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Replicabilidade - PEI EE Joanna Spósito
Professor Júlio
Created on November 11, 2020
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Transcript
Replicabilidade
Pautas Formativas - Recuperação e Aprofundamento
PCA - Natália / Prof.ª Adna / Prof.ª Eli / Prof.ª Elisângela / Profª. Márcia / Prof. Júlio
SENSIBILIZAÇÃO
PILARES DO PROGRAMA
Pergunta reflexiva
A trajetória dos alunos formam leitores competentes?
Texto: Letramento e capacidade de leitura para a cidadania
Autora: Roxane Rojo
1. Capacidade de decodificação Saber decodificar palavras e textos escritos 2. Capacidade de compreensão Conhecimentos prévios Checagem de hipóteses do leitor 3. Capacidade de apreciação e Réplica do leitor em relação ao texto Recuperação do contexto e produção Processo de interação com o texto
ESTRATÉGIAS DE LEITURA
SENSIBILIZAÇÃO
INTERAÇÃO 1
DE QUE MANEIRA VEMOS O MUNDO E COMO PODEMOS TRANSFORMÁ-LO???
A importância da Leitura!
INTERAÇÃO 2
POR QUE A LEITURA É RELEVANTE PARA A FORMAÇÃO DE NOSSOS ESTUDANTES???
A prática de leitura proporciona descobertas!!!
Estratégias de Leitura
Antecipar informações e ativar conhecimentos prévios sobre o texto!
LEITURA INDIVIDUAL COM QUESTÕES PARA INTERPRETAÇÃO ESCRITA: PARA QUÊ?
Permite ao professor analisar o nível de proficiência autônoma dos estudantes em relação às capacidades de leitura que deverão ser mobilizadas para responder às questões propostas.
LEITURA EM VOZ ALTA PELO PROFESSOR: PARA QUÊ?
Possibilita aos estudantes que não têm fluência leitora o contato com textos em linguagem escrita de boa qualidade. Possibilita contato dos alunos com textos que não escolheriam de maneira independente, ampliando seu repertório de leitura.
ATIVIDADES SEQUENCIADAS DE LEITURA E ESTUDO DE DETERMINADO TEMA: PARA QUÊ?
Possibilita o estudo de determinado tema por meio de uma sequência de atividades que preveem a leitura de textos com grau crescente de ampliação e/ou aprofundamento de informações. Favorece o uso de procedimentos de estudo (grifar, anotar, sintetizar/esquematizar etc.), possibilitando articular leitura e produção de textos (produção de textos de apoio à compreensão).
LEITURA COLABORATIVA: PARA QUÊ?
Favorece o desenvolvimento de capacidades de leitura: a mediação do professor, com perguntas, solicita do aluno comparações, inferências, levantamento e checagem de hipóteses, localização de informações já lidas, percepção de diálogos com outros textos etc. Possibilita a apropriação de estratégias utilizadas pelos colegas para responder às perguntas, uma vez que o uso dessa modalidade torna observáveis as estratégias que cada um utiliza para significar o texto.
RODA DE LEITURA OU CONVERSA APRECIATIVA: PARA QUÊ?
Orienta os estudantes na exploração de um texto, seja como fonte de informação e ideias, seja como reflexão sobre a experiência humana, sobre o mundo. Favorece o desenvolvimento de capacidades de leitura, ao compartilhar estratégias de elaboração dos significados.
Interdisciplinaridade: a importância do trabalho interdisciplinar!!!
BENEFÍCIOS TRAZIDOS
Proporcionar uma aprendizagem de mais qualidade. Levar os estudantes a rever conceitos e preconceitos. Estimular o pensamento crítico. Conscientizar o estudante a respeito da interdisciplinaridade do mundo. Ampliar a visão dos educadores sobre os tópicos abordados.
ANÁLISE SEMIÓTICAAVALIAÇÃO E INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA
OBJETIVOS
Reconhecer as implicações pedagógicas da adesão às práticas de análise linguística e semiótica. Reconhecer as relações entre análise linguística e leitura. Diferenciar norma culta e norma-padrão, relacionando os conceitos ao fenômeno da variação linguística.
VARIAÇÃO LINGUÍSITCA
No Ensino Médio: “Competência 4: Compreender as línguas como fenômeno (geo)político, histórico, cultural, social, variável, heterogêneo e sensível aos contextos de uso, reconhecendo suas variedades e vivenciando-as como formas de expressões identitárias, pessoais e coletivas, bem como agindo no enfrentamento de preconceitos de qualquer natureza.” (Currículo Paulista, Etapa Ensino Médio, 2020, p. 97)
A LÍNGUA COMO UM CONJUNTO DE VARIEDADES
[...] a língua está profundamente enraizada na vida cotidiana, nas experiências históricas e culturais de cada uma das comunidades que a falam. Como a vida, a história e a cultura de cada uma dessas comunidades são muito diversificadas, assim também será seu modo de falar.
FARACO, Carlos Alberto. Português: um nome, muitas línguas. (ênfases adicionadas). Um salto para o futuro. Boletim do Salto. Ano XVIII. Boletim 08 – maio de 2008, p. 5. TV Escola – MEC.
VARIAÇÃO LINGUÍSTICA: NORMA-PADRÃO
“A norma-padrão não é um modo de falar: como o próprio termo padrão implica, trata-se de um modelo de língua, um ideal a ser alcançado, um construto sociocultural que não corresponde de fato a nenhuma das muitas variedades sociolinguísticas existentes em território brasileiro.”
BAGNO, Marcos. Norma linguística e preconceito social: questões de terminologia. Veredas (UFJF), v. 5, p. 71-83, 2001.
Figura baseada em: BAGNO, Marco. Norma linguística e preconceito social: questões de terminologia. Veredas(UFJF).
VARIAÇÃO LINGUÍSTICA: NORMA CULTA
“A norma culta, por sua vez, abriga um conjunto de variedades sociolinguísticas empiricamente coletáveis, expressão da atividade linguageira das cidadãs e dos cidadãos de vivência urbana e elevado grau de letramento. Ela é composta do que preferimos chamar de variedades urbanas de prestígio, que comportam diferenças entre si."
BAGNO. Norma linguística e preconceito social: questões de terminologia. Veredas (UFJF), v. 5, p. 71-83, 2001.
De que modo abordar a variação linguística nos dois textos anteriores pode contribuir para a compreensão leitora?
Avaliação e Intervenção Pedagógica - Adna
OBJETIVOS
Reconhecer as implicações pedagógicas da adesão às práticas de análise linguística e semiótica. Reconhecer as relações entre análise linguística e leitura. Diferenciar norma culta e norma-padrão, relacionando os conceitos ao fenômeno da variação linguística.
SENSIBILIZAÇÃO: Avaliação Formativa/Processual - Vinícius Signorelli
Avaliar para Aprender e Avaliar para Ensinar
“A avaliação escolar hoje só faz sentido se tiver intuito de buscar caminhos para melhorar a aprendizagem” Jussara Hoffman
3 tipos de Avaliação
Diagnóstica: analisa presença ou ausência de determinados requisitos. Formativa: Constata se os objetivos foram alcançados, e fornecem dados para aperfeiçoar o ensino. Somativa: Classificar os resultados de aprendizagem de acordo com o nível de aproveitamento estabelecidos.
Ênfase no Aprender: Transformações em todos os níveis educacionais:
Currículo; Gestão escolar; Organização da sala de aula; Tipos de atividades; Formas e tipos de avaliação.
Diferentes formas de Avaliar
Quem avalia sempre da mesma forma prejudica o estudante: Seminário ou exposição oral: o aluno que tem dificuldade de se expressar oralmente pode ser duramente prejudicado. “Eu só considero o que está no registro...” “ Eu fiz uma prova e o aluno não atingiu os objetivos...” “ Eu fiz uma chamada oral e ele (a) não soube responder uma única pergunta...”
Que tipos de avaliações podemos propor neste retorno, tendo em vista o processo formativo do estudante?
DISTRATORES
Não são apenas alternativas erradas, eles contêm respostas com os erros que mais costumam ser cometidos pelos estudantes; Todos precisam ser plausíveis em relação ao enunciado e à habilidade que está sendo avaliada; Não é recomendável incluir erros óbvios ou alternativas absurdas, para também não induzir a escolha da opção correta; As justificativas dos distratores são grandes aliadas das intervenções pedagógicas porque esclarecem quais lacunas de aprendizado estão ligadas a cada alternativa.
Avaliação e Intervenção Pedagógica - Anos Finais - Eli
OBJETIVO
Refletir sobre a importância da intervenção pedagógica a partir dos dados de avaliações internas ou externas.
PARA REFLETIR...
A argumentação está na vida; A escola precisa sistematizar os conhecimentos concernentes à argumentação; A argumentação não é especificidade de uma única etapa, ano ou série; A argumentação precisa estar em todas as etapas da Educação Básica.
Avaliação Diagnóstica de retorno às aulas Avaliação Processual (Bimestral) Avaliação Intermediária
Equipe Linguagens