Guia Prático
de Contenções Físicas
Autora: Beatriz Vicente
Introdução
Índice
Introdução;Papel do cuidador;Objetivos; Materiais necessários; Situações de agressividade; Abordagem inicial ao paciente; Quando aplicar a contenção? Cuidados a ter durante a contenção; Procedimentos; Contenção das mãos; Contenção dos tornozelos; Contenção do tórax; Contenção do abdómen; Contenção dos joelhos; Cuidados a ter após a contenção; Outros equipamentos; Sedação química; Doenças associadas às perturbações do estado mental; Conselhos sobre transtornos no comportamento; Conclusão; Webgrafia;
A contenção física refere-se ao uso de mecanismos para restringir a movimentação do paciente, quando este se encontra em situações de agressividade, oferece riscos para a sua integridade física. Este procedimento só deve ser posto em prática de maneira segura e eficaz para assegurar a segurança do paciente e de terceiros.Este guia prático destina-se a Técnicos Auxiliares de Saúde e cuidadores informais, com o objetivo de fornecer orientações e indicações sobre as técnicas a aplicar.
Imagem 1 - T.A.S. com paciente
Papel do cuidador informal
Respeitar o idoso;
O cuidador é aquele que dedica uma grande parte do seu tempo a ajudar pessoas que necessitam, neste caso a controlar as emoções do paciente.O cuidador informal deve:
Manter contacto visual;
Tentar criar um laço emocional com o paciente.
Ser educado (a);
Saber ouvir;
Mostrar disponibilidade;
Colocar-se na situação do paciente e tentar compreender;
Imagem 2 - T.A.S. com o paciente
Materiais necessários
Objetivos
Orientar o cuidador informal ;
Proteger o paciente contra lesões;
Imagem 3-Compressas
Imagem 4- Ataduras crepe
Preservar a integridade física do paciente;
Imagem 5- Lençóis
Realizar a contenção de forma humanizada;
Imagem 6- Luvas
Prevenir ferimentos;
Fig.7- Algodão
Situações de agressividade
Manter o paciente num ambiente calmo, acompanhado pelos familiares e sempre sob vigilângia;
Perante situações de agressividade em que o paciente apresenta riscos para si ou terceiros, o cuidador informal deve:
Ajudar o paciente a controlar os seus impulsos violentos e evitar a progressão dos mesmos;
Verificar o local onde se encontra o paciente, pois pode oferecer riscos;
Prestar cuidados de saúde, caso necessário.
Identificar / Diagnosticar a razão do comportamento;
Falar de forma calma e clara com o paciente;
Avaliar de forma rigorosa e global a situação da crise;
Imagem 9- vigiar o paciente
Imagem 8- agressividade
Olhe diretamente para o paciente;
Abordagem inicial
Evite movimentos bruscos (podem ser uma ameaça para o paciente);
Para que as contenções tenham um efeito eficaz, é necessário que o cuidador:
Transmita a ideia ao paciente que o quer ajudar a controlar os seus impulsos (conversar calmamente);
Recolha as informações médicamente relevantes antes de serem aplicadas as contenções;
Ajude o paciente a expressar os seus sentimentos com palavras;
Avalie atentamente os riscos que o paciente possa causar para ele ou para terceiros;
Não realize qualquer técnica de contenção sem o paciente estar acompanhado;
Procure criar um laço afetivo com o paciente.
Imagem 10- criar laço com o paciente
10
11
Imagem 11
Imagem 12
Quando aplicar?
A contenção física só deve ser aplicada quando o paciente manifestar comportamentos que o coloquem em risco, tais como:
Recusar um tratamento vital e urgente (imagem 11)
Hétero agressividade (imagem 12)
Agitação psico-motora (imagem 13)
Risco de queda (imagem 14)
Ideação suicida
Imagem 14
Imagem 13
12
13
Cuidados a ter durante a contenção
Imagem 15 - Cuidadora com paciente
Ter cuidado ao aplicar a contenção, nomeadamente a crianças e adolescentes (imagem 15);
Nunca deixar o paciente sozinho;
Ter cuidado ao aplicar as contenções para não causar traumas na pele do paciente;
Proteger sempre a cabeça do paciente;
14
15
Conteções Físicas
16
17
Procedimentos
4) Calçar as luvas
1) Bater à porta
5) Organizar o material necessário
2) Explicar o procedimento ao paciente
6) Aplicar a contenção
3) Higienizar as mãos
16
17
Title 1
Contenção das mãos
Imagem 16
Colocar gases na parte interna na mão (imagem 16);
Pedir ao paciente para que feche a mão (caso este não consiga tem de ser o cuidador a fazê-lo)
Cobrir a mão com atadura crepe, enrolando-a em toda a sua extensão até ao punho (imagem 17);
Imagem 17
Fixar a atadura com fita adesiva.
18
19
Title 1
Contenção dos tornozelos
Dobrar uma compressa de pano em três partes, formando uma faixa;
Enrolar a faixa formada anteriormente ao redor do tornozelo;
Envolver a compressa com a atadura com duas ou três voltas e dar um nó fixo, deixando uma folga de dois dedos entre o nó e a pele do paciente (imagem 18);
Manter o membro em extensão;
Imagem 18
Fixar as pontas da faixa no estrado na cama.
20
21
Title 1
Contenção do tórax
Imagem 19
Dobrar o lençol na diagonal e redobrá-lo até formar uma faixa (imagem 19);
Nos homens deve-se colocar a faixa acima do diafragma (na linha mamária), nas mulheres na linha inframamária sem que atinja o diafragma (imagem 20)
Amarrar as pontas da faixa lateral na estrutura fixa da cama, e deve ter atenção para não restringir os movimentos respiratórios;
NOTA:
Não realizar em pacientes com disfunções cardiopulmonares, idosos e crianças.
Imagem 20
22
23
Title 1
Contenção do abdómen
Imagem 21
Dobrar dois lençóis na diagonal, redobrando-os até que formem duas faixa (imagem 21);
Colocar um dos lençóis sobre o abdómen e outro na região lombar (imagem 22);
Unir as pontas dos lençóis à volta do corpo e torcê-las;
Amarrar as pontas no estrado, nas laterais da cama.
Imagem 22
25
24
Title 1
Contenção dos joelhos
Imagem 23
Dobrar dois lençóis na diagonal, redobrando-os até que formem duas faixa (imagem 23);
Passar a ponta de um lençol em diagonal do lado direito sobre o joelho esquerdo e por baixo do esquerdo (imagem 24):
Passar o outro lençol sobre o joelho esquerdo e por baixo do joelho direito;
Unir as extremidades das faixas e amarrar as pontas nas laterais da cama:
Imagem 24
NOTA:
Evitar garroteamento, ou seja, evitar apertar os lençóis demasiado.
26
27
Title 1
Outros equipamentos
Cuidados a ter após a contenção
Outros equipamentos utilizados para a realizar das contenções são as correias de fixação:
Auxiliar o paciente na alimentação, tendo em atenção os riscos de disfagia
Manter o paciente sempre vigiado
Reavaliar a situação do paciente de duas em duas horas
Em caso de contenções por tempo prolongado, deve-se soltar de duas em duas horas com supervisão
Imagem 25- correias de fixação
29
28
Title 1
Sedação química
A sedação química serve para acalmar o paciente e deve ser utilizado quando este apresentar um nível de agitação muito elevada, ou seja, quando não se consegue acalmar o paciente.A sedação química só pode ser prescrita pelo Médico ou Enfermeiro e só depois iniciar a contenção. Alguns exemplos são: -Haloperidol; -Quetiapina; - Risperidona.
Imagem 26- sedação química
31
30
Title 1
Sedação química
É um antipsicótico que pode ser dado após a crise aguda.
Alguns exemplos utilizados na sedação química:
Imagem. 28
Quetiapina
Pode ser administrado por via parenteral, deve ser dado quando a crise de agitação estiver na fase aguda.
É um antipsicótico que pode ser dado após a crise aguda ou em casos de delirium hiperativo.
Imagem. 27
Haloperidol
Imagem. 29
Risperidona
33
32
Title 1
Transtornos Neurológicos
Doenças associadas às perturbações do estado mental
Acidente Vascular Cerebral (AVC)
Alzheimer
Algumas doenças podem levar pessoas a terem perturbações mentais, tais como:
Imagem. 31
Transtornos Psiquiátricos
Traumatismo craniano
Esquizofrenia
Doenças clínicas gerais
Abuso e abstinência de substâncias psicoativas e álcool
Distúrbios metabólicos
Bipolaridade
Doenças infeciosas
Doenças auto-imunes e inflamatórias
35
34
Imagem. 30
Title 1
Conselhos sobre transtornos no comportamento
Manter sempre o contacto visual;
Observar os gestos e as atitudes (vai ajudar a perceber as emoções do paciente);
A comunicação é de estrema importãncia por ser uma medida terapêutica.Nestas situações, a comunicação e o que dizer ajuda a minimizar o transtorno e a normalizar o comportamento ocorrido.
Manter contacto físico (segurar as mãos);
Evitar falar como se fosse uma criança;
Evitar comunicar com o paciente caso este se encontrar zangado e esperar que estaja mais calmo;
Evitar movimentos bruscos.
Escutar com atenção, mostrar interesse e transmitir segurança;
Encorajar o paciente a falar e dar a sua opinião;
Utilizar frases curtas e simples;
37
36
Imagem. 32
Title 1
Conclusão
Este guia prático tem como objetivo disponibilizar informações acerca das Contenções Físicas. Ao realizar este guia prático, tenho o objetivo de vos fornecer informações pretinentes à cerca das contenções, indicações e cuidados a ter para nós mesmos e para que o paciente não magoe. Espero que com este guia possa ter ido de acordo às expectativas sobre este tema e conseguido ajudar à cerca das contenções físicas e qualquer dúvida que tenha pode-se dirigir ao nosso site. Obrigada.
Imagem. 33
39
38
Title 1
https://www.saudedireta.com.br/docsupload/1340503452033_Contencao_Fisica_dos_Pacientes_em_Quadro_de_Agitacao_Motora.pdf
Webgrafia
http://www2.ebserh.gov.br/documents/147715/0/conten%C3%A7%C3%A3o+mec%C3%A2nica.pdf/eac0687f-44a2-440a-828c-418a6d5fc084
Manual da UFCD
https://www.youtube.com/watch?v=vdP5d3sxLLs&ab_channel=INACAPOnline
https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0047-20852016000100053
https://www.enfermeriadeciudadreal.com/articulo_imprimir.asp?idarticulo=791&accion=
https://www.youtube.com/watch?v=nMfL8k9T-u0&ab_channel=EVOTraining
https://www.cuf.pt/saude-a-z/esquizofrenia
https://palmasaludipsltda.com/wp-content/uploads/2019/06/GSS-001-GAIS-21-GUIA-DE-MANEJO-DE-PACIENTE-AGITADO-1.pdf
https://www.cuf.pt/saude-a-z/avc-acidente-vascular-cerebral
http://www.comib.com/wp-content/uploads/2018/04/MANEJO-DEL-PACIENTE-AGITADO.pdf
https://www.cuf.pt/saude-a-z/alzheimer
https://beatrizvicente2867.wixsite.com/meusite
41
40
Title 1
2020/2021
Guia Prático de Contenções Físicas
beatriz.vicente.28673
Created on February 2, 2021
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Guia Prático
de Contenções Físicas
Autora: Beatriz Vicente
Introdução
Índice
Introdução;Papel do cuidador;Objetivos; Materiais necessários; Situações de agressividade; Abordagem inicial ao paciente; Quando aplicar a contenção? Cuidados a ter durante a contenção; Procedimentos; Contenção das mãos; Contenção dos tornozelos; Contenção do tórax; Contenção do abdómen; Contenção dos joelhos; Cuidados a ter após a contenção; Outros equipamentos; Sedação química; Doenças associadas às perturbações do estado mental; Conselhos sobre transtornos no comportamento; Conclusão; Webgrafia;
A contenção física refere-se ao uso de mecanismos para restringir a movimentação do paciente, quando este se encontra em situações de agressividade, oferece riscos para a sua integridade física. Este procedimento só deve ser posto em prática de maneira segura e eficaz para assegurar a segurança do paciente e de terceiros.Este guia prático destina-se a Técnicos Auxiliares de Saúde e cuidadores informais, com o objetivo de fornecer orientações e indicações sobre as técnicas a aplicar.
Imagem 1 - T.A.S. com paciente
Papel do cuidador informal
Respeitar o idoso;
O cuidador é aquele que dedica uma grande parte do seu tempo a ajudar pessoas que necessitam, neste caso a controlar as emoções do paciente.O cuidador informal deve:
Manter contacto visual;
Tentar criar um laço emocional com o paciente.
Ser educado (a);
Saber ouvir;
Mostrar disponibilidade;
Colocar-se na situação do paciente e tentar compreender;
Imagem 2 - T.A.S. com o paciente
Materiais necessários
Objetivos
Orientar o cuidador informal ;
Proteger o paciente contra lesões;
Imagem 3-Compressas
Imagem 4- Ataduras crepe
Preservar a integridade física do paciente;
Imagem 5- Lençóis
Realizar a contenção de forma humanizada;
Imagem 6- Luvas
Prevenir ferimentos;
Fig.7- Algodão
Situações de agressividade
Manter o paciente num ambiente calmo, acompanhado pelos familiares e sempre sob vigilângia;
Perante situações de agressividade em que o paciente apresenta riscos para si ou terceiros, o cuidador informal deve:
Ajudar o paciente a controlar os seus impulsos violentos e evitar a progressão dos mesmos;
Verificar o local onde se encontra o paciente, pois pode oferecer riscos;
Prestar cuidados de saúde, caso necessário.
Identificar / Diagnosticar a razão do comportamento;
Falar de forma calma e clara com o paciente;
Avaliar de forma rigorosa e global a situação da crise;
Imagem 9- vigiar o paciente
Imagem 8- agressividade
Olhe diretamente para o paciente;
Abordagem inicial
Evite movimentos bruscos (podem ser uma ameaça para o paciente);
Para que as contenções tenham um efeito eficaz, é necessário que o cuidador:
Transmita a ideia ao paciente que o quer ajudar a controlar os seus impulsos (conversar calmamente);
Recolha as informações médicamente relevantes antes de serem aplicadas as contenções;
Ajude o paciente a expressar os seus sentimentos com palavras;
Avalie atentamente os riscos que o paciente possa causar para ele ou para terceiros;
Não realize qualquer técnica de contenção sem o paciente estar acompanhado;
Procure criar um laço afetivo com o paciente.
Imagem 10- criar laço com o paciente
10
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Imagem 11
Imagem 12
Quando aplicar?
A contenção física só deve ser aplicada quando o paciente manifestar comportamentos que o coloquem em risco, tais como:
Recusar um tratamento vital e urgente (imagem 11)
Hétero agressividade (imagem 12)
Agitação psico-motora (imagem 13)
Risco de queda (imagem 14)
Ideação suicida
Imagem 14
Imagem 13
12
13
Cuidados a ter durante a contenção
Imagem 15 - Cuidadora com paciente
Ter cuidado ao aplicar a contenção, nomeadamente a crianças e adolescentes (imagem 15);
Nunca deixar o paciente sozinho;
Ter cuidado ao aplicar as contenções para não causar traumas na pele do paciente;
Proteger sempre a cabeça do paciente;
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Conteções Físicas
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Procedimentos
4) Calçar as luvas
1) Bater à porta
5) Organizar o material necessário
2) Explicar o procedimento ao paciente
6) Aplicar a contenção
3) Higienizar as mãos
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Title 1
Contenção das mãos
Imagem 16
Colocar gases na parte interna na mão (imagem 16);
Pedir ao paciente para que feche a mão (caso este não consiga tem de ser o cuidador a fazê-lo)
Cobrir a mão com atadura crepe, enrolando-a em toda a sua extensão até ao punho (imagem 17);
Imagem 17
Fixar a atadura com fita adesiva.
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Title 1
Contenção dos tornozelos
Dobrar uma compressa de pano em três partes, formando uma faixa;
Enrolar a faixa formada anteriormente ao redor do tornozelo;
Envolver a compressa com a atadura com duas ou três voltas e dar um nó fixo, deixando uma folga de dois dedos entre o nó e a pele do paciente (imagem 18);
Manter o membro em extensão;
Imagem 18
Fixar as pontas da faixa no estrado na cama.
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Title 1
Contenção do tórax
Imagem 19
Dobrar o lençol na diagonal e redobrá-lo até formar uma faixa (imagem 19);
Nos homens deve-se colocar a faixa acima do diafragma (na linha mamária), nas mulheres na linha inframamária sem que atinja o diafragma (imagem 20)
Amarrar as pontas da faixa lateral na estrutura fixa da cama, e deve ter atenção para não restringir os movimentos respiratórios;
NOTA:
Não realizar em pacientes com disfunções cardiopulmonares, idosos e crianças.
Imagem 20
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Title 1
Contenção do abdómen
Imagem 21
Dobrar dois lençóis na diagonal, redobrando-os até que formem duas faixa (imagem 21);
Colocar um dos lençóis sobre o abdómen e outro na região lombar (imagem 22);
Unir as pontas dos lençóis à volta do corpo e torcê-las;
Amarrar as pontas no estrado, nas laterais da cama.
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Contenção dos joelhos
Imagem 23
Dobrar dois lençóis na diagonal, redobrando-os até que formem duas faixa (imagem 23);
Passar a ponta de um lençol em diagonal do lado direito sobre o joelho esquerdo e por baixo do esquerdo (imagem 24):
Passar o outro lençol sobre o joelho esquerdo e por baixo do joelho direito;
Unir as extremidades das faixas e amarrar as pontas nas laterais da cama:
Imagem 24
NOTA:
Evitar garroteamento, ou seja, evitar apertar os lençóis demasiado.
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Outros equipamentos
Cuidados a ter após a contenção
Outros equipamentos utilizados para a realizar das contenções são as correias de fixação:
Auxiliar o paciente na alimentação, tendo em atenção os riscos de disfagia
Manter o paciente sempre vigiado
Reavaliar a situação do paciente de duas em duas horas
Em caso de contenções por tempo prolongado, deve-se soltar de duas em duas horas com supervisão
Imagem 25- correias de fixação
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Sedação química
A sedação química serve para acalmar o paciente e deve ser utilizado quando este apresentar um nível de agitação muito elevada, ou seja, quando não se consegue acalmar o paciente.A sedação química só pode ser prescrita pelo Médico ou Enfermeiro e só depois iniciar a contenção. Alguns exemplos são: -Haloperidol; -Quetiapina; - Risperidona.
Imagem 26- sedação química
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Sedação química
É um antipsicótico que pode ser dado após a crise aguda.
Alguns exemplos utilizados na sedação química:
Imagem. 28
Quetiapina
Pode ser administrado por via parenteral, deve ser dado quando a crise de agitação estiver na fase aguda.
É um antipsicótico que pode ser dado após a crise aguda ou em casos de delirium hiperativo.
Imagem. 27
Haloperidol
Imagem. 29
Risperidona
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Transtornos Neurológicos
Doenças associadas às perturbações do estado mental
Acidente Vascular Cerebral (AVC)
Alzheimer
Algumas doenças podem levar pessoas a terem perturbações mentais, tais como:
Imagem. 31
Transtornos Psiquiátricos
Traumatismo craniano
Esquizofrenia
Doenças clínicas gerais
Abuso e abstinência de substâncias psicoativas e álcool
Distúrbios metabólicos
Bipolaridade
Doenças infeciosas
Doenças auto-imunes e inflamatórias
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Title 1
Conselhos sobre transtornos no comportamento
Manter sempre o contacto visual;
Observar os gestos e as atitudes (vai ajudar a perceber as emoções do paciente);
A comunicação é de estrema importãncia por ser uma medida terapêutica.Nestas situações, a comunicação e o que dizer ajuda a minimizar o transtorno e a normalizar o comportamento ocorrido.
Manter contacto físico (segurar as mãos);
Evitar falar como se fosse uma criança;
Evitar comunicar com o paciente caso este se encontrar zangado e esperar que estaja mais calmo;
Evitar movimentos bruscos.
Escutar com atenção, mostrar interesse e transmitir segurança;
Encorajar o paciente a falar e dar a sua opinião;
Utilizar frases curtas e simples;
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Conclusão
Este guia prático tem como objetivo disponibilizar informações acerca das Contenções Físicas. Ao realizar este guia prático, tenho o objetivo de vos fornecer informações pretinentes à cerca das contenções, indicações e cuidados a ter para nós mesmos e para que o paciente não magoe. Espero que com este guia possa ter ido de acordo às expectativas sobre este tema e conseguido ajudar à cerca das contenções físicas e qualquer dúvida que tenha pode-se dirigir ao nosso site. Obrigada.
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Title 1
https://www.saudedireta.com.br/docsupload/1340503452033_Contencao_Fisica_dos_Pacientes_em_Quadro_de_Agitacao_Motora.pdf
Webgrafia
http://www2.ebserh.gov.br/documents/147715/0/conten%C3%A7%C3%A3o+mec%C3%A2nica.pdf/eac0687f-44a2-440a-828c-418a6d5fc084
Manual da UFCD
https://www.youtube.com/watch?v=vdP5d3sxLLs&ab_channel=INACAPOnline
https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0047-20852016000100053
https://www.enfermeriadeciudadreal.com/articulo_imprimir.asp?idarticulo=791&accion=
https://www.youtube.com/watch?v=nMfL8k9T-u0&ab_channel=EVOTraining
https://www.cuf.pt/saude-a-z/esquizofrenia
https://palmasaludipsltda.com/wp-content/uploads/2019/06/GSS-001-GAIS-21-GUIA-DE-MANEJO-DE-PACIENTE-AGITADO-1.pdf
https://www.cuf.pt/saude-a-z/avc-acidente-vascular-cerebral
http://www.comib.com/wp-content/uploads/2018/04/MANEJO-DEL-PACIENTE-AGITADO.pdf
https://www.cuf.pt/saude-a-z/alzheimer
https://beatrizvicente2867.wixsite.com/meusite
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Title 1
2020/2021