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Participação Aula Marina - Márcio Policarpo

marcio.policarpo

Created on March 16, 2021

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Transcript

PARA QUEM SÃO as cidades?

Uma observação para a Promoção da Saúde PROF. ME. MÁRCIO POLICARPO marcio.policarpo@unifran.edu.br

Experiência em escritório de Arquitetura e Urbanismo desde 2019Docente desde 2012

Bacharel em Arquiteto e Urbanista - 2007-2011 Especialização em Motion Design - 2012-2013 Mestrado em Promoção de Saúde - 2018-2020 Uso do espaço urbano: a relação pessoas-cidade na perspectiva da promoção da saúde Orientadora: Profa. Dra. Fabiola PansaniManígliaCoorientadora: Profa. Dra. Glória LúciaAlves Figueiredo

Etapas

Conversa sobre as nossas cidades

Dissertação - Referencial Teórico

Dissertação - Discussão

Quatro anos depois - Como estamos?

1.

A CIDADE

1.

A CIDADE

A cidade é como um palco para o convívio humano, lugar de encontro, troca de informações, cultura e lazer.

Você conhece a sua cidade?

Quais são os pontos fortes e o que mais gosta?

Quais são os pontos fracos e o que menos gosta?

Avenida Paulista

“aberta” ou “fechada”?

Parklets

Parklets

2.

referencial teórico

2.

ref. teórico

Cidade como ferramenta para a promoção de saúde.Uma cidade movimentada tende a ser mais viva.

Proporção de mulheres numa praça.

Se esse número diminui, é porque deve ter algum problema de segurança.

Grupos vulneráveis.Sugestão de leitura"Invisible Women – Exposing data bias in a world designed for men" Caroline Criado Perez

Para o arquiteto dinamarquês Jan Gehl deve-se:

1.

2.

3.

4.

5.

Deter a construção de “arquitetura barata para a gasolina”

Fazer da vida pública o eixo do desenho urbano

Projetar experiências multissensoriais

Impulsionar o transporte público equitativo

Proibir os automóveis (grandes cidades, muito populosas)

3.

a discussão

3.

A DISCUSSÃO

Objetivos do desenvolvimento sustentável Analisando a cidade por fotografias

ODS

Objetivo 11 dos ODS. (Tornar as cidades e os assentamentos humanos inclusivos, seguros, resilientes e sustentáveis)https://nacoesunidas.org/pos2015/ods11/

Eixo conturbado

Buraco da agulha

Caminho cego

Siga ou não siga

Carro adormecido

4.

QUATRO anoS depois

4.

QUATRO anoS Depois

Como estamos sobrevivendo?E as cidades?

Buenos Aires expande rede cicloviária para avenidas principais em resposta à Covid-19.

Algumas cidades estão transformando ruas vazias em áreas seguras para pedestres e ciclistas, uma vez que há menos pessoas realizando deslocamentos diários para o trabalho, contexto no qual espaços para a mobilidade ativa se tornam ainda mais importantes. As calçadas também têm sido ampliadas para acomodar melhor o comércio local.

Buenos Aires é uma das cidades experimentando mudanças substanciais durante a pandemia. Antes da Covid-19, a capital argentina havia implementado a maior parte de sua rede cicloviária em vias locais e coletoras. Porém, como o acesso ao transporte coletivo foi restringido durante os bloqueios, mas muitos trabalhadores essenciais ainda precisavam se deslocar ao trabalho, a necessidade de mais espaço para os deslocamentos de bicicleta se tornou clara.

Mais vegetação, espaços de convívio e mobilidade ativa: o que desejam os paulistanos na pandemia.

84%

80%

O aumento da arborização das ruas foi indicado como maior desejo das pessoas de melhoria dos espaços públicos na cidade.

Desejam muito “ver e sentir a natureza”.

*Acesso aos Espaços Públicos na Pandemia (SampaPé! e Metrópole 1:1)

Além de áreas verdes e natureza mais perto, as pessoas também querem poder ter mais acesso nos seus próprios bairros a distâncias facilmente percorridas a pé.

35%

54%

Afirmaram que irão utilizar mais o comércio do bairro.

Disseram que darão preferência a “caminhar pelo meu bairro, sem ir muito distante”.

*Acesso aos Espaços Públicos na Pandemia (SampaPé! e Metrópole 1:1)

Parcialmente inspirado no trabalho de Jane Jacobs, que via os bairros como conectores sociais, a ideia por trás das cidades de 15 minutos foi desenvolvida por Carlos Moreno, um professor da Sorbonne que visava melhorar a qualidade de vida urbana.

Parcialmente inspirado no trabalho de Jane Jacobs, que via os bairros como conectores sociais, a ideia por trás das cidades de 15 minutos foi desenvolvida por Carlos Moreno, um professor da Sorbonne que visava melhorar a qualidade de vida urbana.

Eduardo Giannetti, economista e escritor, disse numa entrevista em 2019:"Essa idéia de que você mede o sucesso de uma nação pela métrica monetária é um equívoco monstruoso. Você ranquear, você ordenar que as nações as mais bem sucedidas são aquelas que tem maior renda per capita, maior PIB per capita,isso é um equívoco monstruoso. Se você está num país ou uma comunidade que tem água potável de graça, isso é como o ar que nós estamos respirando. Não entra no sistema de preços, não entra no pib. Aí você polui todas as fontes de água potável.Você possa ter que trabalhar mais um pouco pra comprar água que foi purificada, que foi engarrafada, que foi distribuída. O que vai acontecer com o PIB? Vai aumentar. Você empobreceu, você piorou a vida, e o pib aumentou. Se você mora perto de seu local de trabalho, que é um privilégio, vai a pé, é como é que estão respirando. Não conta, não existe, zero. Se você mora longe do seu local de trabalho, pega um carro, pega uma condução, fica encalacrado três horas no trânsito, queima combustível, usa equipamento, fica nervoso, o que acontece com o pib? Aumenta. Quando a gente tiver que andar com garrafinha de oxigênio no bolso para respirar o PIB aumentar de novo, e a gente ficou neurótico no trânsito vai ter que se tratar com terapeutas, vai pagar. O PIB vai aumentar de novo. Então é uma idéia maluca essa de que você avalie o que se passa na qualidade de vida, no sucesso ou fracasso das nações olhando para o PIB per capita."

Incentivo ao debate e novas pesquisas.Empoderamento dos cidadãos.Participação social.Corresponsabilidades no planejamento, execução e avaliação das ações de sua cidade. As cidades precisam ser de fato das pessoas. Feitas por elas e para elas.

considerações finais

BRASIL. As Cartas da Promoção da Saúde / Ministério da Saúde, Secretaria de Políticas de Saúde, Projeto Promoção da Saúde. Brasília, 2002. 56 p.GEHL, J., SVARRE, B. A Vida na Cidade: como estudar. Tradução de Anita Di Marco. São Paulo: Perspectiva, 2018. 184 p.GEHL, J. Cidade para pessoas. Tradução de Anita Di Marco. 2. ed. São Paulo: Perspectiva, 2013. 262 p.JACOBS, J. Morte e vida de grandes cidades. Tradução de Carlos S. Mendes. São Paulo: Martins Fontes, 2000. 510 p.MARICATO, E. O impasse da política pública urbana no Brasil, 3. ed., Petrópolis: Vozes, 2014, 214 p.SALDIVA, P. Vida Urbana e Saúde. São Paulo: Contexto, 2018. 128 p.WORLD HEALTH ORGANIZATION. Ottawa Charter for Health Promotion. 1986. Disponível em <http://www.who.int/hpr/docs/ottawa.html>. Acesso em: 12 out. 2018.______. Adelaide Charter for Health Promotion. 1988. Disponível em: <http://www.who.int/hpr/docs/adelaide.html> Acesso em: 12 out. 2018.https://www.fastcompany.com/3061586/5-rules-for-designing-great-cities-from-denmarks-star-urbanist?cid=search https://www.archdaily.com.br/br/957441/mais-vegetacao-espacos-de-convivio-e-mobilidade-ativa-o-que-desejam-os-paulistanos-na-pandemia https://www.archdaily.com.br/br/955271/uma-utopia-para-pedestres-a-cidades-de-15-minutos?ad_source=search&ad_medium=search_result_all https://www.archdaily.com.br/br/955259/buenos-aires-expande-rede-cicloviaria-para-avenidas-principais-em-resposta-a-covid-19

Obrigado!

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