Elis Regina & Tom Jobim, disco "Elis & Tom" (1974).
Disco central na MPB, marca a inesquecível parceria de dois dos maiores gênios da MPB. Entre o repertório, clássicos eternos como "Águas de Março", "Triste" e "Retrato em Preto e Branco" unem o melhor de nossa poesia e música. Com a interpretação espontânea e inesquecível de Elis em arranjos impecáveis, o álbum é um testamento de uma época muito antes da invasão de computadores e processamentos digitais nas gravações. Sem dúvida uma obra-prima, que se torna uma experiência imperdível para se ouvir em vinil - o formato original de seu lançamento em 1974. Reeditado em LP no Brasil recentemente, em 2019.
Fonte: Guillermo Caceres
Secos & Molhados, disco "Secos & Molhados" (1973)
Clássico da música brasileira, muito à frente de seu tempo, que conseguiu quebrar as barreiras culturais da ditadura e se firmar como uma influência não só para artistas nacionais como também para grupos internacionais - é dito, por exemplo, que o grupo Kiss se inspirou em suas performances para adotar o visual mascarado que tanto os caracteriza. O álbum é uma sucessão de clássicos, como "Rosa de Hiroshima" e "Sangue Latino". O formato do vinil permite ainda contemplar em detalhes a icônica capa com as cabeças à mesa. Embora seja um dos relançamentos em vinil que marcou o ressurgimento do formato no Brasil já em 2010, alguns fãs preferem a sonoridade das primeiras edições da década de 1970. É um clássico exemplo de como o som do vinil é "vivo", ao apresentar nuances diferentes entre prensagens e reedições.
Fonte: Guillermo Caceres
Paralamas do Sucesso, disco "O Passo do Lui" (1985)
Álbum que consolidou os Paralamas como uma das principais bandas do rock Brasil, e figura constante entre a coleção musical de muitos jovens durante os anos 1980, "O Passo do Lui" é um marco de toda uma geração pré-digital. Com medalhões como "Óculos" e "Meu Erro", mistura as influências de ska e rock com um tempero brasileiro que destacou os Paralamas entre as demais bandas dos anos 1980 e que até hoje permanece associado à sonoridade da banda. Apenas disponível em vinil em edições originais dos anos 1980, é um dos muitos álbuns que ainda estão carentes de relançamentos no formato, com cópias em bom estado sendo negociadas a preços cada vez mais altos no mercado de segunda mão.
Fonte: Guillermo Caceres
Criolo, disco "Nó na Orelha" (2011)
Um novo e incontestável clássico, o álbum de Criolo une de forma única e moderna influências que vão do hiphop ao samba rock, passando pelo groove dos anos 70 e o reggae/dub, conseguindo agradar mesmo àqueles que não se identificam muito com esses estilos. O álbum todo o seu potencial no formato do vinil, indo de encontro à sonoridade que foi berço do hip hop sobre o qual muito se inspira. Foi editado em LP à época de seu lançamento original em 2011, e aos poucos vai se esgotando nas lojas online. Se possível, procure a versão de 180g, que proporciona ótima qualidade de escuta.
Fonte: Guillermo Caceres
Elza Soares, disco "A Mulher do Fim do Mundo" (2015)
No que melhor pode ser descrito como um ressurgimento triunfal de Elza Soares, "Mulher do fim do mundo" já nasceu atemporal. Elza soa espontânea e autêntica, imprimindo seu estilo em arranjos modernos e muito bem produzidos, marcando seu lugar com uma verdadeira aula de personalidade e de expressão entre artistas de gerações mais novas. Com faixas alternando entre baladas sugestivas e explosões de energia, com seu samba moderno com temperos de rock e hip-hop, o álbum agrada igualmente a velhos e novos fãs. Seu apelo conseguiu transcender a língua portuguesa, sendo muito bem recebido por críticos internacionais e tendo ganhado o Grammy latino de "Melhor Álbum de MPB".
Fonte: Guillermo Caceres
BaianaSystem, disco "O Futuro não Demora" (2019)
Terceiro disco da banda de Salvador, "O Futuro não Demora" é uma intensa e energética mistura do clássico com o moderno na MPB. Entre guitarras, metais, grooves e sintetizadores, o álbum transita entre a herança do maracatu de Nação Zumbi, o experimentalismo do dub, e a energia do samba-funk de nomes como Jorge Ben, recheado com letras críticas pairando sobre ótimos arranjos. Desde já aclamado como uma saudável revelação na MPB, o BaianaSystem traz uma experiência orgânica que merece ser apreciada em um bom vinil. Disponível em LP editado pela Polysom, e facilmente encontrado em lojas on-line.
Fonte: Guillermo Caceres
Discos clássicos em vinil
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Elis Regina & Tom Jobim, disco "Elis & Tom" (1974).
Disco central na MPB, marca a inesquecível parceria de dois dos maiores gênios da MPB. Entre o repertório, clássicos eternos como "Águas de Março", "Triste" e "Retrato em Preto e Branco" unem o melhor de nossa poesia e música. Com a interpretação espontânea e inesquecível de Elis em arranjos impecáveis, o álbum é um testamento de uma época muito antes da invasão de computadores e processamentos digitais nas gravações. Sem dúvida uma obra-prima, que se torna uma experiência imperdível para se ouvir em vinil - o formato original de seu lançamento em 1974. Reeditado em LP no Brasil recentemente, em 2019.
Fonte: Guillermo Caceres
Secos & Molhados, disco "Secos & Molhados" (1973)
Clássico da música brasileira, muito à frente de seu tempo, que conseguiu quebrar as barreiras culturais da ditadura e se firmar como uma influência não só para artistas nacionais como também para grupos internacionais - é dito, por exemplo, que o grupo Kiss se inspirou em suas performances para adotar o visual mascarado que tanto os caracteriza. O álbum é uma sucessão de clássicos, como "Rosa de Hiroshima" e "Sangue Latino". O formato do vinil permite ainda contemplar em detalhes a icônica capa com as cabeças à mesa. Embora seja um dos relançamentos em vinil que marcou o ressurgimento do formato no Brasil já em 2010, alguns fãs preferem a sonoridade das primeiras edições da década de 1970. É um clássico exemplo de como o som do vinil é "vivo", ao apresentar nuances diferentes entre prensagens e reedições.
Fonte: Guillermo Caceres
Paralamas do Sucesso, disco "O Passo do Lui" (1985)
Álbum que consolidou os Paralamas como uma das principais bandas do rock Brasil, e figura constante entre a coleção musical de muitos jovens durante os anos 1980, "O Passo do Lui" é um marco de toda uma geração pré-digital. Com medalhões como "Óculos" e "Meu Erro", mistura as influências de ska e rock com um tempero brasileiro que destacou os Paralamas entre as demais bandas dos anos 1980 e que até hoje permanece associado à sonoridade da banda. Apenas disponível em vinil em edições originais dos anos 1980, é um dos muitos álbuns que ainda estão carentes de relançamentos no formato, com cópias em bom estado sendo negociadas a preços cada vez mais altos no mercado de segunda mão.
Fonte: Guillermo Caceres
Criolo, disco "Nó na Orelha" (2011)
Um novo e incontestável clássico, o álbum de Criolo une de forma única e moderna influências que vão do hiphop ao samba rock, passando pelo groove dos anos 70 e o reggae/dub, conseguindo agradar mesmo àqueles que não se identificam muito com esses estilos. O álbum todo o seu potencial no formato do vinil, indo de encontro à sonoridade que foi berço do hip hop sobre o qual muito se inspira. Foi editado em LP à época de seu lançamento original em 2011, e aos poucos vai se esgotando nas lojas online. Se possível, procure a versão de 180g, que proporciona ótima qualidade de escuta.
Fonte: Guillermo Caceres
Elza Soares, disco "A Mulher do Fim do Mundo" (2015)
No que melhor pode ser descrito como um ressurgimento triunfal de Elza Soares, "Mulher do fim do mundo" já nasceu atemporal. Elza soa espontânea e autêntica, imprimindo seu estilo em arranjos modernos e muito bem produzidos, marcando seu lugar com uma verdadeira aula de personalidade e de expressão entre artistas de gerações mais novas. Com faixas alternando entre baladas sugestivas e explosões de energia, com seu samba moderno com temperos de rock e hip-hop, o álbum agrada igualmente a velhos e novos fãs. Seu apelo conseguiu transcender a língua portuguesa, sendo muito bem recebido por críticos internacionais e tendo ganhado o Grammy latino de "Melhor Álbum de MPB".
Fonte: Guillermo Caceres
BaianaSystem, disco "O Futuro não Demora" (2019)
Terceiro disco da banda de Salvador, "O Futuro não Demora" é uma intensa e energética mistura do clássico com o moderno na MPB. Entre guitarras, metais, grooves e sintetizadores, o álbum transita entre a herança do maracatu de Nação Zumbi, o experimentalismo do dub, e a energia do samba-funk de nomes como Jorge Ben, recheado com letras críticas pairando sobre ótimos arranjos. Desde já aclamado como uma saudável revelação na MPB, o BaianaSystem traz uma experiência orgânica que merece ser apreciada em um bom vinil. Disponível em LP editado pela Polysom, e facilmente encontrado em lojas on-line.
Fonte: Guillermo Caceres