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DENSITOMETRIA ÓSSEA- FIC
Natália
Created on February 18, 2021
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Transcript
Densitometria Óssea
AULA 2
RELEMBRANDO...
RELEMBRANDO...
Dual Energy X-ray Absorptiometry (DEXA):
Durante a realização do exame, o detector, movendo-se juntamente com a fonte de radiação, amostra os fótons que passam através do corpo do paciente. O programa calcula a densidade de cada amostra a partir da radiação que alcança o detector em cada pico de energia de acordo com a equação de transmissão de fótons. O sistema é calibrado para expressar os resultados em gramas por centímetros quadrados (g/cm2; gramas de mineral ósseo/cm2 de área analisada - BMD). Esses dados são utilizados na construção de uma imagem que permite a identificação e a análise de regiões de interesse.
Princípio do sistema DXA
-A densidade mineral óssea é medida através da atenuação. -O programa calcula a densidade de cada amostra a partir da radiação que alcança o detector. -O método DXA é capaz de medir o osso mineral e também a massa com gordura e sem gordura. -Os exames da composição corporal com DXA vão além da medida corporal total ou massa sem gordura. -Ao contrário de qualquer outra técnica, é possível avaliar a distribuição de gordura no corpo.
Lunar DPX NT Tensão: 76 kV Corrente: 0,05 – 1,50 mA Detector: NaI
Pencil Beam:
O colimador apresenta detector único; Aquisição mais lenta, pois os movimentos são lineares de um lado para o outro.
Fan Beam:
Possui Múltiplos detectores; Aquisição da imagem se torna mais rápida, pois utiliza leque de feixes ou seja, o movimento é único de varredura sobre o paciente, com menor tempo
Flash Beam
Detetor 2D digital imagens com qualidade Detetor piramidal Radiológica superior. Permitindo aquisições em 1,5 seg.
A medida da densidade mineral óssea de um paciente deve ser comparada com valores normais de jovens do mesmo sexo e com indivíduos normais de mesmo sexo e idade e, em alguns casos, mesma etnia e peso. Os valores são, então, expressos como porcentagem ou desvio padrão em relação a essa população. Para isso, são usados os índices T-score e Z-score.
Índice BMD
Z-score Compara a BMD do indivíduo com a BMD média da população de mesma idade, sexo e etnia
T-score Compara a BMD do indivíduo com a BMD da população jovem normal
O índice T-score mede a diferença entre o BMD do paciente e o BMD médio da população jovem normal e é calculado pela equação:
Onde: BMDpaciente é o BMD medido no paciente; BMDjovem é o valor médio de BMD da população jovem de mesmo sexo e SDjovem é o desvio padrão.
O índice Z-score mede a diferença entre o BMD do paciente e o BMD médio da população de mesma idade, sexo e etnia e é calculado pela equação
Onde: BMDpaciente é o BMD medido no paciente; BMDpares é o valor médio de BMD da população de mesma idade e sexo e SDpares é o desvio padrão.
Os critérios de diagnóstico de osteoporose usando o resultado de T-score foram propostos pela Organização Mundial de Saúde (OMS) em 1994
Resultados de Z-score iguais ou abaixo de -2,0 podem sugerir causas secundárias de osteoporose. Em crianças, o Z-score é usado para avaliação da massa óssea.
Posições Oficiais ISCD
Sítios Esqueléticos de Medição · Medir DMO na Coluna em PA e quadril em todos os pacientes · DMO do antebraço deve ser medida nas seguintes circunstâncias : Quando quadril e/ou coluna não possam ser mensurados ou interpretados. ßHiperparatireoidismo Pacientes muito obesos (acima do limite de peso da mesa de exame)
Região de Interêsse (ROI) Coluna · Use L1L4 em PA para a medida da DMO. · Use todas as vértebras avaliáveis e apenas exclua vértebras que estejam afetadas por alteração estrutural local ou artefato. Use três vértebras se quatro não puderem ser usadas e duas se três não puderem ser usadas. · A classificação diagnóstica da OMS não deve ser feita quando baseada na DMO de uma única vértebra. · Se apenas uma única vertebra viável restar após excluir outras vértebras, o diagnóstico deve se basear noutro sítio esquelético. · Vértebras anatomicamente anormais podem ser excluídas da análise se : -elas estiverem nitidamente anormais e nãoacessíveis à resolução do sistema; ou -se houver mais que 1.0 DP de diferença no Tscore entre a vértebra em questão e as vértebras adjacentes · Quando vértebras são excluídas, a DMO das vértebras remanescentes é utilizada para derivar o Tscore. · A coluna em lateral não deve ser usada para diagnóstico, mas pode ter um papel na monitorização.
Região de Interesse (ROI) Quadril · Use o colo femoral ou femur total (= inteiro), aquele que estiver mais baixo. · A DMO pode ser medida em qualquer um dos lados. · Os dados são insuficientes para se determinar se a média de Tscores dos quadris (bilateral) pode ser usada para diagnóstico. · A DMO média do quadril bilateral pode ser usada para monitorização, com preferência para o fêmur total. Região de Interesse (ROI) Antebraço · Use o rádio 33% ( também chamado rádio 1/3 ) do antebraço nãodominante para diagnóstico. Outras regiões do antebraço não são recomendadas.
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