!” (l.2)
“podeis estar à vontade e sem receio. (…) sei pelo Frei Jorge que está, (…), tudo concluído.” (l.10 e 11)
Maria deve “Folgar, rir, brincar, tanger na harpa, correr nos campos, apanhar flores…” (l.22)e parar com a sua imaginação de feiticeira “Então adivinhas, feiticeira” (l.32)
CENA III
Continuação do diálogo entre Maria e MSC.
CENA III
Continuação do diálogo entre Maria e MSC.
“grande propensão para achar maravilhas e mistérios nas coisas mais naturais e singelas.” (l.1 e 2)
CENA III
Continuação do diálogo entre Maria e MSC.
A cena termina com a referência à figura de D. João.
CENA III
Continuação do diálogo entre Maria e MSC.
A cena termina com a referência à figura de D. João.
"E lá ficou naquela fatal batalha!..."
CENA III
Continuação do diálogo entre Maria e MSC.
“Mas se ele vivesse… não existias agora, não te tinha eu aqui nos meus braços.” (l.29)
Pouco a pouco o fantasma de D. João começa a materializar-se.
CENAS IV e V
CENAS IV e V
Reencontro de Madalena e Manuel. MSC promete que nos próximos quinze dias não sairá de casa, deixando-a sossegada.
CENAS IV e V
No entanto, esta paz é breve ...
CENAS IV e V
Madalena fica, novamente angustiada, não só pela saúde de Maria, mas também porque era uma sexta feira, dia fatídico e fatal.
CENAS I-III
EXPOSIÇÃO - O depois do incêndio.
CENAS I-III
EXPOSIÇÃO - O depois do incêndio.
CENAS IV e V
CONFLITO- A ida para Lisboa.
PERSONAGENS
Cena I- Maria e o Telmo Cena II-Maria, Telmo e MSC Cena III- Maria e MSC Cena IV- Maria, MSC e Jorge Cena V- Madalena, MSC, Jorge e Maria
Maria
Culta
“«Menina e moça me levaram de casa de meu pai» - é o princípio daquele livro tão bonito que minha mãe diz que não entende; entendo-o eu.” (C1, l.5 e 6)
Maria
Pressente a desgraça
“Mas tenho cá uma coisa que me diz que aquela tristeza de minha mãe (…), aquilo é pressentimento de desgraça grande…” (C1, l.50 e 51)
Maria
Curiosa e perspicaz
“Agora é que tu ias mentir de todo: cala-te. – Não sei para que são estes mistérios: cuidam que eu hei de ser sempre criança!” (C1, l.65 e 66)
Maria
Visionária e inteligente
“A verdade… é que eu sabia de um saber cá de dentro; ninguém mo tinha dito (…)” (C2, l.30 e 31)
Maria
Preocupada com os outros
"(...) -Tens muita pena, Maria? -Tenho." (C3, l.27 e 28)
Maria
Pouco preocupada com a sua doença
“A mim não se me pega nada.” (C4, l.24)
Telmo
Telmo
“Vosso pai, D. Maria, é português às direitas (…) para dar um exemplo de liberdade, uma lição tremenda a estes tiranos (…)” (C1, l.27, 30 e 31)
Manuel de Sousa Coutinho
- Fidalgo, bom português, casado com D. Madalena e pai de Maria - Preocupado com a sua família
D. João de Portugal
Caracterização feita por MSC
D. João de Portugal
Caracterização feita por MSC
“um honrado fidalgo e um valente cavaleiro” (C2, l.1)
D. João de Portugal
Caracterização feita por MSC
“as nobres qualidades de alma, a grandeza e a valentia de coração, e a fortaleza daquela vontade, serem mais indomável, que nunca” (C2, l.21 e 22)
D. Madalena
Medrosa e supersticiosa
"Sexta-feira! (aterrada) Ai que é sexta-feira!” (C5, l.19)
Preocupada e ansiosa
Frei Jorge
Personagem secundária
Pacifista, educado, simpático, calmo, alegre
“Ora pois; eu disse que não queria ver hoje ninguém triste nesta casa. – Venha cá minha donzela dolorida e faça festas ao tio frade, que eu fico a fazer companhia a sua mãe.” (C5, l.63-65)
Em Lisboa...