Técnicas Radiológicas
Fêmur e Quadril
A cabeça e o colo do fêmur se projetam aproximadamente 15° a 20° anteriormente ou para frente com respeito ao resto do fêmur e perna. Assim, quando a perna está na posição anatômica, como para um AP verdadeiro da perna, o fêmur proximal realmente é rodado posteriormente 15° a 20° . Portanto, o colo femoral aparece encurtado e o trocânter menor é visível quando a perna e o tornozelo estão no AP verdadeiro, como na posição anatômica verdadeira.
ossos do quadril
ílio, ísquio e púbis
A- Acetábulo
B- Cabeça femoral
C- Colo femoral
D- Eixo ou corpo
E- Área do trocânter menor
F- Área do trocânter maior
G- Tuberosidade isquiática
1. Processo de xifoide (no nível de T9 - T10):
2. Margem costal inferior (costelas) (no nível de L2-L3):
3. Crista ilíaca (no nível do espaço discal L4-L5):
4. Espinha ilíaca anterossuperior (EIAS)
5. Trocânter maior
6. Sínfise púbica
7. Tuberosidade isquiática
Referências topográficas da pelve
Um método muito tradicional usado para localizar a cabeça femoral e colo é primeiramente determinar o ponto médio da linha entre a EIAS e a sínfise púbica. O colo fica aproximadamente a 6 a 7 cm, e a cabeça a 4 cm distalmente ao ângulo direito para o ponto médio desta linha
Localização da cabeça (H) ou colo (N).
Método da mão aberta – 18 a 20 cm (7 ou 8 polegadas).
Importante memorirar os graus de uma angulação e centimetros
Rotação típica com fratura no quadril.
Posição Anatômica.
Rotação medial
Rotação externa
Incidências Quadril e Fêmur Proximal
Básicas
• Quadril unilateral AP Trauma lateral
• Axiolateral inferossuperior (método de Danelius-Miller) Especial lateral sem trauma
• Perna de rã unilateral (método de Cleaves modificado) Especial lateral com trauma
• Axiolateral modificado (método de Clements-Nakayama)
Incidência : fêmur — médio e distal
Básicas
AP
PERFIL
Indicações- AP
Fêmur médio e distal, incluindo a articulação do joelho para detecção e avaliação de fraturas e/ou lesões ósseas.
Paciente do gênero masculino, atleta, 34 anos, sofreu entorse em joelho direito durante uma partida de basquete
https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-86922009000200011
Incidência : fêmur — médio e distal
RI
DFRI
35 × 43 cm, longitudinalmente
102 cm
102 cm
Posicionamento Paciente: Posição supina
Posicionamento da parte:
-Rodar a perna internamente aproximadamente 5° para uma AP verdadeira -Garantir que a articulação do joelho esteja incluída no RI,
RC
Perpendicular ao fêmur e RI direto para ponto médio do RI.
Colimação
Perto nos dois lados do fêmur com colimação final para bordas do filme.
Critérios de avaliação
Anatomia- Terço distal aparecendo articulação do joelho Posicionamento: côndilos femoral e tibial devem aparecer simétricos no tamanho e formato, com a saída da patela levemente para o lado medial do fêmur. A metade medial aproximada da cabeça fibular deve ser sobreposta à tíbia. O fêmur deve ser centralizado para o campo de colimação e alinhado com o eixo longo do RI com o espaço da articulação do joelho com no mínimo 2,5 cm da margem RI distal. Côndilos femoral e tibial devem aparecer simétricos no tamanho e formato, com a saída da patela levemente para o lado medial do fêmur.
Perfil de Fêmur Mediolateral e Lateromedial
INDICAÇÕES
Fêmur médio e distal, incluindo a articulação do joelho para detecção e avaliação de fraturas e/ou
lesões ósseas
https://radiopaedia.org/cases/osteosarcoma-distal-femur-4
Perfil de fêmur
RI
DFRI
102 cm
35 × 43 cm, longitudinalmente
Grade
102cm
Posicionamento
lateromedial- com trauma
mediolateral- sem trauma
• Colocar suporte abaixo da perna afetada e joelho e suporte no pé e tornozelo na posição AP
verdadeira.
• Colocar o RI na borda contra o aspecto medial da coxa para incluir o joelho, com o feixe de raios X
horizontal dirigido para o lado lateral.
Flexionar o joelho aproximadamente a 45° com o lado afetado do paciente, e alinhar o fêmur para a linha média da mesa ou RI. • Colocar a perna não afetada atrás da perna afetada para prevenir rotação demais.
• Ajustar RI para incluir a articulação do joelho (margem do RI menor deve ser aproximadamente 5 cm abaixo da articulação do joelho)
Perpendicular ao fêmur e RI dirigido para o ponto médio do RI.
RC
Colimação:
Colimar perto nos dois lados do fêmur com colimação final para bordas RI.
Critérios de avaliação:
Anatomia: articulações do joelho e terço médio do fêmur Posicionamento: Margens anterior e posterior dos côndilos medial e lateral femoral devem ser sobrepostas e alinhadas com espaço da articulação femoropatelar aberta. • Fêmur deve ser centralizado para o campo de colimação com o espaço da articulação do joelho de no mínimo 2,5 cm da margem distal RI.
Perfil Mediolateral Fêmur PROXIMAL
Posicionamento paciente
Posicionamento da parte
RC
Quadril e Fêmur Proximal
AP unilateral do quadril
INDICAÇÕS
• Exames pós-operatórios ou de acompanhamento para mostrar o acetábulo, cabeça femoral, pescoço e trocânter maior. • Avaliar condição e localização de qualquer aplicação ortopédica existente.
Quadril em AP
DFRI
RI
24x30
102 cm
102 cm
Posicionamento paciente
Posicionamento da parte
RC
Colimação
Critérios de avaliação
Axiolateral inferosuperior Quadril e fêmur proximal
Método de Danelius-Miller
Esta é uma incidência comum para traumatismo, cirurgia e pacientes em pós- cirurgia, tanto quantopara outros pacientes que não podem mover ou rodar a perna afetada para perna de rã lateral.
Não tentar rodar a perna internamente no exame de trauma inicial
Indicações
Visão lateral para avaliação de fraturas ou luxações em situações de trauma do quadril quando a perna afetada não pode ser movida.
Posicionamento paciente
Posicionamento parte
RC
Colimação
Critérios de avaliação
Instrução
unilateral perna de rã-mediolateral quadril e fêmur proximal
Método de Cleaves Modificado
Não tentar esta posição em paciente com doença destrutiva do quadril ou potencial fratura ou
luxação de quadril. Isto poderia resultar em significativo deslocamento de fragmentos da fratura
Indicações
Visão lateral para avaliar a articulação do quadril e o fêmur proximal para situações de quadril sem trauma.
Unilateral perna de rã
RI
DFRI
102 cm
24 × 30 cm transversalmente
102 cm
Posicionamento paciente
Posicionamento da parte
RC
Colimação
Instrução
Unilateral perna de rã- Sem trauma
Perna de rã unilateral, abdução total.Lesões metastáticas na pelve e quadril
Para colo femoral — 45° abdução.
Axiolateral modificado incidência para possível trauma quadril e fêmur proximal
Método de Clements-Nakayama
Indicações
Visão oblíqua lateral é útil para avaliação da possível fratura do quadril ou com artroplastia (cirurgia para prótese no quadril) quando o paciente tem movimentação limitada em ambos os membros inferiores e a incidência inferossuperior não pode ser obtida.
Axiolateral modificadoquadril e fêmur proximal-Método de Clements-Nakayama
RI
DFRI
102CM
24 × 30 cm, transversalmente
Grade (RI na borda com 15° inclinados; linhas de grade longitudinalmente)
Posicionamento paciente
Posicionamento parte
RC
Colimação
Instrução
Critérios de avaliação
RESUMO
FÊMURMédio e Distal
PERFIL
AP
Perfil Mediolateral Fêmur PROXIMAL
Quadril e fêmur proximal
Title 2
Quadril em AP
Axiolateral inferosuperior
Perna de rã-mediolateral
Método de Danelius-Miller
Método de Cleaves Modificado
Axiolateral modificado incidência para possível trauma
Hora do Game
Title 1
Como é o nome da inciência demonstrada na imagem?
a)Fêmur mediolateral — médio e proximal.
b) Fêmur lateromedial-médio e proximal
c) Método de Danelius-Mille
d) Método de Cleaves Modificado
Resposta errada
Tente outra vez
Return
PARABÉNS
Continue no GAME
Next
O posicionamento demonstrado na imagem refere-se a qual incidência?
a) Método de Cleaves Modificado
b)Método de Danelius-Mille
c) lateromedial de fêmur proximal
d) AP de quadril
Parabéns Continue no GAME
Next
Resposta errada Tente outra vez
Return
Qual é o nome da incidência demonstrada na imagem?
a) perna de rã unilateral
b) axiolateral inferosuperior -sem trauma
c)axiolateral modificado- trauma
d)AP de Quadril unilateral
PARABÉNS
Resposta errada
Tente outra vez
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Técnicas Radiológicas- Fêmur e quadril
Natália
Created on December 16, 2020
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Técnicas Radiológicas
Fêmur e Quadril
A cabeça e o colo do fêmur se projetam aproximadamente 15° a 20° anteriormente ou para frente com respeito ao resto do fêmur e perna. Assim, quando a perna está na posição anatômica, como para um AP verdadeiro da perna, o fêmur proximal realmente é rodado posteriormente 15° a 20° . Portanto, o colo femoral aparece encurtado e o trocânter menor é visível quando a perna e o tornozelo estão no AP verdadeiro, como na posição anatômica verdadeira.
ossos do quadril
ílio, ísquio e púbis
A- Acetábulo
B- Cabeça femoral
C- Colo femoral
D- Eixo ou corpo
E- Área do trocânter menor
F- Área do trocânter maior
G- Tuberosidade isquiática
1. Processo de xifoide (no nível de T9 - T10):
2. Margem costal inferior (costelas) (no nível de L2-L3):
3. Crista ilíaca (no nível do espaço discal L4-L5):
4. Espinha ilíaca anterossuperior (EIAS)
5. Trocânter maior
6. Sínfise púbica
7. Tuberosidade isquiática
Referências topográficas da pelve
Um método muito tradicional usado para localizar a cabeça femoral e colo é primeiramente determinar o ponto médio da linha entre a EIAS e a sínfise púbica. O colo fica aproximadamente a 6 a 7 cm, e a cabeça a 4 cm distalmente ao ângulo direito para o ponto médio desta linha
Localização da cabeça (H) ou colo (N).
Método da mão aberta – 18 a 20 cm (7 ou 8 polegadas).
Importante memorirar os graus de uma angulação e centimetros
Rotação típica com fratura no quadril.
Posição Anatômica.
Rotação medial
Rotação externa
Incidências Quadril e Fêmur Proximal
Básicas • Quadril unilateral AP Trauma lateral • Axiolateral inferossuperior (método de Danelius-Miller) Especial lateral sem trauma • Perna de rã unilateral (método de Cleaves modificado) Especial lateral com trauma • Axiolateral modificado (método de Clements-Nakayama)
Incidência : fêmur — médio e distal
Básicas
AP
PERFIL
Indicações- AP
Fêmur médio e distal, incluindo a articulação do joelho para detecção e avaliação de fraturas e/ou lesões ósseas.
Paciente do gênero masculino, atleta, 34 anos, sofreu entorse em joelho direito durante uma partida de basquete
https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-86922009000200011
Incidência : fêmur — médio e distal
RI
DFRI
35 × 43 cm, longitudinalmente
102 cm
102 cm
Posicionamento Paciente: Posição supina
Posicionamento da parte:
-Rodar a perna internamente aproximadamente 5° para uma AP verdadeira -Garantir que a articulação do joelho esteja incluída no RI,
RC
Perpendicular ao fêmur e RI direto para ponto médio do RI.
Colimação
Perto nos dois lados do fêmur com colimação final para bordas do filme.
Critérios de avaliação
Anatomia- Terço distal aparecendo articulação do joelho Posicionamento: côndilos femoral e tibial devem aparecer simétricos no tamanho e formato, com a saída da patela levemente para o lado medial do fêmur. A metade medial aproximada da cabeça fibular deve ser sobreposta à tíbia. O fêmur deve ser centralizado para o campo de colimação e alinhado com o eixo longo do RI com o espaço da articulação do joelho com no mínimo 2,5 cm da margem RI distal. Côndilos femoral e tibial devem aparecer simétricos no tamanho e formato, com a saída da patela levemente para o lado medial do fêmur.
Perfil de Fêmur Mediolateral e Lateromedial
INDICAÇÕES
Fêmur médio e distal, incluindo a articulação do joelho para detecção e avaliação de fraturas e/ou lesões ósseas
https://radiopaedia.org/cases/osteosarcoma-distal-femur-4
Perfil de fêmur
RI
DFRI
102 cm
35 × 43 cm, longitudinalmente
Grade
102cm
Posicionamento
lateromedial- com trauma
mediolateral- sem trauma
• Colocar suporte abaixo da perna afetada e joelho e suporte no pé e tornozelo na posição AP verdadeira. • Colocar o RI na borda contra o aspecto medial da coxa para incluir o joelho, com o feixe de raios X horizontal dirigido para o lado lateral.
Flexionar o joelho aproximadamente a 45° com o lado afetado do paciente, e alinhar o fêmur para a linha média da mesa ou RI. • Colocar a perna não afetada atrás da perna afetada para prevenir rotação demais. • Ajustar RI para incluir a articulação do joelho (margem do RI menor deve ser aproximadamente 5 cm abaixo da articulação do joelho)
Perpendicular ao fêmur e RI dirigido para o ponto médio do RI.
RC
Colimação:
Colimar perto nos dois lados do fêmur com colimação final para bordas RI.
Critérios de avaliação:
Anatomia: articulações do joelho e terço médio do fêmur Posicionamento: Margens anterior e posterior dos côndilos medial e lateral femoral devem ser sobrepostas e alinhadas com espaço da articulação femoropatelar aberta. • Fêmur deve ser centralizado para o campo de colimação com o espaço da articulação do joelho de no mínimo 2,5 cm da margem distal RI.
Perfil Mediolateral Fêmur PROXIMAL
Posicionamento paciente
Posicionamento da parte
RC
Quadril e Fêmur Proximal
AP unilateral do quadril
INDICAÇÕS
• Exames pós-operatórios ou de acompanhamento para mostrar o acetábulo, cabeça femoral, pescoço e trocânter maior. • Avaliar condição e localização de qualquer aplicação ortopédica existente.
Quadril em AP
DFRI
RI
24x30
102 cm
102 cm
Posicionamento paciente
Posicionamento da parte
RC
Colimação
Critérios de avaliação
Axiolateral inferosuperior Quadril e fêmur proximal
Método de Danelius-Miller
Esta é uma incidência comum para traumatismo, cirurgia e pacientes em pós- cirurgia, tanto quantopara outros pacientes que não podem mover ou rodar a perna afetada para perna de rã lateral.
Não tentar rodar a perna internamente no exame de trauma inicial
Indicações
Visão lateral para avaliação de fraturas ou luxações em situações de trauma do quadril quando a perna afetada não pode ser movida.
Posicionamento paciente
Posicionamento parte
RC
Colimação
Critérios de avaliação
Instrução
unilateral perna de rã-mediolateral quadril e fêmur proximal
Método de Cleaves Modificado
Não tentar esta posição em paciente com doença destrutiva do quadril ou potencial fratura ou luxação de quadril. Isto poderia resultar em significativo deslocamento de fragmentos da fratura
Indicações
Visão lateral para avaliar a articulação do quadril e o fêmur proximal para situações de quadril sem trauma.
Unilateral perna de rã
RI
DFRI
102 cm
24 × 30 cm transversalmente
102 cm
Posicionamento paciente
Posicionamento da parte
RC
Colimação
Instrução
Unilateral perna de rã- Sem trauma
Perna de rã unilateral, abdução total.Lesões metastáticas na pelve e quadril
Para colo femoral — 45° abdução.
Axiolateral modificado incidência para possível trauma quadril e fêmur proximal
Método de Clements-Nakayama
Indicações
Visão oblíqua lateral é útil para avaliação da possível fratura do quadril ou com artroplastia (cirurgia para prótese no quadril) quando o paciente tem movimentação limitada em ambos os membros inferiores e a incidência inferossuperior não pode ser obtida.
Axiolateral modificadoquadril e fêmur proximal-Método de Clements-Nakayama
RI
DFRI
102CM
24 × 30 cm, transversalmente
Grade (RI na borda com 15° inclinados; linhas de grade longitudinalmente)
Posicionamento paciente
Posicionamento parte
RC
Colimação
Instrução
Critérios de avaliação
RESUMO
FÊMURMédio e Distal
PERFIL
AP
Perfil Mediolateral Fêmur PROXIMAL
Quadril e fêmur proximal
Title 2
Quadril em AP
Axiolateral inferosuperior
Perna de rã-mediolateral
Método de Danelius-Miller
Método de Cleaves Modificado
Axiolateral modificado incidência para possível trauma
Hora do Game
Title 1
Como é o nome da inciência demonstrada na imagem?
a)Fêmur mediolateral — médio e proximal.
b) Fêmur lateromedial-médio e proximal
c) Método de Danelius-Mille
d) Método de Cleaves Modificado
Resposta errada
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O posicionamento demonstrado na imagem refere-se a qual incidência?
a) Método de Cleaves Modificado
b)Método de Danelius-Mille
c) lateromedial de fêmur proximal
d) AP de quadril
Parabéns Continue no GAME
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Resposta errada Tente outra vez
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Qual é o nome da incidência demonstrada na imagem?
a) perna de rã unilateral
b) axiolateral inferosuperior -sem trauma
c)axiolateral modificado- trauma
d)AP de Quadril unilateral
PARABÉNS
Resposta errada
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