Contextualização histórico-literária da «Crónica de D. João I» de Fernão Lopes
Giovana Sarmento Lisa Paiva Marcos Couceiro Margarida Silva
Turma: 10ºH
Índice
D. Nuno Alvares Pereira
Introdução
Fernão Lopes - O seu estilo de escrita
A crónica ao longo do tempo
Crise de sucesão de 1383-1385
João das Regras
Fernão Lopes - Vida e obra
Conclusão / Webgrafia
D. joão I - Mestre de Avis
Introdução
O presente trabalho aborda a contextualização histórico-literária da "Crónica de D. João I" de Fernão Lopes. Está organizado em sete capítulos, sendo eles: "A crónica ao longo do tempo"; "Fernão Lopes - Vida e Obra"; "Fernão Lopes - Estilo de escrita"; "A crise de sucessão de 1383-1385"; "D. João I - Mestre de Avis"; "D. Nuno Álvares Pereira"; "João das Regras". A metodologia utilizada neste trabalho foi a pesquisa bibliográfica, enriquecida com alguns artigos e noticias expostas online.
A crónica ao longo do tempo
As crónicas antes do tempo de Fernão Lopes não eram as mais verídicas, porque os historiadores eram influenciados pelas relações afetivas que unem aos seus conterrâneos e ascendentes. No primórdio, as crónicas eram unicamente uma pequena secção de acesso que proferia conta das informações e dos rumores do dia a dia. Os cronistas procuravam e apuravam qualquer facto quase como se fosse um argumento para exprimir a sua opinião.
Fernão Lopes modificou as crónicas para que se tornassem cada vez mais verídicas, através da sua experiência profissional de notário e de arquivista o que lhe proporcionou sustentar a verdade histórica nos arquivos escritos, que acabaram por ser não só narrativos, mas também registos oficiais. O facto de ele ter também trabalhado ao serviço da corte, concedeu-lhe circunstâncias favoráveis ao conhecimento de diversos factos e pessoas e assim como vários acessos a materiais e investigações.
Atualmente as crónicas são similares às do tempo de Fernão Lopes, podendo ser então descritas como narrativas e curtas, com um uso de uma linguagem simples e coloquial. Pode também existir a presença de poucos personagens e o espaço é reduzidos. Os temos e os temas são relacionados a acontecimentos quotidianos.
Fernão Lopes
VIDA E OBRA
Supõe-se que Fernão Lopes tenha nascido entre 1380 1390, seja de família vilã e mesteira.
Morreu em 1460. Existe a hipótese de ter nascido e sepultado no Alandroal, no Alentejo,
com base na inscrição de uma pedra tumular, que lhe poderá ter pertencido, e nas ligações
históricas da vila com a Ordem de Avis. Foi escravidão de ofício e cronista, cargo esse que
aceita em 1434, que lhe proporcionava um renda de 14.000 reais.
Não se sabe muito sobre a sua formação, mas sabemos o seu percurso profissional. O
primeiro registo de uma obra de Fernão Lopes data 1418. Foi-lhe também atribuída várias
obras como a Crónica de D. Pedro, Crónica de D. Fernando e a Crônica D. João I (1ª e 2ª
parte).
Fernão Lopes
ESTILO DE ESCRITA
Fernão Lopes possuía um estilo de escrita associado particularmente a si, devido a isto acabou por conquistar muitos admiradores no seu tempo e tornou-se profundamente conhecido pelas suas crônicas históricas.
Os seus textos possuem a característica de ressaltarem a linguagem coloquial, isto é, a utilização de registro popular; a convocação frequente do narrador; o uso de recursos como, por exemplo: apóstrofe, interrogação retórica, exclamação e interjeição; o apelo visual que consistia na utilização de campos lexicais relacionados com os sentidos visão e audição.
Outras características do seu estilo de escrita passam pela vivacidade que constitui a organização dos capítulos, os quais evoluem de forma gradual; a caracterização das personagens a partir das suas atitudes; a alteração entre a narração, descrição e diálogo; e o uso de verbos de ação e do gerúndio.
Por ter trabalhado cerca de 30 anos na corte, foi privilegiado com o conhecimento de factos e de pessoas, assim como a utilização de conteúdos de investigação textual que contribuíram para a produção de algumas das suas mais importantes obras, devido a isto as suas crônicas possuem um grande teor histórico, já que nelas são relatados factos reais.
A crise de sucessão de 1383-1385
A crise de 1383-1385 iniciou-se com a morte de D. Fernando I, o qual julgara ter deixado o futuro do país assegurado através do Tratado de Salvaterra, que acabou por morrer juntamente com o mesmo. Este tratado garantia o trono através do acordo matrimonial da sua filha, D. Beatriz, com o Rei de Castela. Pretendendo assim, que o primeiro filho barão de D. Beatriz fosse herdeiro ao trono.
Após o falecimento de D. Fernando, a regência foi entregue, provisoriamente, a Leonor Teles, a qual se encontrava sobre a influência do Conde João Fernandes Andeiro, que foi posteriormente assassinado por D. João – Mestre de Avis e os seus apoiantes. Apesar disto, Leonor Teles governaria até nascer um filho a D. Beatriz. Toda esta situação era, deveras, revoltante à vista do povo, o qual temia a perda da independência de Portugal, pois este filho de D. Beatriz seria não só herdeiro ao trono de Portugal, mas também ao trono de Castela.
Os acontecimentos precipitaram-se e o rei castelhano concluiu que tinha como encargo a reivindicação do trono português pela força das armas. No entanto o seu exército foi vencido em todas as hostilidades pelas hostes do Mestre de Avis, maioritariamente comandadas por Nuno Álvares Pereira, cuja performance veio a ser recompensada com diversos títulos e doações de riquezas. Entre conjuros e atos militares bem-sucedidas, o filho ilegítimo de D. Pedro I e meio-irmão do falecido rei, tornara-se crucial à independência de Portugal. Ciente do poder que possuía, ganho durante os anos de crise, resolve avançar para a disputa política da sua vida. Tendo então, enfrentado D. Beatriz e D. João (filho de D. Pedro e D. Inês de Castro) em prol de conseguir o trono do reino.
Foi então, que no dia 6 de abril de 1385, o Mestre da Ordem de Avis, via-se assim aclamado rei D. João I de Portugal.
D. João I
MESTRE DE AVIS
D. João I, filho bastardo de D. Pedro I e de Teresa Lourenço, nasceu em 1357, em Lisboa, onde também veio a falecer no ano de 1433. Foi designado como Mestre da Ordem de Avis, quando ainda possuía meramente seis anos.
Durante o império de D. Fernando, o Mestre de Avis, começou a desempenhar papéis com um inquestionável destaque, como por exemplo, a negociação do casamento de D. Beatriz com o rei de Castela.
Não sendo a favor da ligação política com Espanha, e devido a toda a crise politica dada entre os anos de 1383 e 1385, é coroado em Portugal (1385). Foi o décimo rei de Portugal e o primeiro da segunda dinastia (Dinastia de Avis ou Joanina (1385-1433)). D. João I ficou conhecido por o "de Boa Memória".
Com a ajuda do Nuno Álvares Pereira organizou um exército que enfrentou e derrotou as forças castelhanas na batalha de Aljubarrota.
E foi o primeiro monarca a investir na expansão do reino para o Norte de África, conquistando Ceuta aos mouros em 1415.
D. Nuno Álvares Pereira
D. Nuno Álvares Pereira, também conhecido por Santo Condestável ou beato Nuno de Santa Maria, foi um cavaleiro militar português, nascido em Cernache do Bonjardim, no ano de 1360. Aos 13 anos foi apresentado na corte, na qual fez, imediatamente, notar as suas habilidades e o seu génio militar, tornando-se assim, escudeiro da rainha D. Leonor Teles (esposa do rei D. Fernando). Aos dezasseis anos, a mando do seu pai (Prior da Ordem Militar do Hospital) e contra a sua vontade, vê-se obrigado a casar com D. Leonor Alvim, senhora de grandes propriedades, da qual teve três filhos, entre os quais, D. Beatriz, que veio, posteriormente, a casar com o príncipe D. Afonso, filho de D. João I.
No decorrer da crise de 1383, D. Nuno Álvares Pereira toma o comando do exército português e causa duras derrotas aos espanhóis em Atoleiros e Aljubarrota, permitindo a independência do país e a monarquia para D. João I.
João das Regras
O advogado, João das Regras, nasceu em Lisboa, numa data desconhecida, e veio a falecer a 3 de maio de 1404, no mesmo local. Era filho de João Afonso das Regras e de Sentil Esteves.
Após o segundo casamento da mãe com Álvaro Pais, João das Regras manteve o seu nome como juiz e representou a causa do Mestre Avis no tribunal de Coimbra em 1385, onde mais tarde, este veio a ser coroado D. João I, rei de Portugal.
Segundo Fernão Lopes, o advogado estudou em Bolonha. Foi professor da Universidade de Lisboa, e tal como o seu padrasto, desempenhou importantes ações, as quais permitiram, converter o Mestre Avis em regente e defensor do Reino.
Conclusão
WEBGRAFIA
Info
Neste trabalho abordámos o assunto referente à contextualização histórico-literária da "Crónica de D. João I" de Fernão Lopes. Este trabalho foi muito importante para o nosso aprofundamento deste tema, pois permitiu-nos compreender melhor o consumerismo, assim como a responsabilidade social do consumidor, além de ter-nos permitido aperfeiçoar competências de investigação, seleção e organização.
Contextualização histórico-literária da "Crónica de D. João I" de Fern
masicorreia1331
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Contextualização histórico-literária da «Crónica de D. João I» de Fernão Lopes
Giovana Sarmento Lisa Paiva Marcos Couceiro Margarida Silva
Turma: 10ºH
Índice
D. Nuno Alvares Pereira
Introdução
Fernão Lopes - O seu estilo de escrita
A crónica ao longo do tempo
Crise de sucesão de 1383-1385
João das Regras
Fernão Lopes - Vida e obra
Conclusão / Webgrafia
D. joão I - Mestre de Avis
Introdução
O presente trabalho aborda a contextualização histórico-literária da "Crónica de D. João I" de Fernão Lopes. Está organizado em sete capítulos, sendo eles: "A crónica ao longo do tempo"; "Fernão Lopes - Vida e Obra"; "Fernão Lopes - Estilo de escrita"; "A crise de sucessão de 1383-1385"; "D. João I - Mestre de Avis"; "D. Nuno Álvares Pereira"; "João das Regras". A metodologia utilizada neste trabalho foi a pesquisa bibliográfica, enriquecida com alguns artigos e noticias expostas online.
A crónica ao longo do tempo
As crónicas antes do tempo de Fernão Lopes não eram as mais verídicas, porque os historiadores eram influenciados pelas relações afetivas que unem aos seus conterrâneos e ascendentes. No primórdio, as crónicas eram unicamente uma pequena secção de acesso que proferia conta das informações e dos rumores do dia a dia. Os cronistas procuravam e apuravam qualquer facto quase como se fosse um argumento para exprimir a sua opinião. Fernão Lopes modificou as crónicas para que se tornassem cada vez mais verídicas, através da sua experiência profissional de notário e de arquivista o que lhe proporcionou sustentar a verdade histórica nos arquivos escritos, que acabaram por ser não só narrativos, mas também registos oficiais. O facto de ele ter também trabalhado ao serviço da corte, concedeu-lhe circunstâncias favoráveis ao conhecimento de diversos factos e pessoas e assim como vários acessos a materiais e investigações. Atualmente as crónicas são similares às do tempo de Fernão Lopes, podendo ser então descritas como narrativas e curtas, com um uso de uma linguagem simples e coloquial. Pode também existir a presença de poucos personagens e o espaço é reduzidos. Os temos e os temas são relacionados a acontecimentos quotidianos.
Fernão Lopes
VIDA E OBRA
Supõe-se que Fernão Lopes tenha nascido entre 1380 1390, seja de família vilã e mesteira. Morreu em 1460. Existe a hipótese de ter nascido e sepultado no Alandroal, no Alentejo, com base na inscrição de uma pedra tumular, que lhe poderá ter pertencido, e nas ligações históricas da vila com a Ordem de Avis. Foi escravidão de ofício e cronista, cargo esse que aceita em 1434, que lhe proporcionava um renda de 14.000 reais. Não se sabe muito sobre a sua formação, mas sabemos o seu percurso profissional. O primeiro registo de uma obra de Fernão Lopes data 1418. Foi-lhe também atribuída várias obras como a Crónica de D. Pedro, Crónica de D. Fernando e a Crônica D. João I (1ª e 2ª parte).
Fernão Lopes
ESTILO DE ESCRITA
Fernão Lopes possuía um estilo de escrita associado particularmente a si, devido a isto acabou por conquistar muitos admiradores no seu tempo e tornou-se profundamente conhecido pelas suas crônicas históricas. Os seus textos possuem a característica de ressaltarem a linguagem coloquial, isto é, a utilização de registro popular; a convocação frequente do narrador; o uso de recursos como, por exemplo: apóstrofe, interrogação retórica, exclamação e interjeição; o apelo visual que consistia na utilização de campos lexicais relacionados com os sentidos visão e audição. Outras características do seu estilo de escrita passam pela vivacidade que constitui a organização dos capítulos, os quais evoluem de forma gradual; a caracterização das personagens a partir das suas atitudes; a alteração entre a narração, descrição e diálogo; e o uso de verbos de ação e do gerúndio. Por ter trabalhado cerca de 30 anos na corte, foi privilegiado com o conhecimento de factos e de pessoas, assim como a utilização de conteúdos de investigação textual que contribuíram para a produção de algumas das suas mais importantes obras, devido a isto as suas crônicas possuem um grande teor histórico, já que nelas são relatados factos reais.
A crise de sucessão de 1383-1385
A crise de 1383-1385 iniciou-se com a morte de D. Fernando I, o qual julgara ter deixado o futuro do país assegurado através do Tratado de Salvaterra, que acabou por morrer juntamente com o mesmo. Este tratado garantia o trono através do acordo matrimonial da sua filha, D. Beatriz, com o Rei de Castela. Pretendendo assim, que o primeiro filho barão de D. Beatriz fosse herdeiro ao trono. Após o falecimento de D. Fernando, a regência foi entregue, provisoriamente, a Leonor Teles, a qual se encontrava sobre a influência do Conde João Fernandes Andeiro, que foi posteriormente assassinado por D. João – Mestre de Avis e os seus apoiantes. Apesar disto, Leonor Teles governaria até nascer um filho a D. Beatriz. Toda esta situação era, deveras, revoltante à vista do povo, o qual temia a perda da independência de Portugal, pois este filho de D. Beatriz seria não só herdeiro ao trono de Portugal, mas também ao trono de Castela. Os acontecimentos precipitaram-se e o rei castelhano concluiu que tinha como encargo a reivindicação do trono português pela força das armas. No entanto o seu exército foi vencido em todas as hostilidades pelas hostes do Mestre de Avis, maioritariamente comandadas por Nuno Álvares Pereira, cuja performance veio a ser recompensada com diversos títulos e doações de riquezas. Entre conjuros e atos militares bem-sucedidas, o filho ilegítimo de D. Pedro I e meio-irmão do falecido rei, tornara-se crucial à independência de Portugal. Ciente do poder que possuía, ganho durante os anos de crise, resolve avançar para a disputa política da sua vida. Tendo então, enfrentado D. Beatriz e D. João (filho de D. Pedro e D. Inês de Castro) em prol de conseguir o trono do reino. Foi então, que no dia 6 de abril de 1385, o Mestre da Ordem de Avis, via-se assim aclamado rei D. João I de Portugal.
D. João I
MESTRE DE AVIS
D. João I, filho bastardo de D. Pedro I e de Teresa Lourenço, nasceu em 1357, em Lisboa, onde também veio a falecer no ano de 1433. Foi designado como Mestre da Ordem de Avis, quando ainda possuía meramente seis anos. Durante o império de D. Fernando, o Mestre de Avis, começou a desempenhar papéis com um inquestionável destaque, como por exemplo, a negociação do casamento de D. Beatriz com o rei de Castela. Não sendo a favor da ligação política com Espanha, e devido a toda a crise politica dada entre os anos de 1383 e 1385, é coroado em Portugal (1385). Foi o décimo rei de Portugal e o primeiro da segunda dinastia (Dinastia de Avis ou Joanina (1385-1433)). D. João I ficou conhecido por o "de Boa Memória". Com a ajuda do Nuno Álvares Pereira organizou um exército que enfrentou e derrotou as forças castelhanas na batalha de Aljubarrota. E foi o primeiro monarca a investir na expansão do reino para o Norte de África, conquistando Ceuta aos mouros em 1415.
D. Nuno Álvares Pereira
D. Nuno Álvares Pereira, também conhecido por Santo Condestável ou beato Nuno de Santa Maria, foi um cavaleiro militar português, nascido em Cernache do Bonjardim, no ano de 1360. Aos 13 anos foi apresentado na corte, na qual fez, imediatamente, notar as suas habilidades e o seu génio militar, tornando-se assim, escudeiro da rainha D. Leonor Teles (esposa do rei D. Fernando). Aos dezasseis anos, a mando do seu pai (Prior da Ordem Militar do Hospital) e contra a sua vontade, vê-se obrigado a casar com D. Leonor Alvim, senhora de grandes propriedades, da qual teve três filhos, entre os quais, D. Beatriz, que veio, posteriormente, a casar com o príncipe D. Afonso, filho de D. João I. No decorrer da crise de 1383, D. Nuno Álvares Pereira toma o comando do exército português e causa duras derrotas aos espanhóis em Atoleiros e Aljubarrota, permitindo a independência do país e a monarquia para D. João I.
João das Regras
O advogado, João das Regras, nasceu em Lisboa, numa data desconhecida, e veio a falecer a 3 de maio de 1404, no mesmo local. Era filho de João Afonso das Regras e de Sentil Esteves. Após o segundo casamento da mãe com Álvaro Pais, João das Regras manteve o seu nome como juiz e representou a causa do Mestre Avis no tribunal de Coimbra em 1385, onde mais tarde, este veio a ser coroado D. João I, rei de Portugal. Segundo Fernão Lopes, o advogado estudou em Bolonha. Foi professor da Universidade de Lisboa, e tal como o seu padrasto, desempenhou importantes ações, as quais permitiram, converter o Mestre Avis em regente e defensor do Reino.
Conclusão
WEBGRAFIA
Info
Neste trabalho abordámos o assunto referente à contextualização histórico-literária da "Crónica de D. João I" de Fernão Lopes. Este trabalho foi muito importante para o nosso aprofundamento deste tema, pois permitiu-nos compreender melhor o consumerismo, assim como a responsabilidade social do consumidor, além de ter-nos permitido aperfeiçoar competências de investigação, seleção e organização.