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Minitrampolim

O Covil do Coelho

Created on March 1, 2021

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Transcript

Minitrampolim

Saltos e a sua constituição

Henrique Coelho nº8 3ºTAGD

íNDice

O que é um Mini Trampolim

Salto em carpa com M.I Afastados

Salto 3/4 mortal engrupado

História do minitrampolim

Salto encarpado com M.I Unidos

Salto 3/4 mortal encarpado

Salto em extensão

Salto de Pirueta Vertical Completa

Salto Barani

Salto Engrupado

Salto de Meia Pirueta Vertical

Webgrafia

01

Mini trampolim

O que é o mini trampolim

Cuidados a ter na sua utilização

Origem e história do mini trampolim

O minitrampolim é um aparelho gímnico utilizado para a realização de saltos que envolvem grandes cuidados ao nível da segurança, devido à elevada impulsão que proporciona.

MiniTrampolim

A execução dos saltos caracteriza-se essencialmente pela elevação e/ou rotação.

Na utilização deste aparelho gímnico é necessário ter em atenção diversos aspetos como: •O estado das molas e lona; •A inclinação do aparelho; •O seu estado de conservação; •A forma como é transportando; •O calçado utilizado para saltar, recomenda-se que seja feito descalço, com meias aderentes ou com sabrinas para a modalidade de ginástica;

História do Minitrampolim

A origem do minitrampolim remonta até à idade média em que em que os acrobatas de circo utilizavam para os seus espetáculos tábuas com molas. No começo dos anos 30, o norte-americano George Nissen fez um Trampolim na sua garagem e usou-o para o ajudar nas suas atividades de queda e mergulho. Nissen percebeu então que podia entreter plateias e também deixar as pessoas participarem nas suas demonstrações. O Trampolim como desporto, foi criado por George Nissen em 1936 e foi institucionalizado como modalidade desportiva nos programas de Educação Física em escolas, universidades e treinos de militares. As escolas da marinha e aeronáutica norte americanas, durante a segunda Guerra Mundial, aplicaram o uso do trampolim em treinos e exercícios de treino de pilotos e navegadores.

História do Miitrampolim

Mais tarde, durante a guerra fria, com o desenvolvimento do programa espacial trouxe novamente à voga o uso do trampolim, para contribuir no treino tanto de astronautas americanos como de soviéticos, dando-lhes a experiência de posições corporais variadas em voo. Sendo já uma modalidade desportiva, na década de 60 ocorreram as primeiras competições internacionais, sendo em 1997 considerada uma modalidade olímpica pelo Comité Olimpico Internacional (COI), tendo em 2000 a sua primeira participação nos jogos olímpicos, neste caso nos jogos de 2000 em Sidney na Austrália.

02

Saltos

Fases

Salto em extensão

Salto engrupado

Salto encarpado

Salto em carpa com M.I afastados

1/2 pirueta e pirueta completa

Salto de Mortal

Salto Barani

Fases do salto

Nos Saltos de Minitrampolim pode-se distinguir cinco fases: 1.Corrida de balanço: deve ser em aceleração progressiva; 2.Pré-chamada: última passada que deve ser longa e rasante; 3.Chamada: pés apoiados em simultâneo e ligeiramente afastados, com Membros Inferiores (MI) ligeiramente fletidos, e Membros Superiores (MS) lançados de trás para a frente; 4.Salto: momento em que se realizam as ações que definem o salto; 5.Recepção/Queda: contacto com o colchão, deve ser com os dois pés ao mesmo tempo e ligeiramente afastados, e com ligeira flexão dos MI.

Salto em extensão (vela)

O salto em extensão (vela), para ser excetuado da maneira correta deve ter em conta os seguintes aspetos: 1. O praticante executa uma corrida preparatória e faz a pré-chamada no solo, só com um apoio, saltando para minitrampolim; 2. De seguida efetua a chamada, impulsionando a lona com os dois pés paralelos ligeiramente afastados; 3. Estando no ar, o praticante eleva os membros superiores; 4. De seguida o praticante executa a extensão total do corpo, não esquecendo as pontas dos pés, enquanto dirige o seu olhar para a frente; 5. Por fim, em queda contacta o solo com as pernas ligeiramente afastadas e pouco fletidas.

vídeo

Neste curto vídeo é possivel de vizualizar, todas componentes criticas do salto em extensão no minitrampolim como referido anteriormente, tal como, se for olhado com atenção, as fases do salto antes da execução do movimento.

Salto Engrupado

O salto engrupado, para ser excetuado da maneira correta deve ter em conta os seguintes aspetos: 1. O praticante executa uma corrida preparatória e faz a pré-chamada no solo, só com um apoio, saltando para minitrampolim; 2. De seguida efetua a chamada, impulsionando a lona com os dois pés ao, mesmo tempo, paralelos e ligeiramente afastados; 3. Quando o praticante sai do aparelho, eleva os braços fletindo as pernas, juntando os joelhos à altura do peito, executando o fecho dos membros inferiores sobre o tronco na fase mais alta do voo; 4. Após isso, o praticante toca com as suas mãos nos joelhos, mantendo sempre o tronco em posição vertical, olhando para a frente; 5. Antes da receção, o praticante volta rapidamente à posição de extensão; 6. Por fim o praticante contacta o solo, em equilíbrio amortecendo a queda com os membros inferiores ligeiramente afastados e semi-fletidos;

vídeo

Neste curto vídeo é possivel de vizualizar, todas componentes criticas do salto engrupado no minitrampolim como referido anteriormente, tal como, se for olhado com atenção as fases do salto antes da execução do movimento, como também é ainda possivel de vizualizar algumas formas de treinar e aprimorar as técnicas do salto sobre um colchão.

Salto em carpa com M.I Afastados

O salto em carpa com membros inferiores afastados, para ser excetuado de maneira correta deve ter em conta os seguintes aspetos: 1. O praticante executa uma corrida preparatória e faz a pré-chamada no solo, só com um apoio, saltando para minitrampolim; 2. De seguida efetua a chamada, impulsionando a lona com os dois pés paralelos ligeiramente afastados e com os ombros ligeiramente recuados em relação ao apoio dos pés, elevando de seguida os membros superiores e posteriormente executa a extensão total do corpo; 3. Saindo do aparelho gímnico, no ar e antes do ponto mais alto do voo, o praticante deve elevar em extensão os seus membros inferiores; 4. Chegando ao ponto mais alto do voo, o praticante realiza a “espargata” frontal, com os braços estendidos na direção dos pés ou então coloca os seus membros superiores entre os seus membros inferiores; 5. As costas devem inclinar-se ligeiramente à frente e os membros inferiores devem subir para o plano horizontal; 6. Após a execução do descrito no ponto anterior, o praticante, executa uma abertura rápida da posição para a receção (equilibrada a pés juntos com ligeira flexão dos M.I. no momento do contacto dos pés no solo); 7. O praticante finaliza a execução do gesto na posição de sentido (rápido elevação ântero-superior dos M.S. e forte extensão dos M.I.).

vídeo

Neste curto vídeo é possivel de vizualizar, todas componentes criticas do salto em carpa com pernas afastadas no minitrampolim como referido anteriormente, tal como, se for olhado com atenção as fases do salto antes da execução do movimento.

Salto encarpado com M.I. Unidos

O salto encarpado com membros inferiores unidos, para ser excetuado de maneira correta deve ter em conta os seguintes aspetos: 1. O praticante executa uma corrida preparatória e faz a pré-chamada no solo, só com um apoio, saltando para minitrampolim; 2. De seguida efetua a chamada, impulsionando a lona com os dois pés paralelos ligeiramente afastados e com os ombros ligeiramente recuados em relação ao apoio dos pés, elevando de seguida os membros superiores e posteriormente executa a extensão total do corpo; 3. Saindo do aparelho gímnico, no ar e antes do ponto mais alto do voo, o praticante deve elevar em extensão os seus membros inferiores unindo-os; 4. Chegando ao ponto mais alto do voo, o praticante deve estender e elevar os seus membros superiores na direção dos pés, de modo a que mãos toquem nas pontas dos pés, onde as costas devem inclinar-se ligeiramente à frente e os membros inferiores devem subir para o plano horizontal; 5. Após a execução do descrito no ponto anterior o praticante executa uma abertura rápida da posição para a receção (equilibrada a pés juntos com ligeira flexão dos M.I. no momento do contacto dos pés no solo); 6. O praticante finaliza a execução do gesto na posição de sentido (rápido elevação ântero-superior dos M.S. e forte extensão dos M.I.).

Salto de pirueta vertical completa

O salto de pirueta vertical, para ser excetuado de maneira correta deve ter em conta os seguintes aspetos: 1. O praticante executa uma corrida preparatória e faz a pré-chamada no solo, só com um apoio, saltando para minitrampolim; 2. De seguida efetua a chamada, impulsionando a lona com os dois pés paralelos ligeiramente afastados e com os ombros ligeiramente recuados em relação ao apoio dos pés, elevando de seguida os membros superiores e posteriormente executa a extensão total do corpo; 3. Saindo do aparelho gímnico em extensão e olhando em frente, no ponto mais alto do voo o praticante, roda o corpo e com a ajuda dos membros superiores, executa uma volta completa sobre si, ou seja uma rotação de 360º sobre o eixo longitudinal. 4. Por fim o praticante contacta o solo, em equilíbrio amortecendo a queda com os membros inferiores ligeiramente afastados e semi-fletidos;

vídeo

Neste curto vídeo é possivel de vizualizar, todas componentes críticas do salto de pirueta vertical completa no minitrampolim como referido anteriormente, tal como, se for olhado com atenção as fases do salto antes da execução do movimento.

Salto de meia pirueta Vertical

O salto de meia pirueta vertical para ser excetuado de maneira correta, deve ter em conta os seguintes aspetos: 1. O praticante executa uma corrida preparatória e faz a pré-chamada no solo, só com um apoio, saltando para minitrampolim; 2. De seguida efetua a chamada, impulsionando a lona com os dois pés paralelos ligeiramente afastados e com os ombros ligeiramente recuados em relação ao apoio dos pés, elevando de seguida os membros superiores e posteriormente executa a extensão total do corpo; 3. Saindo do aparelho gímnico em extensão e olhando em frente, no ponto mais alto do voo, o praticante, roda o corpo e com a ajuda dos membros superiores, executa meia volta sobre si, ou seja, uma rotação de 180º sobre o seu eixo longitudinal; 4. Por fim o praticante contacta o solo, em equilíbrio amortecendo a queda com os membros inferiores ligeiramente afastados e semi-fletidos.

vídeo

Neste curto vídeo é possivel de vizualizar, todas componentes criticas do salto de meia pirueta vertical no minitrampolim como referido anteriormente, tal como, se for olhado com atenção as fases do salto antes da execução do movimento, como também é ainda possivel de vizualizar algumas formas de treinar e aprimorar as técnicas do salto sobre um colchão.

SAlto de 3/4 Mortal Engrupado

O salto de ¾ mortal engrupado no minitrampolim, para ser excetuado de maneira correta deve ter em conta os seguintes aspetos: 1. O praticante executa uma corrida preparatória veloz e faz a pré-chamada no solo, com o último passo maior e terminando com os dois pés, em simultâneo, sobre a lona; 2. Ao contrário dos outros saltos verticais, para realizar este salto é necessário fazer uma rotação sobre o eixo transversal. Para isso, no momento da chamada na lona do minitrampolim, o praticante tem de elevar os seus membros superiores colocando as suas mãos à altura da cabeça; 3. Ao impulsionar a lona, o praticante deve inclinar ligeiramente o corpo para a frente, devendo este estar em extensão total de modo a permitir alcançar o ponto mais alto na fase aérea; 4. Saindo do aparelho gímnico deve existir um “engrupamento” do corpo, ou seja, o praticante deve executar a flexão da cabeça, as suas mãos abaixo dos joelhos, os joelhos devem se aproximar do peito e os calcanhares à zona da bacia, executando assim uma rotação no eixo transversal; 5. Por fim o praticante com o aproximar do corpo ao colchão, deve executar a extensão do corpo na horizontal, mantendo-o contraído para o contacto com o colchão.

vídeo

Neste curto vídeo é possivel de vizualizar, todas componentes criticas do salto de 3/4 mortal engrupado no minitrampolim como referido anteriormente, tal como, se for olhado com atenção as fases do salto antes da execução do movimento.

Salto de 3/4 mortal encarpado

O salto de ¾ mortal encarpado no minitrampolim, para ser excetuado de maneira correta deve ter em conta os seguintes aspetos: 1. O praticante executa uma corrida preparatória veloz e faz a pré-chamada no solo, com o último passo maior e terminando com os dois pés, em simultâneo, sobre a lona; 2. Ao contrário dos outros saltos verticais, para realizar este salto é necessário fazer uma rotação sobre o eixo transversal. Para isso, no momento da chamada na lona do minitrampolim, o praticante tem de elevar os seus membros superiores colocando as suas mãos à altura da cabeça; 3. Ao impulsionar a lona, o praticante deve inclinar ligeiramente o corpo para a frente, devendo este estar em extensão total de modo a permitir alcançar o ponto mais alto na fase aérea; 4. Saindo do aparelho gímnico deve existir uma extensão dos membros inferiores do corpo, enquanto o praticante executa a flexão da sua cabeça e coloca as suas mãos ao lado dos joelhos, executando assim uma rotação no eixo transversal; 5. Por fim o praticante com o aproximar do corpo ao colchão, deve executar a extensão do corpo na horizontal, mantendo-o contraído para o contacto com o colchão.

vídeo

Neste curto vídeo é possivel de vizualizar, todas componentes criticas do salto de 3/4 mortal encarpado no minitrampolim como referido anteriormente, tal como, se for olhado com atenção as fases do salto antes da execução do movimento.

SAlto Barani

O salto Barani no minitrampolim, é um salto de enorme complexidade e requer uma elevada concentração e alguns anos de experiência na modalidade em questão. Para que o mesmo seja excetuado de maneira correta deve ter em conta os seguintes aspetos: 1. O praticante executa uma corrida preparatória veloz e faz a pré-chamada no solo, com o último passo maior e terminando com os dois pés, em simultâneo, sobre a lona; 2. O início deste salto é igual ao início de um salto mortal (engrupado ou encarpado, dependo da tipologia do salto), em que no momento da chamada na lona do minitrampolim, o praticante tem de elevar os seus membros superiores colocando as suas mãos à altura da cabeça; 3. Ao impulsionar a lona, o praticante deve inclinar ligeiramente o corpo para a frente, devendo esse estar em extensão total de modo a permitir alcançar o ponto mais alto na fase aérea; 4. Saindo do aparelho gímnico deve estender os seus membros superiores para o lado que entende que irá girar durante o salto. Depois disso deve existir um “engrupamento” ou extensão dos membros inferiores do corpo, enquanto o praticante executa a viragem da sua cabeça e do corpo para o lado esquerdo ou direito, e coloca as suas mãos ao lado ou sobre os joelhos, utilizando este, os braços para guiar e controlar o seu corpo durante o giro/viragem;

Salto barani

4. Saindo do aparelho gímnico deve estender os seus membros superiores para o lado que entende que irá girar durante o salto. Depois disso deve existir um “engrupamento” ou extensão dos membros inferiores do corpo, enquanto o praticante executa a viragem da sua cabeça e do corpo para o lado esquerdo ou direito, e coloca as suas mãos ao lado ou sobre os joelhos, utilizando este, os braços para guiar e controlar o seu corpo durante o giro/viragem;5. Estando no ar e após executar o que está descrito no ponto anterior, o praticante para interromper a rotação deve levantar os dois braços acima da sua cabeça e deve ter sempre em atenção, que pequenos movimentos da sua cabeça acabam por se traduzir em grandes rotações no corpo; 6. Por fim o praticante com o aproximar do corpo ao colchão, deve executar a extensão do corpo na horizontal, colocando os seus membros superiores ao lado do corpo de forma a equilibrar-se, mantendo o corpo contraído para o contacto com o colchão.

vídeo

Neste curto vídeo é possivel de vizualizar, todas componentes criticas do salto Barani no mini trampolim como referido anteriormente, tal como, se for olhado com atenção as fases do salto antes da execução do movimento.

Webgrafia

Websites consultados na dinamização deste trabalho

Início

Minitrampolim o que é e cuidados a ter:

https://pt.slideshare.net/Thepatriciamartins12/mini-trampolim-este-sim-est-correcto-o-outro-estava-incompleto

História do Minitrampolim

https://pt.slideshare.net/Thepatriciamartins12/mini-trampolim-este-sim-est-correcto-o-outro-estava-incompleto

Fases do salto

http://alfarrabio.di.uminho.pt/teresiano/div/docum/6_ef_ginastica_mini_e_plinto.pdf

Lorem ipsum

Saltos em extensão (vela)

https://pt.slideshare.net/Thepatriciamartins12/mini-trampolim-este-sim-est-correcto-o-outro-estava-incompleto

Salto engrupado

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Salto em carpa com M.I. afastados

https://pt.slideshare.net/gomesana089/ginstica-de-aparelhos-6-ano

Salto encarpado com M.I. unidos

Elaborado sem a consulta de um website, mas com base, na informação fornecida para o slide anterior.

Salto de pirueta vertical completa

https://pt.slideshare.net/gomesana089/ginstica-de-aparelhos-6-ano

Início

Salto de meia pirueta vertical

https://pt.slideshare.net/Thepatriciamartins12/mini-trampolim-este-sim-est-correcto-o-outro-estava-incompleto

Salto de 3/4 mortal engrupado

https://pt.slideshare.net/Thepatriciamartins12/mini-trampolim-este-sim-est-correcto-o-outro-estava-incompleto

Salto de 3/4 mortal encarpado

Elaborado sem a consulta de um website, mas com base, na informação fornecida para o slide anterior.

Salto Barani

https://www.wikihow.com/Do-a-Barani

Fotografias:

https://www.facebook.com/ClubeGinasticaBombeiros

Fim!

Obrigado!

Trabalho realizado por: Henrique Coelho nº8 3ºTAGD