Want to create interactive content? It’s easy in Genially!
Canto de Os lusíadas
isabellamor.pinheiro
Created on February 15, 2021
Start designing with a free template
Discover more than 1500 professional designs like these:
View
Corporate Christmas Presentation
View
Snow Presentation
View
Winter Presentation
View
Hanukkah Presentation
View
Vintage Photo Album
View
Nature Presentation
View
Halloween Presentation
Transcript
Cantos de Os Lusíadas
Guilherme 09, Hanna 10, Isabella 12, Igor 31, Isabelly 32
01
Dados sobre o autor
Características do classicismo
Plano de exposição
02
03
Os Lusíadas
Análises dos cantos
04
Dados sobre o autor
Luís de Camões (1524-1580) foi um poeta português nascido em Lisboa, era filho de Simão Vaz de Camões e Ana de Sá e Macedo. Autor do poema Os Lusíadas, uma das obras mais importantes da literatura portuguesa, que celebra os feitos marítimos e guerreiros de Portugal. É o maior representante do Classicismo Português. Tornando-se conhecedor de história, geografia e literatura. Era perseguido por outros poetas Combateu contra os mouros e durante uma briga perdeu o olho direito. Morreu em Lisboa em absoluta pobreza, não tinha sequer um lençol para se cobrir.
Características do classicismo
- Imitação dos autores clássicos gregos e romanos da antiguidade; - Uso da mitologia; - predomínio da razão sobre os sentimentos; - Uso de uma linguagem sóbria, simples, sem exceção de figuras literárias; - Idealismo; - Amor platônico; - Busca da universalidade e impessoalidade;
Os lusíadasEPOPEIA - LONGA NARRATIVA HEROICA ; MODELOS: “ILÍADA” e "Odisseia” (HOMERO), ENEIDA (VIRGÍLIO) (AYL H02 ESTROFES (ABABABCC -VIAGEM DE VASCO DA GAMA (1498) ESTRUTURA: 8816 VERSOS DECASSÍLABOS 1102 ESTROFES (ABABABCC); 10 CANTOS
CARACTERÍSTICAS: INFLUÊNCIA GRECO -LATINA ; MITOLOGIA; > RIGIDEZ FORMAL E VOCABULAR; MARAVILHOSO PAGÃO/ CRISTÃO
Distribuição: - Proposição; - Invocação; - Dedicatória; - Narração; - Epílogo;
Passada esta tão próspera vitória, Tornado Afonso à Lusitana Terra, A se lograr da paz com tanta glória Quanta soube ganhar na dura guerra, O caso triste e dino da memória, Que do sepulcro os homens desenterra, Aconteceu da mísera e mesquinha Que despois de ser morta foi Rainha. Figura de linguagem: Antítese Tu, só tu, puro amor, com força crua, Que os corações humanos tanto obriga, Deste causa à molesta morte sua, Como se fora pérfida inimiga. ABABAB CD Se dizem, fero Amor, que a sede tua Nem com lágrimas tristes se mitiga, Oitava É porque queres, áspero e tirano, Tuas aras banhar em sangue humano. Figura de linguagem: Hipérbato
Estavas, linda Inês, posta em sossego, De teus anos colhendo doce fruito, Naquele engano da alma, ledo e cego, Que a fortuna não deixa durar muito, ABABAB CD Nos saudosos campos do Mondego, Oitava De teus fermosos olhos nunca enxuito, Aos montes insinando e às ervinhas O nome que no peito escrito tinhas. Figura de linguagem: Hipérbole Do teu Príncipe ali te respondiam As lembranças que na alma lhe moravam, Que sempre ante seus olhos te traziam, Quando dos teus fermosos se apartaram, ABAB ABCD De noite, em doces sonhos que mentiam, Oitava De dia, em pensamentos que voavam; E quanto, enfim, cuidava e quanto via Eram tudo memórias de alegria. Figura de linguagem: Sinestesia
Canto 3
Canto 4
“Qual vai dizendo: ” Ó filho, a quem eu tinha Só para refrigério, e doce amparo Desta cansada já velhice minha, Que em choro acabará, penoso e amaro, Por que me deixas, mísera e mesquinha? Por que de mim te vás, ó filho caro, A fazer o funéreo enterramento, Onde sejas de pexes mantimento!” Figura de linguagem:Apóstrofe, Anáfora “Qual em cabelo: ”Ó doce e amado esposo, Sem quem não quis Amor que viver possa, Por que is aventurar ao mar iroso Essa vida que é minha, e não é vossa? Como por um caminho duvidoso Vos esquece a afeição tão doce nossa? Nosso amor, nosso vão contentamento Quereis que com as velas leve o vento?” Figura de linguagem: Apóstrofe
“Nestas e outras palavras que diziam De amor e de piedosa humanidade, Os velhos e os meninos os seguiam, Em quem menos esforço põe a idade. Os montes de mais perto respondiam, Quase movidos de alta piedade; A branca areia as lágrimas banhavam, Que em multidão com elas se igualavam. Figura de linguagem: Hipérbato, polissíndeto “Nós outros sem a vista alevantarmos Nem a mãe, nem a esposa, neste estado, Por nos não magoarmos, ou mudarmos Do propósito firme começado, Determinei de assim nos embarcarmos Sem o despedimento costumado, Que, posto que é de amor usança boa, A quem se aparta, ou fica, mais magoa. Figura de linguagem: Antitese e sinetesia
Continuação canto 4
“Mas um velho d’aspeito venerando, Que ficava nas praias, entre a gente, Postos em nós os olhos, meneando Três vezes a cabeça, descontente, A voz pesada um pouco alevantando, Que nós no mar ouvimos claramente, C’um saber só de experiências feito, Tais palavras tirou do experto peito: Figura de linguagem: Metonímia
”Ó glória de mandar! Ó vã cobiça Desta vaidade, a quem chamamos Fama! Ó fraudulento gosto, que se atiça C’uma aura popular, que honra se chama! Que castigo tamanho e que justiça Fazes no peito vão que muito te ama! Que mortes, que perigos, que tormentas, Que crueldades neles experimentas! Figura de linguagem: Apóstrofe, Anáfora
Conclusão
"Lusíadas" de Luís de Camões fala sobre o poder lusitano (Portugal) e a grande viagem dos "heróis" portugueses. Em suas aventuras, ele se juntou aos deuses da mitologia "pagã" que ajudaram e atrapalharam os lucitanos durante suas viagens.
WRITE A SUBTITLE