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«Choques de Leitura» - Semana da Leitura 2021

Bibliotecas Escolare

Created on March 9, 2021

Semana da Leitura 2021 - AEBS

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Transcript

«Choques de Leitura*»

*Atividade que decorreu no âmbito da Semana da Leitura 2021 em que participaram turmas dos 1º, 2º e 3º ciclos com «choques de leitura» a outras turmas dos seus ciclos de ensino via Google Meet.

«Choques de leitura»

1º ciclo, 4º 2ª - desafio de escrita - tema livre

nºs 9 e 22

nºs 4,20 e 23

nºs 3, 10 e 11

nºs 14,16 e 17

«Choques de Leitura» - 4º2ª - 9 de março

10h - 1º1ª

9h30m - 2ºA

10h30m - 3º2ºª

«Choques de Leitura»

2º ciclo - 5º C - story cubes

A turma do 5ºC partindo do recurso pedagógico «story cubes» recriou narrativas .

Pistas

Era uma vez um homem chamado senhor João, que tinha uma filha chamada Lara. No dia de São Valentim a Lara deu um coração ao pai dela. Um dia, o pai da Lara morreu com uma picada de aranha, porque a casa deles estava cheia de teias de aranhas, por isso o pai da Lara morreu. Mas, nunca foi encontrado o corpo. Será que existia uma aranha gigante?!! nº2

O LABIRINTO DO MINOTAURO

Numa casa, no meio do bosque, vivia um pobre homem solitário. Passava a maior parte do seu dia a apanhar cogumelos, pegava nas botas e na cesta e ia a caminho. Numa sexta de manhã, saiu de casa e partiu, mas, como era verão, não havia muitos cogumelos. Voltou para casa muito triste, quando chegou, sentou-se no sofá e ligou a sua televisão. De repente, anunciam que estavam a vender cogumelos para plantação, imediatamente ligou para o número que aparecia na televisão e esperou pela entrega. Após um dia, abriu a porta e lá estava a encomenda, abriu-a e de imediato plantou-os e pronto, trabalho feito. Quando se virou, uma criatura estranha apareceu correndo, levando os cogumelos, mas estava muito escuro e apenas levava uma lanterna. No entanto não desistiu, até se perder. Quando deu por si, estava numa espécie de labirinto, com as paredes repletas de aranhas, mas continuou e seguiu a criatura, até um caminho sem saída e, aproximando a lanterna ao pé dela, descobriu que é um mino-tauro que, apenas tinha fome e lembrou-se que ainda tinha alguns cogumelos no bolso e deu-lhe. Sentindo-se agradecido, o minotauro mostrou a saída do labirinto. E todos os dias, o minotauro vai a casa do homem para lhe pedir cogumelos. nº4

Uma aventura estranha

Num belo dia, uma medusa começa a sentir-se muito mal, mas não ligou importância, pensou que era só uma pequena gripe. Mas, no dia seguinte, já não estava no mar, estava em terra. O sonho da medusa era ser uma vaca que a cada passo que dava, deixava uma pegada, o sonho dela concretizou-se, ela passou a ser uma vaca, que a cada passo que dava, deixava uma pegada. Mas, ela continuava a sentir-se mal, por isso foi ao doutor Animalenco. Depois de algumas conversas com o doutor, a medusa, que passara a ser uma vaca, começou-se a sentir muito melhor. O doutor Animalenco, reparou também numa coisa, as pegadas da vaca, mas a vaca, a querer desviar o assunto, disse para o doutor olhar para o lado e, desapareceu em um segundo. nº14

Sem saída

Era uma vez, um rapaz chamado Ruben, tinha 10 anos e gostava muito de aventuras. Certo dia, ele estava a passear com a sua família e, de repente, olhou para o lado e viu um enorme labirinto. Ele como é um rapaz aventureiro, quis entrar dentro do labirinto e pensou: meu deus do céu, que labirinto gigante! Mas antes de ele entrar no labirinto avisou os pais de que ia entrar dentro de um labirinto, mas eles não se importaram porque estavam a falar. Quando ele entrou dentro do labirinto ouviu uma voz bem lá do fundo do labirinto a dizer: - Cuidado com este labirinto pois é muito perigoso. E pensou: isto não me assusta. Mas ao passar do tempo, ele já tinha chegado quase ao final do labirinto, quando de repente, um ser chamado Minotauro, que tem a cabeça de um touro e o corpo de um Homem, apareceu à sua frente e disse: - Para saíres daqui tens de encontrar o tridente. O Tomás não teve outra opção senão tentar encontrar o tridente. Seguiu em frente e depois de tanto andar encontrou o tridente e disse: - Oh mil aventuras mas que coisa tão brilhante! Pegou nele e conseguiu sair do labirinto. nº18

O medo

Numa noite escura, Joana acaba de jantar e vai para a sala ver o seu programa favorito. A sala estava tão escura que a Joana ficou com medo. Ela tinha tanto medo do escuro que, quis ir dormir para o seu quarto. Quando a Joana ia desligar a televisão, viu uma sombra de uma aranha. -Hááááááááá!-gritou Joana. Saiu do sofá a correr, mas a porta estava trancada. -Isto só pode ser um sonho, isto só pode ser um sonho! -desejava Joana. -Mãe, mãe, mããe! - gritava a menina. -Sim, Joana!-respondeu. -Uma aranha,vem cáá! Quando a mãe da Joana chegou à sala: -Háááááááááá! A porta fechou-se e as duas não conseguiram sair! nº21

«Choques de Leitura» - 5ºC - 10 de março

14h55m - 6ºA

«Choques de Leitura»

3º ciclo - 8º C - escrita criativa

A turma do 8ºC, partindo de uma prática continuada de turma ao nível da escrita nos seus diversos tipos, selecionou alguns exemplos para partilha no âmbito dos «choques de leitura»

O meu segundo confinamento

Bem, tinha que vir o segundo confinamento, era já bem óbvio que iria vir com tantos casos. Com este confinamento, muitas pessoas estão a fazer o que fizeram no primeiro confinamento, as mesmas rotinas. Mas eu, bem, eu mudei muita coisa, se pensaram que está a ser igual para mim, posso dizer que deu negativo no teste, ah ah! Quando soube que iria para o confinamento de novo, fiquei abalado, pois não sabia o que iria acontecer, pensava que fosse igual ao outro, tudo a correr mal, eu estar em casa na seca, mas eu arranjei muitas formas de superar isto. Neste confinamento, há muitos aspetos positivos e negativos. De negativos são as coisas a que já estamos habituados, ficar em casa, não ver os amigos nem a família, a escola fica mais difícil e as pessoas perdem um pouco da sua liberdade. Mas isto tudo pode-se superar com um pouco de motivação. E é por isso que eu vi o lado melhor disto tudo, o positivo, nós não nos podemos focar só no negativo, pois assim é que não vamos conseguir superar este confinamento, temos de pensar que com isto podemos nos preparar para uma realidade diferente, e, caso haja outra doença ou outra coisa, já estamos preparados com os pneus cheios e prontos para rolar à vontade.

O meu segundo confinamento (continuação)

Mudei muita coisa, neste momento, já passaram quatro dias e estou-me a sair muito bem. A minha rotina tem sido estar em casa fechado, não tenho visto animais, pessoas nem carros, só quatro paredes à minha volta. Mas isso de ficar aborrecido acabou, eu arranjei formas para isto correr bem melhor. Agora tenho falado muito com os meus amigos por call e chat, tenho aberto a janela para respirar e ver a rua nem que seja cinco minutos, tenho ouvido música daquela que mais gosto e sentir a emoção a fluir, tenho feito desporto com os meus pais, e, claro, o mais importante… É estar motivado, pois sem motivação não vamos a lado nenhum. E sim, as aulas síncronas estão a correr-me muito bem, e se pensarem que elas não nos matam as saudades, estão muito enganados, porque elas fazem-nos ver os nossos amigos, se não houvesse aulas síncronas, não poderíamos dizer o mesmo. Estar ocupado é fundamental, apesar de todas as restrições, pois com as ajudas todos, principalmente dos médicos, não há vírus que nos consiga derrotar. nº5

O porquê de não gostar o dia de São Valentim

Eu não gosto do dia dos namorados por muitos motivos, primeiro, eu acho que é um dia em que tecnicamente somos «obrigados» a lembrar o nosso namorado, namorada, mulher ou marido, sendo que praticamente lembramo-nos deles todos os dias. Segundo motivo, eu acho o dia dos namorados muito clichê, eu nunca gostei daqueles romances clichês, frases clichês ou até de receber flores, bombons e peluches, eu, sinceramente, não acho necessário, pois passar todos aqueles momentos felizes, triste ou até de raiva e o resto da vida com aquela pessoa já é um grande presente. Terceiro motivo, não tenho um namorado, por isso, acho que esse dia para mim não faz sentido, eu agora, com 13 anos não gosto deste dia, mas talvez quando for mais velha, talvez goste. Eu, por acaso festejo o dia 14 de fevereiro, mas não festejo porque é o dia dos namorados mas sim porque é o aniversário do meu irmão. Por isso, acho que esse evento é o único que me faz mudar de opinião sobre o dia dos namorados. nº 7

Vida: Porque será que toda agente gosta de mim, sendo que toda a gente vai chegar a ti algum dia? Morte: Porque toda a gente tem medo de mim. Vida: Mas porque é que se preocupam tanto contigo, sendo que a vida tem tantos problemas para serem resolvidos primeiro? Morte: Porque quando acabarem o seu destino, vão perder tudo o que conquistaram. Vida:Mas em troca vão para um lugar muito melhor! Morte: Depende, se tiver sido uma boa pessoa. Vida: Eu não acredito nisso de inferno e paraíso. Para mim, só existe o paraíso. Morte: Como sabes? Vida: Porque todos nós somos bons no nosso interior. Repara que nada do que disseste foi uma boa resposta para a minha primeira questão. Morte: Talvez porque tu estejas a ocultar-me, fazendo achar que eu sou a má da fita. Vida: A morte não é o fim, simplesmente passa-se para o outro lado do caminho! nº 9

A Morte

A amizade é uma coisa muito importante para a vida das pessoas. Todos nós precisamos de um amigo ao nosso lado que nos ajude, que nos apoie e, sobretudo, que nos entenda e que também nós o entendamos. Para mim, a amizade verdadeira significa tudo o que referi antes, mas a amizade verdadeira significa ainda que, mesmo que fiquemos longe do nosso amigo ou que ele esteja noutro país ou noutra cidade, continuamos amigos. Mesmo com a distância conseguimos manter uma amizade que construímos desde crianças, isso significa realmente que a amizade é verdadeira. Quando nos afastamos dos nossos amigos, pensamos que os vamos perder para sempre, todos nós pensamos nisso, mas não, mesmo estando afastados, existe ainda uma amizade que se criou desde que éramos crianças. Existem memórias lindas de tudo o que passámos, essas memórias vão ser sempre guardadas no nosso coração e nunca nos vamos esquecer, porque é muito importante para nós recordarmos a nossa infância e a amizade que construímos com essa pessoa até agora e que continua até que uma de nós morra ou que soframos um acidente. Sempre nos vamos estar a apoiar e assim, sim, é uma verdadeira amizade. nº 11

Amizadesverdadeiras

Sempre que a morte lhe batia à porta, a Dona Deolinda nunca lha abria. Dava-lhe sempre a volta para ela sair vencida. A Dona Deolinda sofre com alguns problemas nos ossos, mas deixar de correr nunca foi para ela. Era, é e sempre será o seu desporto favorito. Fez dele uma profissão, mas com o tempo todos nós envelhecemos, mas Deolinda não ia nessa conversa. O seu marido tinha falecido há alguns meses, mas, sem grande admiração, não se viu uma lágrima a cair dos seus olhos. As pessoas da aldeia diziam: - Que mulher mais fria, importa-se apenas com corridinhas para ali e para aqui! – Mas Deolinda vivia bem com estes comentários. Após este trágico acontecimento, Deolinda passava os dias a reclamar. Dizia que os filhos e os netos a queriam colocar num lar para se verem livres dela e a verem a passar os dias num cadeirão sem respirar o ar da natureza, mas pelo contrário, eles apenas a queriam ver com saúde e feliz. Nos médicos era a mesma conversa: - D. Deolinda, a senhora tem de parar de correr! Qualquer dia dá-lhe alguma coisinha má a meio de uma corrida e vai desta para melhor. Correr 15 quilómetros diários, com a sua idade e com os seus problemas de saúde não é boa ideia. - Mas eu estou melhor que nunca, doutor. Ando melhor que aquela enjoadada Luísa. Parou de correr com medo de morrer. Medo? Eu?

A morte

Apenas de não conseguir correr... Que morra a correr! Sempre foi muito competitiva, nunca queria ser a vencida e sempre a vencedora. Até chegar aquele dia, aquele dia que todos menos esperavam. Menos o médico, este já o vinha a prever há anos... Como todos os dias, a Dona Deolinda falava de manhã ao telefone com os filhos e com os netos. Mais uma vez, todos a chamavam à atenção para ela parar de correr, mas entrava a cem e saía a duzentos, então lá ia ela para a sua corrida matinal. Passava pelo café da Xana, pela mercearia do seu cunhado e entrava num jardim que ia dar a uma floresta com milhares de trilhos, que ela já conhecia de cor de salteado. Naquele dia, Deolinda decidiu ir por um novo trilho, correu, correu e de tanto correr, parou. Quando parou, olhou em volta e pela primeira vez tinha-se perdido. Na cabeça dela estava tudo bem, mas, com o passar do tempo, deixou de estar tudo bem.

A morte

A morte

Decidiu continuar o caminho a andar até que, passadas três horas, a água já tinha terminado e ao ver um rio foi encher a garrafa. Ouviu um estranho barulho e, como se assustou, caiu à água. Era meio de Janeiro e os ossos de Deolinda não eram os melhores. Conseguiu sair da água, mas, com tanto frio, morreu da pior maneira, com hipotermia. Demorou semanas até a família a conseguir encontrar. Foi uma das filhas, a Carminho, com tantos problemas na cabeça, que decidiu ir espairecer e ouvir as águas do rio e os pássaros. Sentiu uma mágoa tão grande ao ver o corpo da sua mãe perto do rio que nunca mais regressou àquele lugar. Com a história da Dona Deolinda, aprendemos que nunca devemos esforçar o nosso corpo ao extremo. Correr faz bem, mas com os eventuais problemas de saúde que possamos ter não o devemos esforçar. Muito menos levá-lo a esse extremo por competição. nº 12

Neste texto decidi falar um pouco de mim e sobre quem eu sou. Não é que alguém queira saber de mim, mas achei um assunto interessante, pois não sou quem mostro ser. Não sou aquela rapariga maluquinha que mostro ser. Eu sou eu! E só eu sei quem sou e como sou. Digamos que sou uma rapariga que gosta de estar sozinha e que gosta de sentir a paz do silêncio. Sou uma pessoa que gosta de ser reconhecida pelo esforço que tem a fazer determinados tipos de coisas, como por exemplo, escrever textos. É através dos textos que escrevo que sinto que é mais fácil para mim exprimir os meus sentimentos. Gosto muito de estar sozinha, mas obviamente que também adoro estar com as pessoas que mais amo. Adoro a minha família, mas não consigo dizer-lhes o quanto os amo. Adoro os meus melhores amigos, mas não consigo dizer-lhes o quanto sinto a sua falta, de vez em quando. Há certos tipos de coisas, como, por exemplo, desabafar, que não consigo fazer com ninguém. Antes falava sozinha e contínuo a falar, mas agora sinto que alguém ouve o que digo. Esse alguém já não está mais comigo. Esse alguém era muito importante para mim. Esse alguém era um dos motivos pelo qual eu sorria todos os dias. Esse alguém era o único ser humano, com quem eu podia falar abertamente, sem que ninguém me julgasse! Não sou perfeita, sou muito ansiosa e insegura. Adoro ser quem sou e não me arrependo de NADA que tenha feito até hoje. nº17

Eu

Poema sobre o Dia dos Namorados

Neste dia não tenho ninguém, Mas tenho-te a ti, minha mãe, Aquela que está sempre ao meu lado Aquela que nunca me desilude. Ao teu apoio agradeço, Já sentia o teu amor desde o berço, Desde novo carrego este peso, De te fazer feliz. O meu amor por ti é incondicional, Por ti nada é restrito, Repito mais uma vez, O meu amor por ti é infinito.

O meu amor por ti é incondicional, Por ti nada é restrito, Repito mais uma vez, O meu amor por ti é infinito. Vou até ao fim do mundo Para te ver contente, De todas as flores do mundo És aquela que quero para sempre. nº20

Abruxa que não sabia ser bruxa

(Parte 1) Num dia, numa floresta perto de uma aldeia, havia uma cabana e diziam que aquela cabana era de uma bruxa. Durante a noite, os habitantes da aldeia ouviam coisas estranhas e luzes a vir da cabana. A suposta bruxa chamava-se Claúdia. Claúdia realmente tentava ser uma bruxa, mas não conseguia fazer os feitiços como devia ser. Por isso, ocorriam aqueles sons e luzes. Ela foi treinada pela maior bruxa do reino, mas esqueceu algumas partes essenciais por falta de prática. Então, a maior estratégia em que ela conseguiu pensar foi tentar fazer até que corresse bem o feitiço. Ela passou anos e anos sem conseguir fazer nada de jeito até que uns guardas bateram à porta da casa dela. Como eles já sabiam que ela era uma bruxa, vinham armados, prontos para a prender e levar para ser executada, mas ela sabia dos riscos de ser uma bruxa e preparou uma rota de fuga. Abriu uma porta que levava para a cave, desviou umas caixas e abriu um alçapão. Após entrar no túnel, ouviu os guardas a arrombar a porta, então ela começou a sua longa fuga. O túnel tinha 250 metros de extensão. A saída era no meio da enorme floresta, mas como ela vivia na floresta, conhecia toda a floresta como a palma da sua mão, pelo menos era o que pensava, então, começou a correr para sul para se abrigar numa caverna a cerca de 750 metros da sua casa. Continua… nº 21

«Choques de Leitura» - 8ºC - 10 de março

15h10m - 9ºC