Lágrima de preta
Questionário de compreensão do poema
Divisão do poema em partes
Tema do poema
Encontrei uma preta
que estava a chorar,
pedi-lhe uma lágrima
para a analisar.
Recolhi a lágrima
com todo o cuidado
num tubo de ensaio
bem esterilizado.
Olhei-a de um lado,
do outro e de frente:
tinha um ar de gota muito transparente.
Mandei vir os ácidos,
as bases e os sais,
as drogas usadas
em casos que tais.
Ensaiei a frio,
experimentei ao lume,
de todas as vezes
deu-me o que é costume:
nem sinais de negro,
nem vestígios de ódio.
Água (quase tudo)
e cloreto de sódio.
Primeira parte
Condenação do racismoO sujeito poético pretende mostrar que as pessoas são iguais, independentemente da cor da sua pele
1. Selecciona, na primeira estrofe, uma palavra que mostre delicadeza para com a mulher.
O sujeito poético encontra uma mulher de raça negra a chorar e pede-lhe uma lágrima sua para analisar
2. Diz que aspeto apresentava a lágrima.
Segunda parte
O sujeito poético descreve os passos da sua experiência com a lágrima, repetindo-a várias vezes.
3. Explica por palavras tuas a quarta estrofe
Assunto/ desenvolvimento do tema:
4. Os resultados da investigação não foram novidade para o sujeito poético. 4.1. Transcreve do poema o verso que comprova esta afirmação.
Terceira parte
Após várias repetições da mesma experiência, o resultado é sempre o mesmo, ou seja, a lágrima desta mulher tem a mesma constituição da de outra pessoa qualquer.
Ao longo do poema, o sujeito poético apresenta as fases da experiência química que realizou à lágrima da mulher de raça negra.
5. Explica por palavras tuas a conclusão a que chegou o sujeito poético.
Recursos expressivos
6. Identifica as estrofes que correspondem às três partes em que se divide o poema.
Enumeração: "os ácidos, as bases, os sais" (vv. 13-14)
Conclusões
O sujeito poético conclui, depois da sua experiência, que a lágrima da preta é igual à de qualquer outra pessoa (da mesma ou de outra raça)
7. Diz o que pretendeu o poeta ao escrever este poema.
Anáfora: "Nem sinais de negro,/ nem vestígios de ódio" (vv.21-22)
8. Faz a análise formal do poema.
Antítese: "Ensaiei a frio,/experimentei ao lume" (vv.17-18)
Análise poema "Lágrima de preta"
Rosa Cabral
Created on February 28, 2021
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Transcript
Lágrima de preta
Questionário de compreensão do poema
Divisão do poema em partes
Tema do poema
Encontrei uma preta que estava a chorar, pedi-lhe uma lágrima para a analisar. Recolhi a lágrima com todo o cuidado num tubo de ensaio bem esterilizado. Olhei-a de um lado, do outro e de frente: tinha um ar de gota muito transparente. Mandei vir os ácidos, as bases e os sais, as drogas usadas em casos que tais. Ensaiei a frio, experimentei ao lume, de todas as vezes deu-me o que é costume: nem sinais de negro, nem vestígios de ódio. Água (quase tudo) e cloreto de sódio.
Primeira parte
Condenação do racismoO sujeito poético pretende mostrar que as pessoas são iguais, independentemente da cor da sua pele
1. Selecciona, na primeira estrofe, uma palavra que mostre delicadeza para com a mulher.
O sujeito poético encontra uma mulher de raça negra a chorar e pede-lhe uma lágrima sua para analisar
2. Diz que aspeto apresentava a lágrima.
Segunda parte
O sujeito poético descreve os passos da sua experiência com a lágrima, repetindo-a várias vezes.
3. Explica por palavras tuas a quarta estrofe
Assunto/ desenvolvimento do tema:
4. Os resultados da investigação não foram novidade para o sujeito poético. 4.1. Transcreve do poema o verso que comprova esta afirmação.
Terceira parte
Após várias repetições da mesma experiência, o resultado é sempre o mesmo, ou seja, a lágrima desta mulher tem a mesma constituição da de outra pessoa qualquer.
Ao longo do poema, o sujeito poético apresenta as fases da experiência química que realizou à lágrima da mulher de raça negra.
5. Explica por palavras tuas a conclusão a que chegou o sujeito poético.
Recursos expressivos
6. Identifica as estrofes que correspondem às três partes em que se divide o poema.
Enumeração: "os ácidos, as bases, os sais" (vv. 13-14)
Conclusões
O sujeito poético conclui, depois da sua experiência, que a lágrima da preta é igual à de qualquer outra pessoa (da mesma ou de outra raça)
7. Diz o que pretendeu o poeta ao escrever este poema.
Anáfora: "Nem sinais de negro,/ nem vestígios de ódio" (vv.21-22)
8. Faz a análise formal do poema.
Antítese: "Ensaiei a frio,/experimentei ao lume" (vv.17-18)