Want to create interactive content? It’s easy in Genially!

Get started free

«As fadas verdes» - Matilde Rosa Araújo

Bibliotecas Escolare

Created on March 20, 2021

Start designing with a free template

Discover more than 1500 professional designs like these:

Word Search

Sorting Cards

Word Search: Corporate Culture

Corporate Escape Room: Operation Christmas

Happy Holidays Mobile Card

Christmas Magic: Discover Your Character!

Christmas Spirit Test

Transcript

«As fadas verdes» - Matilde Rosa Araújo

Livro digital elaborado pelas turmas do 3º1ª e pelo 3º2ª, EB 1 de Arcena, em articulação com a Biblioteca Escolar. Contém os poemas originais, algumas leituras gravadas em audios ou vídeo e reflexões.

Que o silêncio

Eu percebi que as cinzas eram o fogo a arder na floresta. O silêncio que a menina dava para os animais e nós é bom. Gostei deste texto porque não era muito grande mas também não era muito pequeno. nº 17, 3º1ª

As flores de Jacarandá

Quando li o poema «As flores de Jacarandá», tive de fazer uma pesquisa para saber o que era um jacarandá. Após pesquisa percebi que era uma árvore de flores muito lindas de cor lilás, com origem na Argentina e sul do brasil. Gostei muito do poema porque a autora inspira-se na beleza e simplicidade da natureza para a sua escrita. Achei o poema de leitura fácil e agradável para as crianças. Este poema não tem pontuação; na minha opinião a autora deixa que os autores leiam o poema com a sua entoação e expressividade pois ela, através das palavras intensas, cheias de significado e beleza, faz-nos imaginar e sentir felizes. nº 14 3º2ª

O rosmaninho

O poema falava de um rosmaninho. A manhã estava branca como a neve e havia duas pessoas: a mãe e o menino. nº 5, 3º1ª

A amiga da China

Eu gostei muito do poema «A amiga da China» pela maneira como a menina fala de uma tangerina que ficou marcada na sua memória. O poema fala de uma tangerina que veio da China e das memórias que a menina tem dela, a sua cor, as suas pintas, a sua pele fina, o seu doce e o seu perfume. O cheiro ficava em todo o lado, nas suas mãos, no bibe, nos cadernos e no pão e era ele que a fazia recordar com saudades e amizade a sua tangerina. nº6, 3º1ª

Alegre menina

«Alegre Menina» fala sobre uma papoila encarnada. A papoila nascida na seara é comparada à seda e tem uma vida muito curta. É um poema pequeno com 3 estrofes e não tem pontuação. Eu gostei do poema, é muito giro. nº12, 3º1ª

A romã

Para mim o poema diz-me que a romã tem muitos bagos vermelhos e que a parte de cima por fora lembra a coroa dos reis. Além disso, o poema também me faz lembrar os presentes oferecidos pelos reis Magos ao Menino Jesus. Eu acho que os «passaritos de cristal» são os bagos da romã e que a «caixa de música real» é a romã. Foi fácil ler o poema, mas sem nenhum sinal ortográfico não sei se dei a entoação correta. Gostei do poema, mas algumas partes foram difíceis de entender o que queriam dizer. nº4, 3º1ª

A pinha

Este poema não tem pontuação. No poema fala de um pinhal em que uma menina ao pegar numa pinha ela abre-se. Imaginei a pinha a abrir-se e fiquei com saudades de ir ao pinhal. Eu gostei do poema porque fala de uma pinha a abrir-se. nº 1, 3º1ª

A cor do silêncio

Gostei do poema porque chama a atenção das pessoas para olharem para todos e tudo, pois às vezes nós só olhamos para o que se destaca mais, sem prestar atenção o que está a sua volta. nº 15, 3º1ª

A sandália de setembro

Eu gostei muito do poema porque fala de uma folha. nº9, 3º2ª

Cortar

É um poema muito bonito que fala do mal que se faz à Terra quando se cortam árvores. Por terem cortado muitas árvores a Terra ficou cansada de chorar, tão cansada que nem as crianças conseguiam ajudar. nº 13, 3º1ª

Berço

Havia um berço que pertencia a uma cegonha. As cegonhas são aves, que criam os seus berços normalmente em postes de eletricidade, lá no cimo. Na primavera as cegonhas, voltam porque a temperatura é melhor para elas, e o habitat delas é variado. Quando começa o frio vão-se embora. As mães e os pais gostam muito dos seus filhotes, os berços de cegonha bebés são feitos de palha. O que eu senti a ler este texto foi alegria, porque eu quando falo em berços fico contente porque gosto de ver animais bebés, que também transmitem liberdade e muito amor. nº 19, 3º1ª

A garça

Este poema tem 3 estrofes com 4 versos cada uma. Este texto quase não tem pontuação, só na última quadra é que tem dois pontos. Eu gostei do texto porque gosto da Garça, também acho que as asas dela pois devem ser macias como o tecido que o poema nos diz. Quando li o poema, senti vontade de ser uma Garça porque ela voa muito alto e em muitos lugares. Eu adoraria voar como ela porque veria tudo lá de cima e sentir-me -ia livre e feliz. nº 6, 3º2ª

O amor

Eu não gostei deste poema. Fala de uma rola linda com um branco vestido e que cantava sempre «truz, truz» mas depois ela foi morta por um caçador. Eu não concordo com esta parte do texto porque não gosto quando matam animais. Este é um poema muito triste. nº 3, 3º1ª

Felicidade

Eu gostei deste poema, porque eu senti alegria ao lê-lo. Fala de um lagarto e de uma rã que eram felizes pois tinham com quem falar. O lagarto tinha o sol e a rã tinha a lua. O sapo não tinha com quem falar porque a terra não lhe respondia. O sapo era triste. nº 18, 3º1ª

Felicíssima

Este poema tem pouca pontuação, como grande parte dos poemas desta obra. Neste caso a pontuação que existe só começa quando as amigas formigas criam um diálogo. O texto fala de duas formigas que foram passear à rua. Diz-nos que nós não somos todos iguais, porque para uma formiga a pedra traz grande felicidade e para a outra não significa nada. Senti – me um pouco sem liberdade, porque as formigas podem sair e nós não. Não podemos mesmo por causa do sars cov 2 temos de estar confinados. nº 16, 3º

A borboleta

O poema não tem pontuação mas cada quadra tem uma rima. O poema trata de uma menina que abanava um abaninho, não se cansava porque a família a ajudava para não se cansar. Depois uma borboleta adormeceu nas mãos pequeninas da menina. Quando li o poema senti felicidade porque a família ajudava a menina e porque a borboleta caiu nas suas mãos. nº 7, 3º1ª

Dança

Gostei como os meninos brincavam neste poema. Dançavam em roda e atiravam a pedra ao lago. A autora do poema encontrou uma ideia muito interessante para nos mostrar esta brincadeira. nº 2, 3º1ª

Tocar

Ao ler este poema fiquei com vontade de tocar na lua e nas estrelas. No sol não me interessa tocar pois ir- me- ia queimar. Também gostei quando falaram dos pássaros, que devem ser livres e por isso ninguém os devia prender em gaiolas. nº 9, 3º1ª

A água

Eu gostei do poema porque o texto é bonito e fala de alegria. Fala também sobre a água e compara o menino à água na sua beleza. A pontuação usada no poema são os pontos de exclamação porque significa admiração pela beleza da água e do menino. No poema o menino vai beber à fonte. nº 8, 3º1ª

Já se foi o pastor

Eu gostei do poema; senti que ao anoitecer o pastor sente solidão. Ser pastor é uma tarefa dolorosa. nº 11, 3º1ª

A manhã

Eu gostei muito deste poema porque a menina estava feliz por brincar numa manhã tão fria no dia de São João. nº 10, 3º1ª

A dança do sono da serra

Como é um poema tem versos e estrofes. As rimas são bonitas. Eu gosto do poema porque fala da natureza, de plantas e na sua cor verde. Fala também muito da noite calma e na sua tranquilidade, no dormir dos animais. O único que está acordado é o mocho que pia. nº 7, 3º 2ª

Porquê?

Eu gostei muito do poema porque me vi nele. Eu gosto de falar sempre acerca do que vejo no dia a dia. E também gostei do poema porque só tem um ponto de interrogação e assim pode ser lido como quisermos. nº20 3º1ª